História Maledictus Hufflepuff- Interativa - Capítulo 3


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Categorias Harry Potter, Jogos Vorazes (The Hunger Games)
Personagens Cedrico Diggory, Harry Potter, Personagens Originais
Tags Drama, Maldição, Romance, Salaniza Diggory, Torneio Tribuxos
Exibições 13
Palavras 1.607
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Luta, Magia, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Cap, cap, cap...

Capítulo 3 - Nova Panem


Fanfic / Fanfiction Maledictus Hufflepuff- Interativa - Capítulo 3 - Nova Panem

Panem já foi palco de um terrível levante, há muito tempo atrás. Os oprimidos agora eram ministros, jornalistas, jogadores de quadriboll e muitas outras profissões aceitáveis na nova Panem. Só não sei se foi uma boa ideia terem elegido Vladimir Palentir como novo presidente. Ele tomou as posses de minha família, ficamos sem nada... Tudo por causa de um feitiço... Imperfectus. Minha mãe, Salaniza Diggory fez de tudo para me proteger, por isso viemos parar no distrito 9.

O distrito 9 é um dos distritos mais pobres, porém, não há muita escassez de comida. Isso ocorre porque nós produzimos e separamos as tésseras, e de vez em quando... Ganhamos uma comida a mais. Mas, isso não é o suficiente para minha mãe. Ela não pode coexistir com a ideia de termos ficado pobres... Por esta circunstancia eu trabalho dia e noite na lavoura, para que nada falte em casa.

-Will, isso é tudo culpa do Cedrico! – reclamou minha mãe enquanto segurava o retrato de meu pai.

-Se não fosse ele eu teria morrido. – retruco em voz severa.

Ela dá uma bebericada em seu copo de água.

-Você já está morto. – ela rebate guardando a foto do meu pai debaixo da cama decrépita.

Fico em silêncio. Isso mesmo, ela estava certa... Sou um morto no mundo de vivos. Sou um amaldiçoado, um ser ambulante sem sangue nas veias. Sou uma criatura única, e todos tem medo da minha existência. Fito a varinha alocada em meu braço direito... Maldição.... Sou diferente, sou uma ameaça. Pai... Por quê?

-Vou sair! – digo e fecho a porta.

Lá estava minha mãe se lamentando, deitada sobre a cama, choramingando pela pobreza.

 

O trem 9 ¾  parou e eu embarquei. Não tinha um rumo certo, só precisava esquecer aquela conversa inútil. As fumaças começaram a surgir e o ranger dos trilhos ganhava velocidade. Sentei-me em uma cabine vazia. Havia uma pilha de panfletos espalhados na cabine. Peguei um e fitei-o por um momento.

“Atenção todos os residentes de Panem,

Será aberto a 79ª edição do Torneio Tribuxo,

Apenas adolescentes serão aceitos,

Os selecionados terão treinamento em Hogwarts,

Dois selecionados de cada distrito, daqui a dois dias o cálice de fogo escolherá.”

 

-Wingardium Leviosa. – escutei uma voz feminina a entrada da cabine.

Os objetos a minha frente levitaram até em direção da menina. Ela tinha cabelos rosa e penetrantes olhos verdes. Estava em pé segurando uma varinha de madeira em sua mão esquerda. Ela me olhou de repente e desastrosamente se assustou espalhando os panfletos sobre a cabine.

-Q-Quem é você? – ela indagou tímida. – Essa é minha cabine pessoal.

-Ah desculpe. Eu não sabia. – disse me levantando bruscamente. – Então eu vou... saindo. – digo sem olhar nos olhos da menina.

Segui pelo corredor do trem e avistei a capital pela janela. Impenetrável. Como podia uma republica tirana conseguir tantos seguidores? Apertei o panfleto e escondi minha “marca” sobre a camiseta de manga comprida cinza. Fitei meu reflexo no vidro do trem. Os cabelos castanhos grudados na testa por causa do suor, meus olhos fundos pelo cansaço e meu extremo corpo nada musculoso. A camiseta cinza ficava folgada e meus sapatos surrados faziam com que eu parecesse um... Mendigo.

Suspirei. Que merda!

 

O trem parou em frente ao beco diagonal e eu me levantei, espremendo-me para passar entre as pessoas. Tropecei sobre um homem que usava roupas elegantes, deveria ser um ministro. O que um ministro fazia andando de trem? Ele parecia aborrecido e sacou a varinha escondida no casaco. Apontou em minha direção.

-O que um verme fedorento está fazendo no trem 9 ¾?

-Não brinca comigo! – eu retruquei com raiva. Cerrei os punhos.

As pessoas em volta me olhavam com desprezo e expressavam caras de horror. Ele preparou a varinha e disse:

-Crucio!

Eu gritei pela dor insuportável percorrendo o meu corpo. Esparramei-me no chão e minha visão repentinamente ficou turva.

-Experlliarmus. – ecoou uma voz feminina ao longe.

Recobrei os sentidos e me levantei com dificuldades. Arfando fitei a minha salvadora. Os mesmos cabelos rosa, a mesma expressão afetuosa. A fitei por um momento, tentando entender por que ela me ajudara.

-Senhor Longbottom, por favor, reconsidere os atos deste meu subordinado. – dizia ela convincente. – É só tirar os olhos dele e ele apronta. – disse ela puxando-me pela orelha.

-Desta vez irei relevar em consideração aos Thompson’s. Leve seu cão sarnento daqui.

-Estamos de saída. Tenha um bom dia. – ela disse segurando firmemente minha orelha.

Ela me arrastou até o trem novamente.

-Ok. –ela começou. – Eu acho que você não está atento as atualizações da capital. Mas eu vou te explicar. – ela sentou-se a minha frente com as pernas cruzadas. – O trem 9 ¾ está disponível apenas para os membros da alta classe de Panem. Os plebeus estão proibidos de transitar nesse trem. De que distrito você veio?

-Distrito 9. Quem é você? Por que me ajudou?

-Oh que indelicadeza a minha. – ela diz colocando o cabelo detrás da orelha. – Meu nome é Alice Thompson. Distrito 1.

-Distrito 1? – indago sem querer.

-Sim. Minha família vem de uma linhagem de jogadores de quadriboll famosos. – diz e de repente um rapaz entra na cabine.

Vestia um paletó de cor negra e os cabelos estavam penteados em sincronia para o lado, um leve brilho se estendia pela cabeleira loira. Ele sentou-se ao lado de Alice.

-Quem é esse mendigo? – ele indaga colocando a mão sobre o nariz – Está cheirando a esgoto. Alice, vamos embora. Trarei os seguranças imediatamente.

-Você quis dizer fedendo. – retruquei involuntário. – O esgoto não cheira. – continuei falando sem querer.

-Ora seu insolente! – ele sacou a varinha do bolso. – Como se atreve a responder uma autoridade? – ele me deu um chute no estomago. E quando estava prestes a dizer um feitiço, Alice interrompeu.

-Por favor, Byron não o machuque. – ela disse e tocou o braço do rapaz, que rapidamente abaixou-o. – Ele já está de saída. Vá embora.

Eu com dor me dirigi à saída sem entender o que estava acontecendo a Panem. O trem 9 ¾ deveria ser transporte para todos os bruxos. Não tínhamos controversas em relação à classe social. Algo estava errado. Maldito Palentir!

Continuei correndo de volta para o distrito 9. De repente a chuva começa a cair, as pessoas a minha volta abrem os guardas chuvas e me olham como criminoso. Meu rosto queima de raiva. Por que tenho atenção dessas pessoas? Dobro a esquerda, e pego o atalho mais próximo, um grupo de jovens. Os membros da alta classe, aparentemente, me encaram. Tento passar por eles, mas um me agarra pela camiseta frouxa e me joga contra o chão.

Levanto-me e me ajeito.

-O que um cão sarnento está fazendo por aqui? – diz um tatuado. Seus olhos eram cinza.

-Se perdeu da mamãe foi? – disse o outro irônico. De repente ele me chuta no estomago.

Fico de bruços tentando respirar. Não tenho sequer uma varinha para me defender. Merda. Hoje não é meu dia de sorte. Merda. Mil vezes Merda. Avistei uma bota marrom vindo em minha direção. A pessoa agarrou-me pelos cabelos e me fitou. Avistei... cabelos brancos com uma mecha azul. Ela apontava sua varinha em minha face.

-Sabe. – ela começou. – Esse tipo de coisa tem acontecido com os outros integrantes pobres dos outros distritos, há meses. É incrível como esses ratos do esgoto gostam de nos desafiar. – a ponta da varinha brilhando.

Ela me chutou no rosto e tomou distancia para me aplicar um golpe. Cerrei o punho da mão direita. Não posso usar a imperfectus. Se controla! Se controla. Segurei o braço com força, é involuntário, não posso controlar. Droga!

-Vão embora! – berro.

Eles riem.

-Acabe logo com ele Geruza. – motiva o tatuado.

-Não precisa nem mandar. Diffindo!

Minha mão direita brilha. Um brilho comparado a Lumus. Da minha boca saem às palavras involuntárias e meu braço se posiciona em direção inimiga.

-Estupefaça! – berro.

Eles vão em direção da parede e desmaiam. Recobro o controle do meu corpo e olho rapidamente as pontas do beco. Ninguém pareceu ter notado. Levanto balbuciando e alcanço a varinha de Geruza. Tremulo digo:

-Obliviate. – deixo a varinha cair e me dirijo ao distrito 9.

 

A noite invadia já invadia os extensos campos de grão de soja do distrito 9. Passo por algumas casas, já em silêncio. Meu corpo estremece pelo contato com o clima de friagem, cerro os lábios a fim de conter o ranger dos dentes. Ando mais um pouco e me deparo com a minha casa. Uma construção simples feita à alvenaria, as cores em cinza e branco, nada extravagante. Encaro a porta de madeira e abro a fechadura.

Entro e tiro a camiseta molhada, jogo-a em uma bacia ao lado da máquina de lavar. E encaro a minha feição no espelho. Droga! Eu fiz merda! Se descobrirem, estou ferrado!

-Você está todo machucado. – diz a minha mãe atrás de mim. – No que foi que você se meteu dessa vez? = ela indaga sem preocupação.

-Briga em um beco. – digo e dou de ombros. – Esses machucados não são nada de mais. – Pego minha toalha.

-Coloque algo nesses machucados, amanhã será o dia da colheita. – diz ela e se dirige a cama. – Coloquei seu nome no cálice de fogo. Vamos ver no que dá.

-Obrigado. – digo irônico e me dirijo ao banheiro.

 

++

Um homem com os cabelos loiros vestindo uma túnica preta com asas de corvos presos a ela fita-o sobre a vassoura. Ele solta um sorriso e bate palmas pela façanha.

-Então esse é Williamsom Wilbert? – indaga o homem a sua assistente. – Muito bem. Delete esta ação na câmera de segurança. – diz e se levanta. Vai em direção da janela. – Eu preciso ver as habilidades dele... de perto.


Notas Finais


^^...


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