História Mais que inimigos - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fairy Tail
Personagens Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel
Tags Harry Potter, Nalu, Romance, Visco
Exibições 84
Palavras 3.772
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Espero que gostem.
Desculpe a demora, aconteceu um pequeno problema com o meu notebook, sem mais delongas...
Boa leitura!!

Capítulo 3 - Amor percebido


Fanfic / Fanfiction Mais que inimigos - Capítulo 3 - Amor percebido

Capitulo 3 – Amor percebido

Eu tentei ficar calmo.

Mas quando estou olhando para você.

Não consigo ser corajoso

Por que você faz meu coração disparar

One thing – One Direction

Eu estava ferrada. De todos os jeitos e maneiras possíveis, eu estava ferrada.

Dei um passo para trás, tentando respirar fundo após minha pequena descoberta, vendo Natsu dar uma risadinha.

-O que foi? – arqueou a sobrancelha – Desistiu de me mostrar suas incríveis habilidades de beijo? – indagou irônico.

Engoli em seco, pensando no quanto deveria estar parecendo patética. Me virei de costas para ele, evitando a todo custo ver sua expressão debochada, tentando agir normalmente.

-T-Tenho que ir – comentei, envergonhada.

Mas ele não me deu nenhuma chance de fugir. Ele puxou meu braço levemente, porem, como eu estava mole feito gelatina foi bem fácil me virar. Como a minha vida era ótima, eu fiquei entre a parede(“novamente”) e Natsu,  segurando a vontade de fingir um desmaio para fugir daquela situação.

Natsu sorriu, muito mais largo do que antes, puxando a manga do meu moletom, para me levar a levantar a cabeça, o que eu não fiz.

-Lucy? – “Puta-que-pariu, me chamou pelo nome certo, a porra ficou séria”.

-O que? – engoli em seco.

- Você é minha – murmurou convicto – E eu estou morrendo de vontade de beijar você.

Me engasguei com a minha própria saliva, sentindo não só o meu rosto, mas todo o meu corpo queimar. De todas as vezes que eu pensei que ia morrer(“E acredite foram muitas mesmo”) aquela parecia a mais verdadeira de todas.  Juro que senti meu coração para por uns três segundos, o oxigênio se recusando a bombear meus pulmões, me deixando com a impressão de que eu iria desmaiar.

Nós já tínhamos nos beijado? Com certeza. Eu quero beija-lo de novo? Com certeza mais ainda. Mas é muito obvio que Natsu não deveria ficar dizendo aquelas coisas se não quisesse me fazer ter um ataque do coração? Com toda certeza.

Ele riu da minha cara com aquele sorriso que deixava metade das meninas com as pernas bambas.

-Seu grande idiota – ralhei, irritada.

Natsu franziu o nariz divertidamente, quase me fazendo esquecer da minha raiva, finalmente soltando o meu braço e escorregando-o para minha cintura até pressionar meus lábios nos seus.

Cedi imediatamente, porque, caramba, não dá para ficar com raiva de Natsu quando ele está roçando seus lábios de forma incrivelmente suave.

Então estávamos nós, dois antigos inimigos trocando saliva, uma de minhas mãos mexendo nos cabelos dele perto da nuca e a outra abrindo caminho pelos fios da lateral da sua cabeça, muito surpresa por eles estarem ainda mais cheirosos e macios do que duas semanas atrás.

Nos afastamos lentamente, antes que eu pudesse falar algo, seus lábios se curvaram num sorriso gentil, de um jeito que eu nunca o tinha visto sorrir antes, e não pude evitar sentir um calorzinho no peito e retribuir o sorriso.

-Uma pergunta – murmurei, enquanto ele ainda me olhava sorrindo, este que não sabia da sua boca por nem um segundo – Desde quando eu sou...sua? – terminei, olhando para o rosado a sua frente.

-Desde quando? – indagou, me olhando com uma feição pensativa.

-Você vai acabar com seus neurônios pensando tanto – brinquei depois de alguns minutos. Natsu me olhou feio antes de sorrir novamente, seus olhos cintilando.

-Eu não sei o motivo de gostar de você, okay? – eu apenas engoli em seco, assentindo – Mas eu acho que gosto e você parece ser a única pessoa nessa escola que me enfrenta. E pela sua reação depois do nosso beijo, isso significa que você gosta de mim – cerrei meus olhos, com a sua lógica – Gosta pelo menos um pouquinho – terminou, encostando seu rosto em meu pescoço.

-Talvez – murmurei baixo, sentindo toda a atenção de Natsu – Talvez goste, mas não se ache muito – a forma com que os olhos dele brilharam, aqueceu meu peito instantaneamente, me fazendo sorrir inconscientemente – Desde quando você gosta de mim?

-Desde aquela vez no jogo de quadribol – ele observou minha expressão confusa – Eu acabei perdendo daquela vez, e as pessoas da minha casa estava irritados, você estava lá na arquibancada lendo um livro, ao invés de comemorar com todos da sua casa, e quando todos saíram você veio falar comigo – ele sorriu pequeno antes de continuar –“ Você foi bem, Natsu. Não se importe com o que esse imbecis dizem” – senti meu rosto corar violentamente.

-Ah...

-Posso te beijar?

– P-Pode... – murmurei corada. Natsu levou uma das mãos para o meu rosto, fazendo um carinho leve ali.  Eu apenas mordia o meu lábio, sentindo o meu coração bater descontrolado.

Ele roçou seus lábios nos meus delicadamente. Os forçando a se abrir lentamente. O meu corpo estremeceu. Eu conseguia sentir o coração dele desesperado contra o peito e o beijo que parecia progredir a cada minuto.

Eu podia sentir a língua dele tocando a minha e os meus lábios começarem a formigar. A nossa respiração descontrolada não parava. Ou pelo menos, isso foi até nós afastarmos para finalmente tomar ar. 

   Nós nos afastamos por coisa de centímetros. Em segundos seus lábios alcançaram meu pescoço me obrigando a soltar o ar de forma tremida.  Aposto que ele escutou minha respiração ficando mais acelerada, esse maldito.

Seus beijos começaram leves, por toda a região do meu pescoço que ele alcançava. Desci minhas mãos para seus ombros, fechando os olhos, sentindo seus beijos se tornarem mais intensos e duradouros.

Em segundos seus dentes encontraram a minha pele, mordendo e lambendo a carne. Eu soltei um gemido com o prazer que sobrecarregava meus sentidos, apagando todo e qualquer pensamento coerente que tinha na minha cabeça.

Ele continuou a morder e lamber meu pescoço, propositadamente deixando hematomas na minha carne. Eu soltei um gemido com o prazer que sobrecarregava os meus sentidos, apagando todos os meus pensamentos coerentes, que me lembravam que eu estava atualmente em um corredor do castelo com Natsu Dragneel atacando o meu pescoço.

Em vez disso, minhas mãos, foram pressionadas na parede e mantidas lá pelas mãos do mesmo, o calor me percorria em um ritmo tão alto que eu me senti incrivelmente excitada e tonta.

-Merda, Lucy, você não tem ideia do quão gostosa você é.

A minha cabeça caiu para trás descansando-a em seu ombro enquanto ele sussurrava palavras eróticas em meu ouvido.  Porra, nunca havia me sentido tão quente, tão fortemente excitada e pronta para fazer o que iria deixar rolar agora. Era uma sensação estranha, pouco familiar, mais meu instinto dizia que era bom.

Agora, se eu pudesse escutar minha consciência dizendo que não era bom fazer isso num corredor.

Não demorou para isso rapidamente se esvair, a parte superior do meu corpo se inclinou na parede, o suficiente para que uma mão encontrasse e agarrasse meu seio num aperto.

Um grito borbulhou na minha garganta quando eu senti a mão quente por cima do meu seio, mesmo ainda por cima da fina camada de roupa que nos separava. Quando um barulho estridente nós interrompeu, nós separamos por alguns centímetros, apenas para ver uma porta aparecer misteriosamente ao nosso lado.

-Parece que encontramos a Sala Precisa – um sorriso malicioso curvou a face do rosado a minha frente, antes dele apertar minhas pernas, me levantando e levando-me com ele em direção a porta.

-O que você pensou? – indaguei divertida. Não sabia em como a sala precisa funcionava, mas já tinha uma ideia do que iria encontrar.

-No meu quarto.

Sorri pequeno ao perceber os posters de quadribol colados na parede, assim como a coleção de livros na estante do canto, uma mesa cheia de objetos, mas isso foi apenas no segundo que percorri os olhos no local, pois no instante seguinte eu fui jogada na cama que ficava no meio do quarto.

-Ele é exatamente assim? – aquele não devia ser o seu quarto em Hogwarts e sim uma replica do local onde o maior vivia.

-Sim – sussurrou, se aproximou de mim, engatinhando até ficar no meio das minhas pernas.

Nós nos encaramos com um brilho no olhar. Levei uma das minhas mãos até o rosto alheio, acariciando a tez macia e corada do maior. Voltamos a nós beijar, eu não pensava em nada que não fosse aquele momento. Estávamos parados no tempo.

 Os movimentos ficavam mais necessitados, eu arfava em busca de maior contato em meio aquelas roupas. Mordi o meu lábio sentindo as mãos de Natsu me apalpando, tentando ao máximo segurar os gemidos, suas mãos deslizaram para o meio das minhas pernas, espalhando minhas coxas.

-Lucy, você está tão molhada por minha causa – ele sorriu perverso.

-Não fala assim! – reclamei, as mãos de Natsu subiram para minha cintura e me puxaram de encontro para seu corpo, me fazendo sentir o comprimento duro roçando em minha intimidade coberta.

-N-Natsu.. – murmurei o chamando – E-Eu nunca fiz isso...

-Isso? – me olhou em falsa confusão,  sorrindo divertidamente.

-I-Isso! – apontei para mim e depois para ele, vendo-o franzir a sobrancelha confuso – Eu sou virgem Natsu! – o maior sorriu, o brilho aumentando nos seus olhos.

-Não se preocupe, Luce – Natsu se inclinou, roçando levemente seus lábios nos meus – Se você não quiser a gente pode parar.

-N-Não – eu quase gritei – Eu tenho medo...mais eu confio em você – mordi meu lábio inferior envergonhada, desviando o olhar de Natsu.

Natsu sorriu levando suas mãos para debaixo da minha blusa, passando os dedos levemente pela minha barriga, sentindo meus arrepios.  Um sorriso malicioso nasceu nos lábios do rosado, vendo meu corpo sendo revelado, enquanto o moletom subia me deixando somente de sutiã que logo foi retirado.   Logo aqueles pedaços de pano não era mais um empecilho, e antes que eu falasse algo, dedos habilmente beliscaram e brincaram com o mamilo direito, o forçando a endurecer ainda mais, aumentando a temperatura do meu corpo.

Ele mordeu meu pescoço, hematomas surgindo em outro ponto onde a pele antes era impecável e suave.

-Eu vou te foder tão forte, Luce, que você nunca vai querer foder com mais ninguém.

Um gemido escapou dos meus lábios, enquanto sua mão esquerda fazia o seu caminho ate o seio esquerdo, meus seios sendo moldados em uníssono, ambos os mamilos sendo torturados e atormentados  em movimentos apertados, que faziam uma corrida de prazer e dor através do meu corpo, causando uma concentração em meu ventre.

-Porra – suspirei, meus braços circundando o seu pescoço, o puxando para um beijo bruto, que fez meu coração parar em êxtase.

A língua dele forçou caminho na minha boca, enviando pequenos raios de eletricidade pelo meu corpo, enquanto nossos línguas dançavam.

Natsu se afastou e rapidamente cobriu um de meus mamilos com a boca enquanto brincava com o outro entre os dedos. Mordi os lábios com força, tentando conter os meus gemidos.

-Não! – a voz rouca atingiu os meus ouvidos – Eu quero ouvir você gemer! – ele fez uma trilha de beijos ate a minha cintura, seus dedos circundaram o meu short antes de abaixa-lo, tirando-o por completo.
– Na...tsu... Eu...
– Isso, quero ouvir você gemer meu nome, bem gostoso... Luce! – A mão livre percorreu a lateral do corpo, ele alcançou os meus seios e parou ali, esquentando o esquerdo.

 – Ah... Hmm... – Ele pôs a ponta da língua para fora e lambeu o bico rígido, fazendo-me fechar os olhos arqueando como um pedido para que continuasse. A mão livre tratou de descer pela barriga, acariciando o ventre e parando no meio das minhas pernas, sentindo o fino pano úmido. – Ah, ai é...

 A mão masculina parada sobre o fino pano úmido da minha calcinha tratou de driblar o tecido, tocando firmemente o ponto sensível. Grunhindo alto depois ao notar como eu já estava pronta para ele.

– AH... Hm... – Comecei a receber rápidos movimentos na minha entrada, círculos incitando prazer e luxúria que me tiraram da terra começando a sentir-me quente, queria mais e meu corpo começava a soar, quando os dedos abeis subiram novamente ao clitóris, eu gemi descontrolada – AH, N-Na...tsu.. Hm...

Sem aviso prévio, penetrou com força e profundamente um dedo na entrada, acariciando internamente e fazendo-me perder rapidamente a compostura.  Ele me invadiu agora com dois dedos, duplicando a carga, as minhas pernas tremiam sem minha ordem.

-Natsu – chamei baixo, o rosado parou e me olhou esperando a minha próxima fala, parando seus movimentos me fazendo soltar um gemido de reprovação – Por que diabos você ainda esta vestido.

-Ora – um sorriso sacana surgiu em seu rosto, e um olhar desafiador surgiu em seu rosto – Se você quer tanto me ver sem roupa, porque você mesma não tira? – me senti corar violentamente. Com um impulso, eu o empurrei para o lado, e sentei em seu quadril, ficando por cima do membro que roçava na minha intimidade.  Suspirei antes de levar a mão a barra da camiseta de Natsu, que estava me observando atentamente, para então passar as mãos pela barriga definida do maior.

Me deparei com aqueles ombros largos e robustos, e um abdômen definido que me deixava toda arrepiada. Mordi o lábio inferior me sentindo ficar ainda mais molhada com aquela visão.

 Mordi e chupei com força a pele do seu pescoço, todos deviam ver que agora ele tinha dona, deixei selares e chupões carinhosos em toda parte que consegui tocar. Desabotoei a calça e com uma ajudinha do rosado retirei-a o deixando apenas de Box preta. Ele fechou os olhos, quando sentiu minhas mãos descerem pela cueca agarrando seu membro.

Eu de fato não estava acostumada a fazer “estas” coisas, mais eu queria satisfazer pelo menos um pouquinho aquele rosado, então me arrisquei. Comecei a movimentar delicadamente minha mão no membro em um movimento de vai e vem. Sorri maliciosamente ao escuta-lo rosnar. Tirei por completo a sua Box,  arregalando os olhos com o seu comprimento.

Eu realmente era uma novata em tudo aquilo, mas eu estava adorando as expressões de Natsu enquanto eu fazia aqueles movimentos de vai e vem. Aquilo estava me deixando mais excitada e necessitada dele. Comecei a acelerar os movimentos, fazendo-o revirar os olhos e gemer o meu nome. Fui surpreendida quando o mesmo trocou de posições rapidamente, tomando minha boca num beijo ardente, que fez meu coração acelerar em antecipação.

Ele me fitou ternamente, seguindo seu caminho novamente ate minha calcinha que estava ainda mais molhada. Ele cruzou novamente nossos olhares, e surgiu em seu rosto um sorriso incrivelmente sacana , que me assustou um pouco.  “Ele não faria isso” – pensei, como resposta o som da minha calcinha rasgada preencheu os meus ouvidos.

Antes que eu tivesse tempo de reclamar ele deslizou dois dedos para dentro, contorcendo-os, abrindo-os,  tentando me abrir o máximo possível.

Quando eu soltei um grito agudo, ele sorriu malicioso, e continuou a pressionar aquele lugar que me dava tanto prazer. Lentamente, os meus quadris começaram a rebolar na mão dele, minha respiração ficando ofegante, os olhos fechados em êxtase.

 Ainda não tinha se passado meio segundo quando meus músculos ao redor dos dedos dele, me fazendo gemer alto e gozar pela primeira vez na minha vida.

-Natsu...oh Merlin... wow! – eu engasguei, me lançando para frente capturando seus lábios nos meus – Me tome...,oh por Merlin,Eu preciso de você –ele gemeu contra minha boca ao escutar tais palavras.

Eu sabia que aquele “precisar” era bastante sentimental, você podia viver sem o ‘’querer” mas não sem o “precisar”, e foi quando eu finalmente me toquei que aquele precisar sempre esteve escondido dentro de mim.

Eu pensei que todas aquelas brigas e xingamentos eram por conta da rivalidade, uma forma de mostrar como se odiavam, mas após os anos as discussões foram mudando. Havia menos xingamentos e mais reações a palavras infantis, este ano as brigas tinham sido para manter as aparências, tudo era uma forma de testar o intelecto do outro e assim , de uma certa forma, manter contato com o outro.

Sem quebrar o beijo, ele me impulsionou, e sem dizer nada, eu enrolei as pernas em torno da cintura dele. Gemi baixinho ao sentir aquele comprimento duro na minha entrada encharcada.

-Lucy – a voz do mesmo, me fez abrir os olhos – Você realmente quer isso?

Eu fiz uma pausa e pensei nas consequências de minhas ações. Era obvio que eu nunca, jamais ,encontraria um outro homem que fosse capaz de fisicamente,  e mentalmente, me satisfazer, como aquele homem fazia. Pois ele era, de fato, a primeira paixão real e possível amor.

Não, amor era muito forte agora...Gostar. Gostar parecia melhor do que amor. Mais tarde...eu pensaria sobre isso, mais tarde...

-Sim, Natsu.. – eu sussurrei, tomando o rosto do mesmo em minhas mãos, o beijando delicadamente nos lábios – Eu preciso de você.

Ele sorriu contra os meus lábios  - Eu também preciso de você – ele ajustou a posição e tomou uma respiração profunda – eu vou tentar ser gentil no começo...mas eu não posso prometer que não vá ficar bruto.

Desta vez eu sorri maliciosa – Eu não quero gentileza, Natsu, quero forte e duro – me inclinei para frente, mordendo de leve o seu lábio inferior.

-Oh por Merlin, prepare-se porque isso vai doer – ele murmurou antes de, rapidamente, bater o seu quadris contra o meu, deslizando todo o seu comprimento, me enchendo por completo.

Soltei um grito abafado, uma mistura de prazer e de dor, e ele fez uma pausa, para que eu me adaptasse com sua espessura. Ele me preencheu por completo, me fazendo atingir terminações nervosas que eu nem sabia que existiam em uma mulher. Senti os músculos se apertarem em torno dele e eu soltei um gemido de tranquila surpresa.

-Merda, Lucy, você não pode esperar – ele murmurou, seus dedos cravados no meu quadril.

-O que você está esperando? – indaguei, minhas mãos encontrando as costas dele, as unhas se cravando na sua carne – Me foda direito, Natsu.

-Tem certeza que quer isso, Lucy?– ele murmurou, estocando com mais força, estremeci com o prazer gemendo baixo – Você quer duro e rápido? Eu lhe darei duro e rápido.

Ele avançou, batendo os seus quadris, contra os meus, me enchendo novamente fazendo-me soltar um grito estridente de ecstasy. Ele repetiu o processo lentamente, antes de começar a bombear dentro de mim.  Logo o ritmo aumentou, e minhas unhas afundaram ainda mais na carne do mesmo.

Ele rosnou contra o meu pescoço, mordendo e sugando a pele, enquanto suas mãos apertavam o meu quadril, seu membro se movendo ainda mais rápido em meu interior apertado. Me senti ir ao meu limite, não uma mais duas vezes, em um orgasmo prolongado que me fez gemer alto.

Eu gritei seu nome, jogando a cabeça para trás, arqueando meu corpo contra o dele. Meus seios se esfregando contra o peito dele, totalmente duros, e minhas pernas apertadas no quadril do rosado.

Era enlouquecedor.

-Eu vou gozar – ele rosnou próximo ao meu ouvido, mergulhando ainda mais fundo dentro de mim – Eu vou gozar dentro de você, te preenchendo com minha porra – soltei um suspiro alto. Não me preocupei com questões de gravidez, nesse momento, eu não poderia me importar menos.  Eu me preocuparia com isso depois, e também pensaria sobre amar ou não, sobre essa palavra chamada de amor.

Ele gritou o meu nome enquanto seu pênis enchia minhas profundezas com sua semente. Ele mordeu meu pescoço, se tornando mais irracional, indo ainda mais rápido para que aqueles poucos segundos, fossem a libertação de todo prazer que estava oprimindo seus sentidos.

Eu gritei novamente,  os olhos fechados e apertados com o prazer que consumia meu corpo, fazendo minha mente desligar, tudo passando do branco brilhante para o preto.

Ele se afastou e em seguida se jogou ao meu lado.  Nossos olhos se abriram em sincronia e se encontraram. Eu sorri para o mesmo e ele devolveu o sorriso, envolvendo um braço ao meu redor, em um gesto amoroso e possessivo, protetor.

-Até que foi legal – soltei, fazendo os olhos dele se arregalarem em choque.

-Legal? – ele balbuciou – Foi apenas legal? Eu nunca fui tão insultado em toda a minha vida! – um rubor surgiu em minhas bochechas e eu o encarei – Se você quer saber, você também não foi tão incrível.

Eu me movi para trás, o olhando furiosa – Não fui incrível? Eu fui muito melhor do que incrível, meu querido – apontei minha unha no seu peito.

- Então retire o que você disse antes – o olhei perplexa – Diga-me que fui incrível e o melhor.

-Certo, você foi incrível e o melhor – murmurei, cruzando os braços, cobrindo meus seios.

-Você só esta dizendo isso por que eu disse – ele reclamou.

-Claro, você me disse para dizer e eu disse – respondi, o provocando.

-Então seu eu lhe dissesse para saltar de uma ponte, você faria? – ele sorriu malicioso, enquanto arqueava a sobrancelha.

-Eu...claro que não – murmurei em reposta, sentindo meu rosto corar – Oh você é um idiota! – como esse homem conseguia ser sexy e excitante e em outro momento tão irritante e teimoso.

-Me diga honestamente o que achou – ele se inclinou,  aumentando o sorriso em seus lábios.

-Não, você só quer que eu aumente seu ego – resmunguei, malcriada.

-Você aumentou algo em mim, mas não posso garantir que foi o meu ego – senti meu rosto corar violentamente, e dei um tapa em seu braço, com força.

Respirei fundo – Você foi absolutamente incrível e posso precisar repetir essa experiência – ele sorriu com a minha fala.

Natsu me puxou contra ele, seu corpo moldando o meu, afundando a cabeça no meu cabelo e inalando o meu perfume – Lucy – ele me chamou, levantei os olhos para encontrar o seu rosto, notando de novo o quanto ele era bonito – Eu gosto de você – arregalei meus olhos, sentindo-os começar a arder.

-Sem o “acha”? Tipo, com certeza? – indaguei.

-Totalmente certeza.

Abracei o seu pescoço com força para esconder as lagrimas que queriam cair, suas palmas começando a subir e descer nas minhas costas fazendo um carinho leve ate que eu parei de chorar, sentindo o cheiro reconfortante do mesmo.

-Só para constar, isso foi um choro bom, certo?

-Foi.

-Talvez o sexo te deixe emotiva – sorri, da suposição idiota.

-Cale a boca, idiota – reclamei.

-Mas, serio,  eu gosto mesmo de você. É estranho. Você me tornou um grude e eu não ligo de pagar micão por isso.

Mal consegui deixar de sorrir, meu coração batendo descontrolado no peito, de um jeito que somente ele conseguia.

-Eu t-também gosto de você –  murmurei.

Senti meu peito esquentar ao ver o sorriso terno que surgiu em seu rosto, ele era a pessoa mais bonita que eu já havia visto.  Por um instante, pensei no que teria acontecido, se nós não fossemos monitores, e não tivéssemos ficado sobre aquele maldito visco.

Em como nós aproximaríamos se não fosse o visco, porque, tive a certeza que, em todas as hipóteses, em todos os universos e realidades paralelas, eu nunca conseguiria evitar me apaixonar por Natsu Dragneel.


Notas Finais


Até o próximo capitulo.
Beijos de morango


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