História Mal-feito feito. (Marotos) - Capítulo 11


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Andromeda Tonks, Avery (Marauder-era), Bellatrix Lestrange, Charlus Potter, Euphemia Potter, Fílio Flitwick, Fleamont Potter, Horácio Slughorn, Lílian Evans, Minerva Mcgonagall, Narcissa Black Malfoy, Órion Black, Pedro Pettigrew, Quirinus Quirrell, Regulus Black, Remo Lupin, Rúbeo Hagrid, Severo Snape, Sirius Black, Tiago Potter, Walburga Black
Tags Amizade, Harry Potter, Hogwarts, James Potter, Marotos, Peter Pettigrew, Remo Lupin, Sirius Black
Visualizações 30
Palavras 1.613
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Magia, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi galera, queria avisar que a partir do próximo capítulo, será o fim dos capítulos de ponto de vista. Foi importante pra gente conhecer a maneira como os personagens pensam, mas agora a história vai começar a desenrolar um pouco mais rápido. E por ultimo mas não menos importante, Lily Evans irá nos mostrar sua perspectiva de como ela vê as coisas porque ela é muito mais do que nos foi apresentado em livros e filmes (pelo menos pra mim), ela é muito mais do que a mãe de alguém ou o par romântico de uma pessoa, ela é uma pessoa com suas características que a formam como pessoa. E hoje vamos conhecer mais sobre essa personagem.

Capítulo 11 - Clube do Slugue.


Fanfic / Fanfiction Mal-feito feito. (Marotos) - Capítulo 11 - Clube do Slugue.

Lily Evans

Depois dos acontecimentos com Severo e os meninos idiotas eu me sentia cada vez mais indignada com o que eles faziam. E foi então que decidi chamar Remo para conversar.

— Às vezes acho que a humanidade não tem mais jeito. As pessoas ao invés de se respeitarem e se ajudarem elas estão pisando umas nas outras.

— Por mais que eu concorde com você vou ter que te perguntar qual é o objetivo dessa conversa.

— O objetivo é para você saber que eu não apoio as brincadeiras dos seus amigos.

— Isso me incomoda também.

— E por que você não faz nada?

— Porque... eles são os únicos amigos que eu tenho e sem eles eu não tenho mais ninguém.

— Você é bom Remo, pode achar amigos melhores.

— E eles também são. Só que toda a bondade deles fica um pouco escondida atrás das atitudes deles, mas eu posso garantir que eles não são ruins.

— Eu não gosto disso. Não gosto do que fazem.

— O que os alunos da Sonserina fazem coisas piores.

— Eu não disse que sou a favor deles.

— Mas você tem um amigo sonserino e sabe como eles são... eles são todos amantes de magia das trevas.

— Não acha que está generalizando muito? Severo é uma pessoa boa, mas sei que as pessoas que estão perto dele não são tão bons assim.

— Ok, ta certo. Eu adoro seu senso de justiça.

— Senso de justiça? Hm, gostei. Quem sabe eu possa mudar o mundo.

— Não precisa ficar com raiva dos meninos, te juro que eles podem te surpreender.

— Duvido muito. Ei Remo, eu tenho aula de transfiguração agora, você está indo para lá também?

— Sim, eu te acompanho.

— Quero que você se sente do meu lado. — Remo sorria enquanto me acompanhava para a aula. Ele era muito educado, totalmente diferente dos selvagens com que ele andava. Mas foi só pensar neles que apareceram.

— Remo, indo para a aula?

— Sim James e vocês?

— Também. Qual aula você tem agora?

— Transfiguração.

— Temos adivinhação agora, nos vemos mais tarde. E olha... Oi menina bonita.

— Eu estou indo pra sala agora Remo se não se importa.

— Ah não calma, não basta ter atrapalhado nossa brincadeira, agora nem quer conversar comigo.

— Você não passa de um tirano que gosta de brincar com as pessoas. Deixa o Severo em paz, e não, eu não quero conversar com você.

— Desculpe se te aborreci. Vamos sair esse final de semana? Dar uma volta em Hogsmeade?

— Não estou interessada. — Eu disse saindo de perto deles correndo. Queria chegar na sala o mais rápido possível. Logo Remo também chegou e me fez companhia.

— James queria te conhecer melhor.

— Já disse que não estou interessada.

— Da uma chance pra ele.

— Não dou chance para idiotas. Remo eu gosto mais de você quando não está falando dos seus amigos.

— Desculpe, prometo não falar mais nada de James.

— Já falou de novo. Brincadeira. Ei Remo, você vai fazer alguma coisa hoje à noite?

— A noite? Não, por que?

— Vamos a um jantar comigo. Do professor Slughorn, ele disse que podíamos levar alguém, eu chamei Severo, mas ele não vai poder ir.

— Tudo bem, eu vou com você.

— 19:00 hein?

— Ok, obrigado pelo convite.

Ao cair da noite, eu estava me preparando para ir ao jantar do professor, era um clube de alunos mais seletos. Tinha muitos alunos da Sonserina e eu já estava ansiosa por isso. Chamei Severo para que ele me acompanhasse, mas ele me disse que tinha uma reunião com tal de Malfoy. Me deixou na mão uma vez já. Remo era a companhia que eu precisava para não ficar tão intimidada naquele lugar. Eu já estava pronta quando decidi sair do dormitório das meninas e me encontrar com Remo.

— Lily, você está muito bonita.

— Obrigada Remo. Você também está muito elegante.

— Vamos?

— Claro. — Fizemos todo o caminho do castelo até o local indicado pelo professor. — É aqui! — Bati na porta e o professor Horácio atendeu todo sorridente nos cumprimentou com toda sua gentileza e nos convidou para entrar.

— Ele só é gentil só com quem são os seus alunos favoritos? Ou...

— Ele é gentil com todos mas gosta de ter laços maiores com os alunos que ele mais gosta.

— Você é um deles hein? Não gosto de poções e tenho certeza que ele nunca vai lembrar de mim na vida.

— Para de coisa Remo, vamos nos sentar, acho que já vai servir o jantar. — Todos os alunos convidados se sentaram em volta de uma mesa redonda. O jantar em seguida foi servido.

— Tem bom gosto professor. — Disse um aluno da Sonserina.

— Obrigado Mulciber. Por que Lucius e Avery não vieram? Estou sentindo a falta deles.

— Eles estão fazendo um trabalho de última hora professor por isso não puderam vir e me pediram para lhe avisar.

— Ah sim, uma pena, mas vamos aproveitar o nosso encontro de hoje. Alunos podem se servir. — O jantar estava incrível. A comida estava excelente, até que a sobremesa chegou e era um sorvete delicioso. O clima estava até agradável, mas o professor decidiu puxar assunto outra vez. — Mulciber como está seu pai? Faz tempo que eu não o vejo.

— Ele está bem professor. Direi que o senhor perguntou por ele.

— Ótimo. Seus pais ainda estão trabalhando no ministério Rosier?

— Sim senhor. Ele diz ser estressante, mas também diz estar com novos projetos para a vida profissional. — O garoto sorria de maneira irônica e sádica. Eu não sabia qual sonserino daquela sala me dava mais medo.

— E você Lily? O que seus pais fazem? — Perguntou o professor Slughorn.

— Meus pais trabalham em uma fábrica. São operários. — Quando eu disse isso os meninos sonserinos riam e zombavam de mim. Remo ficou enfurecido e se levantou da mesa com violência pronto para partir pra algum tipo de agressão.

— Garotos se acalmem. Não gosto dessas coisas, meninos, Rosier, Mulciber, Wilkes peçam desculpa a senhora Evans. Agora. — O professor tentava tranquilizar a situação.

— Desculpe Srta Evans, estamos envergonhados pela nossa atitude.

— Muito bem Mulciber, não quero esse tipo de comportamento aqui de novo. Você me entendeu?

— Sim senhor, nos desculpe.

— Professor, sinto muito, mas eu já estou indo, estou cansada. — Eu queria sair dali o mais rápido possível.

— Mas já querida?

— Não estou me sentindo bem. Me desculpe. Remo vai me acompanhar até o salão comunal.

— Tudo bem, boa noite aos dois.

— Me desculpe por isso professor Slughorn, minha atitude não foi legal. — Remo se desculpava, mas não tinha motivo nenhum para ele se desculpar, ele só tentou me defender. O professor se despediu da gente e saímos daquele lugar. Eu realmente não estava me sentindo bem ali com aquelas pessoas. Remo me acompanhou durante o caminho todo sem dizer uma única palavra. Até que decidiu quebrar o silêncio.  — O que aqueles fizeram é imperdoável.

— Eu não entendi muito bem o que aconteceu.

— Eles zombavam quando você mencionou com o que seus pais trabalham.

— E isso é um problema?

— Não para mim, mas para pessoas preconceituosas como eles sim. Eles não gostam muito de pessoas do mundo trouxa entende?

— Isso é muito ridículo!

— Sim, eu sinto muito por isso. Agora você entende minha implicância com pessoas da Sonserina?

— Claro e concordo com você. — Eu sabia que mesmo que Remo tivesse razão, ele ainda estava generalizando um pouco pois Severo não era como aquelas pessoas. Já tínhamos chego ao salão comunal e Maria estava me esperando. — Remo agradeço sua companhia hoje, muito obrigada.

— Não precisa agradecer. Boa noite.

 

Deitada naquela noite eu fiquei pensando no que aconteceu mais cedo naquele jantar. Sabia que era questão de tempo pra que pessoas assim influenciassem Severo e pudesse levar ele para algum caminho que ele se arrependesse depois. Ainda sabia que valia a pena lutar por ele.

 

Remo Lupin

— James, acorda. Cheguei. — Chamei James que já estava dormindo o que era um grande milagre já que ele passava a noite em claro.

— Oi amigo, me conta como foi?

— Foi um jantar super estranho. Tinha três sonserinos lá e eles zombaram de Lily quando ela disse que os pais dela trabalham em uma fábrica de trouxas. — James que estava sonolento levantou da cama com raiva.

— Ugrh! Não acredito. Aquele bando de idiotas! Se eu tivesse lá, eu estourava a cara daqueles idiotas.

— Fiquei com raiva nada, mas não pude fazer nada, o professor Horácio pediu para que eles se desculpassem.

— Como se isso fosse mudar o que eles fizeram né. Bando de preconceituoso idiota. — Quando James mostrava sua indignação com o que acontecera, Sirius acordou.

— Oi Remo, você voltou?

— Sim, de um jantar repleto de idiotas.

— Por que? O que aconteceu?

— Sonserinos preconceituosos. — James dizia.

— São uns babacas, isso sim. — Sirius respondia ao que James falava.

— Precisamos dar um jeito neles.

— Concordo. Por mim enchia eles de porrada para eles aprenderem a parar de serem tão idiotas.

— Bem que eu queria fazer isso Sirius, mas não podemos fazer isso senão seremos expulsos.

— Vamos continuar pegando no pé do Ranhoso mesmo.

— Aquele sim merece uma surra!

— Calma meninos, ninguém merece apanhar.

— Ah Remo, foi só passar um tempo com Lily que ela já fez sua cabeça em relação ao Ranhoso?

— Só estou dizendo que não e assim que se resolve as coisas.

— Para de ficar do lado da sua namorada Remo e nos ajude a acabar com a raça do Ranhoso.

— CALA A BOCA SIRIUS!

— É Sirius cala boca! Ela é uma amiga.

— Então você prefere ela agora?

— Gente isso não tá resolvendo. Amanhã a gente dá um jeito no Ranhoso, vamos Sirius. — James dizia.

— Seu idiota!

— Idiota é você Sirius, vai dormir! — Eu sabia que tudo isso não podia acabar bem, talvez uma guerra civil entre Grifinória e Sonserina ocorresse e isso me deixou um pouco preocupado.


Notas Finais


E ai? To sentindo cheiro de treta. Até o próximo capitulo, que a partir de agora serão narrados pelo narrador observador.


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