História Make Love - Capítulo 7


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Categorias Cameron Dallas, Harry Styles, Justin Bieber, Kylie Jenner
Personagens Cameron Dallas, Harry Styles, Justin Bieber, Kylie Jenner
Tags Cameron Dallas, Harry Styles, Justin Bieber, Kylie Jenner, Prostituição, Sexo
Visualizações 60
Palavras 1.606
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Policial, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Demorei mais cheguei

Joseph : Harry Styles

Capítulo 7 - Armadilhas


Fanfic / Fanfiction Make Love - Capítulo 7 - Armadilhas

“Sua boca maliciosa, as pernas se tocando, seu corpo junto ao meu numa melodia perfeita.” - Renata Quintas 

Depois da farra em Las vegas, Justin resolveu me presentear com dois dias de folga. Eu amei, pois estava tão cansada que não iria nem sequer conseguir fazer sexo oral. Jamais me esquecerei da aventura que passei na cidade do pecado. 

O lugar onde morava era basicamente a casa de todas as garotas que trabalhava comigo. Tínhamos quartos separados para não ter brigas no convívio.

 A boate era sustentada por nós, que usávamos o corpo para conseguir pagar as despesas como água, energia e outros.No total, quatorze garotas numa boate, disponível para qualquer tipo de brincadeira sexual.

 Não era tão mal assim. 

Os clientes sempre apareciam no turno da manhã ou tarde, justamente para não levantar suspeitas por parte de suas esposas. À noite, nomeio de semana, não tinha tanto movimento quanto de dia. 

Muitos deles aproveitavam a chance de ser sua vez de levar a roupa na lavanderia, ir ao mercado ou qualquer tipo de desculpa, para frequentar a boate. 

Quando a noite surgiu, arrumei-me para começar mais um serviço. A casa estava cheia, era sábado e, como todo fim de semana, ganhávamos muito. Fiquei servindo as bebidas, Naty se apresentava no pole dance, enquanto os clientes se jogavam aos seus pés. 

Deixei uma garrafa de uísque em uma mesa e um dos homens colocou uma nota na liga da minha lingerie. Pisquei pra ele e saí. Coloquei a bandeja no balcão e alguém se aproximou por trás, pegando em meus braços. 

— Eu adoro o cheiro do seu cabelo. Ao ouvir a voz, reconheci na hora. Era ele. O agente especial mais lindo e gostoso que já conheci em minha vida.

 — Joseph. — Sorri ao pronunciar seu nome. Virei-me e fiquei de frente para ele.

 — Preciso de um tempinho com você, amor.

 — Esse “amor” soou tão falso. — Ele sorriu. 

— E o que seria verdadeiro aqui dentro?

— O dinheiro de vocês — respondi sorrindo e saí dali. Ele me seguiu. 

Abri a porta do meu quarto e ele entrou. Joseph suspirou e pôs as mãos na cintura antes de falar.

 — Soube da sua ida a Las Vegas com Cameron. Preciso saber mais detalhes. Não entendi ao certo do que Joseph precisava. Por que estava tão interessado em saber onde fui? 

— E por qual motivo quer saber disso? Não aconteceu nada demais. Só fizemos sexo, coisa que qualquer outro homem faria se tivesse pago a uma garota de programa. Joseph sorriu.

 — Não, Kyara. Cameron e o pai estão sob investigação do FBI. Tivemos informações de que ele a usou para mostrar aos seus aliados como seria suas mercadorias. 

Paralisei na hora. Mercadoria? Como assim? 

— Do que está falando, Joseph? — Cameron e o pai comandam uma quadrilha de tráfico de mulheres. Por isso preciso saber o que ele tanto fez em Las Vegas.

Meu Deus, eu fiquei um dia inteiro com uma cara que poderia muito bem ter me vendido para aqueles homens. Lembrei da conversa que os dois tiveram quando chegamos ao casino, mas não escutei nada, então não dava para ajudar.

— Eu não sei de nada. 

— Tem certeza? 

— Tenho. Eu vi os dois conversando, mas não escutei muito bem o que era.

 — Você não pode mais ficar aqui. — Espantei-me. — Temos que arrumar um local mais seguro, se ele souber que tivemos aqui, vai mandar alguém atrás de você. 

— Mas não sei o que aconteceu lá, ele mesmo viu que não escutei nada da conversa, não podem fazer nada comigo! E como assim, “tivemos” aqui? Por acaso veio mais alguém com você?

 — Ann... Sim, me desculpe. Um segundo homem saiu do banheiro, e eu quis gritar com Joseph. 

— Estamos juntos trabalhando no caso do Governador. — Joseph tem razão, precisamos arrumar um novo lugar para você ficar. Esses caras são barra pesada e se souberem de algo, vêm bater aqui. 

— E onde vou ficar? — Cruzei os braços, esperando respostas. 

— Eu sei de um lugar seguro — Joseph respondeu. Do lado de fora, três carros da polícia estavam parados. Entrei em um e vi Justin. Abracei-o no instante em que pus os olhos nele.

 — Que bom que está aqui. Eu nem sei por onde começar, são tantas coisas... 

— Não precisa, já sei de tudo. Eles me relataram. Concordei e me sentei no banco. Eles foram bem rápidos. Joseph, ainda no carro, deu orientação a Justin para quando alguém surgisse na boate procurando por mim. Os dois conversaram e Justin saiu. 

Fiquei no carro e fomos nos distanciando aos poucos. Engraçado como tudo pode mudar de uma hora para a outra. Em um instante estava trabalhando pensando apenas nos clientes que poderiam surgir e no quanto ainda teria de serviço pela frente.

 E agora estava sentada no banco de um carro de polícia. Perguntei qual o local que ia, mas Joseph não quis falar. Encostei no banco e esperei. Quando o carro parou, vi um prédio. Um condomínio, na verdade. Ele desceu e pediu para eu sair do carro. Assim fiz e abri a porta. 

— Vai ficar aqui por alguns dias. Ninguém sabe onde está, então é seguro para você. Ele me entregou um chaveiro com a chave do apartamento. Disse para não me preocupar e ordenou que eu entrasse. Revirei os olhos em protesto e, sorrindo, entrei no prédio. Peguei o elevador e, no corredor, caminhei em direção ao número que estava escrito na plaquinha de metal. 

— 69? — Sorri. — Só você mesmo, Joseph. No meio da noite um barulho me fez acordar. Meu coração começou a bater mais rápido pela adrenalina que estava sentindo no momento. 

Medo, talvez. Depois do que me contaram, comecei a ficar com medo até de ficar sozinha no apartamento. Hora ou outra conversava com Justin. Ninguém tinha ido a boate perguntar por mim, tirando os clientes de sempre. Levantei-me da cama e segui vagarosamente até a cozinha.

 Consegui pegar uma faca e saí lentamente. O apartamento estava em total escuridão, apenas a luz de um letreiro do lado de fora que batia na janela da sala causava uma pequena luz adentro. Eu prendia minha respiração para ouvir algo mais. De repente, fui surpreendida por alguém que segurou meu braço.

— Shiiii... Sou eu, Joseph! Ele apertou minha mão e soltei a faca no chão. 

— Droga, Joseph! Você quase me matou de susto! Segui até o interruptor e liguei a luz. 

— O que veio fazer aqui?

 — Vim saber como estava. — Caminhou em minha direção com um sorriso safado no rosto. — Fiquei pensando que talvez precisasse de algo. 

— Às três horas da manhã? — Arqueei a sobrancelha e sorri. 

— E por que não? 

— Como entrou aqui? E o que quer uma hora dessa? 

— Tenho a cópia da chave. Joseph caminhou em minha direção e parou bem próximo. — Eu ia te acordar com vários beijos distribuídos pelo seu corpo, mas você acordou antes da hora. 

— Sabe que para transar comigo tem que pagar meu programa, não é? — Ele estreitou os olhos.

— Eu faço sua segurança, então acho que você que me deve. — Deu um sorrisinho de lado. Abri a boca para falar algo, mas deixei de lado. 

— Tá ok, você ganhou. — Retirei minha camisola, ficando apenas de calcinha. — Se é sexo que você quer, sexo vai ter. Ele agarrou em minha nuca e me puxou um beijo. Sua mão deslizou em meu corpo e encontrou meus seios. 

Soltei um gemido ao senti-lo os massageando e seguimos para o sofá. Deitei, retirando a calcinha, e Joseph veio por cima, chupando cada centímetro de mim. Puxei o cinto da calça e ajudei a retirar a camisa que estava vestindo. Já sentia seu membro rígido entre minhas pernas. Joseph se moveu e desceu até minha entrada úmida. 

Eu queria continuar daquele jeito até o dia amanhecer. Ele se ajeitou no sofá e me pediu para chupá-lo. Foi minha vez de agradar e comecei devagar. Logo após fui aumentando o ritmo, deixando-o louco de tesão. 

— Me dá logo a bucetinha, Kyara, estou louco para meter em você! Levantei-me para nos ajeitar no sofá e sentei em seu colo. 

Fui me ajeitando e encaixei seu membro em minha entrada. Segurei em seu ombro e comecei a rebolar, sentindo-o entrando dentro de mim. Ele passou os braços em volta de minha cintura e o senti entrar e sair rapidamente.

 — Gosta de foder assim? Hum? 

— Gosto muito. Mete mais fundo, vai — gemi em seu ouvido enquanto recebia várias estocadas. — Tá gostoso. 

— Então fique de quatro pra mim, agora. Ajeite-me e empinei a bunda para ele. Joseph segurou em minha cintura e me fodeu por trás tão gostoso que gozei antes dele. Minhas pernas estavam bambas, minha buceta dolorida e minha bunda ardendo com os tapas que recebi durante o sexo selvagem dele. 

— Eu adorei o sexo. Tão selvagem — respondi, deitada em seu peito no chão da sala. — Só faço assim, querida. — Hum. Eu não sei ao certo o que dizer da mulher que se casar com você, sortuda ou azarenta. — Sorri. — Todo dia receber um sexo assim não é para qualquer uma . 

— Você faz sexo assim todos os dias, Kyara. 

— Não, nem sempre. Alguns tentam. — Rimos. — Outros nem chegam aos pés disso. 

— Falando assim vou começar a achar que é verdade. — Rimos. 

Fiquei em silêncio por um breve momento. O sono retornou e dormi.






Notas Finais


Curiosidades : Eu tava procurando um nome pra história, quando eu tava ouvindo a música Make Love - Gucci Mane, Nicki Minaj aí ficou esse nome.
Aviso : Tá acabando !!!


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