História Mais Que Aparências - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Belo Desastre
Personagens Abby Abernathy, America, Personagens Originais, Shepley Maddox, Travis Maddox
Tags Abby, Mais Que Aparências, Romance, Sonhos, Trevis
Exibições 9
Palavras 2.631
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Poesias, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá pessoal. Está é minha primeira fanfiction aqui no site e escolhi esse lindo casal como protagonistas. Espero que gostem. Obrigada bjos...

Capítulo 1 - Mudanças Repentinas...


Fanfic / Fanfiction Mais Que Aparências - Capítulo 1 - Mudanças Repentinas...

Meu nome é Abby e não! Não sou da California. Na verdade eu era, até exatos seis meses atrás quando fui obrigada a mudar para um pequeno ''ninho'' com minha vó, motivo? Minha mãe e seu amante balearam meu pai e estão foragidos, para uma professora de Artes essa foi uma façanha incrível eu diria. Não posso dizer que isso seja uma coisa que me comova porque eu estaria mentindo. Senhor Christian Alan James é um tremendo cretino, nao entendo porque Elizabeth demorou tanto, não vejo ela como uma criminosa, muito menos tenho algum tipo de rancor, ela que viva a vida dela e eu a minha pronto.

Ah primeiro dia de aula na escolinha nova, que animo. Qualquer garota estaria desesperada em ser aluna nova do terceiro ano de uma escola no Brooklin. Mais eu não, não faço estilo que se exauta,precisa pedir tempo e tem borboletas no estomago por qualquer porcaria. Então eu peguei meu lanche e sentei em uma mesa aleatória, dois minutos depois sentaram-se na mesa cerca de dez ''gorilas'' todos brutamontes, barulhentos e retardados, junto com eles mais umas sete Barbies super gostosas e semi-nuas extremamente escandalosas. Dois gorilas chegaram perto de mim, senti os mais de quinze par de olhos todos sobre mim, continuei comendo na minha total paz sem ao menos ruborizar. Poucas pessoas dirigiam a palavra a mim, com exceção de algumas professoras e alguns curiosos sobre do meu pai querendo saber mais. Fiz uma ''colega'' ( porque seria burrice chamar de amiga alguem que acabei de conhecer

América, alem de ser uma profissional na arte de ignorar idiotas, tem ótimas historias daquelas que quase te fazem sonhar, mais isso seria meio difícil, a ruiva faz o estilo foda-se com o qual é claro, me identifiquei

Beleza passou o primeiro dia de aula. Nada de muito grandioso. Eu sai do colégio como minha colega e fomos para uma cafeteria. Da porta podia ouvir as risadas escandalosas de uma das loiras que acompanhava o time de futebol mais cedo. Eu e América saímos da cafeteria e fomos sentar fumar no meio fio

- Que diabos essa garota esta dando cria - disse América olhando em direção a loira, quando olhei para ela percebi que estava acompanhada de Tomas, meu quase vizinho, na verdade ele mora a umas três quadras da minha casa, mais a mae dele sempre está na minha vó reclamando da vida. Não sei muito dele, um tipico garoto rebelde com cabelo bagunçado, músculos, tatuagens e um sorriso incrível com lindas covinhas, filho de uma familia pobre, criado nas ruas. Com certeza era o par para Rebeca a loira, conta de America que a menina é filha do cirurgião mais famoso da cidade, filha única que tem tudo o que quer, quase que me identifico com ela, exeto pelo fato dela ter algum problema mental que deixa sua voz três oitavos mais alta e o uso excecivo de cilicone e chapinha .Eles eram estilo aqueles casal de novela juvenil, mais quem sou eu para criticar nao é mesmo.

-Eu pegava- Disse America com uma risada que mostrava todos os seus dentes e seu piercing do smile

- Todo seu- eu disse rindo e esticando a mao como quem esta apresentando um ator ao publico em noite de Oscar

-Naaao, deus me livre disputar com a Rainha do Nilo ali- Nos rimos- Acho que esse cara curte as bonequinhas- Ela deu mais uma observada no casal enquanto Rebeca ria exageradamente - o que leva um cara tranzar com uma garota dessas

- Dinheiro- eu respondi- E também claro um pinto muito pequeno - America deu uma gargalhada

-Deve ser mesmo- Ela bateu palmas e olhou para a rua- Olha so meu ônibus que merda-em questão de segundos ela pegou sua mochila e estava no ônibus - Tchau Alex se cuida,e cuidado com o pinto pequeno - Ela riu e o ônibus partiu

Eu esperei mais alguns minutos escutando musica na escada, a escola foi ficando um pouco vazia até que eu senti um calafrio na minha espinha, olhei para Trás e quem estava lá? Ele o pinto pequeno

- Oi- ele disse sorrindo- Ta esperando alguem

-Oi, to esperando o ônibus né- Eu levantei

- Já passo faz horas- Ele deu um meio sorriso de canto de apaixonar admito

- Puta que pariu- Eu revirei os olhos e ele sorriu- Quando é o próximo?

- Pois olha, amanhã lá pelas 8:30 passa otro- Eu olhei frustada- Aceita uma carona? -Ele sorriu bem canalha

-Voce nem me conhece e quer me da uma carona?- Eu dei de ombros e sorri- Eu posso ser uma criminosa, você devia ter medo não acha- Ele sorriu novamente e balançou a cabeça

-AiAi garota, sua vó vai fica preocupada de vocé demora no primeiro dia não acha- eu encarei ele fechando a cara- Vamos logo Abby minha mãe ta esperando na tua casa

Eu o acompanhei até a moto, passei a mao sobre os acentos mais nao havia nada para segurar

-Se voce nao quer voar melhor segura em mim querida- Eu apenas revirei os olhos e antes que eu pudesse me segurar ele aceletou tanto que de fato eu quase voei

Demoremos alguns minutos e quando cheguei minha vó e a mqe de Tomas estavam sentadas na varanda de casa conversando algo tao serio que nem notaram nossa presensa

-Valeu- Eu agradeci pela primera vez em ano meio sem jeito- Por nao ter me matado- Recuperei a pose

- Foi nada machona- Ele sorriu lindamente novamente e passou a mao nos cabelos

-Vai se foder- Eu respondi dando risada, nos subimos ate a varanda

-Olha quem chego- Minha vó esticou seus olhos cansados e olhou para mim depois

Trevis e esticou a sombrancelha para ele- Que bom que já estão amiguinhos

-Verdade tia Mary- Travis me abraçou - Já estamos quase irmãos- Ele sorriu e tento me da um beijo na cabeça mais eu desviei

-Na verdade o Tomas me deu uma carona depois que eu perdi o onibus- Eu sorri meio falso

-Mais como foi perde o onibus se ele nem passou ainda?- Disse Anny bem inocente para mim

-Ah não- eu fuzilei com o olhar Traviz que estava sorrindo como uma criança que prega uma peça no colega. Olhei na janela e nesse momento o onibus passou

-Opa- Tomas esticou as mãos como sinal de desculpa e virou de costas em direção a porta

-Seu cretino- Eu falei tentanto parecer brava

Ele saiu para fora sorrindo e eu fui para o meu quarto, da sacada eu fumei meu cigarro e observei ele fumando um no jardim, de fato ele era um garoto muito bonito, sorte de Rebeca, pensei comigo atoa. Terminei o cigarro e fui tomar um banho, quando voltei ele já não estava lá em baixo mais, deve ter ido embora. Instantes depois ouvi minha vó chamando para jantar. Quande eu desci, Merda, Trevis ainda estava lá, sentado na mesa do meu lado, ok fingi que nem vi mesmo com as inumeras palhaçadas dele.

Depois da janta ele ajudou minha vó com a loća e foi para o jardim denovo, vovó e Anny subiram para o quarto e eu fiquei assitindo. Mais ou menos meia hora depois Tomas volto do jardim com uma margarida na mão e sento do meu lado

-Desculpa eu mana- Ele me deu a flor e me olhou com um olhar tão inocente, eu só olhei e não peguei a flor

-Porque você fez dessa- eu perguntei de braços cruzados

-Conecções, se eu disesse ''to indo na sua casa vamos junto'' você não iria aceita não é mesmo? Então-Ele disse antes de eu responder- E também nossas familia são amigas, e nós irmãozinhos- Eu ri-Olha um sorriso- Ele aponto para minha boca e eu bati no dedo dele

-Voce é um cretino sabia- Eu sorri

-Eu sei, obrigada! -Revirei os olhos- Vamos dar um role amanha, com a turma?

-Não obrigada, nãoo to afim de ouvir os sons adoraveis da sua amada- Ele sorriu

-Bem afinado não, ela não é da turma

-Nem eu– dei de ombros

-Agora é–Ele ergueu uma sombrancelha e sorriu.Meu nome é Abby e não! Não sou da California. Na verdade eu era, até exatos seis meses atrás quando fui obrigada a mudar para um pequeno ''ninho'' com minha vó, motivo? Minha mãe e seu amante balearam meu pai e estão foragidos, para uma professora de Artes essa foi uma façanha incrível eu diria. Não posso dizer que isso seja uma coisa que me comova porque eu estaria mentindo. Senhor Christian Alan James é um tremendo cretino, nao entendo porque Elizabeth demorou tanto, não vejo ela como uma criminosa, muito menos tenho algum tipo de rancor, ela que viva a vida dela e eu a minha pronto.

Ah primeiro dia de aula na escolinha nova, que animo. Qualquer garota estaria desesperada em ser aluna nova do terceiro ano de uma escola no Brooklin. Mais eu não, não faço estilo que se exauta,precisa pedir tempo e tem borboletas no estomago por qualquer porcaria. Então eu peguei meu lanche e sentei em uma mesa aleatória, dois minutos depois sentaram-se na mesa cerca de dez ''gorilas'' todos brutamontes, barulhentos e retardados, junto com eles mais umas sete Barbies super gostosas e semi-nuas extremamente escandalosas. Dois gorilas chegaram perto de mim, senti os mais de quinze par de olhos todos sobre mim, continuei comendo na minha total paz sem ao menos ruborizar. Poucas pessoas dirigiam a palavra a mim, com exceção de algumas professoras e alguns curiosos sobre do meu pai querendo saber mais. Fiz uma ''colega'' ( porque seria burrice chamar de amiga alguem que acabei de conhecer

América, alem de ser uma profissional na arte de ignorar idiotas, tem ótimas historias daquelas que quase te fazem sonhar, mais isso seria meio difícil, a ruiva faz o estilo foda-se com o qual é claro, me identifiquei

Beleza passou o primeiro dia de aula. Nada de muito grandioso. Eu sai do colégio como minha colega e fomos para uma cafeteria. Da porta podia ouvir as risadas escandalosas de uma das loiras que acompanhava o time de futebol mais cedo. Eu e América saímos da cafeteria e fomos sentar fumar no meio fio

- Que diabos essa garota esta dando cria - disse América olhando em direção a loira, quando olhei para ela percebi que estava acompanhada de Tomas, meu quase vizinho, na verdade ele mora a umas três quadras da minha casa, mais a mae dele sempre está na minha vó reclamando da vida. Não sei muito dele, um tipico garoto rebelde com cabelo bagunçado, músculos, tatuagens e um sorriso incrível com lindas covinhas, filho de uma familia pobre, criado nas ruas. Com certeza era o par para Rebeca a loira, conta de America que a menina é filha do cirurgião mais famoso da cidade, filha única que tem tudo o que quer, quase que me identifico com ela, exeto pelo fato dela ter algum problema mental que deixa sua voz três oitavos mais alta e o uso excecivo de cilicone e chapinha .Eles eram estilo aqueles casal de novela juvenil, mais quem sou eu para criticar nao é mesmo.

-Eu pegava- Disse America com uma risada que mostrava todos os seus dentes e seu piercing do smile

- Todo seu- eu disse rindo e esticando a mao como quem esta apresentando um ator ao publico em noite de Oscar

-Naaao, deus me livre disputar com a Rainha do Nilo ali- Nos rimos- Acho que esse cara curte as bonequinhas- Ela deu mais uma observada no casal enquanto Rebeca ria exageradamente - o que leva um cara tranzar com uma garota dessas

- Dinheiro- eu respondi- E também claro um pinto muito pequeno - America deu uma gargalhada

-Deve ser mesmo- Ela bateu palmas e olhou para a rua- Olha so meu ônibus que merda-em questão de segundos ela pegou sua mochila e estava no ônibus - Tchau Alex se cuida,e cuidado com o pinto pequeno - Ela riu e o ônibus partiu

Eu esperei mais alguns minutos escutando musica na escada, a escola foi ficando um pouco vazia até que eu senti um calafrio na minha espinha, olhei para Trás e quem estava lá? Ele o pinto pequeno

- Oi- ele disse sorrindo- Ta esperando alguem

-Oi, to esperando o ônibus né- Eu levantei

- Já passo faz horas- Ele deu um meio sorriso de canto de apaixonar admito

- Puta que pariu- Eu revirei os olhos e ele sorriu- Quando é o próximo?

- Pois olha, amanhã lá pelas 8:30 passa otro- Eu olhei frustada- Aceita uma carona? -Ele sorriu bem canalha

-Voce nem me conhece e quer me da uma carona?- Eu dei de ombros e sorri- Eu posso ser uma criminosa, você devia ter medo não acha- Ele sorriu novamente e balançou a cabeça

-AiAi garota, sua vó vai fica preocupada de vocé demora no primeiro dia não acha- eu encarei ele fechando a cara- Vamos logo Abby minha mãe ta esperando na tua casa

Eu o acompanhei até a moto, passei a mao sobre os acentos mais nao havia nada para segurar

-Se voce nao quer voar melhor segura em mim querida- Eu apenas revirei os olhos e antes que eu pudesse me segurar ele aceletou tanto que de fato eu quase voei

Demoremos alguns minutos e quando cheguei minha vó e a mqe de Tomas estavam sentadas na varanda de casa conversando algo tao serio que nem notaram nossa presensa

-Valeu- Eu agradeci pela primera vez em ano meio sem jeito- Por nao ter me matado- Recuperei a pose

- Foi nada machona- Ele sorriu lindamente novamente e passou a mao nos cabelos

-Vai se foder- Eu respondi dando risada, nos subimos ate a varanda

-Olha quem chego- Minha vó esticou seus olhos cansados e olhou para mim depois

Trevis e esticou a sombrancelha para ele- Que bom que já estão amiguinhos

-Verdade tia Mary- Travis me abraçou - Já estamos quase irmãos- Ele sorriu e tento me da um beijo na cabeça mais eu desviei

-Na verdade o Tomas me deu uma carona depois que eu perdi o onibus- Eu sorri meio falso

-Mais como foi perde o onibus se ele nem passou ainda?- Disse Anny bem inocente para mim

-Ah não- eu fuzilei com o olhar Traviz que estava sorrindo como uma criança que prega uma peça no colega. Olhei na janela e nesse momento o onibus passou

-Opa- Tomas esticou as mãos como sinal de desculpa e virou de costas em direção a porta

-Seu cretino- Eu falei tentanto parecer brava

Ele saiu para fora sorrindo e eu fui para o meu quarto, da sacada eu fumei meu cigarro e observei ele fumando um no jardim, de fato ele era um garoto muito bonito, sorte de Rebeca, pensei comigo atoa. Terminei o cigarro e fui tomar um banho, quando voltei ele já não estava lá em baixo mais, deve ter ido embora. Instantes depois ouvi minha vó chamando para jantar. Quande eu desci, Merda, Trevis ainda estava lá, sentado na mesa do meu lado, ok fingi que nem vi mesmo com as inumeras palhaçadas dele.

Depois da janta ele ajudou minha vó com a loća e foi para o jardim denovo, vovó e Anny subiram para o quarto e eu fiquei assitindo. Mais ou menos meia hora depois Tomas volto do jardim com uma margarida na mão e sento do meu lado

-Desculpa eu mana- Ele me deu a flor e me olhou com um olhar tão inocente, eu só olhei e não peguei a flor

-Porque você fez dessa- eu perguntei de braços cruzados

-Conecções, se eu disesse ''to indo na sua casa vamos junto'' você não iria aceita não é mesmo? Então-Ele disse antes de eu responder- E também nossas familia são amigas, e nós irmãozinhos- Eu ri-Olha um sorriso- Ele aponto para minha boca e eu bati no dedo dele

-Voce é um cretino sabia- Eu sorri

-Eu sei, obrigada! -Revirei os olhos- Vamos dar um role amanha, com a turma?

-Não obrigada, nãoo to afim de ouvir os sons adoraveis da sua amada- Ele sorriu

-Bem afinado não, ela não é da turma

-Nem eu– dei de ombros

-Agora é–Ele ergueu uma sombrancelha e sorriu. 


Notas Finais


Então se gostou favorita comenta ai a sua sugestão, idéia e é isso bjos...


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