História Make Me Wanna Die - Interativa - Capítulo 17


Escrita por: ~

Postado
Categorias American Horror Story
Personagens Personagens Originais
Exibições 23
Palavras 921
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Fantasia, Festa, Ficção, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


> Perdoa minha falta de tempo e não desiste de mim
> Perdoa minha internet e não desiste de mim

Capítulo 17 - Olá vizinho


 

Meg - ON 

— Bom dia, flor do dia. — Eu tomo um susto por Lola estar bem próxima do meu rosto. — Eu esqueci de tirar o creme de beleza hoje de manhã? — Ela passa a mão no rosto. 

Ela retira um cigarro e fuma ali mesmo, olhando para fora da janela. Eu me sento na cama e fico observando a mesma, acabei me virando para a janela para verificar o que Lola tanto observava. 

A vista da manhã estava muito forte, incluindo pessoas novas. Pessoas estavam retirando caixas de um caminhão, logo conclui que tínhamos vizinhos novos. 

Lola caminha até a janela e a abre, jogando o cigarro fora e virando para se retirar do quarto. 

— O café está na mesa. — Disse cruzando a porta. 

[...] 

Depois de ter feito minhas higienes matinais eu desço até a cozinha para comer, todos só falavam do vizinho novo, que por sinal, elas reparam bem nesse pouco tempo de mudança. 

— Será que ele tem um irmão? — Heather. 

— Ele estava encarando nossa casa mais cedo. — Elizabeth. 

— Nossa é uma das maiores do bairro. — Disse Amina colocando a torrada na boca. 

— O que acha Meg? — Lisa pergunta e logo todos ficam em silêncio. 

— Que não deviam exagerar no açúcar quando fazerem o café. — Digo repousando a xícara na mesa. 

— Que tal darmos boas vindas a eles? — Zoe 

— Odeio vizinhos, eles sempre reclamam do barulho alto. — Jennie. 

Cordelia dá um sorriso tímido. 

— Façam uma torta de boas vindas e vão fazer amizades, parece que todas se interessaram no garoto. — Cordelia sugere. 

— Me passem o açúcar por favor? — Thomas pede. 

Todas estavam falando sobre que sabor de torta iriam fazer, talvez uma clássica torta de chocolate, mas com morangos ou com cerejas? Difícil decisão, eu colocaria tudo que tenho direito. 

Thomas bufa e o mesmo usa sua telecinese para pegar o açúcar. 

— Acho que vou ligar para o papai. — Lola se levanta. 

— Só porque ele ainda está na cidade, não quer dizer que ele venha atender suas atenções Lola. — Thomas.

— Sim, mas seria bom sairmos todos juntos. — Lola 

— Lola, não acha que seu pai está escondido por conta disso? — Cordelia

— Faz pouco tempo que chegou, deixe as coisas se acalmarem. — Zoe 

— JÁ SEI! Vamos fazer um bolo de chocolate com cerejas e morangos. — Miranda — Err... O que estavam falando mesmo? — Todos viram para Lola. 

Lola suspira. 

— Vamos começar? — Selene

Thomas e Alex se levantam.

— Ei, não vão participar? — Lisa 

— Não. — Se retiram. 

[...] 

Dito e feito, o bolo estava com uma aparência ótima, só não sabiamos do gosto, mas parecia estar delicioso. 

Todas foram levar o bolo e dar boas vindas a eles, ou melhor, a ele. Pareciamos adolescentes do colegial. 

Batemos na porta e ele nos recebeu, ele estava suado e sem camisa, o que deixaram todas loucas. Mas é claro, não gritaram como queriam gritar. 

— O-oi, somos moradoras do lado... E... E viemos dar boas vindas a vocês. — Selene disse se perdendo entre o abdomen bem definido do mesmo. 

— E que boas vindas hein. — Miranda 

Ele sorriu e coçou a nuca, sinal que estava tímido. 

— Entrem. — Disse 

Quando entramos podíamos reparar na casa, não era tão pequena quanto se podia ver de fora, as poucas coisas que tinham deixava a casa mais espaçosa. 

— Então, por que se mudaram? — Christine. — Quer dizer... Não que isso seja da nossa conta... 

— Tudo bem, aconteceu uns imprevistos na nossa antiga casa. — Ele estava vestindo uma camisa. 

Miranda deixou o bolo em cima do balcão.

— Meu nome é Tyler, e o de vocês são? — Tyler 

— Nossa, que falta de educação a nossa. Sou Miranda. — Miranda o cumprimenta com um aperto de mão. 

— Selene. 

— Christine

— Elizabeth

— Amina 

— Meg 

— Heather

— Lisa

— Jennie

— Lola. — Quando ele se vira para Lola, o mesmo se paralisa, como se não acreditasse no que visse. — Eu acho que te conheço de algum lugar Tyler... 

— E-Eu tenho um rosto bem familiar. — Disse coçando novamente nuca. 

A mesma o solta e sorri. 

— Acabou a visita, vamos embora. — Lola disse se retirando. 

— Mas... — Miranda 

— Eu disse... Acabou a visita. — Lola disse num tom de voz ameaçador, de dar medo, dar medo mesmo. 

Todas se desculparam e seguiram Lola para fora da casa. A mesma continuou a andar dizendo não ou até um pouco perdida, ignorante nossos gritos atrás da mesma. 

Ela entra na casa ainda nos ignorando. 

— LOLA! — Todas gritam. 

— Não precisavam ter vindo aqui papai, Lola está sob controle. — Ouvimos essa frase do corredor. 

— Papai, por que está aqui? — Lola 

Todas chegam juntas a sala, havia 3 pessoas lá, incluindo o pai de Lola e Thomas. 

— Não estou aqui porque Lola me chamou. — Disse Cristhóffer. 

— Aconteceu alguma coisa então? — Cordelia 

— Nos atacaram! — Um homem levanta a voz. 

— O que? — Zoe 

— Está na hora de fazermos alguma coisa sobre os caçadores, mataram dois de nós. — Cristhóffer. 

— Q-Quem morreu? — Lola 

— Katherine e Nicolau. — Cristhóffer. 

— Kath?! — Thomas logo levanta assustado

Lola ia caindo no chão, mas nós a seguramos. 

— Tirem Lola daqui. — Cristhóffer. 

Nós saímos com ela para o Jardim, para pegar ar puro. 

[...] 

Ficamos um pouco com a mesma, até ela se recuperar. 

— Vamos voltar lá. — Lola diz. 

— O que? Você está doida? — Heather 

— Lola, seu pai e as pessoas que o acompanhavam pareciam ser bem poderosos, não somos nada perto deles, vamos morrer. — Christine. 

— Não vamos não. — Lola nos olha. 

Levamos um grande susto quando vimos os olhos de Lola, um verde e outro vermelho, como se tivessem mudado de cor. 

— Vamos esperar, a vingança é um prato que se come frio. — Termina e caí uma lágrima de seu olho direito


Notas Finais


> Adivinha quem está de férias? Isso mesmo, outras pessoas pq eu... mentira, EU TO DE FÉRIAS ~AVOA
> Capítulos em dia, sumido rsrsrs
> Espero que gostem desse capítulo, tudo vai se encaixar, tenham calma
> Vai vim treta aí


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