História Malditos coreanos - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Tags Baek, Baekhyun, Chanbaek, Kai, Kim Jongin, Kyungsoo, Luhan, Oh Sehun, Sehun
Visualizações 24
Palavras 1.083
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Escolar, Ficção, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oie pessoal. Aqui temos mais um capitulo boa leitura.

Capítulo 12 - Louco


Sehun pov.

Primeiramente só um aviso. EU NÃO COSTUMO COMETER GAFES. Esse aviso é fundamental ok? Continuando. Meu nome é Oh Sehun carinhosamente só que não apelidado de porta pelos meus amigos vulgo Chanyeol, Kai e Baekhyun. Tenho 18 anos e sou quietão. Tipo como já disse não sou de cometer gafes, principalmente por que para isso você precisa falar e eu não sou muito disso. Além de que eu sempre sei exatamente o que falar, isso com tudo e todos, não importa se é a Rainha da Inglaterra ou o Baekhyun vou falar o que penso. Eu sou meio tímido com as pessoas no início porquê...bem...eu não gosto muito de pessoas J. Não curto muito conhecer gente nova, na verdade sou meio antissocial-me-deixa-dormir-no-meu-canto, MAS não tenho problemas com garotas. Não só não tenho dificuldade de lidar com elas (geralmente dando um delicado fora), como muitas são atraídas por mim, e na frente das poucas por qual sou atraído não fico passando vergonha como a maioria das pessoas. Não sou de cometer gafes.

Mas apesar disso aqui estou eu cometendo uma gafe na frente de uma garota, que eu não sei lidar, e que eu surpreendendo até a mim mesmo gostei de conhecer. Me deem um troféu de retardado.

- O que? – ela perguntou olhando pra si mesma.

-Anh, nada só achei que parece algo que a Yuki vestiria- Estupido.

Ela sorriu sem graça, e MANOW. Primeiramente deixa eu descrever esse ser irreal em minha frente. Ela é baixinha, tipo um metro e sessenta, tem cabelo loiro longo ondulado, olhos castanhos que parecem ver o fundo da sua alma de tão atento o olhar dela a você, a sua boca é linda, tem um leve tom de vermelho e seu lábio inferior é carnudo, seu corpo magro cheio de curvas que facilmente me perco. Ela parece ter sido desenhada a mão ou wathever, o que importa é que ela é perfeita.

E a roupa que ela está usando só ajuda a destacar isso. A blusa que é uma camiseta preta que revela apenas um pouco da sua cintura fina, a saia xadrez ressalta a silhueta ampulheta, e mostra as suas pernas torneadas, a meia calça que até parece infantil por ser de panda puxa seu olhar como um imã pra suas coxas. Como eu posso ficar tão hipnotizado? A roupa é decente, não é curta nem nada!

-Eu sei, mas realmente gosto de usar isso. – Ela sorriu e eu tive um AVC. Ela passou por mim e eu senti cheiro de...rosas? Ela falou- Você não vem? –Já que eu não demonstrei nenhuma reação, ela suspirou, pegou uma bolça na cadeira a seu lado e se aproximou de mim. Segurou minha gravata e foi me puxando até a porta por ela. Jesus Cristo Baek que me perdoe mais isso foi MUITO SEXY. Acorda Sehun! Irmã do Baek, ele quebra seu pescoço, e te castra com uma motosserra. Respira aja normalmente.

-Então, eu posso me guiar sozinho sabia?-perguntei tentando sair pra não ter outro AVC.

-Não numa velocidade normal- ela retrucou- Anda logo.

-Se você não estiver na minha frente me deixando andar. Ela saiu a contragosto e eu ri.

-Vamos para minha casa por que eu também quero trocar de roupa.

-Ok. É longe?

-Não.

Ela abriu a porta e saímos, estávamos em silêncio quando ela perguntou:

-Não corre risco de você encontrar sua mãe?

-Não mesmo. Ela esta ajudando a minha tia que está operada. E a Floricultura dela está fechada.

-Ela trabalha numa Floricultura?

-Sim infelizmente graças a isso eu sei tudo quanto é coisa sobre flores. - disse revirando os olhos. Ela riu e eu me senti morrendo de maneira lenta e cruel.

-As garotas gostam disso.

-Eu não sou uma garota.

-Você me entendeu.

Logo nós chegamos em casa, e eu só então me lembrei do Vivi.

-Você não tem medo de cachorro né?

-Não.

-Ótimo então conheça o meu filho. - disse abrindo a porta já vendo Vivi, por sinal é um traidorzinho que foi pular direto nela.

-Meu Deus com ele é fofo. – Ela fazia carinho nele e eu sorri, por que sim ver ela acariciando a minha cria quadrupede era fofo.

-Vou me trocar e já volto. Fica á vontade aí ok?

Ela não me respondeu e sentou no chão para brincar com Vivi, e eu ri. Fui para meu quarto, tirei aquele uniforme pavoroso, e pus uma roupa normal, blusa cinza, calça clara e coturnos pretos deixaram o cordão que geralmente usava pra fora. Não era a pessoa mais ligada em moda, mas sim eu tinha consciência que estava bom.

Sai do quarto e lá estava ela com Vivi no seu colo.

-Ele gostou mesmo de você. - ela sorriu. –Vamos eu quero te mostrar um lugar.

-Ok. Tchau rapaz. –ela fez cainho nela e se levantou com a minha ajuda.

-Anda- puxei-a que tropeçou e praticamente caiu em cima de mim, graças a mim que segurei na sua cintura, e ela corou. Que bonitinha- Cuidado.

-Então não me puxa- ela disse se recompondo e se afastando.  Sorri de novo. Por que eu estava sorrindo? Se controla lek.

Ela me seguiu em silencio até a estufa da minha mãe que era onde eu queria leva-la, porque era um lugar lindo cheio de flores, plantas e um doce perfume... Ela ia gostar. Abri o portão docemente prateado e espiralado, e abri passagem pra ela que sem entender onde estava entrou.

-Onde estamos?

-Vem comigo. – institivamente eu estendi a mão e ela não se importou em pegar, descarregando pura eletricidade na minha pele. Guiei-a pelo caminho de pedras até a parte das flores.

Ela ficou boquiaberta e devo admitir era um lugar um tanto quanto bonito, e eu também fiquei surpreso da primeira vez que vi.

-Qual sua flor favorita?

-Gérbera. Por quê?

Ri soprado. Sério mesmo que a flor favorita dela significava sensualidade? Jura? Ok então.

-Atoa. Não lembro o que significa menti. - e fui procurar gérberas pra dar pra ela. Sim por que se eu quiser posso ser um cara romântico eu só geralmente não quero mesmo.

Depois de um tempo de procura, eu finalmente achei uma vermelha pra dar pra ela, que quando viu a flor arregalou os olhos e sorriu.

-Uma flor pra outra flor.- ela pegou sorrindo e disse:

-Tão clichê.

-Mas é bonitinho.

- É de fato. Minha vez de te mostrar um lugar. - ela sorriu e puxou minha mão pra sairmos dali.

Pra onde essa louca ia me levar?

 


Notas Finais


Bom se você chegou até aqui muito obrigada até a próxima!


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