História Make me - Capítulo 43


Escrita por: ~

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Categorias Supernatural
Personagens Castiel, Dean Winchester, John Winchester, Lúcifer, Sam Winchester
Tags Abo, Alfa, Beta (gama), Ômega, Samífer, Sastiel, Wincest
Visualizações 138
Palavras 1.682
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura!!

Capítulo 43 - Capítulo 42


Mais tarde... 

 Os planos tiveram que ser adiados, Sam dormia calmamente em sua cama enquanto John e Dean estavam na cozinha pensando e conversando sobre tudo que estava acontecendo. 

 - Sam esta muito sensivel para essa fuga. Não quero deixa lo a disposição de tanto estresse. 

 - Sim. Mas precisamos sair da cola de Azazel, só imagino o pior em vê lo perto de nós. - disse Dean encarando o chão, com concentração avulsa. 

 - Mas só porque não o encontrei, não significa que ele esta por perto. 

 - Ele atacou Benny e Chuck por nossa culpa - confessou - Ele errou nossa casa, pai. Foi por muito pouco... 

 John se lembra da conversa entre Jeffrey e Azazel e aperta as têmporas. 
 - E como eles estão? - Perguntou John com pesar. 

 - Chuck levou um tiro, não parecia bem quando o vi. Benny... Inconsolável e assombrado com esse maldito - Dean socou a parede. - Fugiu igual a um rato quando viu que a casa ia cair. Covarde ainda por cima - Dean falava com todo nojo que sentia. 

 - Eu não duvido, ninguém consegue o que ele tem do nada. Deve ter o rabo preso por muita coisa errada. 

 - E onde estão os caras da lei? Os federais ou sei la quem? Por que não o enfiam numa penitenciária de segurança maxima até ele apodrecer la? - Indagou revoltado. 

 - Dean... Pessoas assim tem metade dos de farda no bolso. - Riu de escárnio. - Azazel manipula as pessoas, brinca. Ele não tem fama a toa... 

 Dean recebe as palavras do pai com asco.

 - Mas vou acabar com essa graça - disse Dean o cortando - Se ele tocar em algum de vocês... Eu juro, nem que eu morra, mas não vou descansar até acabar com ele. 

 Dia seguinte. 

 Sam desperta na cama um pouco sobre saltado, pra ele já estariam longe dali faz tempo. Dean não estava ao seu lado.

 O rapaz se levanta e vai até o banheiro lavar o rosto para acordar e se recompor. Sam trocou de roupa e ouviu alguém entrar. Foi até a porta e abriu vendo ser John. 

 - Bom dia - disse Sam para o pai. 

 - Bom dia - disse o mesmo olhando em volta, não havia entrado ali ainda. 

 - Como Dean esta? - Perguntou Sam abrindo mais a porta e revelando estar sem camisa. 

 - Tentando se manter calmo. Impala e rock classico nas alturas. - se sentando na cama. 

 Sam suspira e sai do banheiro. 

 John o olha passar analisando a barriga do filho com um sorrisinho sorrateiro que surge serpenteando em seus labios. 

 - Entao, eu estou pronto. Podemos ir... - Disse Sam abaixando com dificuldade para pegar uma mala. 

 - Teimoso como sempre - riu John e foi até o rapaz, erguendo a mala para o mesmo. 

 - Não sou teimoso, se digo que estou bem é porque estou de verdade. - rebateu Sam abrindo a bolsa -... Obrigado. 

 - Não importa como esta se sentindo, Sam. Seu estado é delicado, todo cuidado é pouco. - Alertou olhando a barriga do rapaz. 

 Sam para um estante o que fazia e o olha meio inseguro, mas não podia deixar passar. 

 - Quer tocar nela? - Perguntou baixo 

 John levanta o olhar para o filho e não sabe o que dizer, mas assenti sem jeito. 

 - Faça... - Diz simples

 John não consegue se mover, talvez tomando coragem para fazer isso apesar de ser uma gestação normal e ter visto Bob passar por isso para ter Jo. Mas era seu filho ali, seu filhote que cresceu tão rápido que o pai nem percebeu.

 Sam, ve o rosto do pai cheio de prevenções e pega a mão do mesmo, pondo sobre sua barriga. John é despertado de seus devaneios com o toque da pele macia e estufada do Ômega. 

 - Ela deve saber que você é da família. Esta fazendo cossegas - disse abrindo um sorriso tímido e soltando a mão de John que permaneceu no lugar, fazendo um carinho com o dedão. 

 - Isso é incrível, Sam. - Disse baixo e nervoso. 

 - Pai, você passou por isso duas vezes - riu - deveria estar acostumado... Começando a achar que fomos adotados, desse jeito - tocando o ombro de John e voltando a vestir uma blusa. 

 John riu e se deixou descontrair. 

 - Quando ela vem? - Perguntou tirando as mãos de Sam e fechando a bolsa. 

 - Daqui um mês, se não me engano dia 05. Mas tudo pode acontecer - falou se sentando e pondo o peso sobre os braços apoiados na cama, deixando a barriga livre. 

 - Seu irmão deve estar pirando. 

 - Ele surta as vezes - falou com um sorriso bobo - Mas não quer que ninguém saiba. - Revira os olhos - coisa de alfa. 

 John assenti e se senta ao seu lado. 

 - E depois, o que farão? Você ainda não acabou suas atividades acadêmicas. - Disse num tom cauteloso.
 
 - Eu vou terminar - se sentando ereto - Nós vamos, o Dean falou que pensaria sobre também. 

 John faz uma cara surpresa e levanta uma sombrancelha. 

 - Conseguiu colocar juizo ali? Parabéns - disse dando mérito a Sam. - Mas e... Questões civis? Alguma? - Esfregando as mãos uma na outra e as pousando na coxa. 

 - O senhor quer dizer, se casar? - perguntou encarando um ponto qualquer da sala e mexeu em seu anel de noivado que John ainda não dara atenção.

 - Lógico - disse olhando para Sam - Tem uma familia, agora. Não vou aceitar que vocês fiquem de namorico.
 
 Sam riu e tocou a nuca. 

 - Pai, é só uma comemoração. Eu e Dean já somos um do outro, não precisamos de prova por escrito - disse calmo. 

 - O inferno que não!  - exbravejou e se levantou.

 Sam o olhou incrédulo.

 - Sua mãe e eu falavamos nesse dia, em que veriamos os dois passar por essa fase. É importante pra familia e eu... Gostaria muito de viver essa alegria com vocês. - Completou com sinceridade. 

 - Vai devagar, vovô. Se infartar não vai ter casamento - disse Dean entrando. 

 - Iriamos adorar, pai - disse Sam com olhos brilhantes no velho. 

 - E o senhor? - Se sentando ao lado de Sam - Vai recomeçar? Ouvi você conversando com uma Alex mais cedo. 

 John o olha com o olhar de repreensão. 
 - Me espionando? - Perguntou John sério. 

 - Acho que é de família - disse Dean contendo o riso. 

 Sam também se contém e John estufa o peito, desconcertado.

 - Um homem tem suas necessidades... - enrolou 

 - Não esta fraco não, hein pai - disse Dean rindo.

 John o olhou duro e saiu do quarto. 

 - E como vocês estão? - Perguntou Dean colocando o braço por cima dos ombros de Sam e tocando a barriga do Ômega. 

 - Melhor. - Sam disse e deu um beijo carinhoso no Alfa - Dean... - Interrompendo o beijo - Deveríamos avisar ao Benny e o Chuck para tomarem cuidado,  não acha? 

 Dean engoliu suas palavras e abaixou o olhar penoso, Sam ainda não sabia de nada. 

 - O que foi? - Perguntou Sam o olhando preocupado. 

 - É... Sam, eles estão no hospital. - Dissr sem encarar seu Ômega. 

 - Desde quando? - Perguntou surpreso. 
 - Ontem... Azazel foi até eles, Chuck está ferido.

 - Por que não me contou antes?

 - Você estava passando mal, não queria que piorasse. - mentiu. 

 Sam fechou a cara e virou o rosto.

 - Sempre o último a saber, nao é Winchester?! - murmurou. 

 - Sam... 

 - Me leve até eles...

 No hospital. 

 Chuck estava entubado e sedado. Benny, não saiu de seu lado nem por um minuto. O beta estava exausto, mas para ter seu amado bem outra vez. Nada Importava. 

 O mesmo dormia agora, cinco minutos olhando para Chuck naquele estado e lembrando coisas boas que passaram juntos, o fez adormecer com uma sensação de paz falsa, mas bem vinda a essa hora.

 Dean foi o primeiro a entrar no quarto, viu seu amigo ferido e engoliu seco, a culpa brotava tão naturalmente que lutar contra já não era mais um de seus dilemas. O Alfa viu, Benny se remecher na cadeira ao lado do corpo de Chuck e foi até eles.
 
 Sam entrou em seguida, também em silencio e com o rosto nublado.

 - Eu sinto muito, amigo.. - falou Dean tocando o ombro de Chuck até que foi tirado de seus pensamentos por gemidos e palavras desconexas de Benny. 

 - Pesadelo - disse Sam indo ate Benny. 

 Benny revivia os momentos de terror, com Chuck sendo ferido.

 - Hey.. Benny, acorde - chamou Sam o balançando devagar fazendo o beta acordar ofegante e assim que retoma consciência abraça o ômega. 

 - Sam, estava preocupado - disse saindo do abraço para o olhar melhor.
 
     - Benny. Por favor, não se sinta mal de nenhum jeito. Eu que liguei pra você, sou a causa disso tudo. - disse Sam abaixando os olhos.
 
       - Nao, isso também não é verdade. - falou Benny agora percebendo que Dean estava na sala com eles. 


    - Ele ainda esta desacordado... - disse Dean desanimado, mudando de assunto. 

 - Conseguiram remover a bala. Ele só precisou de uma transfusão. Estamos esperando pra ver se o corpo dele reaje a alguma coisa. 

 - Sangue ABO? - perguntou Sam interessado. O omega queria fazer bioquímica, e o assunto desse estudo era o que o motivava ainda mais. Sam, achava fascinante.


 Benny balançou a cabeça em afirmação. 

 - Ainda são recentes os casos que eles usam esse tipo. Mas só tem havido avanços e esta indo muito bem - Benny olha para Chuck com olhos marejados - Se tudo der certo, estamos liberados semana que vem. 

 Sam da um sorriso curto.

 Sangue ABO em circulação de um beta, fariam as feridas se curarem mais rápido. E tal descoberta funcionara futuramente em casos de doenças terminais. 

 - Tenho certeza que logo estaram em casa. - disse Dean tentando animar o amigo.


Notas Finais


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