História Maia. (Hiatus) - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias 5 Seconds Of Summer
Personagens Ashton Irwin, Calum Hood, Luke Hemmings, Michael Clifford, Personagens Originais
Exibições 173
Palavras 2.709
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


AVISOS IMPORTANTES:

- Esse capítulo tem como trilha sonora: I'm There da Hey Violet. Sugiro que você ouça enquanto lê, porque é a música que me inspirou a escrever essa fanfic e eu juro que fica mais legal! <3

- Antes que vocês se irritem, essa história é sobre amores doentios, manipulação e relacionamentos abusivos. Então, se isso irá te irritar, você já está avisado/a desde o início. É um DRAMA, talvez o meu maior drama até agora.

- Esse capítulo está sendo postado pelo desafio que ocorreu no grupo do Whatsapp. Uma leitora pediu um capítulo extra dessa fanfic. Espero que ajude vocês a decidirem! Ela está em penúltimo lugar na votação.

- Se você quer participar do grupo de leitoras no whats e participar dos desafios para poder escolher uma fanfic para ganhar um capítulo extra, me mande seu número com o código da cidade que te adicionarei lá.

Beijos. <3

Capítulo 2 - I'm There.


Fanfic / Fanfiction Maia. (Hiatus) - Capítulo 2 - I'm There.

Mas, antes do incidente em que Rena me pegou beijando Calum, acho que tenho que voltar um pouco a história para vocês entenderem.

Vamos começar pela noite especial: 26 de fevereiro de 2016, quando tudo que importava era Rena e seu cabelo cor de rosa. Minha maior obsessão, meu maior amor.

“I must say

I'm never like this

I'll break it down so you don't miss

My point is that you got something

I've been hoping and looking for

A real long time

So I'm not gonna waste it”.

(Eu devo dizer que eu nunca sou assim

Eu vou explicar para que você entenda

O que eu quero dizer é que você tem algo

Que eu estava esperando e procurando por muito tempo).

A voz dela ecoava na noite acompanhada do som do violão que ela mesma tocava. A brisa noturna bagunçava o cabelo rosa claro, os olhos verdes estavam em mim com um delineado marcado. Nós estávamos sozinhas, sentadas no chão gelado da cobertura de um prédio onde ninguém nos acharia.

“In between the heart and mine

So much lost in so little time

I know the word can be spoken

And then the world can be opened up

And faith reborn

And I will never waste it”

(Entre meu coração e o seu

Tantas perdas em tão pouco tempo

Eu sei que o mundo pode ficar mudo

E que o mundo pode reabrir e a fé renascer

E eu nunca vou disperdiçar isso).

Eu sorri de volta para ela, porque sabia que era sua musa. Eu a inspirava e ela me inspirava. Nós pertencíamos uma a outra sem necessidade de qualquer compromisso. Era a liberdade de escolher se prender por alguém.

“So if you don't wanna be alone

And I just want a heart to call my own

You just have to say the word

And I'm there

I'm there

'Cus no one wants to be alone

And feelings like this

They need a home

You just have to say the word

And I'm there

I'm there”

(Então, se você não quer ficar sozinha

E eu só quero um coração para chamar de meu

Você só tem que dizer a palavra

E eu estarei lá.

Eu estou lá

Porque, ninguém quer ficar sozinho

E sentimentos como esse precisam de um lar

Você só tem que dizer a palavra

E eu estarei lá.

Eu estou lá).

- Não me olhe assim. – Ela me pediu, rindo.

- Assim como?

- Parece que eu sou... Uma fada, um ser sobrenatural ou qualquer coisa que te faça ficar fascinada. – Ela disse, sem jeito, largando o violão.

- Você realmente me fascina. – Eu disse, rindo.

- Nunca vou entender isso. – Ela disse, dando de ombros e deitando no chão gelado. Eu deitei ao lado dela, encarando as estrelas. Sua mão se aproximou, entrelaçando seus dedos nos meus. Meu coração acelerou como se fosse a primeira vez.

- Você não precisa entender. – Eu resolvi responde-la. Ela virou o rosto para me encarar e eu virei o meu rosto para ela também. Os olhos verdes tão próximos enquanto ela abria o meu sorriso favorito do mundo inteiro.

- Tenho uma surpresa para você. – Ela disse, de repente, soltando minha mão e pegando algo no bolso da jaqueta jeans.

- O quê? – Eu perguntei, perplexa. Novamente, sua mão encontrou a minha.

- Você tem que me prometer uma coisa. – Ela disse, decidida. Ela sempre tinha esse tom mandão, mas eu não me incomodava. Éramos opostos de um jeito perfeito. – Não importa o que aconteça, você sempre será minha. – Eu virei o rosto novamente para encará-la, ainda deitada.

- Eu sempre vou ser sua, Rena. – Eu disse, sorrindo. Parte de mim achava graça, porque ela sempre foi ciumenta.

- Porque, eu sempre vou ser sua. – Ela disse, mandona e firme. Sua mão pegou na minha e a levantou, colocando um anel fino com um pequeno sol de prata como único enfeite no meu dedo do meio. Então, ela me mostrou a sua mão, o anel do mesmo material que o meu, no mesmo dedo, só que com uma pequena lua. – Sem mim, você não existe, Maia. Sem você, eu não existo também.

Eu sorri, encarando os anéis que de uma forma irônica tinham o céu lá em cima como fundo. Eu me levantei, me apoiando no meu braço para encará-la. Ela continuava séria, me encarando.

- Eu te amo. – Eu falei pela primeira vez. Ela sorriu finalmente, se sentindo menos insegura e eu a beijei, afastando seu cabelo do rosto. Ela me puxou para perto, aprofundando o beijo. Infelizmente, eu não tinha como imaginar tudo que eu teria que passar para cumprir aquela promessa à Rena.

---*---

Rena era tudo para mim. Meu coração apertava o tempo todo que ela estava junto comigo. Era uma luta interna, uma agonia sem fim. Mas, seu sorriso era meu melhor remédio. Eu nunca a trocaria por ninguém. Sua voz me fazia dormir muitas noites. Eu vivia um sonho do qual eu nunca queria ser acordada, enquanto dormíamos abraçadas na pequena cama do ônibus de turnê. Ela me abraçava de conchinha e mantinha o controle da relação, mas eu me sentia protegida por isso. Ela depositava um beijo no meu rosto antes de adormecer.

Nossa primeira vez foi num quarto de hotel escondido e velho. Eu estava tão nervosa e ela mantinha um sorriso animado muito antes de tudo começar. Suas mãos me prendiam na cama e ela tomou as rédeas da situação, me ensinando cada caminho a ser percorrido.

Ela sabia dos meus maiores medos e traumas. Foi compreensiva e carinhosa. Com ela, não havia mais pesadelos.

Foi a primeira vez em que eu fiz conchinha nela e não o oposto. Foi a primeira vez que eu a protegi e então eu sentia que assumia um papel importante que nunca queria falhar.

---*---

Mas, Rena era humana. Era tão humana quanto eu. Errava tanto quanto eu. Então, adianto a história. Vamos para o dia 9 de abril, onde nosso sonho não era mais só nosso e a fortaleza que construímos começou a ruir diante de nós.

Eu estava no ônibus da turnê de Hey Violet e ouvi a conversa, sem querer, do lado de fora. Calum fumava seu cigarro antes de ir dormir, como sempre, enquanto Lucius ria alto.

- Espera, você não se preocupa, Nia? – Ele perguntava, alterado. Talvez já tivesse bebido, mas eu não me importava. Ele era o baixista da Hey Violet e um babaca na maioria das vezes.

- Que besteira, Lucius. – Ouvi a voz de Casey, impaciente. Casey não o suportava, porque ele era um garoto bom e tranquilo, o oposto de Lucius, obviamente.

- Não, eu não tenho com o que me preocupar. – Nia respondeu, rindo.

- Vocês falam muita merda, não sei por que eu fico ouvindo. – Calum falou, irritado. Aquilo atiçou minha curiosidade e eu tinha que continuar ouvindo.

- Ah, cara, vamos lá! Que coisa estranha! Você namora a Nia, mas Maia vive se esgueirando para ir deitar com você na sua cama do ônibus de turnê que é super apertada. E nunca rolou nada? – Eu franzi o cenho, automaticamente. A conversa era sobre mim. Eu realmente ia algumas vezes até a cama de Calum quando tínhamos conversas noturnas sem sentido por mensagem de celular. Ele me chamava num ato solitário, porque era isso que nós dois éramos, apesar de namorarmos as irmãs Lovelis.

- Não, nunca rolou nada. – E ouvi a voz impaciente de Calum responder.

- Cale a boca, Lucius. – Nia ria abertamente. – Mais lésbica que a Maia não existe.

- Maia não é lésbica. – Calum a corrigiu, seco.

- Ela é lésbica. – Nia insistiu. – Ela nunca ficaria com um homem depois das coisas que o padrasto dela a fez passar.

- Como assim? – Lucius perguntou, curioso.

- Ah, Rena me contou. Parece que o padrasto dela se aproveitava dela quando ela ainda era uma criança. Obrigava Maia a fazer algumas coisas. Desde então, ela se tornou essa garota perturbada. Ela nunca pegaria homens, ela é completamente virgem de um pau.

- Nia, cala a boca! – Calum ralhou, irritado, mas eu já estava na porta do ônibus, observando tudo de perto.

- Ah, pare de ser careta, Cal. Só não contem para a Rena que eu contei isso. – Eles me notaram e as risadas vindas de Nia e Lucius cessaram, enquanto Calum e Casey me olharam, preocupados.

- Maia... – Calum virou para mim, magoado. Eu podia notar que seu olhar tinha mudado. Ele não sabia do meu segredo, mas o olhar de pena tinha se instalado imediatamente. A raiva subiu de uma vez só. O que eu poderia fazer? Nia me tirava do sério sempre. Eu caminhei a passos largos e empurrei Nia com força. Para a minha surpresa, suas pernas falharam e ela bateu a cabeça fortemente no ônibus antes de cair sentada no chão.

- VOCÊ GOSTA DE RIR DA VIDA DAS PESSOAS, NIA? – Eu ralhei, irritada.

- VOCÊ É MESMO PERTURBADA! – Nia revidou, irritada, com a mão na cabeça.

- MAIA! – Eu ouvi a voz da minha namorada e respirei fundo, virando para ela. – O que você está fazendo com a minha irmã? – Rena e seu tom mandão. Eu estava cansada disso. Então, apenas virei as costas para Nia e caminhei para longe, passando por Rena e batendo em seu ombro de propósito.

- Vá se foder. – Eu resmunguei, irritada e ela me olhou, assustada. Eu continuei a andar sem olhar para trás, precisava me esconder.

- MAIA! ONDE VOCÊ VAI? – Ela gritava, mas eu a ignorei. Ela havia contado meu maior segredo por aí. Como eu a perdoaria por isso?

---*---

Quase meia hora depois, Calum me achou. Eu me escondi atrás de um dos ônibus da equipe, naquele grande galpão que passávamos a noite.

- Posso sentar? – Ele perguntou, cauteloso e eu apenas assenti, sem encará-lo. – Por que você nunca me contou sobre isso?

- Você está me olhando diferente. – Eu falei, direta.

- O quê? – Ele perguntou, confuso, sentando ao meu lado no chão.

- Você está me olhando diferente depois de saber disso. Eu não quero que você olhe diferente. – Eu falei, irritada.

- Não vou olhar. – Ele disse, sério. – Me conta.

- Não.

- Maia. – Ele me pediu, respirando fundo.

- Meu padrasto abusava de mim e daí? Você quer que eu te dê a estatística de quantas garotas são abusadas diariamente dentro da própria casa? É bem comum, na verdade.

- Não fale isso. – Ele me censurou, me encarando. Eu respirei fundo e virei para encará-lo. Os olhos castanhos levemente puxados estavam sérios.

- Minha mãe não percebia. – Eu disse, desviando o olhar e me dando por vencida, enquanto ele ficou em silêncio, atento. – Foram meses até ela entender o que acontecia. Meu padrasto sempre queria me colocar para dormir. Ela deveria saber. Ela. Deveria. Saber. – Eu disse, socando o chão, chateada. – Mas, ela não sabia e nem eu. Eu só torcia para acabar logo. Obedecia, porque tinha medo que ele me batesse. Quando ele estava satisfeito, ia embora e me deixava encolhida na cama, com medo que ele resolvesse voltar.

- Ah, Maia... – Ele grunhiu, chateado e eu respondi, o interrompendo:

- Você queria saber, então cale a boca e me deixe falar até o fim.

- Tudo bem. – Ele obedeceu, atento.

- Um dia, minha mãe notou. Eu andava arredia e ela começou a desconfiar. Então, eu implorei que ela fizesse alguma coisa para que naquela noite, eu não fosse forçada a repetir tudo. Eu implorei para que ela aparecesse no quarto. Mas... Ela nunca apareceu. Toda noite, eu esperava que minha mãe viesse interromper o ato, que minha mãe aparecesse para me salvar. Ela nunca aparecia e mal me encarava no dia seguinte. Hoje em dia, acho que ela sentia raiva e medo.

- Foi por isso que você saiu de casa cedo. – Ele concluiu, me analisando.

- Eu tinha doze anos quando consegui escapar, Cal. – Eu falei, calmamente. Eu tinha sido abusada desde os cinco. Ele nunca... Nunca tentou algo a mais. No entanto, na última noite, ele quis tirar minha calcinha. Eu dei um pontapé na sua cara e corri tanto que, às vezes, sonho que ainda estou correndo pela noite.

- Maia, eu nunca... – Ele tentou pensar antes de falar e voltou a me encarar. Era incrível como eu confiava em Calum. Ele era meu melhor amigo. Mas, eu nunca iria querer nada a mais com ele. Rena ocupava minha vida inteira. E não era como se ele quisesse algo comigo. Ele namorava Nia. – Quando você vem para a minha cama, à noite, eu nunca faria nada com você.

- Eu sei. – Eu ri, forçadamente, para aliviar o clima. – Caramba, você acha que eu seria idiota de ir para a sua cama se soubesse que você faria algo?

- Não brinque com isso, Maia. – Ele resmungou, abrindo um sorriso. Eu sorri, mais relaxada, e passei meus braços em volta do pescoço dele, lhe dando um beijo no rosto.

- Somos amigos.

- Somos amigos. – Ele confirmou, me encarando com um sorriso.

- Lucius é um babaca, ele vai espalhar para todos. – Eu me lamentei, irritada, soltando Calum. Mas, foi a vez dele de passar o braço em volta do meu pescoço.

- Eu cuido de Lucius. Casey, com certeza, ficará quieto.

- E Nia...

- Nia é assunto meu. – Ele disse, firme, sem me encarar.

- Maia? – Rena nos achou e parou na minha frente, sem jeito. Eu a encarei, furiosa.

- Que foi?

- Podemos conversar? – Ela me pediu, manhosa, segurando uma mão na outra nervosamente.

- Rena, eu não estou com humor para isso.

- Por favor, Maia. – Ela me pediu, ainda manhosa, entortando os pés em seu tênis all star. Eu respirei fundo, sem forças.

- Está bem. – Eu me levantei e ouvi Calum bufar, sem paciência, mas o ignorei. – Vamos. – Eu falei, irritada, me afastando de Calum para outro canto atrás do terceiro ônibus com ela.

- Desculpe. – Ela me pediu, sem jeito e eu cruzei os braços, ficando de costas para ela.

- Rena, eu não acredito que você contou isso para a Nia! Eu confiei em você sobre isso e...

- Mas, você não pode me culpar, amor! – Ela disse ainda com a voz magoada. Eu fechei os olhos, porque sabia que ela iria começar a me amolecer. – Quando você me contou, foi difícil para mim também! Eu fiquei nervosa e desabafei com a minha irmã. Eu não sabia que ela ia bancar a idiota e sair contando por aí.

- Você não devia ter contado, Rena. – Eu continuei, irredutível, encarando meus próprios pés.

- Gatinha, por favor. – Ela me pediu, manhosa, me puxando pelo braço para virar para ela. – Eu nunca contaria isso para as pessoas tirarem sarro de você. Eu sei do quanto você sofre. Eu te amo e vou te proteger, lembra? – Ela disse, fazendo biquinho, enquanto passava uma mão pelo meu cabelo. Eu respirei fundo, tentando não chorar. Eu odiava chorar, definitivamente.

- Rena, me deixa. – Eu pedi, tentando tirar a mão dela, mas isso a fazia se agarrar mais a mim, me puxando para perto pelas mãos.

- Não, amooor, por favor. Eu te amo, te amo, te amo. – Ela repetiu com a voz fininha, aproximando seu rosto do meu. Eu encarei os olhos verdes de perto, enquanto ela fazia um biquinho.

- Não... – Eu falei, tentando segurar um sorriso que se formou em meus lábios.

- Eu te amo muito, amor, não vamos ficar brigadas, ok? Nosso aniversário está chegando.

- Eu estou magoada, amor. – Eu respondi, chateada e ela me deu um selinho.

- Quer que eu te cante uma canção antes de dormimos? Eu te faço um carinho na cabeça e prometo ser gentil. – Ela falou, sorrindo, me fazendo sorrir também.

- Tudo bem, eu acho. – Eu cedi, sem jeito.

- Eba! Você é tudo para mim, gatinha. – Ela disse, melosa, me dando mais um selinho. – Por favor, não faça mais isso, ok? Isso não é jeito da minha namorada me tratar na frente das pessoas.

- Desculpe. – Eu falei, arrependida.

- Tudo bem, eu te perdoo dessa vez. – Ela falou, sorridente. – Vamos logo, quero abraços longos até dormir. – Ela disse, decidida, me puxando pela mão para o ônibus.



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