História Mamadeira - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO, Lu Han
Personagens Lu Han, Sehun
Tags Amor, Exo, Luhan, Sehun
Exibições 32
Palavras 1.600
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Festa, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


GENTE! Cês tão ligados sobre aquela fanfic HunHan de que eu tanto falei enquanto escrevia Playboy? Pois ela está bem aqui! @Bel_Yuna sabe bem do que eu estou falando porque ela sim comentou bem muito e ficou ansiosa por essa fic. Valeu ai leitora/escritora fiel.
É o seguinte, eu já tinha a história planejada todinha, mas eu não parava pra escrever. Um dia, finalmente eu fui tentar colocar essa fanfic em prática, mas não rolou. NÃO SAIA NADA QUE ME AGRADASSE E EU NÃO CONSEGUIA CONTINUAR. Pois é, sendo assim eu descobri que só sei escrever fanfic ChanBaek. Não sei porque, mas eu sou assim mesmo.
Daí minha amiga (que por sinal divide essa conta comigo) que também estava ansiosa para essa fanfic, ficou bad quando eu disse que não ia escrever mais. Acabou que ela disse que escreveria por mim e eu fiquei tipo: AI AMIGA VALEU EU TE AMO POURRAN!
Resultado: eu pensei, ela escreveu.
Espero que gostem da fic e da forma como ela escreveu. Ela escreve muito bem e eu acho que a fanfic ficou ainda melhor com as palavras dela.
;-)

Capítulo 1 - Cuecas Vermelhas e Loiros Virgens


Fanfic / Fanfiction Mamadeira - Capítulo 1 - Cuecas Vermelhas e Loiros Virgens

Se eu fosse uma cidade, eu certamente seria Las Vegas.

 

A cidade do pecado, dos cassinos, das apostas e da bebida. A cidade das luzes neon,  da diversão, do sexo e do prazer. E, claro, a cidade das paixões. Paixões que poderiam, quem sabe, virarem amor. O pensamento era bonito, mas como o homem de negócios que eu sou, realmente não tenho tempo para refletir sobre essas bobagens. Para mim, nada como mamar uma mamadeira e ir atrás de outra. Afinal, todo leite tem o mesmo gosto e nenhum realmente me cativa ao ponto do amor.

 

Você deve estar pensando quem é o babaca que adora leite e não sabe o que é amor. Pois bem, meu nome é Oh Sehun - para o trabalho, Sehun Oh. Minha prioridade é trabalhar, mas meu hobby é ouvir lindos homens gritarem o meu sobrenome. Sabe, "Oooooooh!" deve ser a coisa que mais escutei na vida. Não tenho culpa por ser um pedaço de mau caminho, sabe.

 

Neste momento, estou na janela de um avião na Primeira Classe, abandonando Los Angeles e indo atrás do meu grande amor, a cidade Las Vegas. Estando de férias, nada como visitar a minha cidade preferida e gastar um pouco do dinheirinho que eu ganho como executivo de uma das maiores empresas do país. Eu, Sehun Oh, o jovem homem sul-coreano que fez uma carreira de sucesso nos Estados Unidos e era abertamente gay. Todos querem um pedaço da Sebooty, mas poucos tem o prazer de tê-la.

 

Quem sabe, em Las Vegas, eu encontraria alguém que me fizesse sentir algo diferente. Algo que nunca senti antes.

Mas que bobagem eu estava pensando? Deve ser impossível... 

 

(...)

 

A viagem até Las Vegas tinha sido mais rápida do que o trânsito em Los Angeles para ir numa padaria da esquina. No aeroporto, eu tratei de colocar os meus óculos escuros, casualmente ajeitar a minha gravata e meu terno e ir no banheiro passar gel no cabelo - nada como estar sempre chique e ainda mais bonito, não? Até as árvores me olhavam, chocadas com a minha beleza e o meu brilho.

 

Rapidamente escolhi um hotel 5 estrelas qualquer na área mais nobre de Las Vegas e pedi um táxi. Liguei para Kim Jongin, o meu taxista favorito da cidade - admito, gosto de admirar sua beleza e suas belas calças, mas só ficava por admirar mesmo. Afinal, depois que ele começou a falar sobre sua namorada no carro, na primeira vez em que peguei o seu táxi, nem tentei jogar os meus charmes para ele.

 

O trajeto até o hotel foi tranquilo. Toda vez que vinha até Las Vegas eu ficava em hotéis diferentes, mas sempre na mesma área nobre da cidade - cheia dos melhores cassinos e restaurantes -, então Jongin nem se deu ao trabalho de perguntar para que área eu estava destinado. Paguei e ainda deixei um troco enorme - por ele ter abençoado os meus olhos!

 

O hotel que eu tinha escolhi desta vez era ainda mais luxuoso que os anteriores - e era gigantesco. Tinha o seu próprio cassino, inúmeras piscinas e sua porta principal dava em uma recepção de teto alto com barman e sofás de veludo vermelho. Mas o que mais me chamou a atenção não foi nem o luxo do local, e sim o recepcionista loiro com cara de virgem.

 

Ele era, de longe, a coisa mais bela daquele hotel. Exatamente o meu tipo. Tinha cabelos loiros, feições delicadas e embora consideravelmente alto, seu corpo era de estrutura delicada: ele parecia um bailarino, ou um patinador artístico, do tipo de pessoa que nasceu para ser admirada por platéias. Me sentia estranho, porque dessa vez o meu coração bateu mais forte do que o meu amigo lá de baixo ficou duro.

 

Devia estar parecendo um patético no meio do lobby, encarando aquela obra de arte pelos meus óculos escuros. Ele parecia do tipo virgem, acanhado, romântico e delicado. Bem diferente dos caras que eu geralmente pego... por que raios eu estava tendo devaneios românticos com um loiro provavelmente virgem? Eu não mereço quebrar o coração de alguém como ele, certo? O tipo de pessoa que não se contenta com uma noite só...

 

Tudo o que sei é que o meu radar da pegação apitou mais alto do que nunca. Ajeitei os meus óculos e caminhei até o balcão, minha mala fazendo barulho contra o chão. Eu não tinha feito reservas nem tinha lembrado minha secretária de fazê-las, então ia realizar todo o processo agora. Eu ia chegando perto do loiro virgem, seu rosto ficando cada vez mais visível - ele era tão delicado. Só de tocá-lo, iria quebrar tudo aquilo.

 

"Boa tarde, querido.", eu falei na maior cara de pau e usando da minha melhor voz sedutora, fingindo estar tranquilo na presença daquele rapaz.

 

O loiro me encarou com os olhos arregalados, e eu pude ver suas bochechas ficarem vermelhas. Nossa, ele se abalava com um simples "querido"? Admito que aquilo fez ele ainda mais atraente aos meus olhos.

 

"B-Boa tarde, senhor.", ele falou, e sua voz era tão inocente quanto a sua cara.

 

"Quero fazer uma reserva, amor.", eu falei, tentando provocar mais reações e expressões divertidas nele - que, se eu tinha percebido bem, também tinha me achado atraente. 

 

"Q-Quem?", ele gaguejou na maior ingenuidade. Dava pra perceber que ele nem tinha pensado antes de falar.

 

"Você, coração, é claro.", falei, tirando os óculos e fazendo o natural olhar sedutor no qual sou especialista, "Quero uma reserva para um quarto de solteiro... Ou se você quiser, de casal. Tudo é sua escolha, sabe."

 

Nossa, só faltou aquele pobre jovem desmaiar. Seu rosto ficou vermelho como uma lagosta, contrastando com sua pele branquinha, o uniforme que era vermelho e seus cabelos loiros. Ele com toda certeza tinha ficado mexido por mim! Um ponto para Oh Sehun.

 

"Pode repetir, senhor?", ele falou, claramente tentando manter a compostura que tradicionalmente um recepcionista deveria ter.

 

"Por você eu faço tudo, paixão.", aumentei o nível, "Eu quero um quarto de solteiro VIP, para agora... Luhan."

 

Pela primeira vez eu olhei o seu crachá, e tratei de falar seu nome com minha voz rouca. Me olhei no espelho que tinha perto da recepção e eu estava mesmo lindo demais. Não tinha como alguém não se abalar. Eu só não gostava muito do fato dele estar, também, me abalando.

 

"Er, qual o seu nome, senhor?"

 

"Oh Sehun. Aquela letrinha que se fala na hora do pecado."

 

"Oh... certo, certo."

 

Depois daquilo, começou a burocracia. Luhan parecia ter se recomposto depois da minha sessão de cantadas ruins, mas seu rosto ainda estava rosado. Enquanto eu ia preenchendo formulários e pagando minha hospedagem, eu conseguia ver ele mordendo o lábio enquanto olhava para baixo. Assim que acabamos o processo, uma mulher chegou no balcão.

 

"Meu turno, Luhan!"

 

"Ah, certo...", ele falou, saindo de trás do balcão.

 

Coçou a cabeça e tudo que fez foi tirar a mala da minha mão, o que fez nossas mãos se encostarem por menos de três segundos. Mesmo assim, consegui sentir sua pele quente contra a frieza da minha, e consegui sentir os seus dedos tremendo e suando. Ele olhou para mim.

 

"Estou no meu horário de carregador de malas."

 

"Espere, Luhan, quantos empregos você tem aqui?"

 

"Não sei, senhor. Cerca de cinco?", ele desconversou, caminhando até o elevador.

 

Fui logo atrás ele, pensando naquilo. Quer dizer que a probabilidade de eu ver Luhan todos os dias da minha pequena folga em Las Vegas era de cerca de 80%! Aquilo tinha se tornado muito gratificante por algum motivo. Mais do que interessado em sair de noite atrás de amassos, eu preferia passar o meu tempo no hotel admirando Luhan.

 

Logo chegamos na porta do meu quarto, onde Luhan deixou a minha mala e me desejou boa tarde. Ele ia indo embora, até que gritei o seu nome.

"Você trabalha em que áreas aqui?", berrei do outro lado do corredor.

 

"Recepção, malas, cozinha... Ah! Estacionamento e serviços gerais.", ele respondeu na maior tranquilidade, e foi embora.

 

(...)

 

Já era de noite e eu estava relaxando no meu quarto usando minha cueca vermelha da sorte, afinal eu tenho a tradição de em Las Vegas só usar cuecas vermelhas. Como eu estava com muita fome, liguei para a cozinha e pedi que me trouxessem um sanduíche natural e um suco de uva para jantar, além de uma garrafa de vinho dos bons para eu tomar depois.

 

Fui pentear o cabelo ao som de Call Me Baby e nem percebi o tempo passar, só admirando minha própria imagem enquanto dançava sexualmente em frente ao espelho. Nossa, Luhan se apaixonaria por mim se me visse desse jeito - especialmente a minha bunda, apelidada de Sebooty por ser tão perfeitamente esculturada. E naquela cueca vermelha ficava ainda mais bonita! Mas que coxas gostosas eu tinha.

 

A campainha tocou, e com agora Mama tocando, eu fui sem pensar muito abrir a porta. Lá fora estava um Luhan carregando os pedidos que eu tinha feito pelo telefone, me encarando com o queixo quase tocando o chão. Olhei para baixo, e caiu a ficha. Eu estava de cueca - e não era uma cueca qualquer, era a minha famosa cueca vermelha! De todas as pessoas que poderiam entregar o meu jantar, tinha que ser junto ele? Não que eu não quisesse vê-lo. Muito pelo contrário, eu podia passar um dia inteiro admirando Luhan parado sem mexer um músculo.

 

"O q-que...", foi tudo o que Luhan conseguiu dizer, e olhando ele tão embasbacado, o pior aconteceu.

 

Meu volume ficou do tamanho do Monte Everest!


Notas Finais


E pra quem quer saber, essa fanfic só vai ter 5 capítulo mesmo :))) É curtinha e vai passar rápido então ta suave :3
Vocês que são meus fanzocas, sabem muito bem que A-M-O comentários né non?
Comentem aí o que acharam :))))
Juro que não vou demorar para voltar com o próximo capítulo!


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