História Mais um clichê sobre vidas universitárias - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Personagens Ino Yamanaka, Karin, Naruto Uzumaki, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Hentai, Naruto, Romance, Sasusaku
Exibições 102
Palavras 3.389
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Ecchi, Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Mais um clichê sobre vidas universitárias!
PORÉM.
CONTUDO.
ENTRETANDO.
Esse é um clichê meio que baseado em fatos reais (algumas partes claro)
Beijunabunda

Capítulo 1 - VaiDaNada


Sakura on:

 

“Vai da nada”

Sim, eu tentei escolher uma república feminina com o nome menos escroto possível. Mas era isso ou alguma com piadinhas sobre paus ou sexo. Inclusive, “Kata pulta” era nossa vizinha. Eu até pensei em entrar na “Uapasila”, mas, aí, eu li o nome de trás pra frente e desisti.

 

- Oi. – Parei de pensar sobre o excesso de criatividade e me concentrei na loira parada à minha frente.

 

- Olá. Eu sou Sakura a nova caloura que confirmou vaga aqui semana passada. – Tirei meus óculos escuros para olhar em seus olhos.

 

A loira pareceu precisar de dois segundos para digerir a informação antes de praticamente gritar pra toda a vizinhança ouvir:

 

- Graças aos Deuses! Minha irmã de batalha chegou! Eu tava pirando aqui sem você. –Meu braço foi segurado e meu corpo puxado para dentro da casa. Rezei internamente para as palavras “irmã de batalha” não ser uma coisa tão horrível assim como nas cenas que imaginei dentro da minha cabeça.

 

- A caloura chegou! – A loira saiu gritando histericamente por toda a casa com meu braço ainda preso a ela.

 

Ela estava começando a me assustar. Será que ainda tem vaga na república “só fadinhas”?

 

- Calma, Ino. – Pelo jeito fui arrastada até a cozinha onde havia outra loira. – Prazer, caloura. Pelo que eu me lembre seu nome é Sarada?

 

- Na verdade é Sakura. – Tentei ser simpática. Aquela loira parecia ser mais equilibrada. – Você deve ser a Temari?

 

- Verdade. Sakura. – A loira mais velha repetiu o nome como se para decorar. – Bem vinda a nossa humilde casinha.

 

-Bem vinda! – a loira mais nova me abraçou com bastante força.

 

- Obrigada. – Fiquei meio sem graça com o abraço, mas tentei retribuir da melhor maneira.

 

- A outra moradora está fazendo compras, já deve chegar. Vem comigo, eu vou mostrar a casa pra você.

 

Deixei minhas malas na sala e segui as meninas pela casa.

 

- Bom, a gente tava na cozinha, o que é óbvio. – Temari me apresentava a casa com bom humor. – Então, a casa tem capacidade para cinco meninas, mas atualmente estamos em quatro.

 

- É nosso dever conseguir mais uma caloura pra ajudar nas contas. – A loira mais nova disse no meio de um suspiro.

 

- Calma, Ino. Primeiro a gente apresenta a casa, mas à noite temos uma reunião, aí explicamos tudo direito para Sakura. – Temari interrompeu a outra loira com um sorriso simpático. – Mais ao fundo fica o meu quarto, ele é o único individual, porém, é menor do que os outros quartos. A Ino é nossa caloura e sua irmã de batalha. Você vai dividir o quarto com ela.

 

Temari abriu a porta de um dos quartos.

 

Bom, ele não era enorme, mas cabiam duas camas de solteiro, um guarda roupa e uma cômoda grande. Além de ter uma enorme janela branca que dava para os fundos da casa e iluminava o quarto de uma forma mágica.

 

- O que é isso? – Contra a luz, um objeto feito de vidrinhos coloridos estava dependurado no teto. Ele refletia cores por todo o quarto fazendo tudo ficar meio mágico.

 

-Ai, perdão. Você tem alguma coisa contra? – Ino surgiu toda preocupada na minha frente pulando histericamente tentando puxar todos os filtros dos sonhos e penduricalhos esotéricos espalhados pelo quarto.

 

- Não! Pelo contrário. Eu acho que gostei... Gostei muito na verdade. – Falei pensativa.

 

- Ai, que bom! Então vamos nos dar super bem! – Ino tinha me abraçado de novo.

Acho que abraços iam fazer parte da minha rotina.

 

- Então, Sakura. Todos os quartos são suítes e também temos um banheiro social que dá pra sala.

 

-Todos são suítes?

 

-Sim! Temos muita sorte com essa casa. Quer dizer, o aluguel é um pouco mais caro, mas a casa é bem nova, grande e tem um ótimo quintal atrás.

 

- A casa é bem linda. Adorei meu quarto e o quintal. – Comentei observando a área verde para onde a janela do meu quarto dava.

 

- Bonito né? A gente usa como área pra estender roupa, mas já fizemos algumas festinhas aqui.

 

-Ui! –Ino deu um gemido animado.

 

-Bom, há um terceiro quarto pra duas, mas como a gente tá em quatro, a Tenten tá sozinha nele. Mas a próxima caloura entra lá.

 

-Essa Tenten também é caloura?

 

-Não. Ela é a segunda mais velha na casa.

 

-Entendi. E é muito difícil arrumar calouras?

 

- Na verdade não, mas o aluguel tá meio caro e isso assustou algumas meninas. Além disso, a gente teve problemas com a última caloura. Ele ficou com a gente por um semestre, mas não deu mais.

 

-Aconteceu alguma coisa grave?

 

-Bem, ela conseguia me tirar do sério. E isso só Shikamaru consegue fazer.

 

-Shikamaru?

 

-Sim. Meu namorado. Ele mora numa república masculina chamada “Caixa d’água”. Não vão faltar oportunidades para conhecê-lo.

 

-Legal.

 

-É. Legal. –Temari deu uma pequena gargalhada. Ela era serena, simpática e agradável.

 

-Como alguém consegue te tirar do sério? Você parece tão tranquila.

 

-Bom, não queria ver meu “outro lado”. Eu faço psicologia e já estou na reta final do curso. Eu acho que de certa forma eu amadureci nesses quatro anos.

 

-Psicologia. Eu acho interessante.

 

-Sou apaixonada pelo que eu faço, e eu acho que tenho talento pra coisa, mas Karin me tirava do sério diariamente.

 

 

-E o que aconteceu com ela? –perguntei curiosa.

-Bom, depois dela quase enforcá-la e acabar com a nossa mobília usando Karin como alvo, ela resolveu sair de casa e mudar pra república “Vira Saia”. Aliás, prazer, eu sou a Tenten.

 

A última integrante do “vaidanada” chegou acompanhada de mais dois entregadores de supermercado.

 

-Prazer, Sakura. – Sorri simpática.

 

Tenten usava uma calça e top de ginástica pretos. Parecia ser bem ativa e animada.

 

-Desculpe, não vou te abraçar, acabei de sair da academia e de vim do supermercado. Estou toda suada.

 

-Sem problemas. – Convenhamos que era melhor assim, né? Chega de abraços.

 

Observei a morena sumir para a cozinha com seus coques excêntricos para ajudar os homens a guardar as compras.

 

Depois de uns minutos ela voltou pra sala e ficou de pé enquanto eu, Temari e Ino estávamos sentadas no sofá conversando.

 

- Agora posso te dar mais atenção. Temari já mostrou a casa para você?

 

-Sim! – Não pude deixar de sorrir, estava animada com essa nova época da minha vida e a casa era incrível. Bem melhor do que minha mãe tinha dito que seria.

 

- Que bom.

 

-Então, Tenten, aproveitando que as calouras chegaram, eu pensei em fazer uma reunião mais a noite. Esperar a Sakura se instalar e você trocar de roupa.

 

-Claro. Eu também acho válido. Agora se me derem licença, tenho que tomar banho.

 

Tenten saiu saltitando em direção ao seu quarto.

 

-Bom, eu tenho que resolver umas coisas na universidade.

 

-Mas as aulas ainda não começaram. – Perguntei curiosa.

 

-Eu sei, mas tenho uma reunião com meu orientador. Quando vocês chegarem na parte da monografia suas férias não existirão.

 

-Não sei se quero chegar lá. – Ino disse fazendo drama e se jogando no sofá.

 

-Calma, daqui pra frente só piora. –Temari disse de uma maneira encorajadora.

 

-Vamos para nosso quarto arrumar minhas coisas? – Perguntei tentando fazer amizade com a loira hippie.

 

-Sim! – Com os braços esticados, Ino ficou toda animada de novo e praticamente pulou do sofá e roubou minha mala já rumando para o nosso quarto.

 

-Ok. – Revirei os olhos e peguei o resto das bolsas.

 

- Sua cama é aquela ali e eu já coloquei minhas roupas na cômoda, mas se você preferir trocar, eu fico com o guarda roupa, eu não me importo na verdade. E que eu cheguei aqui quinta-feira e precisava guardar minhas roupas, pendurar minhas coisas e colocar meus produtos no banheiro. Eu trouxe duas malas dessa e umas três mochilas. Aliás, como você conseguiu colocar todas as suas coisas só nessa mala e mochila?

 

Ino começou a falar e não parou mais. Demorei uns cinco segundos para digerir todas as informações.

 

-Eu sou meio desapegada às coisas, eu acho. – Dei de ombros. – Então a cama do lado esquerdo é minha?

 

-Sim. A prateleira também é sua.

 

-Você não quer usá-la?

 

-Não. Obrigada. Já coloquei minhas coisinhas em cima da minha cômoda.

 

Cheguei a cabeça pro lado para observar melhor “as coisinhas” dela. Havia um monte de duendes e incensos variados junto com um elefante colorido muito fofo decorando sua parte do quarto.

 

- Achei lindo o elefante.

 

- Obrigada. – Ino saltitou igual uma criança que acaba de receber um elogio da sua boneca preferida e se sentou em sua cama. – Vamos começar a desfazer as malas então?

 

- Claro.

 

Na verdade, não demorou muito para eu desfazer uma mala e guardar todas as minhas roupas no novo guarda-roupa e arrumar minha cama. Demorou menos ainda pra eu esvaziar minha mochila e tirar de lá meus cosméticos e produtos de beleza. Além do meu Macbook e alguns materiais de papelaria.

 

- Já acabou? É sério, você tem poucas coisas.

 

-Na verdade eu acho que tenho muitas, mas fiquei com preguiça de trazer tudo de casa.

 

- Acho que somos extremamente diferentes.

 

- Eu não acho.

 

- Sério? Mas eu trouxe até o Jiló, meu porquinho de pelúcia. – Ino balançou o porquinho cor de rosa que tinha um rabinho de mola na minha frente.

 

Caí na gargalhada.

 

-Ino, quantos anos você tem?

 

-Dezessete, por quê?

 

-Por nada. – Dei de ombros. Ela ainda não tinha perdido o brilho que as crianças têm, de olhar o mundo e conseguir ver fadas escondidas em alguns cantos.

 

Tá. Eu não era muito mais velha, mas não pensei que Ino fosse dois anos mais nova do que eu. Talvez ela fosse mais inteligente e decidida do que eu. Afinal, eu demorei pra me decidir qual curso fazer e em qual faculdade.

 

-Alô. – O toque do telefone me tirou de meus devaneios.

 

-Hum, então minha colega de quarto tem um namorado.

 

-Na verdade, é a secretária da minha mãe. – cochichei pra Ino enquanto afastava o telefone para que Anko não ouvisse do outro lado da linha. –Sim, Anko, estou bem. Já cheguei e arrumei minhas coisas. Manda um beijo pra minha mãe. Tchau.

 

- Secretária da sua mãe?

 

- Digamos que minha mãe é muito ocupada pra poder ligar pra saber onde sua filha tá. Anko é mais presente na minha vida do que minha própria progenitora.

 

-Vem cá. – Ino estendeu seus braços... Pelo jeito minha vida ia ser cheia de abraços.

 

Me deixei ser consolada pela minha mais nova amiga. Talvez eu precisasse um pouco de calor humano. Há muito tempo eu não sabia o que era isso.

 

(...)

 

“Não acredito que a Skolbeats tá em promoção!”

 

Eu procurava pelas preciosas garrafas por todas as seções do supermercado. Já tinha procurado até na parte de artigos para banheiro. Já estava desistindo quando vi uma caixa de seis solitária em uma das gôndolas de biscoitos.

 

Alguém provavelmente deve ter desistido de levar e as deixou na seção errada por preguiça. Fui até as danadinhas, mas quando finalmente as peguei tive um pequeno problema.

 

-EI! Eu vi primeiro.

 

-Não pequena, eu as vi primeiro.

 

-Primeiro: não me chame de pequena. Segundo: eu as peguei primeiro. – Falei tomando o engradado do loiro folgado.

 

-Tá bom, pequena. Vamos fazer o seguinte, você é caloura aqui, né? Porque assim, eu me lembraria de uma pessoa de cabelo rosa.

 

-Talvez eu seja.

 

-Que tal a gente dividir a cerveja? Tem um parque aqui perto que os estudantes costumam se encontrar.

 

-Tentador. – Quando disse “tentador”, foi além do fato de beber meio engradado de Skolbeats antes do entardecer e da suposta reunião que eu teria de noite com as meninas. Com meu comentário também me referi ao louro que mais parecia ter saído de um daqueles filmes de surf que a gente via na sessão da tarde.

 

- Então vamos, pequena. – Seu braço mais musculoso que a média acolheu meus ombros e me guiou até o caixa do supermercado.

 

- Calma aí. Eu tenho que pagar minhas compras, não tenho nada pra comer em casa.

 

- A gente vai ter mesmo que esperar você passar rodas essas compras pra depois ir beber?

 

- Sim, senhor!

 

- Calouros. – Ele praguejou baixinho, mas mesmo assim ainda deu para eu ouvir.

 

Sim, eram muitas compras. Eu tinha escolhido a dedo um estoque de bobagens capazes de me empanturrar durante um mês, então não, não era pouca coisa.

 

Derrotado ele acabou aceitando. – Nem demorou tanto assim, viu! – Falei ainda assinando a notinha para que o supermercado mais tarde entregasse as compras na minha casa.

 

-Temos diferentes definições para a palavra “demorar”.

 

-Homens e mulheres sempre têm conceitos diferentes sobre o verbo demorar.

 

Sim, eu quis provocá-lo, e foi exatamente isso que consegui:

- Espera aí, pequena. Eu não sou rápido quando o assunto é... – o interrompi antes que continuasse.

 

-Shh! Eu não quero saber se você é rápido ou não. E eu confio em você, sério mesmo. Eu só não quero demorar pra beber isso aqui. – Apontei para as cervejas com um sorriso no rosto.

 

- Pelo menos em uma coisa a gente concorda.

 

O pequeno engradado vinha com seis cervejas. Ou seja, três pra mim e três para ele.

 

Nos sentamos no parque debaixo de uma árvore num local mais afastado.

 

- Um brinde ao próximo semestre que eu juro estudar. – Teatralmente o loiro esbarrou sua garrafa a minha rindo da própria piada.

 

-Um brinde à liberdade. – Falei dando um primeiro gole. – Aliás, você não me falou seu nome.

 

- Naruto.

 

- Naruto. – Repeti seu nome como que para decorar. – E você não vai perguntar meu nome?

 

-Não que eu seja mal educado, mas não faz diferença. – Ele deu de ombros.

 

-Por que não faria diferença?

 

-Por que vou continuar te chamando de pequena.

 

-Você faz isso com todas as garotas que conhece no supermercado?

 

-O pior que faço. A maioria cai na lábia. – Seu sorriso era de vitória.

 

-E você leva pra casa? – Perguntei já o categorizando como um mulherengo que não valia nada.

 

-Não. Na verdade eu levo a bebida pra casa. Não me leva a mal, mas na minha vida eu tenho uma lista de prioridades e comida/bebida vêm antes de algumas coisas.

 

-Isso é sério? – Perguntei incrédula.

 

- Muito. – Ele deu um grande gole na garrafa e depois passou seu braço por cima de meus ombros. – Sabe, pequena, eu acho que gostei de você.

 

-Nem vem, eu não vou te dar uma das garrafinhas de Skolbeats da minha metade.

 

-Tsc. Além de bonita é inteligente.

 

Caímos na risada.

 

(...)

 

-Não! – Eu não estava escutando quase nada por causa do barulho. – Cala a boca, Naruto! – Gritei tampando o microfone do telefone. – Eu fui fazer compras, acabei fazendo amizade com um garoto de... Qual a sua república mesmo? – Perguntei a Naruto antes de voltar minha atenção ao telefone fixo da casa. - Caixa d’água. Isso. Olha Temari, eu tenho que desligar, não consigo entender nada! Amanhã a gente faz a reunião.

 

-PEQUENA! –Naruto gritava igual um idiota me carregando e girando o corpo.

 

-Me solta! Vou ficar tonta assim! (mais do que já estava inclusive).

 

-Vocês já estão bêbados? Não são nem oito da noite. – Um dos companheiros de república de Naruto perguntava encarando o relógio que tinha uma mulher seminua pendurado na sala.

 

-Mas ainda estamos de férias. – Naruto gesticulou acabando de tomar o último gole da sua última cerveja.

 

-Mas a bebida acabou. – Observei ele quase espremendo a garrafa para ver se saia mais algum líquido fermentado dela.

 

-Tem alguma bebida aqui?

 

- Não. Como eu disse, ainda estamos de férias. Os calouros ainda nem chegaram! – Se não me fugia a memória, o nome daquele cara era Shikamaru. Ele, assim como Temari, era o mais velho da casa.

 

- Vocês conseguem pedir bebidas? Eu pago. – Falei apalpando os bolsos do meu jeans à procura do meu cartão.

 

-Não precisa disso. – Naruto levantou as mãos tentando me fazer parar de procurar o cartão.

 

-Não tem problema.

 

-Tem sim, você já gastou mó dinheiro lá nas suas compras.

 

-Tsc. Se eu digo que não tem problema é porque não tem problema. – Finalmente tinha achado o cartão. – O que vocês bebem? Cerveja? – Eu já respondia as minhas próprias perguntas.

 

Shikamaru assentia positivamente me observando.

 

Então ignorei Naruto e continuei falando: - Ótimo. Então peça um engradado de cerveja. Quantos garotos têm aqui? Só um engradado dá?

 

-Calma aí, daqui a pouco essa brincadeira sua vira rock.

 

-Rock? – Perguntei interessada.

 

-É. As nossas festas são chamadas de rock. Em alguns lugares o povo chama de resenha. – Um ruivo sem camisa que tinha brotado do banheiro havia se juntado à nós enquanto enxugava seus cabelos com uma toalha.

 

-Tem algum problema se virar rock? – Prguntei dando de ombros divertidamente.

 

-NÃO! Não tem problema algum.

 

Do nada tinha surgido um cara muito estranho. Todas suas roupas eram verdes, tinha um péssimo corte de cabelo e estava precisando fazer as sobrancelhas urgentemente!

 

-Pequena, esse é Lee. – Naruto nos apresentava, mas com uma certa desconfiança do amigo de casa. – Ele faz educação física e é um dos veteranos.

 

- Muito prazer, ó salvadora das tardes tediosas. – Teatralmente Lee disse dando um beijo na minha mão. Fiz uma reverência engraçada entrando em sua brincadeira e puxando minha mão em seguida.

 

- Então, voltando aos negócios, só um engradado basta?

 

-Não. – O ruivo seminu me respondeu enquanto ele falava com outra pessoa no telefone. – Já chamei duas repúblicas amigas.

 

-Gaara! – Shikamaru o repreendia, mas meu início de embriaguez fazia com que eu não me importasse de estar prestes a promover um “rock” na casa de terceiros.

 

Me aproximei do ruivo desconhecido cujo nome supus que fosse Gaara e me apoiei nele.

 

-Olha, eu consigo colaborar com duas caixas e três garrafas de vodca. – Tentei negociar.

 

- Porra, Shikamaru. Libera aí. –Gaara falava rindo já com um dos braços em volta do meu pescoço em um sinal de amizade pura e verdadeira sem nenhum tipo de interesse por trás.

 

- Pequena, essa brincadeira vai ficar cara.

 

-Naruto, eu sei que não parece, mas minha mãe é rica.

 

-É sério? – Ele parecia relaxar um pouco.

 

- Aham. Eu não gosto de ostentar isso, prefiro curtir o momento. – Dei de ombros querendo explicar. – Mas a condição da minha família é boa, então deixa eu fazer um agrado aos meus novos amigos.

 

-Isso. Deixa vai. – Lee e Gaara pediam como duas crianças à Naruto para me deixar gastar dinheiro, e a Shikamaru pra liberar a casa para o rock.

 

-Foda-se. – Shikamaru jogou as duas mãos para o ar e foi para o corredor dos quartos.

 

- Onde ele foi?- perguntei pros meninos.

 

-Deve ter ido ligar pra namorada falando do rock. – Gaara me respondeu agora mais focado no telefone. – Puta que pariu, Sasuke! – Ele meio que gritou no telefone. – Se eu tivesse morrendo precisando de ajuda já tinha falecido.

 

- Dramático. – Naruto sibilou pro amigo ruivo.

 

Esse respondeu mostrando o dedo do meio de maneira singela.

 

-Eu preciso da sua ajuda. Me diz que você ainda está no supermercado. ÓTIMO! Então, tem como você comprar três vodcas? Por quê? Bem, Naruto arrumou um anjo de cabelos cor de rosa que esta disposta a oferecer um pequeno patrocínio para um singelo rock de começo de período.

 

Mandei um beijinho pro ruivo.

 

-Não, ela também está disposta a pagar três caixas de cerveja.

 

-DUAS!

 

-Duas. –ele corrigiu. – Compra refri e suco pra misturar com a vodca e a república pode pagar outra caixa. Se precisar de mais a gente passa o chapéu.

 

-Quantos meninos moram aqui? – Perguntei pra Naruto tirando um pouco da minha atenção do telefonema entre o Gaara e um tal de Sasuke.

 

- Se a gente contar a presença do Lee, estamos morando em cinco.

 

-“A presença do Lee”?

 

- Ele é uma pessoa, como posso dizer? Diferenciada. Ele vive se desafiando e praticando exercícios infinitos. Quase nunca o vimos, porém, ele sempre aparece quando vamos sair ou quando tem rock aqui em casa.

 

 

-Tá bom. – Gaara desligou o telefone fixo e olhou pra gente. – Já falei com Sasuke e ele vai trazer umas bebidas. Agora só falta pedir as caixas de cerveja. Daqui a pouco o povo que eu convidei deve chegar.

 

-Eba! – Bati palminhas animada.

 

- Ah, mais uma coisa. – Gaara puxou minha mão e me rodou como se estivéssemos dançando. – Qual o seu nome, pequena?

 

-Sakura.


Notas Finais


MAIS UMA.
O QUE ACHARAM?

Queria agradecer a minha Beta diva rainha da mata Ariane, e a minha leitora assídua de hentai Gabriele <3 hahahahha


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