História Make you mad - Bill x Reader - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Gravity Falls
Personagens Bill Cipher, Dipper Pines, Mabel Pines, Pacifica Northwest, Personagens Originais, Stanford "Ford" Pines, Stanley "Stan" Pines, Wendy Corduroy
Tags Demon!bill, Gravity Falls, Human!bill, Reader
Visualizações 93
Palavras 1.653
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Ficção, Hentai, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Terror e Horror, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Antes de lerem isso, saibam que a fanfic vai ser mais fictícia
Há certas coisas aqui que demônios não fazem, tipo se apegarem à algum humano
Então algumas coisas realmente acontecerão

Capítulo 2 - Asmodeus.


Fanfic / Fanfiction Make you mad - Bill x Reader - Capítulo 2 - Asmodeus.

08:30pm — Gravity Falls, Óregon

Você está em seu quarto, lendo alguns quadrinhos de super-heróis em sua cama, totalmente concentrada nas ilustrações para melhor visualização das cenas. Virou uma página e sua mãe abriu a porta do quarto sem nenhum aviso prévio, isso não é legal em seu ponto de vista, entretanto, não podia reclamar. Você a encara e fecha a revista, levantando-se da cama e indo em direção à uma prateleira cheia de livros e revistas. Você se sentou na beira da cama, esperando a sua mãe dizer alguma coisa.

Ela estava meio receosa e isso preocupava você. Você não tinha feito nada de errado, pelo menos nada que você não se lembre.

— Aqueles seus amigos adolescentes estão aqui… — Ela diz, enrolando os seus dedos em um pano surrado.

— Sério? — Com toda a animação do mundo, você salta da cama e corre para o seu guarda-roupa, .determinada a pegar um moletom. — Volto mais tarde, sim? — Retirou a peça da cruzeta e vestiu-a logo em seguida.

— Eu não gosto deles. — Opinou, você revirou os olhos e fechou a porta do guarda-roupa, indo em direção à porta. Sua mãe segue você com os olhos, e começa a seguir seus passos até a sala. — … Pelo menos me diga se Dipper irá com você.

— Mãe, eu não tenho apenas ele de amigo. — Você se estressou. Dipper é uma boa pessoa, porém, a sua vida é um tanto sofrida; sua irmã morreu no parto e ele veio morar em Gravity Falls com seus tios-avós. — Eu gosto dele, mas me deixe em paz!

— Oh, céus! Tem apenas onze anos e já está caindo na rebeldia. — Ela cruzou os braços enquanto lhe encarava. — Mas me diga… O que você e seus amigos adolescentes fazem?

— Vamos à igreja… — Falou de forma irônica, embora tenha passado despercebido pela mãe. — E então, colocamos rock pesado nos alto-falantes.

Sua mãe estava congelada. Apenas encarava você de uma forma triste e decepcionada, sem dar muita importância, você dá de ombros e abre a porta da sua casa, se deparando com um grupo de jovens esperando ao lado de fora.

— Hey, por que demorou? — Disse um de cabelos loiros. Você não se lembrava do nome de todos, os mais familiarizados são: Wendy, Robbie e Tambry.

— Minha mãe não queria que eu viesse. — Você falou com as mãos para trás do corpo enquanto caminhava atrás ao lado.

— E ela mudou de opinião tão rápido? — Perguntou Wendy, arqueando uma sobrancelha e segurando on seu ombro.

— Na verdade ela me viu saindo e não disse nada. — Você deu de ombros enquanto sorria com os olhos. — Então… Para onde vamos hoje?

— Há uma casa abandonada aqui perto, iremos fazer uma visitinha lá. — Um dos rapazes deu uma pausa para respirar. — Você tem medo, S/n?

Nah. — Você abanou a mão. — De boa, nada consegue me assustar.

Após dizer isso, todos os adolescentes gritaram de alegria para você e começaram a elogiar a sua coragem. Depois de mais ou menos trinta minutos de caminhada chegaram à uma casa no meio da floresta, você colocou o seu capuz e caminhou para dentro junto de seus amigos.

— Isso aqui ‘tá realmente abandonado. — Um dos rapazes diz, pisando no piso de madeira e o ouvindo ranger.

O local era sombrio e frio, o clima era realmente pesado por ali, qualquer barulho era motivo de birra por ali. A ruiva se separou dos demais, ela e Robbie acabaram indo para frente, você ficou para trás, mas ao perceber que não havia nada ali, seguiu os mesmos.

Na casa, habitavam teias de aranhas e quadros antigos que pareciam seguir você com os olhos, aranhas e ratos caminhavam livremente entre os pés dos jovens. Durante o caminho, ouve-se um berro de Wendy pedindo para que todos fossem ver; Assim que chegaram lá, se depararam com várias garrafas vazias e um pentagrama no meio com um símbolo da maçonaria no meio.

— Será que houve algum ritual por aqui? — Um dos rapazes pergunta enquanto caminha entre o desenho feito no chão.

— Provável. — Você diz e logo todos concordam com você.

Um deles encontrou incensos usados e alguns novos, junto com um papel com várias coisas escritas.

— Realmente houve um ritual… Aqui há uma oração para algum demônio. — Ele abana o papel e logo todos vão ver. Você fica para trás, nunca foi familiarizada com demônios e isso era novo, assustador também. Engoliu seco e mordeu o lábio inferior por conta da ansiedade. — S/n! Vem ver isso! — Ele a chama e seus pés parecem grudar no chão e não querem sair do lugar. Mas com muito esforço você consegue caminhar.

Ele te entrega o papel e você o lê.

— Uau… Interessante. — Você fingiu interesse e devolveu o papel para ele.

— Será que isso funciona? — Robbie pergunta, arrancando o papel das mãos do amigo, lendo-o logo em seguida.

— Você quer tentar? — Wendy pergunta ironicamente cruzando os braços.

— C-claro que não… Mas talvez a S/n faça isso. — Ele disse e empurrou o papel para você, que o deixou cair por conta do nervosismo.

— Não sei não… Ela é só uma criança. — A ruiva comenta novamente e todos passam a olhar pra você com um olhar de reprovação. — É melhor irmos embora…

— Vai amarelar, S/N? — O loiro perguntou, cutucando seu ombro de forma irritante.

— Não. — Falou firmemente, após ter uma visão ruim da sua reputação com os mais velhos.

— Tem certeza? — Wendy pergunta, se curvando enquanto encosta em seu ombro. Você faz uma cara emburrada e sai de perto da ruiva, assentindo com a cabeça.

Você parou no meio do desenho e sentiu um calafrio percorrer por sua espinha, olhou para frente e viu um espelho enorme, suspirou fundo e olhou para os seus amigos.

Eles entenderam o recado e se retiraram da sala, ficando ao lado de fora do cômodo. Você sentou de pernas cruzadas na frente do desenho e fechou os olhos suspirando profundamente.

Leu mais uma vez o papel que havia uma oração, que dizia ser amigável, sentiu uma brisa percorrer pela sala e estranhou, não havia janela ali. Encarou o chão, e notou que o olho na pirâmide estava virado para você, seu coração gelou e por um segundo quis desistir, mas algo impediu você.

— Vamos lá… — Suspirou fundo e ditou as palavras do papel sem ler. — Satã, concedei-me sua graça, eu lhe peço o poder de imaginar e executar em minha mente o que eu desejo fazer a fim que eu consiga sua ajuda, ó Poderoso Satanás o único e verdadeiro Deus que vive e reina para todo o sempre. Rogo-te que te inspire Asmodeus para se manifestar diante de mim para que ele/ela possa me dar a verdadeira e fiel resposta para que eu possa realizar meu desejo desde que adequado ao seu escritório. Isto eu humilde e respeitosamente peço em Seu Nome, Satã, você pode me julgar digno, Pai.

Não sentiu muita coisa diferente, abriu um olho e ainda via o seu reflexo no espelho.

Asmodeus, Asmodeus, Asmodeus… — Repetiu várias vezes com os olhos fechados, mas dessa vez sentiu um peso sair de suas costas, seus olhos não queriam abrir, ela estava relaxada o suficiente, tinha até esquecido do olho que lhe encarava antes.

Abra os olhos…

Uma voz masculina grossa ordenou de forma genti. Você se assustou com tais palavras e abriu um dos olhos, se deparando diretamente com o espelho, porém ele não refletia uma imagem juvenil.

Corpo de um homem, pernas e cabeça de cabra. Seus dentes tremiam de medo e você nem se dava conta, estava com a boca aberta de forma admirada.

Oh, uma garotinha… Estou surpreso, como você conseguiu me invocar tão fácil?

Ele falava sem abrir a boca, talvez fosse por telepatia. Você não respondeu por medo.

Fale comigo, garota! Eu não sou uma boneca, tenho mais o que fazer. Me diga agora o que você deseja!?

Sua voz saiu como um estrondo, consequentemente, a sua cabeça começou a doer fortemente.

— Não me machuque, por favor… — Você  implorou e baixou a cabeça, escondendo o seu rosto.

Eu assusto você..? Ele falou com certo tom de malícia. Você assentiu três vezes com a cabeça.

— Me desculpe, eu prometo não te invocar mais… Pode voltar se quiser… — Falou quase chorando.

Eu te assusto. Ele afirmou. Se eu soubesse que era uma garotinha…

Você encarou o demônio assustada com a sua cabeça de carneiro bufando e um líquido nojento saindo delas. Fechou os olhos assustada, suas pernas tremiam e você não tinha forças para se levantar, pois estava mole.

Ao ouvir um barulho de carne rasgando, abriu os olhos por curiosidade e se deparou com uma cabeça de touro, com chifres grandes e pontiagudos.

Ainda com medo? Você balançou a cabeça positivamente e o demônio soltou uma risada abafada. Apertou os olhos com lágrimas saindo dos mesmos, queixo tremendo e coração acelerado.

Olhe agora. Você ouviu a mesma voz masculina e agora uma mão grossa segurando o seu queixo para poder fitar a figura demoníaca. Presumo que seu nome seja S/N… Estou certo?

Era um rapaz de beleza relevante, cabelos loiros curtos e repicados com olhos incrivelmente amarelos. Você não conseguiu tirar os olhos dele; suas pernas eram patas de bode até a cintura, possuía chifres grandes e estava sem camisa, se não fossem as partes animais seria um belo rapaz.

— Sim…

Por que invocou um demônio como eu? Ele perguntou, se aproximando de você e se abaixando para ficar do seu tamanho para encarar seus olhos.

Você estava hipnotizada, não conseguia abrir a boca nem para soltar o ar.

— B-bem… Eu li nesta oração que você será um “demônio amigo…” — Falou timidamente.

Claro, estarei ao seu dispor para qualquer coisa. Ele disse sorrindo com os dentes afiados.

E foi assim que tudo começou...


Notas Finais


Eu odiei essa capa aaaa
Quero fazer outra mas to sem pc
A reader tem, por enquanto, 13 anos


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