História Maknae Line Love - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~Sra_Oh_GessyE

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Visualizações 111
Palavras 1.720
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hi, my babies 🍼
Boa leitura!
Dcp pela escrita meio merda, mas essa foi a primeira fic que escrevi ajdnsndn

Capítulo 2 - Coisas Estranhas


Nada de diferente aconteceu, os meninos não demoraram nem meia hora em minha casa e a pior parte foi ter que passar o resto do dia sem olhar o rostinho angelical, maravilhosamente maravilhoso de Park Jimin. Aquelas bochechas, aquele sorriso... Só de pensar eu já fico babando.


Quando chegou a noite, eu babei mais ainda, mas dessa vez foi porque eu estava dormindo e sonhando com o bendito, então juntou a beleza de Jimin e o fato de estar cansada por ter de fazer tantos trabalhos de casa e lá estava eu, mergulhada em uma poça de saliva, vulgo travesseiro. E quando eu notei isso? Quando o sol resolveu invadir o meu quarto e tomar conta de tudo, o que só piorou quando ouvi um estrondo no chão e abri os olhos rapidamente, procurando o motivo de todo aquele barulho.


Aparentemente eu não vi nada, mas com o tempo a visão foi entrando em foco e notei um corpo esparramando ao lado da cama, próximo à porta, enquanto roncava e soltava alguns assobios involuntários. Entrar em desespero? Claro. Gritei mesmo, eu gritei MESMO! Minha mãe só não apareceu assustada em meu quarto porque já devia ter ido trabalhar, pois eu gritei muito, acho que já disse isso, mas acredito que você não esteja entendendo o quanto eu gritei! Tinha um corpo no meu quarto! E eu quase achei que estava morto, mas aquele ronco... deixava claro que a pessoa estava bem viva e de preferência sonhando com um bolo de chocolate com granulado por cima.


Os gritos, pelo incrível que pareça, não acordaram a pessoa, mas o vaso de plantas que taquei em seu corpo de defunto a acordou, a fazendo bocejar e se esticar, sentando-se no chão e me olhando como se fizesse pouco caso. Era um menino, com uma roupa folgada lilás e cabelos platinados, com uma cara de quem havia acabado de hibernar e uma voz arrastada.


– O que você está fazendo?


– O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO AQUI? VOCÊ É UM TARADO?


– Tarado? – Perguntou, arqueando as sobrancelhas. – Não, eu sou a sua fa... quer dizer, guardião e eu estava dormindo, até o momento que uma louca me atacou.


– Do que você está falando? – Abracei meus joelhos e apertei os olhos com força, desejando que ele sumisse dali.


– Eu estava vindo pra cá, mas bateu um cansaço e sua cama estava longe, aí eu acabei caindo por aqui mesmo. – Disse, dando batidinhas no piso de madeira.


– Você ia deitar na minha cama? – Estremeci, arregalando os olhos.


– Claro, qual o problema? Você por acaso rola de um lado pro outro? É espaçosa? Caso não seja, não vejo problema em dividirmos a cama.


– SAI DAQUI, SEU ESTRANHO!


– Eu não sou estranho, sou sua fada, querida. Sabe as balas que você colocou no suco dos seus amigos? – Assenti, lembrando vagamente do dia anterior.  – Elas são encantadas, eles estão apaixonados por você e agora eu tenho que cuidar da cliente que aderiu ao produto, no caso você.


– O que? – Perguntei, confusa.


– É, o sindicato de clientes das empresas de encantamento tem massacrado aquelas que não protegem os mesmos, sabe? Alguns se metem em confusões demais, ainda mais quando se trata de encantamentos de amor, ixi filha... Você não sabe o que é ter que sair pela cidade correndo, ou voando caso você não pareça a Flora do Winx Club quando usa suas asas, no caso eu, atrás de pessoas que estão correndo de terceiros apaixonados, tentando evitar que elas se matem ao se jogarem na frente de um carro sem querer. – Gargalhou.


– Eu só posso estar sonhando... – Resmunguei e apertei os olhos novamente. – SOME DAQUI! EU QUERO ACORDAR!


Abri os olhos novamente, depois de me assustar com os meus próprios gritos, vendo que não havia mais ninguém no quarto.

Eu devia estar maluca, vendo coisas, afinal, não tinha nem vestígios de uma porta ou uma janela que foram abertas. O menino simplesmente desapareceu sem deixar rastros e aquilo só confirmava uma coisa: preciso consultar um médico urgentemente, pensar em Park Jimin está queimando os meus neurônios.


Depois de tomar um longo banho quente para relaxar e me arrumar para ir à escola, eu  coloquei o uniforme simples e prendi o cabelo em uma trança lateral. Como eu já informei, na minha escola ninguém é popular, todos são iguais e possivelmente ninguém iria notar que fui parecendo um papel de tão pálida, sem passar maquiagem, então chegar até a minha sala no fim do corredor foi algo completamente normal, como todos os outros dias.


Me sentei em minha cadeira habitual, com o lugar de Jungkook vazio ao meu lado e o de Jimin do mesmo modo à minha frente. Eu sempre gostei de sentar ali, era agradável conversar com Jungkook para descontrair um pouco, mesmo levando bronca do professor às vezes. Ele era uma pessoa legal e tinha um sorriso convidativo, fora que do meu lugar eu tinha uma visão privilegiada dos ombros largos de Jimin, dos seus cabelos que caíam gentilmente sobre a sua nuca e sem contar nos seus braços musculosos quando ele resolvia esticá-los.


– Oi, Hanni. – Ouvi uma voz atrás de mim.


Mas dizem por aí que tudo tem seu lado bom e ruim, logo o lado ruim de sentar naquela cadeira era ter que ouvir Kim Taehyung me chamar e achar que eu estaria feliz em responder. Sorte a dele que nada me deixava mais estressada que arrancar um pedaço muito grande do meu sanduíche quando, na verdade, eu nem quero dividir o farelo.


– O que você quer? – Perguntei, revirando os olhos.


– Ah... – Falou, como se pensasse na resposta. – A intenção era só cumprimentá-la, mas eu...


– Você o que? Será que pode falar mais rápido? Está tomando meu tempo.


Sim, a minha relação com Kim Taehyung não passava de ódio e ele não hesitava em revidar caso eu fosse grossa com ele, então, logicamente, eu esperava um longo e sonoro fora da parte dele, mas o que eu ouvi foi estranho, fora do normal demais para tentar entender e me fez corar, gaguejar e me virar para frente.


– Você está bonita hoje. – Sorriu, com um jeito um tanto meigo.


O que tinha sido aquilo? Ele só podia estar me zoando, apenas isso...


– Eu estava pensando... – Voltou a falar e eu me virei para ele outra vez. – Que tal a gente se ver antes de nos encontrarmos na sua casa hoje? Ir ao cinema seria uma boa, não é?


– Kim Taehyung, para de palhaçada! Você me destesta e eu compartilho do mesmo sentimento em relação à você.


– Eu sei, mas tenho notado que você não é tão ruim assim e...


– Desde quando isso?


– Desde ontem, parece que você ganhou um brilho especial e meu coração fica tão acelerado perto de você.


Brilho? Meu filho, o único brilho que você pode ver em mim é o labial.


– Você só pode estar brincando... – Revirei os olhos.


– Na verdade, eu queria era estar te dando uns pegas.


O QUE?


– O QUE? – Rosnei. – Você é um descarado, Kim Taehyung.


Me virei para frente, novamente, dessa vez com toda a disposição possível para ignorar Taehyung pelo resto do dia, mas acabei esbarrando no braço de alguém, que se apoiara, sem eu perceber, em minha mesa. Olhei para cima, preparada para xingar a pessoa, mas todas as palavras sumiram ao ver as bochechas fofas e os lábios muito bem preenchidos de Park Jimin.


– Oi... – Sorriu, me fazendo derreter.


– O-oi. – Ah, que bom, eu gaguejei.


– Está de pé a montagem do seminário depois da aula? – Perguntou.


– Claro.


Espero que ele não tenha notado que eu passei toda a pequena conversa olhando para sua boca, observando o quanto era bonita e avermelhada, parecia me chamar.


– Então nos vemos lá.


Jimin se afastou, mas antes disso, ele depositou um beijo em minha bochecha, me fazendo tirar mais uma conclusão de seus lábios: eles também eram macios. Fiquei olhando para o garoto que se afastava, deixando um rastro de seu delicioso perfume.


– Eu não faço nada, mas aí o Jimin vem, beija a bochecha dos outros e eu que sou o descarado. – Ouvi Taehyung resmungar e me virei para o fuzilar com os olhos.


(...)


Saí do banheiro, depois de lavar a mão, na intenção de ir até a sala da minha melhor amiga, queria chamá-la para ir comprar algo ‘pra comer, mas logo que coloquei o pé no corredor vazio fui surpreendida com a presença de um menino de roupa folgada lilás, de cabelos platinados e a aparência de um defunto.


– Só queria te avisar que eu vou continuar por perto.


Gritei novamente.


– De novo não! – Esfreguei o rosto em desespero. – Além de invadir o meu quarto, resolveu me seguir na escola também?


– Olha, você não achou o comportamento de certas pessoas estranho, não? – Perguntou, coçando a nuca e soltando um bocejo. – É o encantamento que está funcionando. Aquelas balas que você recebeu são mágicas, elas fazem a pessoa que ingerir se apaixonar por você, então, isso quer dizer que os seus amigos te amam agora.


– Para de loucura, seu esquisito.


– Não estou louco, estou trabalhando e o meu dever é te proteger, o que será mais fácil se você acreditar logo em mim.


– Eu vou fechar os olhos e quando eu abrir, você não estará mais aqui. – Disse, tentando me acalmar.


Abri os olhos novamente e nada do garoto que antes tagarelava sobre coisas mágicas e blábláblá.


– Hanni... – Olhei para o lado oposto e vi Jungkook se aproximar com os braços para trás.


– Oi, por que não foi para a aula mais cedo?


– É que eu precisava comprar isso pra você...


Kook tirou um buquê de rosas vermelhas de trás de seu corpo esbelto, posicionando-o na minha frente. O que havia dado nos meninos naquele dia? Estavam tentando me agradar de alguma forma! Peguei o buquê de suas mãos e senti o perfume sutil que dali emanava. 


– E-eu... Estou um pouco nervoso. – Abaixou a cabeça e deixou um sorriso escapar de seus lábios.


– Obrigada, Kookie. – Sorri, apertando o buquê contra o corpo.


– Eu tenho que ir... – Avisou, desviando o olhar de mim. – Até mais, Hanni.


Mesmo nervoso, Jungkook se inclinou em uma velocidade voraz e roubou um rápido beijo meu, grudando e separando nossos lábios tão rapidamente que eu não tive nem tempo de piscar, logo correu pelo corredor e sumiu com a distância.


Eu pensei que nada podia ficar pior, mas novamente o menino de roupa lilás apareceu, me assustando e deixando escapar tais palavras:


– Eu avisei.


Notas Finais


🍼👶


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...