História Maldosas - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Gossip Girl, Pretty Little Liars
Tags Gossip Girl, Pretty Little Liars
Visualizações 7
Palavras 1.126
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Chapter II


Fanfic / Fanfiction Maldosas - Capítulo 2 - Chapter II

POV Lauren Cooper

 

            Ano novo, vida nova, é o que dizem. Resolvi começar o ano letivo com esse pensamento, talvez assim as coisas realmente mudem, se renovem. Recentemente estive no spa, como a minha mãe prefere dizer, é, eu fiquei 3 meses na reabilitação, parece que deu resultado, mas não sei por quanto tempo irei me manter assim.

            Pra ser sincera a minha esperança era a Louise, eu sabia que quando eu saísse de lá eu teria o apoio dela, diferentemente da Charlotte que só pensa em si mesma. Sendo sincera, fazer amigos no Instituto Lawrenceville é como dar um tiro no escuro.

            O dia correu bem, Charlotte, maldosa como sempre, Louise com um coração do tamanho do mundo. As atividades seguiram normalmente, detestei a minha grade horária, mas por sorte vou ter aulas com a minha melhor amiga, que por sinal já começou a dar umas escapadas, assim como no ano anterior.

            Assim que o treino de líder de torcida terminou eu voltei ao vestiário, tomei um banho, me arrumei e peguei as minhas coisas, fui verificar as notificações do meu celular e notei algo muito estranho, uma mensagem de um número não identificado. Gelei na hora.

 

Ei, vadias,

Mantenham-se unidas!

Eu sei o que vocês fizeram.

 XOXO, M.

 

            Mil coisas se passaram pela minha cabeça, ai meu Deus! Preciso mostrar isso para as meninas, estamos realmente encrencadas. Por sorte encontrei com a Louise nas escadas.

 

— Lou, estava te procurando! –Falei assustada. — Onde você se meteu? – Perguntei apreensiva.

— Estava estudando um pouco para me distrair. – Respondeu — Onde a Charlotte está?

 — Não precisa se preocupar com ela agora, não depois do que ela fez mais cedo. – Disse desanimada. — Como você está? – Perguntei.

 — Sabe que as coisas que ela me fala não me atingem mais? Acho que me acostumei. – Ela respondeu e eu notei que ela estava desanimada.

— Pois não deveria! A Charlotte é uma boa pessoa, sabemos, mas as vezes ela passa dos limites. – Respondi, tentando animá-la.

 — Tudo bem, de verdade, não me importo.  Mas por que você está tão assustada? – Perguntou enquanto se sentava nas escadas, me dando espaço para sentar ao seu lado, e foi o que fiz.

 — Bom... Lou... Recebi uma mensagem, ainda não mostrei para a Char, mas estou muito assustada. – Disse apreensiva.

 — O que dizia na mensagem? É tão assustadora assim?

— Veja com os seus próprios olhos. – Entreguei a ela o celular.

— Ai meu Deus! – Disse assustada. — Isso só pode ser brincadeira. Lau, o que significa isso?

— Não faço a menor ideia. – Respondi desanimada. — Mas pode ser que seja só uma brincadeira, quer dizer, já fizemos tantas coisas, vai saber o que esse tal de M sabe sobre a gente.

— O que é que vocês tanto conversam? – Charlotte se aproximou, sentando no degrau acima.

— Veja com os seus próprios olhos. – Entreguei o celular a ela, enquanto tentava acalmar a Lou.

— Ah, isso. – Respondeu enquanto revirava os olhos. — Não acredito que vocês estão apreensivas por conta disso. – Debochou.

— Como assim Charlotte? Só Deus sabe as coisas horríveis que já fizemos, e se isso que esse tal de M souber for o bastante para uma expulsão? Vocês tem dinheiro, já eu, sou bolsista! Se algo acontecer comigo, já era faculdade. – Disse Louise aos prantos.

— Pra que tanto drama?! – Ironizou. — Eu já recebi várias mensagens desse tal de M, e até agora ele não fez nada que me prejudicasse.

— Esperai, você está recebendo mensagens a quanto tempo? – Perguntei, tentando entender a situação.

— Tanto tempo que nem sei, isso não vale o nosso tempo. Qual é, somos as mais populares do colégio, seja quem for, deve estar querendo a nossa atenção.

— Talvez faça sentido. – Pensei. — Quer dizer, metade do colégio nos ama, a outra metade nos odeia, ou não nos entende. – Gargalhei. — Vai dar tudo certo.

 

[...]

 

Cheguei em casa e joguei as minhas coisas na cama. Hoje o dia foi longo, e francamente, nem sei como vai ser daqui pra frente. Fui até o banheiro e localizei o meu esconderijo, sim, depois de passar 3 meses na reabilitação a gente acaba aprendendo alguma coisa útil. Meu esconderijo de bebidas é um frasco de perfume, certamente é o melhor lugar que tenho, por enquanto. Me sentei perto da banheira e tomei um gole, quer quem seja M eu não consigo enfrentar uma situação dessas estando sóbria.

Escuto passos no andar de baixo, me recomponho, guardo o meu perfume e desço as escadas. Papai chegou do trabalho, sorridente do jeito que está deve ter fechado algum negócio importante.

 

— Papai! – Disse enquanto o abraçava, ele não retribuiu da mesma forma. — Como foi o dia? – Disfarcei.

— Sabe o quanto me incomodo com essa demonstração de afeto, não sabe?

— Sim. – Respondi. — Me desculpe.

— Fechei um negócio muito importante hoje, não quero que nada estrague o meu dia. Aliás, amanhã teremos um jantar na casa do Mr. Parker, meu novo sócio, o filho dele estuda no Instituto Lawrenceville e tem a sua idade, então é bom que você esteja presente. E sem gracinhas. – Decretou enquanto subia as escadas e me deixava sozinha.

 

Ainda não descobri o lado positivo em ser uma Cooper. Meu pai vive para os negócios, minha mãe está passando um tempo na Europa, é bem provável que ela nem volte para cá. Queria sair para beber, mas ainda tenho que me manter na linha. Droga. Odeio isso. Subi para o meu quarto e tomei um banho relaxante, eu precisava me distrair e já sabia como fazer isso.

Após o banho, me vesti, peguei as chaves do meu carro e me joguei na estrada. Adoro essa expressão, deixa tudo mais leve. O trânsito estava bem calmo, por incrível que pareça, não demorou muito e eu já estava no meu local de destino. Dei leves batidas na porta do apartamento 303.

 

— Lauren! Que surpresa boa!

— Obrigada senhor Underwood. – Sorri. — Vim sem avisar... A Louise está?

— Sim, pode entrar. Ela está no quarto, você já conhece o caminho. – Ele me respondeu gentilmente.

 

Queria que o meu pai fosse como o pai da Louise, a invejo nesse ponto. Dei leves batidas em sua porta, e ouvi uma voz meiga dizendo que eu podia entrar.

 

— Lou Lou. – Disse imitando um francês, era uma piada interna da gente.

— Lau Lau. – Ela respondeu, jogando uma almofada em mim. — A que devo a honra?

— Confissões de uma adolescente em crise. – Me joguei na cama, deixando as minhas sacolas ao meu lado.

— Chocolates, Starbucks, Mc Donalds... – Analisou. — Alguém partiu seu coração?

— Mr. Cooper, para variar. – Respondi.

 

Ficamos conversando a noite toda, sobre as férias, a reabilitação, as mensagens de M... Conversamos até o ponto em que Louise adormeceu, como eu não havia trago o meu uniforme, decidi que já era a hora de ir, respirei fundo e entrei no caro, amanhã vai ser um longo dia.


Notas Finais


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