História Malec ➰ Aku cinta kamu! - Capítulo 17


Escrita por: ~

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Categorias Shadowhunters
Tags Alec, As Crônicas De Bane, Gay, Instrumentos Mortais, Magnus, Malec, Shadowhunter
Visualizações 195
Palavras 1.283
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Saga, Shoujo (Romântico)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 17 - Trabalho do pessoal


Magnus encarava o café com raiva. Se alguém o visse agora, pensaria que o café matou sua família e tacou fogo. Mas o motivo real era Alec. Ele simplesmente não sabia o que fazer para que ele o desculpasse.

"- Camille, minha doce Camille. - Magnus disse em tom irônico.

- Você já teve apartamentos melhores.. - A vampira observou, se jogando na cama de Magnus. O mesmo a observava da porta.

- O que devo a honra? Já falei que não quero você aqui.

- Claro.. O shadowhunter.. - Ela revirou os olhos e se sentou. - Quanto tempo você acha que ele dura? - Camille questionou e depois riu alto. - Da pra fazer um jogo! " Quantos anos um mortal pode viver? "

Magnus bufou.

- Camille saia!

- Claro. - Ela se levantou e foi até Magnus. - Quando ele morrer.. - Ela saiu porta a fora. - Pode me chamar. - disse por fim. "

A campainha soou, Magnus revirou os olhos e foi abrir a porta. Conforme a porta se abria ele murmurou:

- Serio! Mais favores.. - Magnus rolou os olhos ao ver Jace. - O que ouve agora?

- Izzy ta desaparecida. - Jace disse. Magnus arqueou a sombrancelha e fez sinal para que o loiro entrasse, e ele entrou. - Magnus, ela esta usando a runa ante rastreio. Não tem algo que você.. - Jace notou que Magnus o olhava de cima a baixo, então bufou. - Magnus, eu sei que sou lindo mas não é hora.

- Convencido você.. - Magnus fechou a porta e entrou. - Você não faz meu tipo. Quero saber por que o Alec não veio..

- Primeiro: Estamos praticamente em uma guerra e você quer saber do namorado? - Magnus serrou os olhos para Jace. - Segundo: eu faço o tipo de todo mundo.

- Eu não tenho mãe mas se tivesse, eu saberia que "não sou todo mundo". - Magnus deu de ombros e sentou no sofá, com as pernas cruzadas. - Ela não tem um parabatai, ai fica foda..

- Eu ficarei aqui contigo até achar uma solução..

....................

A porta bateu com força no chão e logo passou cinco shadowhunters por cima dela. Logo atrás vinha Alec com o arco e flecha apontado para o quarto aparentemente vazio. 

Era sua última pista, até então..

Pandemônio; pois as pessoas que frequentavam o local diziam que lá era encontrado corpos, de pessoas relacionadas ao ciclo. Era uma pista fraca. Mas no momento tudo valia.

Nicolas chegou com calma perto de Alec,  e sorrio fraco, parecia desapontado.

- Nada aqui, Alec.. - Alec suspirou e guardou a flecha. - Não tens mais nenhuma pista?

- Não. - Alec bateu a mão com força na parede e fez uma careta.

- Ah, como foi com Magnus? - O menino perguntou ingênuo. Alec nada respondeu, apenas caminhou reto pela saída esperando o resto dos Shadowhunters o seguirem. - Ta OK..

- OK! - Alec deu um grito, parando na frente do local; fazendo todos repetirem o movimento. Alec serrou o punho e os encarou. - Vamos estabelecer regras de convívio.. Trace e Jack! - Ambos deram um passo a frente. - Sem namoro em trabalho. - a voz de Alec era autoritária. - Cameron! - O rapaz era alto, mas Alec era pouca coisa menor; ainda passava medo. - Você é meu soldado! Nada de tomar atitudes sem meu consentimento. - O rapaz assentiu. - Laila! - A mulher deu um passo a frente com um grande receio.  - Você tem que perder o medo de usar runas! Qual é? Faz parte de você, use!.. E Nicolas.. - O menino o olhou sem entender. - Minha vida pessoal não se diz respeito a NINGUEM! Nesse momento o que importa é salvar um dos melhores saldados da clave! Que por conhecidencia é minha irmã.

- "Nada de vida pessoal" você diz! - Cameron falou incrédulo. - Serio? Não era você semana passada, recebendo um submundano no instituto? - Alec correu até o rapaz, com furia. - não me venha com desculpas e regras esfarrapadas, Sr Lightwood. No final você sempre faz o melhor para o senhor.

- Parece que alguém não entendeu a regra.

- Parece que alguém não gosta de ser questionado.

Alec deu uns passos atrás e respirou fundo.

- Nicolas.. Volte pro instituto com Cameron e o resto me siga.

Alec sabia que Cameron estava de alguma forma certo. Mas naquele momento a única coisa que ele queria era recuperar sua irmã.. E parar de pensar em Magnus.

"- Alexander.. - Magnus resmungou o jogando pra longe. - Tenho que trabalhar..

- Qual é Magnus!

Magnus suspirou e foi até o seus olhos azuis.

- Temos que aprender a separar o trabalho e o pessoal. Estou tentando invocar um demônio aqui.

Alec suspirou e sentou no sofá. Encarar Magnus sem camisa desenhando uma estrela de 6 lados no chão nunca foi tão exitante...

- Vai parar de me comer com os olhos?

- Na verdade.. - Alec se levantou. - Também tenho trabalho a fazer.. - caminhou até Magnus e depositou um selinhos em seus lábios. E saiu porta a fora.

Ambos sorriram bobó."

..............................

Izzy encarava o sol que estava se pondo pela janela no topo da parede.

Agora ela sabia como os prisioneiros se sentiam e, naquele momento ela sentia fome.

Ela ouviu passos pelo corredor, um pouco de esperança surgiu em seu peito. Mas logo sumiu ao ver o sorriso sacana de Sebastian vindo em sua direção.

- Trouxe comida. 

- Onde estamos? - Izzy perguntou com raiva.

- Sabe.. - Sebastian largou o prato que segurava em uma cadeira perto da cela. - Eu sempre admirei Magnus.. Um homem sábio. Ja amou mais que o instituto todo,  junto.. Em falar no instituto, onde fica seu quarto?

- Você não vai entrar no instituto como quem não quer nada. E o que Magnus tem haver com isso tudo? Você é só um louco que vai morrer! E quando morrer vai ser pelas minhas mãos.

Sebastian se revoltou e jogou a comida longe. Pegou a chave no bolso e abriu a cela com força, caminhou até Izzy e a agarrou pelo pescoço. Ela não conseguia se mover pois suas mãos estavam acorrentadas pela costas. O ar faltava, foi quando Sebastian a soltou e deu um soco na cara da morena.

Izzy tossia alto, dos seus olhos saiu uma lagrima. Uma unica lagrima.

- Você é tão linda.. - Sebastian disse ao observar o peito de Izzy.

- Não ouse.. - A voz saiu roca e com raiva.

.....................

- Merda! - Magnus exclamou.

Já era a vigésima tentativa de rastrear a Lightwood. Eles já tentaram pensar em vários lugares onde Sebastian poderia estar escondido, mas Nova York não era pequena.

- Magnus.. - Jace chamou.

Magnus caminhou com furia até Jace, que encarava um quadro na parede.

- Onde é isso? - Jace apontou.

Era um quadro em preto e branco. Nele tinha uma pequena casa de dois andares. Em volta havia varias arvores e uma frase em uma lingua desconhecida sobre o quadro de tinta a óleo.

- A casa onde eu nasci. - Deu de ombros.

- Sebastian uma vez estava olhando o mapa da Indonésia pelo computador do instituto. Quando cheguei perto ele desligou rapidamente.

- Filho da puta! - Magnus soltou uma bola de fogo para longe. - Lá está as cinzas de meu pai..

- Quem é seu pai?

...............................

Sebastian colocou a espada alma no canto do cômodo, junto com o cálice mortal - que todos pensavam estar em Alicante. - e ligou a luz, iluminando algo que parecia estar se transformando.

- Bem vindo de volta.. Azazel.

Feliz dia dos pais ❤ kkkkkkkk


Notas Finais


Ah, a fanfic ta em reta final 💔

Gente eu tenho outra Fanfic que ja teve fim. Ela é bem curta. É Malec, e são estilo cartas.. Mas olha, ela é meio antiga então desculpa erros e talz..

https://spiritfanfics.com/historia/cartas-para-um-anjo-9066069


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