História Make me yours - Capítulo 8


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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Azusa Mukami, Kanato Sakamaki, Kou Mukami, Laito Sakamaki, Personagens Originais, Reiji Sakamaki, Ruki Mukami, Seiji Komori, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Yui Komori, Yuma Mukami
Tags Amigas, Amor, Anjos Caídos, Assassinato, Ayato Sakamaki, Bdsm, Castigos, Cenas Eróticas, Cenas Quentes, Comedia, Daddy, Diabolik Lovers, Enredo Sensual, Fetiches, Hentai, Hot, Make Me Yours, Maldade, Masoquistas, Morte, Noivas Diferentes, Origem, Punições, Sádicos, Sadomasoquismo, Sangue, Segredos, Sem Clichês, Sexo Explícito, Sexy, Submissas, Suspense, Terror, Vampiros, Vingança, Yui Komori
Exibições 233
Palavras 1.920
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Colegial, Ecchi, Escolar, Fantasia, Ficção, Harem, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Terror e Horror, Universo Alternativo, Visual Novel, Yuri
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oii!!♡♡♡
Essa é a segunda parte do capítulo de ontem.
Desculpem se tiver erros. É que escrever pelo celular é uma droga.
😕😕😕
Boa leitura!!!

Capítulo 8 - Por que eu adoro quando você é mau comigo?( parte 2 )


Fanfic / Fanfiction Make me yours - Capítulo 8 - Por que eu adoro quando você é mau comigo?( parte 2 )

"Todos esses jogos promíscuos ela teve que jogar 

Oh, ela pulou a fase do trepa-trepa 

Ela está tentando olhar para as coisas de uma forma brilhante 

Vê uma luz espreitar no fim do corredor 

Não, ela está tentando, tentando, tentando escapar"


POV's Yui Komori

*

*

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*

*

Virei o rosto em meio aos travesseiros macios, ainda zonza.

Abri os olhos lentamente.

Espera... Não estou no meu quarto...

Tentei me levantar sem sucesso do colchão. Algo frio me atava à ele.

Aquilo eram... Algemas?!

Legal... Eu estava só de calcinha com os braços estendidos e ambos os pulsos algemados no ferro da cama.

— Finalmente acordou, chichinashi. Ainda bem que não te coloquei na minha dama de ferro. — Ayato me deu um meio sorriso. — Acho que seria difícil tirá-la de lá depois.

— Seu... Seu... Você me dopou! O que significa isso?! — puxei os objetos de metal ao querer levantar para encará-lo, esquecendo completamente o estado em que me encontrava.

Emiti um pequeno silvo de dor ao mesmo tempo que enrusbecia por inteira.

Parado aos pés da cama enorme, o vampiro me fitava ainda com o sorriso descarado e o olhar perverso.

— Será apenas o seu castigo por tentar fugir de mim. Agora fique calada!

— N-Não... Eu não quis... — me defendi à todo custo, fazendo o possível para escapar da punição.— Desculpa?

— Não, não. Deveria ter pensado nisso antes. — ele estava se divertindo com o meu desespero e ansiedade naquele falho pedido de súplica.

O ruivo tirou a camisa do seu uniforme de "colegial de fachada" e veio para cima de mim.

Tentei me soltar uma outra vez, mas ele me prensa mais contra os lençóis rubros.

Quando senti a mordida dolorosa na curva do pescoço achei que fosse desmaiar, mas não aconteceu. O meu corpo me traía novamente, sentindo o prazer na tortura.  

— Você adora isso, não é? — Ayato indagou limpando o excesso de líquido vermelho do canto dos lábios.

— C-Claro que não! — virei o rosto quente, numa forma de tentar escodê-lo.

— Não minta. Está tão clara essa sua expressão de prazer quanto a luz do sol, sua masoquista. — ele segurou o meu queixo, fazendo com que eu o olhasse diretamente. 

— O que pretende com isso? — temi saber a resposta para esta pergunta. — E-Eu não fiz nada!

— Acho que vou começar o seu castigo por aqui... — ele me olhou de soslaio e abriu um sorriso safado, deslizando a mão pela minha barriga e parando perto da minha calcinha rosa-clara, até que a rasga.

— Aahh...! — gritei ofegante, sentido-o me masturbar.

Seus dedos habilidosos pressionavam a minha entrada, fazendo círculos internos e me violando deliciosamente.

Suspirei fundo, abrindo mais as pernas para que o garoto continuasse.

— Hu? — resmungo ao ver que ele parou.

O encarei decepcionada.

— Quer que eu te toque mais, chichinashi? — o meu olhar impaciente o fez sorrir.

— Quero... — minha boca se mexeu praticamente sozinha.

— Implore para o Ore-sama então... — ele voltou a deslizar os dedos pela minha intimidade encharcada, fazendo-me sentir e perder toda a sanidade, fitando o meu rosto deliciado de prazer.

— P-Por favor, me toque, me beije, me faça sua Ayato-kun...! — gemi em alto e bom som. — Eu imploro!

 Assim, o mesmo voltou a estimular o meu clitóris, numa massagem constante que me fez morder os lábios e gemer.

— Hmmn...

Ele me chupa demoradamente e acabo gozando na sua boca, assim segurando as minhas pernas trêmulas para mantê-las totalmente abertas ao seu gosto.

— Tudo em você é delicioso, chichinashi... 

O ruivo começou a beijar do meu abdômen até entre os meus seios, explorando cada centímetro de pele. Os gemidos que eu dava se transformaram em um grito de dor quando ele cravou os dentes no bico de um deles.

— Isso mesmo. Grite mais... — voltou a lamber a ferida enquanto eu me contorcia embaixo dele. — Eu estava certo... Depois que fizemos sexo, seu sangue ficou muito mais delicioso...

— Eu...

— Seja boazinha, chichinashi. Hoje vou fazer o que quiser com você. 

Hoje ele estava tão selvagem...

E eu me sinto baixa e suja por gostar disso.

Soltei um suspiro de rendição. Estou ajoelhada aos pés de sua perversidade, Ayato-kun.

Meu corpo parecia tão quente a ponto de explodir de excitação. Ele me beijou ferozmente, cortando a minha língua com as presas, mas, eu não me importei, continuando o beijo com a mesma intensidade.

Eu era a refém dele, completamente sem poder me mexer, seus lábios descendo pelo meu pescoço, depois seios, barriga; deixando mordidas dolorosas e chupões até as coxas.

— Se continuar gemendo e gritando assim todos vão te ouvir... — ele riu me provocando, até sua atenção se voltar para as algemas prateadas envolvendo meus pulsos. — Vamos dar um jeito nisso.

— E-Eh? — minha visão escureceu de repente. — A-Ayato-kun?

O que é isso? Uma venda?

— Quietinha. Vou te ensinar a ser obediente. — seu riso maldoso se fez presente mais uma vez.

— M-Mas...! — gaguejei, ouvindo-o liberar meus pulsos dos objetos de metal, estes que doíam por estarem estendidos naquela posição a tanto tempo. Pelo menos agora poderia me movimentar.

Apertei os olhos através do pano escuro tampando minha visão. Não conseguia sentir a presença do ruivo perto de mim. 

Concentrei-me na audição para tentar descobrir em que lugar do quarto ele estava.

Sem sucesso.

Desajeitada, me coloquei de joelhos na cama para tatear os lençóis.

— Ayato-kun?

Soltei um gritinho quando uma de suas mãos estapearam minha bunda fortemente e a outra agarrou um de meus seios.

— Me procurando, chichinashi? — seu hálito gelado e mentolado soprou na minha  orelha.

Prendi a respiração, estática.

O vampiro puxou os meus cabelos para trás e acertou mais alguns tapas, o que me fazia gemer e ofegar.

— Garotinha masoquista...

— E-Eu não... Kyaa! — deu-me uma última palmada bem ardida. Certo, certo, não vou mais negar!

Ayato liberou-me do castigo e logo consigo retirar a venda dos olhos, procurando os estragos das marcas vermelhas nas coxas e quadris.

Choraminguei, o encarando. Ele sorriu.

— Agora chega de joguinhos. Vamos terminar o que começamos. — aquela         expressão de satisfação do predador ao encurralar sua presa tinha voltado ao seu rosto. — Quero ter você agora.

O garoto voltou a me beijar, erguendo minhas costas de uma forma que nossos corpos ficaram tão colados que não sobrava espaço para respirar.

Parando para me olhar, tirou primeiro o cinto e depois o restante de suas roupas com um sorriso pervertido.

— Aahhh... — gemi ao sentir a penetração repentina quando ele me colocou no seu colo, e depois me deu uma mordida no pescoço.

Trinquei os dentes com dificuldade para conter os gritos altos que queriam escapar. Ele pareceu se divertir com isso e sugou com mais vontade.

— Ah...!

— Vamos, quero ouvir todos os seus gemidos quando estou fazendo com você... — me sussurrou ao pé do ouvido. 

 Logo prendeu-me contra a cabeceira da cama liderando as estocadas com força. 

— Ooohhhh... Ayato...kun... — eu gemia cada vez mais alto pendendo a cabeça para trás.

— Grite mais, chichinashi! Grite o meu nome! — ele dizia também soltando alguns gemidos roucos e sexys, aumentando a intensidade dos movimentos. Aquela tortura era a mais prazerosa possível.

— A-Ayato-kun... Ahh... — suas mãos firmaram-se na minha cintura e o puxei para mim num incentivo.

Meu sangue fervia de excitação.

Me tornei uma garota sem nenhum pudor.

— Ah!

Nós dois tínhamos acabado de gozar. E tudo dentro de mim.

— Hmmm...!

Ele tirou seu membro da minha intimidade. Eu achei que tinha acabado, mas me enganei. O que só fez foi puxar os meus tornozelos mais para baixo, de uma forma que eu ficasse deitada, e voltou a me foder.

— A quem você pertence?! Diga!

Tão fundo...

— A você! Somente a você! — falei, me contorcendo e revirando os olhos de tanto prazer. — Ahhh...

Enrolando o comprimento dos meus cabelos, agarrou-os, voltando a me beijar. Um beijo violento e sensual.

Ofereci o pescoço para ele.

As picadas não me incomodaram, muito pelo contrário. Fechei os olhos ouvindo o som dele chupar-me misturado à rosnados.

O ruivo fazia tudo aquilo sem deixar um minuto de interromper as estocadas cada vez mais fortes e fundas.

Acho que para um vampiro, não existe nada mais prazeroso do que beber sangue enquanto faz sexo. Ayato-kun era a prova disso.

Meus gemidos ecoavam pelo quarto todo e nossos corpos estavam suados, esmagados um contra o outro.

 O mais delicioso e supremo ápice da noite chegou rapidamente.

  ~ . ~

— Me prometa que vai ser só minha e de mais ninguém, chichinashi. — pediu ciumento, beijando o meu pescoço e sentindo o perfume da minha pele.

Eu sorri, acariciando seus cabelos ruivos. Ayato era realmente mimado como uma criança.

— Eu prometo... — disse à ele, que aninhou a cabeça entre os meus seios e fechou os olhos para a minha surpresa. — Serei sua. Para sempre.

— Continue o que está fazendo...

— O que? Acariciando seu cabelo?

— Isso. Até eu dormir...

Adormeci com um sorriso no rosto.

~ . ~

A sensação gostosa dos seus lábios nos meus me despertou.

— Já é de manhã...? — perguntei sonolenta. — Se for dormi tão pouco... 

— Não amanheceu ainda. Eu estou com sede. — ele me deu um sorriso de canto. 

— Tão rápido? Mesmo depois de ontem...

— Quer dizer o jeito quente que eu chupei o seu sangue? — falou e eu fiquei vermelha como um pimentão.

O vampiro riu e se aproximou do meu pescoço para mordê-lo.

Um tempo depois satisfeito, me encarou com um sorriso malicioso.

— Estava sonhando comigo?  

— Por que? — indaguei sem entender.  

— Estava gemendo tanto.

— Seu pervertido! — eu não consegui conter o riso, dando um soco de brincadeira no braço dele. 

— Eu te amo.

— E-Eu também te amo, Ayato-kun. -- ao ouvir isso da minha boca, me puxou para mais um beijo. Um tão maravilhoso quanto todos os outros. 

《QUEBRA DE TEMPO》

Acordamos com o som de batidas na porta do quarto.

— Ayato-kun, estão batendo! — falei, me enrolando no lençol da cama. 

Ele vestiu as roupas espalhadas pelo chão rapidamente e foi ver quem era.

— Ah, bitch-chan, você ainda está aí? — o outro ruivo de chapéu sorriu ao me ver, se encostando no batente da porta. — Sabia que quase não pude dormir com os seus gritos de prazer ontem? Nem me chamaram pra festa, que maldade...~nfufufu.

  Eu corei violentamente. 

 — O que você quer Laito? — se irritou Ayato.

— Não precisa ficar bravo, irmãozinho. Reiji me mandou vir chamá-lo. Ele quer todos nós na sala em dez minutos. — ele sorriu. —Isso também incluí você, bitch-chan. 

Ao dar o recado, Laito sumiu. 

O que Reiji-san quer conosco? 

Depois que tomamos banho e terminamos de nos arrumar, descemos até a sala. 

— Estão atrasados. — Reiji fechou a cara.

— Ah, não enche! — Ayato se sentou no sofá me puxando com ele.

Reiji soltou um suspiro de irritação. 

— Tsc... Dá pra vocês pararem de gritar? Estão estragando a minha música. —reclamou Shuu no outro sofá. 

— Cale a boca! — falou o ruivo do meu lado.

— Tch!

— Fufufu...~

— Como eu ia explicando anteriormente, aquele homem me contatou. — voltou a falar Reiji. — Amanhã receberemos mais "hóspedes". 

Hóspedes?  

— Mais garotas irritantes? — Subaru não parecia muito contente com a notícia.

Já alguém por outro lado...

— Ótimo, quer dizer então, que ganharemos mais bitch-chans? — sorriu Laito, malicioso. 

 — Virão cinco garotas dessa vez, uma para cada um de nós, já que Yui escolheu ficar com o Ayato. — continuou o vampiro de óculos. 

— Vai ser legal, você não acha Teddy? — Kanato perguntou para o seu urso. 

— Yui. — chamou Reiji. — Você ficará encarregada de mostrar a casa e os quartos para as damas.

— H-Hai. — respondi imediatamente. 

Só espero que essas vádias não me causem problemas.



Notas Finais


Música usada no início: A million men ~ Melanie Martinez
No próximo capítulo as novas garotas irão chegar.
Será que vai ter muitas tretas?
Me aguardem...
😈😈😈
Kisses :3


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