História Mais que inimigos - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Fairy Tail
Personagens Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel
Tags Harry Potter, Nalu, Romance, Visco
Exibições 127
Palavras 1.491
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Espero que gostem.

Capítulo 1 - Apenas um beijo


Fanfic / Fanfiction Mais que inimigos - Capítulo 1 - Apenas um beijo

Capitulo 1 - Apenas um beijo

"Constantemente, garoto, você toca na minha mente como uma sinfonia.

Não há como descrever o que você faz comigo."

Love you like a love song - Selena Gomez

-Qual é, Lucy... Pare de tentar entender Defesa contra as artes das trevas, todo mundo sabe que a sua casa é horrível nessa matéria – implicou uma voz ao meu lado. Bufei, todos sabiam que eu odiava que me julgassem pelos erros das pessoas que tinham passado pela Sonserina.

-Muito engraçado, Nastu, não era você que estava fugindo da Erza outro dia? Cadê a grande coragem da Grifinória? – murmurei irônica, ao ver um rubor leve cobrir todo o seu rosto.

-Pelo menos nós somos íntegros!

– São hipócritas, isso sim – rebati, afinal, ninguém falava do lado podre daquela casa. A enorme presunção, a rebeldia, a desordem que causam na escola! Mais não sempre culpam a Sonserina.

Nós olhamos de modo fulminante e logo me virei e fui para o lado oposto, me afastando o mais rápido que pude dele batendo os pés.

Somente duas palavras.

Natsu. Dragneel.

Ele era com toda certeza a pessoa mais insuportável que eu encontrei em toda a minha curta existência. Desde que nós encontramos no primeiro ano, ele me irrita com suas piadas sobre a Sonserina, então minha aversão por ele só aumentou durante os anos.

Seus horríveis comentários continuavam lá, entretanto algo havia realmente mudado, e não era só por conta dele ter parado de usar óculos e ficar com uma altura digna de um gigante. Havia alguma coisa nele que, apesar de todo o meu ódio, fazia com que eu o olhasse por tempo demais durante as aulas e intervalos.

Esse impulso idiota de olhar para ele só inflava mais meu ódio.

Continuo andando em direção a sala da diretor, ele pediu a Wendy me avisar que tinha algo importante para falar comigo. Makarov nunca faz isso se não for algo realmente necessário, chego em frente a gárgula, e rapidamente falo a senha. Ela gira me dando acesso para as escadas, as subo chegando diretamente a sua porta, bato de leve e o ouço.

-Pode entrar.

Abro a porta e o vejo me olhar diretamente, com um sorriso travesso em seus lábios me mostra que não há nenhum problema aparente. Fecho a porta e caminho até o centro da sala preparada para indagar o motivo de eu estar ali quando a porta se abriu novamente.

-Finalmente chegou Natsu – engasguei com minha própria saliva ao escutar o que ele acabou de dizer, quase entrando em desespero, quando senti sua presença sua meu lado.”Que porra está acontecendo aqui?” – penso irritada.

-Quero os comunicar, que a partir de hoje serão os novos monitores chefes. Espero que  possam contribuir dando o exemplo para as pessoas que as demais casas conseguem trabalhar junto em perfeita harmonia.

Seus olhos estavam fixos em nós, senti meus rosto esquentar de raiva, como ele tem coragem de fazer isso comigo? Me colocar com o cabeça de fósforo!

-Ele não – balancei a cabeça em negativa, escutando o breve riso do rosado, me controlando para não retirar minha varinha e dar um crucio na cara do mesmo – Ele não.

-Por que não?

-Ela esta brincando, diretor – me virei para olha-lo – Ela sempre adorou zoar, não é Luce? – depois sorriu de uma forma que me deu refluxo.

Fechei os olhos, respirando fundo, usando e abusando de todos os meios que eu já tinha ouvido para manter a calma, porém, não funcionou e continuei irritada o suficiente para articular ruma frase e dizer o quanto aquilo era absurdo.

-Ótimo, ótimo. Suas rondas serão sempre a partir das 23hrs terminando a 00hrs. Ah sim! A ronda começa hoje, obrigado por terem vindo – terminou, tropecei nos meus próprios pés quando fui expulsa da sala – Vocês vão se dar bem – murmurou ao fechar a porta.

-Mau educado – sussurrei.

Comecei a andar para fora daquele inferno, ignorando o idiota que ia ao meu lado, empinando o nariz sem perceber.

-Você esta me ignorando? – perguntou, tentando conter o riso.

Apresso meu passo e sinto meu braço ser agarrado e Natsu me empurrar em direção a parede. Que droga!

-O que diabos você quer? – bufo indignada.

Apenas nesse momento percebo que Natsu está me prensando contra a parede e nossos rostos estão a apenas centímetros de distancia. Sinto meu coração bater forte, e me pergunto se o mais alto consegue o ouvir nesse momento, mas de algo eu tenho certeza...Por Merlin ele realmente era bonito.

-Não seja estúpida! – sua voz soou exasperada – Me encontre na biblioteca as 22hrs e 55mim, e por favor, seja a certinha de sempre e não se atrase.

Saiu sem me dar a oportunidade de responder, bufei indo em direção ao meu salão comunal.

-.-.-.-.-

Algumas horas depois.

Chego ao local combinado,  parando próxima a porta , olha para o lado e nenhum sinal daquele grifinório enjoado. Claro, pois eu não posso me atrasar mais ele pode, esse idiota deve estar agora com aquela vadia da Lissana Strauss.

Bufo indignada com o meu pensamento, escoro o meu corpo na parede fria de cimento do corredor,  eu não deveria me importar com quem aquele idiota anda ficando, então sinto uma mão no meu ombro.

-Ahhhhhhhh! – grito pelo susto e me viro rapidamente.

Ele sai da escuridão gargalhando de mim, minha reação é imediata, o empurro com força, ele bate as costas na parede e eu fico de cara com o infeliz.

-Seu idiota! Quer morrer? – pergunto com a varinha apontada para o rosado. Ele sorri para mim e morde os lábios de forma provocante.

-Oh vai me matar Luce? – reviro os olhos com o apelido – Para uma sonserina você não é tão medrosa!

O ignoro e saio caminhando na sua frente. Continuei na sua frente por boa parte do caminho, pegamos um grupo de pessoas numa festa, e nos damos uma detenção a elas, depois ficamos fazendo ronda por mais um tempo até nosso horário acabar, porém um som alto numa sala, nos fez ir até lá.

 Abri a porta com a varinha apontada para a escuridão.

-Lumus – murmurei e a luz brilhante escapou da varinha nós fazendo enxergar em volta. Não havia ninguém, passamos rápido pela porta, avaliando o local.

-Parece que a pessoa foi embora – murmurei, olhando para o rosado ao meu lado.

-Sim, é o que parece! – respondeu, retribuindo o meu olhar.

Eu tentei me mexer, sair do lugar e não funcionou, Natsu que estava ao meu lado parecia estar na mesma situação, conseguimos chegar perto um do outro mas não conseguimos sair do lugar, foi ai que eu travei, olhei para o teto, ele seguiu o meu olhar e fico do mesmo jeito, ao se deparar como ramo de visco.

-Não! – exclamei nervosa, meu rosto vermelho.

-Porque não? O que isso faz? –Natsu indagou, me fazendo olhar para o chão, relutante em lhe contar.

-Se duas pessoas param embaixo de um visco enfeitiçado e não se beijarem, correm o risco de serem infelizes pelo resto de sua vida. Só o beijo quebra o encanto e a maldição. Luz pode matar o ramo mais não a maldição – faço uma pausa e suspiro irritadiça – Eu vou matar a Mira e a Erza! – bufo passando as mãos nos cabelos.

Ele me olha de modo esquisito. Parecia completamente perdido em pensamentos – Olha se quiser matar o visco, por mim tudo bem. Eu realmente não acredito nisso! Apesar de ter relatos de que isso seja verdade, e eu realmente quero matar elas.

Ficamos lá, nos olhando sem fazer nada por muito tempo. Esperei que o clima estranho fosse e fazer Natsu dizer alguma coisa, mas nada disso aconteceu e continuamos olhando para o outro até que eu ficasse completamente vermelha.

-Vamos logo com isso! – exclamou – Me mostre o que sabe.

Minha boca ficou seca e minhas mãos suaram como nunca. Nem mesmo no meu primeiro beijo foi assim.

“ Mostrar o que sei. Eu sei fugir, quer que eu lhe mostre isso?” – pensei envergonhada.

Abri a boca para tentar dizer algo, tentando resistir ao impulso de sair correndo, porém não consegui falar nada alem de sons idiotas.

-Relaxa, Lucy. Ate parece que você vai beijar alguém que você gosta – arqueou as sobrancelhas, sorrindo debochado.

-Cale a boca! Não é nada disso! Você não sabe de nada.

-Tudo bem calma, é só um beijo.

Engoli em seco, balançando a cabeça em concordância de forma rápida.

Natsu chegou mais perto, quebrando a distancia segura que eu impunha entre nos. Me inclinei na direção do mesmo, só para ver se eu ficava da mesma altura que ele, puxando o máximo de ar possível para os meus pulmões.

-Me beije do jeito que você sabe.

Nem tive tempo de pensar algo, quando me inclinei para frente e encostei meus lábios no dele, apertando meus olhos com força.

-O que? Isso? – Natsu me olhou descrente – Isso nem pode ser chamado de beijo!

Pensei em protestar, quando, ele me puxou para um beijo de verdade.


Notas Finais


Até o próximo capitulo.
Beijos de uma doce sonserina.


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