História Maia - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias 5 Seconds Of Summer
Personagens Ashton Irwin, Calum Hood, Luke Hemmings, Michael Clifford, Personagens Originais
Exibições 80
Palavras 4.194
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Alguns avisos sobre o capítulo:

- Tem um hot lésbico nesse capítulo, então se você não se interessa por esse tipo de leitura, eu aviso quando ele começa e você pode pular essa parte que não irá alterar na história.

- ESTOU DE VOLTA! Não sei ainda com que frequência irei atualizar, mas vou postar capítulo sempre que a inspiração surgir.

- Meu twitter é @mcflysos caso vocês queiram me seguir. :)

Capítulo 5 - Pure


Fanfic / Fanfiction Maia - Capítulo 5 - Pure

"Puppet on a string, I can't control myself, can't control myself with you. I crawl out of my skin, things I'll tell no one else, things I'll show no one else but you". (Fantoche em uma corda, eu não posso me controlar, não posso me controlar com você. Eu rastejo pela sua pele, coisas que eu não posso contar para ningupem mais, eu vou mostrar só para você e mais ninguém).

Pure – Hey Violet.

A verdade é que Dougie estava certo. Eu passei boa parte da noite acordada, na minha cama, chorando e lembrando dos motivos que me levaram até ali. Rena era meu vício, sim, mas tudo levou até aquele dia. E eu não sabia como nosso amor tinha se transformado em algo tão tóxico e bagunçado. Eu só estava cansada de brigar e de perdoar Rena sempre. Nesse momento, ela estava longe e eu conseguia ser o forte o suficiente para dizer que ia largar tudo e terminar. Mas, se eu a visse de novo, será que conseguiria?

~Flashback.

– Então essa é a sua namorada de mentira? – Rena perguntou, rindo para mim, quando Casey me apresentou para a banda. Nós estávamos num escritório e tínhamos acabado de assinar o contrato.

– Essa é a minha namorada de mentira. – Casey assentiu, rindo e eu sorri, sem jeito. Todos eles pareciam muito simpáticos naquela época e até Nia era agradável. Mas, Rena... Rena me olhava diferente. Seus olhos brilhavam e ela ria abertamente.

Os primeiros dias em que começamos os ensaios antes mesmo da turnê começar foram surreais. Eu virei amiga de todos e tinha que frequentar alguns lugares que eles estivessem para que as pessoas começassem a comentar.

Na rua, eu andava de mãos dadas com Casey, mas Rena vivia nos rodeando e fazendo piadas. Ela não era mal humorada, pelo contrário, ela era a mais animada da banda naquela época e várias vezes, eu me pegava observando-a tocar violão ou cantando no estúdio. Eles estavam gravando uma nova música, justamente para ir para turnê, e eu acompanhei todo o processo de perto.

Tudo parecia dar certo.

Mas, ela era só uma amiga por um tempo. Nós começamos a trocar mensagens e confidências. Eu tinha minhas suspeitas se ela realmente poderia me corresponder, mas eu sabia que a cada mensagem, eu sorria um pouco mais. Até Casey adorava isso, porque ele achava ótimo que eu me desse bem com outros membros da banda dele.

– Seus olhos são maravilhosos. – Rena confessou de repente, enquanto estávamos passando um tempo no sofá da casa de Casey. Foi aí que tudo começou a mudar.

– Obrigada. – Eu falei, meio em dúvida e sorri, virando para a televisão. Mas, eu sentia os olhos de Rena em mim. Casey estava tomando banho e nem imaginava sobre o que acontecia ali na sala. Nia tinha ido comprar pizzas junto com Miranda e Iain.

– Eles ficariam lindos com um delineado bem puxado. – Ela me garantiu, se sentando mais perto no sofá e eu a encarei, em dúvida.

– Eu não sou muito fã de maquiagem. Eu uso coisas bem básicas.

– Por favor? – Rena pediu, juntando as mãos, como quem implora. – Só vamos fazer um teste?

– Está bem. – Eu me dei por vencida, respirando fundo e Rena saltitou para a bolsa, animada, pegando o delineador.

– Ok, você tem que ficar parada. – Ela exigiu, mandona, mas naquela época isso não parecia alarmante. Então eu me ajeitei no sofá e Rena parou na minha frente, abrindo o delineador e me encarando. – Feche os olhos.

– Ok. – Eu assenti e fechei os olhos. Ela começou a fazer o delineado, mas estava achando difícil demais e como era tradicional de Rena, ela estava se irritando aos poucos.

– Espera, não está certo. Espera. – Ela começou a repetir tentando ir para um lado e para o outro, me fazendo rir. – Já sei. – Ela disse ao me empurrar para encostar no sofá, assim minha cabeça ficaria deitada no encosto, e subiu de joelhos no sofá, montando sobre mim.

Por mais que aquilo parecesse claro quando eu pensava hoje em dia, naquela época, parecia ainda meio misterioso se Rena realmente sentia algo por mim ou se era só uma amizade muito forte. Mesmo assim, o clima pesou instantaneamente, enquanto nós duas permanecemos em silêncio e ela terminava o delineado em mim.

– Pronto. – Ela falou, baixinho e eu abri os olhos lentamente para encará-la. Ela estava séria, mas abriu um sorriso satisfeito na hora em que percebeu que tinha acertado meu delineado. – Eu não falei que você ia ficar linda? – Ela disse mais baixo e por algum motivo, eu subi minhas mãos, segurando na cintura dela. Talvez, eu quisesse que ela soubesse que para mim, aquelas ações indicavam algo a mais. Mas, eu torcia para não assustá-la no processo. Em vez disso, ela parou de falar e eu senti que sua respiração pesou pelo contato. Eu já tinha ficado com outras garotas, mas Rena só ficava com homens. Eu a encarei de perto, sentindo que a respiração dela acelerava quanto mais eu me aproximasse, então eu desisti. Eu podia sentir o nervosismo dela. E depois eu soube, ela ainda estava confusa sobre o que sentia. Mas, para a minha surpresa, foi ela quem se aproximou quando viu que eu ia desistir.

Eu voltei a me afastar, me encostando no sofá e ela se aproximou rapidamente sem que eu percebesse e me beijou. Eu a correspondi lentamente para que ela se acalmasse e assim senti seu corpo relaxar. Eu segurei em seu rosto com as duas mãos e ela segurou nas laterais do meu corpo. Por mais que eu tentasse manter o ritmo lento, Rena se tornava mais ávida. Ela nunca tinha sentido aquilo antes e agora parecia ter certeza de tudo e não queria parar. Mas, eu também não queria, então segui o ritmo dela e desci as mãos para segurar a cintura dela. Foi a vez dela de segurar meu rosto para guiar o beijo e eu passei as mãos de leve pelas suas costas. O perfume doce dela estava em todos os lugares e o mundo se fechou entre nós duas. Fazer parte dessa descoberta de Rena foi mágico até para mim. Porque, por mais que eu ficasse com outras, eu nunca tinha me apaixonado por ninguém.

De repente, nós ouvimos a porta bater e Rena pulou assustada, sentando ao meu lado. Eu me alarmei com a reação dela e a encarei, mas ela não me olhou de volta, envergonhada demais. Meu coração se apertou, porque parecia que ela ia se arrepender do que fez e foi exatamente o que aconteceu.

Nos próximos dias, nós não tocamos mais no assunto, mas a amizade perdurou como se nada tivesse acontecido. Ela ria animada e me contava da vida dela, seguindo Casey e eu por todos os lugares. Mas, eu sabia que algo tinha mudado entre nós. Demorou alguns dias para que Rena começasse a pegar na minha mão ou mexer no meu cabelo sem motivo. Então, eu sabia que ela estava aceitando, por mais que não falássemos sobre o assunto.

Assim, a turnê começou. Na primeira noite, nós decidimos assistir um filme no ônibus, mas eu não tinha uma cama ali. Casey iria se oferecer para dividir a cama comigo, mas Rena foi mais rápida:

– Vem, eu divido a minha cama com você. – Ela me pediu com um sorriso tímido que ninguém desconfiaria. Nós éramos melhores amigas para os outros, então eu deitei, meio encolhida na cama dela, de lado para enxergar a tela da televisão. Rena estava deitada de lado atrás de mim e depois de quase meia hora de filme, eu senti o braço dela me envolver pela cintura. Eu mordi o lábio e observei os outros. Nia estava na cama do lado, assistindo o filme atentamente, e Casey estava na cama de cima da Nia, mas poderia ver a gente dali. Miranda estava na cama acima de Rena e Iain era o único que estava deitado num colchão no chão, no corredor do ônibus, entre as camas, porque sua cama ficava mais para frente e ele não enxergara a televisão de lá.

Mesmo assim, Rena se aproximou devagar, ficando de conchinha comigo e eu senti meu corpo ficar tenso. Seu braço passou pela minha cintura e sua mão segurou a minha, entrelaçando nossos dedos. Eu senti a respiração pesada dela na minha nuca e puxei sua mão em direção ao meu peito, me aninhando mais a ela e então ela relaxou. Nós assistimos o filme inteiro assim e quando terminou, simplesmente não havia condições de eu trocar de ônibus para dormir, porque estávamos no meio de uma viagem.

– Pode dormir comigo. – Rena sussurrou para mim quando eu a soltei e virei de barriga para cima para que os outros não vissem o que tinha acontecido.

– Tudo bem. – Eu falei, baixinho, meio sem jeito. Nenhum dos outros membros da banda conseguia notar o que acontecia ali e se despediram para dormir. Rena fechou a cortina de sua cama e voltou a deitar. Eu virei de lado novamente e voltamos para a mesma posição de conchinha. Eu não sabia se ia conseguir dormir com toda aquela tensão, mas ao mesmo tempo, eu não queria que ela me soltasse.

Em vez disso, Rena beijou minha nuca de leve, me fazendo arrepiar. Era o suficiente e eu virei para ela devagar, sem fazer barulho e a encarei.

– Eu nunca senti isso antes, Maia, então vamos devagar. – Ela sussurrou e eu assenti. Rena era pequena e inofensiva naquela época. Ela tinha um resquício de inocência que me fazia acreditar que existia algo de bom na vida. Então, eu a beijei devagar. Mas, nenhum beijo entre nós se mantinha lento por muito tempo e ela logo me abraçou forte e eu puxei sua cintura para mais perto. Eu mordiscava seu lábio devagar e senti que ela me desejava da mesma maneira. Depois daquela noite, tudo mudou.

Rena começou a ser menos discreta e vivia me puxando para perto pela mão, vivia pegando no meu cabelo e nós trocávamos segredinhos e risadas pelos cantos. Nia foi a primeira a notar que havia algo de errado. E não tinha como culpa-la, desde que tudo aconteceu, Rena e eu éramos inseparáveis. Abraços e carinhos incontáveis, mesmo que nenhum beijo fosse dado (até que estivéssemos escondidas de todos, pelo menos). Um dia, Rena surgiu com o apelido de gatinha e eu a chamei de amor. Então, Nia teve certeza.

– Você está ficando com a Maia? – Nia gritou do ônibus. Nós estávamos estacionados para o quarto show da turnê e eu estava do lado de fora, mas conseguia ouvir tudo que acontecia lá dentro. Eu observava Calum e os outros meninos de longe, jogando bola, porque eu ainda não tinha tido muito contato com nenhum deles naquela época.

– Você está maluca. – Rena tentou ser evasiva, mas a voz estava meio tremula, então não foi convincente.

– Eu estou vendo vocês duas se esgueirando pelos cantinhos, rindo e de conversinhas e apelidinhos, Rena. – Nia falou, sem paciência. – Desde quando você fica com mulheres?

– Maia é a primeira. – Rena admitiu, séria.

– Ótimo, é só um experimento. – Nia concluiu sozinha.

– Não é um experimento. Eu realmente gosto da Maia. – Rena rebateu, surpresa.

– Não, você gosta de homens. Sempre gostou. – Nia falou, rindo.

– E se eu gostar de mulheres também? – Rena rebateu, confusa.

– Você não pode gostar de mulheres. IMAGINA COMO SERIA PARA A NOSSA BANDA, RENA? VOCÊ É MUITO EGOÍSTA! – Nia ralhou, irritada. – Você vive querendo toda a atenção para você! Mas, nossa banda vai se encher de polêmica por você namorar uma garota E ESSA GAROTA É NAMORADA DO CASEY!

– Não grite comigo. – Rena falou, cortante. – E não ouse me dizer o que fazer, Nia. Eu te amo, mas você ultrapassou o limite. O assunto acaba aqui. – Ela falou, feroz e eu sorri, encarando o chão. Houve uma época em que Rena desafiava todos por mim.

– RENA, VOLTE AQUI! – Nia ralhou, saindo do ônibus atrás de Rena. Eu observei as duas, assustada, mas Rena partiu na minha direção e segurou meu rosto, me beijando ali mesmo, no estacionamento.

– WOW! – Os meninos gritaram de longe, surpresos.

– RENA, PARE DE SHOW, SUA MIMADA! – Nia ralhava, irritada.

– Eu estou namorando a Maia e nada disso irá mudar, Nia, então se acostume. – Rena declarou ao me soltar e então pegou na minha mão e me puxou para longe, enquanto os meninos riam e aplaudiam.

– RENA! – Nia gritava, mas Rena a ignorava completamente.

No início era sempre tudo sobre nós. Desde o dia em que Rena me deu o anel. Uma estrela e uma lua. Nós nos completávamos em tudo. E é claro que surgiram teorias. Assim que as fãs começaram a notar que eu usava um anel parecido com o anel de Rena, as coisas começaram a se complicar e várias fãs fizeram montagens e contas a fim de investigar. Muitas já tinham concluído sozinhas que Rena e eu namorávamos. Até porque depois disso, nós nunca escondíamos o afeto e saíamos juntas direto. Havia fotos nossas de abraços ou até quando nos flagraram andando de mãos dadas numa loja de roupas. Talvez, nós não fossemos mesmo muito discretas, mas nós confiávamos muito que os outros iam achar que éramos melhores amigas.

E a maioria achava isso mesmo. Achavam que Rena era minha melhor amiga e que Casey era meu namorado. Mas, sempre tem aquela parcela de fãs que acredita numa boa teoria da conspiração e, dessa vez, eles estavam corretos. Isso alarmou os agentes de Casey que exigiram que Rena e eu nos afastassemos em público. Então, nós não poderíamos mais sair sozinhas, apenas acompanhadas das outras pessoas da banda e amigos. E além disso, não conversaríamos sob hipótese nenhuma quando alguém estivesse olhando. Isso passou a impressão de que brigamos, mas algumas fãs percebiam que os anéis continuavam em nossos dedos e a teoria de que namoravamos e que os agentes escondiam isso do público se tornou mais forte.

E então, a nossa primeira noite aconteceu num hotel. Eu já havia contado sobre o meu problema com meu padrasto e Rena tinha sido compreensiva comigo do mesmo jeito que eu era compreensiva com ela sobre nunca ter feito aquilo com ninguém.

– É por isso que você é a única para mim e eu a única para você. – Rena falou baixinho, enquanto estava deitada de lado para me encarar naquela noite. Eu também estava deitada de lado e virada para ela e sorri, passando os dedos de leve pelo seu rosto.

– Promete que vamos sempre continuar assim? – Eu pedi e ela sorriu, se sentando de repente.

– Preciso te mostrar uma coisa. Eu não podia estar te mostrando, mas preciso. – Ela decidiu e puxou o notebook do chão, o ligando rapidamente e eu sentei sem entender o que acontecia. – Ouça. – Ela me pediu, ligando um arquivo de som. Um trecho da música I’m There. Eu sorri, porque a música era linda tanto na letra quanto a voz de Rena e a melodia.

– É linda! É a nova música de vocês?

– Eu que escrevi. – Ela revelou, sem jeito.

– Parabéns, Rena, nossa! – Eu exclamei, empolgada e a abracei, lhe dando um beijo no rosto enquanto ouvíamos a música. – É maravilhosa. – Eu falei, pensativa e ela virou o rosto para mim, enquanto eu ainda estava com o braço em volta do seu pescoço. Assim, nossos rostos estavam perto mais uma vez.

– É para você. – Ela confessou, num sussurro. – Eu escrevi pensando em você.

{N/A: Início de hot lésbico. Se você não gosta/não se interessa, pode terminar a leitura do capítulo aqui, porque o resto não irá alterar a história em si, a não ser saber que elas tiveram sua primeira vez nesse dia}.

Eu sorri, sem saber o que responder, porque era a prova de que eu precisava. Rena era minha e eu era dela. Ninguém poderia adentrar no nosso mundo. Então, eu a beijei para tentar expressar um pouco da minha felicidade e ela fechou o notebook, o deixando de lado e me abraçando, enquanto correspondia o beijo. Eu ri baixinho entre o beijo e ela sorriu, me beijando e deitando sobre mim na cama. Eu puxei a camiseta dela, porque sabia que estava pronta para confiar nela e ela a tirou, porque estava pronta para confiar em mim da mesma maneira. Eu a abracei mais perto e ela apertou minha cintura de leve antes de pausar o beijo para me ajudar a tirar a camiseta. Eu sorri, sem jeito, sentada e decidimos tirar as calças. Então, eu a beijei e decidi ficar por cima.

Ela era completamente inexperiente, mas eu também não tinha feito aquilo muitas vezes. Então foi novo para nós duas. Eu abri seu sutiã e desci os beijos pelo seu pescoço e suguei seu mamilo de leve até a ouvir gemer baixinho. Desci os beijos pela barriga e puxei sua calcinha, decidida a demonstrar de outra maneira o que ela significava para mim. Eu abri suas pernas e pousei minha língua sobre sua intimidade, sentindo o seu gosto pela primeira vez. Ela arfou, nervosa, mas eu continuei devagar o suficiente para ela relaxar. Explorei cada detalhe dela, entre seus lábios e seu ponto de prazer e ela deu o primeiro gemido contido. Então, era a permissão que eu precisava para acelerar e começar a sugar com um pouco mais de intensidade, o que fez ela gemer mais alto.

Decidi penetrá-la com um dedo e pousei meus lábios sobre seu ponto de prazer, sentindo que ela finalmente estava completamente relaxada. Então, quando ela se acostumou, eu lhe penetrei dois dedos, acelerando o ritmo e ouvindo seus gemidos aumentarem também. Eu sorri, satisfeita, mas não deixei ela terminar e parei perto de ela chegar lá. Ela respirou pesadamente e me encarou, enquanto eu voltei para cima beijando sua barriga de leve e parei em seu seio. Eu o suguei com mais força e mordi de leve, o que a fez estremecer e passar as pernas em volta da minha cintura. Eu sorri, sentindo todo o gosto dela em mim, o gosto da sua pele que cheirava a algo parecido com baunilha. Subi os beijos pelo seu pescoço e ela tirou meu sutiã e me virou na cama, tirando a minha calcinha também.

Ela riu baixinho por estar por cima de volta e eu sorri, porque ela era a garota mais linda que eu já tinha visto. Ela era tudo. Minha melhor amiga e o amor da minha vida. Então, ela voltou a me beijar mais rápido e desceu os beijos pelo meu pescoço, enquanto uma mão massageava meu seio.

Eu estremeci quando ela apertou meu mamilo de leve e colocou uma perna entre as minhas pernas, de maneira que a coxa dela roçava na minha intimidade e a intimidade dela ficava por cima da minha coxa. Eu apertei seu bumbum quando ela começou a rebolar sobre a minha coxa, porque com os movimentos, eu sentia prazer também. Eu comecei a me movimentar para frente e para trás em sua coxa e ela gemeu baixinho, enquanto puxou a minha coxa livre e apertou meu bumbum. Eu sorri para ela, a encarando de perto, e apertei sua cintura ainda mais contra a minha, fazendo os movimentos sem parar.

Ela rebolava sobre mim rapidamente e eu parei de me movimentar, sentindo apenas ela sobre mim. Ela resolveu trocar e abriu minhas pernas, se deitando sobre mim e começou a rebolar com sua intimidade sobre a minha, me fazendo gemer mais alto. Era diferente quando se fazia com amor, definitivamente. Meus olhos não paravam de encarar e desejar o corpo de Rena para mim, mas eu deixei que ela controlasse tudo, porque ela era nova nisso. Então, ela rebolava rapidamente sobre a minha intimidade, de olhos fechados e concentrada, enquanto gemia sem controle. Isso me fazia gemer também e eu apertei o seio dela para que ela sentisse mais prazer. E então, ela chegou lá bem antes de mim. Ela estremeceu, fincando as unhas na minha coxa e roçou sua intimidade na minha uma última vez. Minha intimidade estava molhada e em parte era o líquido dela que se misturava ao meu. Eu me sentei e a beijei, ávida, enquanto ela ainda estava ofegante.

– Vire. – Eu pedi e ela assentiu, mais solta. Então, ela deitou de bruços e eu montei sobre o seu bumbum, roçando minha intimidade nela. A pele macia deixava tudo mais fácil e eu continuei lentamente, enquanto me deitei sobre ela e beijei sua nuca de leve. Ela relaxou embaixo de mim, de olhos fechados e cansada. Eu continuei a rebolar sobre o bumbum dela, uma das partes que eu mais gostava em seu corpo e mordi seu ombro. Ela abriu os olhos finalmente, olhando para mim que ainda estava por cima dela e sorriu.

– Você gosta do meu corpo? – Ela perguntou, baixinho e eu sorri, sem parar de rebolar. A pele era tão macia e eu só queria fazer com calma.

– Eu adoro o seu corpo. – Eu falei com dificuldade, passando minha intimidade com mais força sobre a pele dela e ela deu um sorriso tímido.

– Eu quero experimentar. – Ela falou, num sussurro e eu parei, em dúvida. Mas, Rena me fez deitar e desceu devagar com beijos pela minha barriga e alcançou minha intimidade, dando um beijo de leve antes. Eu me apoiei em meus braços e a encarei, atenta, porque ela nunca tinha feito aquilo antes. Mas, ela não parou. Depois do primeiro beijo, veio outro e depois ela passou a língua por toda a extensão da minha intimidade e eu dei um gemido sem me conter. Ela sorriu, satisfeita e eu ri baixinho, a encarando. Isso a incentivou a passar a língua de novo e então ela meio que imitou o que eu tinha feito nela.

Ela explorou minha intimidade, sugou os lábios de leve e eu fui relaxando. Como eu já estava perto de chegar lá, eu continuei a encará-la enquanto ela fazia em mim, porque era a melhor visão naquele momento. Eu segurei o cabelo dela para ajuda-la e ela me penetrou com sua língua, me fazendo gemer mais alto. Para alguém que não tinha experiência alguma, ela estava indo bem e eu sorri, satisfeita. Então, ela me penetrou dois dedos direto e começou a sugar meu ponto de prazer rapidamente. Eu gemi mais alto e segurei meus seios, apertando meus próprios mamilos para intensificar o prazer enquanto Rena estava determinada ali embaixo. Então, ela tirou os dois dedos e continuou só com a boca, bem rápido. Eu gemi mais alto, deitando na cama, sem forças e fechei os olhos. Ela voltou a me penetrar com dois dedos, rapidamente, e eu mordi o lábio, enquanto ela subiu a boca para sugar meu mamilo com a mesma rapidez que me penetrava embaixo. Não demorou muito assim. Eu gemi mais alto e ela subiu o rosto para me encarar, enquanto continuou a me penetrar com dois dedos e o polegar se posicionou no meu ponto de prazer para massageá-lo ao mesmo tempo. Era o suficiente.

– Vai, gatinha, vai. – Ela me pediu, manhosa, fazendo mais forte e eu gemi alto, chegando lá. Ela desacelerou um pouco os dedos e sorriu para mim, enquanto eu me recuperava. Então, desceu os beijos novamente e beijou minha intimidade, me fazendo estremecer.

– Ah, não faça isso agora. – Eu pedi, rindo, porque estava tudo sensível.

– Eu quero mais. – Ela pediu, manhosa e voltou para cima, posicionando sua intimidade na minha coxa novamente e roçando de leve sobre ela, me fazendo sorrir. Eu deixei que ela rebolasse sobre a minha coxa, sentindo que ela ainda estava bem molhada e apertei seu bumbum de leve. Ela fechou os olhos, concentrada e aos poucos sentir a coxa dela na minha intimidade voltou a ser bom. Ela se apoiou nos braços para rebolar com mais força e eu a abracei, sugando seu mamilo de leve enquanto ela se satisfazia em mim. Ela gemeu em agradecimento e rebolou mais forte embaixo, o que me fez gemer também pela sua coxa na minha intimidade. Nós demoramos dessa vez. Demoramos bastante e fizemos bem devagar. Eu a encarava de perto e ela se concentrava nos movimentos, me fazendo gemer junto com ela. Então, quando ela já estava rebolando mais rápido, eu a virei e fiquei por cima dela, encostando nossas intimidades novamente. Ela segurou em meus seios e eu fechei os olhos, enquanto sentia a intimidade dela na minha e fazia os movimentos cada vez mais rápido. Eu gemi, sem controle, e ela gemia junto comigo.

– Vai, Maia, vai. – Ela me pedia e eu deitei sobre ela, a abraçando, enquanto rebolava mais rápido. Ela passou suas pernas em volta da minha cintura e não demorou muito. Ela estava molhada demais e deixava tudo ainda melhor. Eu só conseguia ouvir os gemidos dela no quarto e continuei a rebolar rápido até nós duas chegarmos lá, quase juntas. Ela antes e eu logo depois. Eu a beijei, mais tranquila, ainda rebolando sobre a intimidade dela de leve, para me acalmar e logo nós duas paramos, imóveis.

– Eu te amo. – Rena falou pela primeira vez e eu a encarei, sorrindo.

– Eu também te amo. – Eu falei e logo depois lhe dei um beijo mais tranquilo, porque o cansaço e o sono estavam vindo.


Notas Finais




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