História Make Me Wanna Die - Interativa - Capítulo 16


Escrita por: ~

Postado
Categorias American Horror Story
Personagens Personagens Originais
Exibições 21
Palavras 727
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Fantasia, Festa, Ficção, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


> Quando eu gosto de uma coisa e não paro de fazer... Mentira gente, esse é a última parte
> Espero que gostem desse capítulo

Capítulo 16 - Acendendo o ódio - Parte 3


 

Ficamos apostos esperando o sinal. 

— Aff, eu odeio isso. — Digo 

— Quem é aquele que você deu um soco? Ele parecia conhecer você. — Smith 

— Acreditaria se eu dissesse que é o Jared? Meu ex? — Pergunto 

Ele me olha surpreso e ao mesmo tempo duvidoso.

— Foi por ele ent.. — Eu o interrompo. 

— Não quero falar sobre isso, tudo bem? — Digo mostrando um sorriso gentil.

Ficamos sentados e até jogando pedra, papel e tesoura por conta do tédio. 

[...] 
O sinal foi feito, nosso grupo entraria na casa pelos fundos. Se as bruxas fossem mesmo poderosas, precisaríamos nos movimentar o mais rápido possível para vasculhar a casa. 

Subimos a escada e até agora não tínhamos encontrado nada demais, a não ser uns sigilos nas paredes. Ouvimos sons de lutas vindo do quarto, corremos o mais rápido possível em direção a ele e quebramos a porta. Ela segura nós contra a parede usando sua mente.

Ficamos completamente presos, sem nenhuma chance do primeiro ataque. 

Killua se ajeitava para pegar ao em seu bolso, quando retira, deu a total visibilidade do objeto, ela um Yo-Yo. 

— Não é hora de brincar. — Collin diz tentando se mexer. 

Killua roda seu yo-yo do chão depois joga em direção a bruxa, quando passou por ela o yo-yo abriu lâminas, mas parece que não tinha a acertado. Ela riu e ele puxou o Yo-yo de volta com toda a força que tinha, decapitando a bruxa e nos soltando.

— C-Como conseguiu esse yo-yo? — Isabella 

— Um mágica nunca diz o segredo do seu truque. — Diz 

Nós continuamos vasculhando os andares de cima, parecia que só havia uma aqui em cima. 

— Abaixa! — Collin pula em cima de Isabella. 

No mesmo instante uma faca veio em nossa direção.

— O-Obrigada. — Isabella. 

— Não é ora de... — Isabella gira ela e Collin e fica em cima dele, impedindo o lustre de acertar os dois. 

— Cadê ela? — Killua 

— "Ela" está aqui. — Um garoto aparece 

— Ou, mas eae velho, vocês vão ficar se pegando ai mesmo? — Smith vira para Collin e Isabella, eles ainda estavam no chão. 

Os dois levantarem e ficaram vermelhos. 

Eu fiz um ataque rápido e dei um soco nele, mas logo ele devolveu com outro golpe. 

— Vocês estão mexendo com a família de bruxos errada. — A luz se apaga. 

Um grito surge na sala e a luz volta novamente. 

— O que aconteceu? — Collin 

— Isabella? — Olho ao redor. 

— Droga! — Collin quebra o quadro. 

— Temos que achar ela, vamos. — Killua corre 

[...] 

Rondamos a casa a procura da Isabella. 

— Se eu fosse um bruxo, onde iria esconder meu refém? — Smith coloca a mão na cabeça. 

— Está pensando demais em João e Maria. — Collin suspira  

— É isso! — Digo 

— Doces? — Collin 

— Um porão! — Killua 

Todos descemos as escadas e fomos tentar achar um porão. 

[...] 

— Isabella? — Achamos uma porta. 

— To aqui! — Ela grita 

Todos batem contra a porta e ela se quebra. Olhamos a redor e ele não estava lá, talvez foi avisar sua família do perigo. 

— Ah! Vocês estão aqui! — Jared aparece com os outros. 

— O que aconteceu? — Collin 

— Temos que sair daqui, AGORA! — Diz correndo novamente

Todos fomos a pressas e acabamos nos encontrando no meio da casa. 

— Cadê eles? — Pergunto 

— Estão muito furiosos, vamos agora mesmo! — Sugere um homem alto 

— Quantos são ainda? — Isabella 

— 3... — Jared

— Cadê o Smith? — Pergunto olhando para os lados desesperada. 

Ouvimos um grito da cozinha. Eu ia correr para ajudá-lo, mas Jared me segura. 

— Temos que ir! — Jared

Eu ouço os gritos do Smith e tento me soltar, mas todo mundo me segura me puxando para fora da casa. 

— Smith!!! — Continuo gritando. 

[...] 

Já estavamos bem longe da casa, quando me soltaram eu cai no chão.

— Madeline? — Mark tenta chegar perto de mim. 

— Você... Você não fez nada... Depois de tudo que ele fez por você...  Você só pensou em si mesmo. — Digo apertando a areia do chão.

— Era ele ou nós. — Jared 

Eu peguei minha arma e apontei para Jared. 

— Sempre quando estou com você... Alguém morre... Eu... Eu estou cansada disso. — Eu estava quase puxando o gatilho. 

A menina se posicionou na frente do mesmo para defende-lo. 

— Madeline, venha. — Jeffrey tira a arma das minhas mãos e me pega no colo. 

— Para onde vamos? — Collin 

— Nós vamos voltar para casa. Foi bom trabalhar com vocês. — Jeffrey diz e começa a andar. 

Eu só conseguia olhar para a cara triste de Jared e chorar ao mesmo tempo
 


Notas Finais


> T-T


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