História Man of a thousand face - Capítulo 2


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Categorias Originais
Tags Incesto, Romance, Sexo, Violencia
Exibições 116
Palavras 1.766
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá, tudo bem com vocês? Espero que sim. Hoje venho aqui trazer mais um capítulo da minha Fanfic Man of a thousand face, espero que gostem do fundo do meu coração porque escrevo com muito carinho e dedico uma boa parte do meu tempo para ela. O comentário de vocês são muito importante pra mim, uh. <3

Capítulo 2 - Yumi e o seu desejo proibido


Fanfic / Fanfiction Man of a thousand face - Capítulo 2 - Yumi e o seu desejo proibido

08:00 horas da manhã acordei no hotel levando as mãos nos cabelos percebendo que eles estava grandes, logo me veio na cabeça que era uma mulher naquela manhã. Fui ao banheiro onde me olhei no espelho e vi que tinha uma aparência de uma mulher jovem, cerca de 20 anos, pele bronzeada, seios fartos, e um corpo bem magrinho, fiz um rabo de cavalo em meus cabelos e logo em seguida lavei o meu rosto e escovei meus dentes, voltei para o quarto onde abri a minha mochila e tirei uma camisa e uma saia já que me preparava para aquilo, levava sempre uma peça de roupa de homem, mulher, criança, idoso, logo me vesti e coloquei a mochila em minhas costas e sai do hotel voltando para a minha casa, me abaixei assim que cheguei perto da porta e tirei uma chave de baixo do tapete abrindo a porta e adentrando para dentro de casa, senti o cheiro de comida exalando pela casa e fui andando até a cozinha onde estava a minha irmã mais nova Yumi e a minha irmã mais velha Lucy, assim que elas me viram arregalaram os olhos assustadas e tratei logo de fazer um gesto com os dedo indicador e o do meio juntando as duas mãos fazendo um V mostrando que era o irmão mesmo naquele corpo, assim elas ficaram mais tranquilas e a mais velha me chamou para comer com elas, minha irmã mais nova Yumi estava com uma cara emburrada como sempre, ela não era muito de conversar comigo e sempre me tratava mal, não sabia o motivo, imaginava que ela me odiava, por isso evitava muito contato, diferente da minha irmã mais velha que era toda amorzinho comigo perguntando onde tinha passado a noite e me dando vários beijos pelo rosto. 

- Yumi, quer que eu vá para o colégio com você ? - Perguntou o irmão. 
- Não, me deixa em paz seu pervertido. - Respondeu em voz alta e brava. 
- Yumi, olha o jeito que você fala com o seu irmão, mais respeito por favor. - Disse a irmã mais velha. 
- Que saco, vocês me deixam em paz por favor. - Bateu as mãos em cima da mesa e saiu Yumi. 
- Não liga pra ela, maninho... Ela ainda é adolescente, ta bom? - Comentava a mais velha enquanto comia. 

Abaixei a cabeça e comecei a comer um pão com manteiga enquanto dava um gole ou outro no café, alguns minutos depois terminava de comer e agradecia a minha irmã mais velha pela comida e subia para o meu quarto onde me joguei na cama ficando de bruços enquanto olhava para a parede para algumas fotos pensando no que poderia fazer para melhorar sua relação com a sua irmã mais nova que odiava tanto ele, logo ele teve uma idéia e assim pegou no sono sem menos esperar devido a noite cansativa que teve no dia anterior. 
 

Enquanto isso no colégio de Yumi

Yumi: Chegava na escola emburrada como sempre cara de poucos amigos, aqueles olhares me deixava enjoada, os garotos faltava me comer com os olhos, sempre olhava para o meu corpo e para a minha calcinha e isso me deixava de saco cheio dos homens, entrei na sala de aula e me sentei na primeira cadeira ajeitando o meu material escolar apoiando o cotovelo em cima da mesa olhando pela janela pensando porque sentia algo tão forte pelo irmão, não conseguia entender, era só olhar para ele que meu coração ficava acelerado e a minha buceta molhada, odiava me sentir daquele jeito ainda mais com o meu irmão, quando menos esperava começava a sentir um calor muito forte no corpo ficando com as bochechas do rosto bem avermelhadas, imediatamente meu professor perguntou se eu estava passando mal, na mesma hora respondi que um pouco e pedi para ir no banheiro e assim que ele deixou sai correndo para o banheiro onde me tranquei em um dos banheiros me sentando em cima do vaso levantando a minha saia um pouco puxando minha calcinha para os lados levando os dedos gentilmente nos pequenos e grandes lábios da minha buceta começando a me tocar lentamente sentindo minha respiração ficar ofegante conforme minha buceta ficava molhada, chamava pelo nome do irmão dando uma atenção mais especial para o meu clitóris e depois de 20 minutos gozava nos dedos bem gostoso me desabando no chão do banheiro me sentindo muito envergonhada por ter feito aquilo pensando logo no seu irmão, sabia que era um desejo proibido e que jamais poderia tê-lo, logo me levantei limpando a minha buceta com um papel higiênico e ajeitei a minha calcinha e saia e sai do banheiro voltando para a sala onde assisti todas as aulas até dar 17:30 da tarde para ir embora. 

Enquanto isso na casa deles

Hideki: Acordei e me olhei no espelho e vi que estava em um corpo de um homem cerca de 40 anos, pele morena, bastante forte e algumas cicatrizes pelo corpo, cabelos bem curtos quase chegando a ser careca, então sai do meu quarto e fui para a rua andando em um beco perto de casa por volta das 18:30 um pouco escuro o local vejo a minha irmã mais nova Yumi voltando para casa lentamente, estava apenas eu e a minha irmã naquele beco, ela não iria saber quem era eu a menos que eu fizesse o gesto com os dedos, por isso mesmo pensou em passar um grande susto nela para ver se ela mudava aquele jeito comigo, parei na frente dela fazendo o pequeno corpo dela bater no meu fazendo ela cair no chão de pernas abertas mostrando aquela calcinha com o tecido um pouco sujo já imaginando que era gozo pela cor. 

- Ei, ei, ei... Quem pensa que é pra esbarrar em mim no meio da noite, mocinha? 

Dava pra ver nos olhos de Yumi o desespero, totalmente diferente de quando ela tava em casa me tratando mal nas ultimas semanas, ela imediatamente pediu desculpas ficando de joelhos na minha frente e pediu para deixa-la ir embora, na mesma hora me abaixei e peguei nos pequenos braços dela e a olhei no fundo de seus olhos e disse. 

- Não, você não vai embora. Vou brincar um pouco com você. 

Jogava ela no chão fazendo-a cair de costas no chão levantando um pouco a sua saia revelando a sua calcinha branca, fiquei sobre o pequeno corpo dela impedindo dela fugir e quando ela deu um grito dei um tapa no rosto dela e disse em um tom alto e bem claro pra ela ouvir. 

- Se gritar de novo eu vou cortar a sua língua, arrancar os seus olhos, e cortar as suas orelhas. 

Na mesma hora ela colocou as mãos na boca começando a chorar bastante assustada, eu poderia muito bem parar naquele momento e fugir, mas não dava pra parar, não naquele momento. Levei a mão esquerda em cima de um dos seios dela por cima da blusa de uniforme apertando-o sentindo o tanto que era durinho e pequenos os seios da irmã mais nova, levei os dedos em cima do tecido da calcinha dela e a toquei lentamente sem tirar os olhos do rostinho dela, ela ficava sem reação alguma, então virei o corpo da menor deixando-a de bruços, subi a saia dela e abaixei a sua calcinha até as coxas, abaixei até as coxas a bermuda e a cueca fazendo meu pau pular para fora batendo contra a bunda pequena da sua irmã, pegava na base do membro batendo contra a bunda dela abrindo-a para ver o cuzinho e a buceta dela que provavelmente era virgem, mas para ter certeza iria perguntar. 

- Se for sincera comigo agora eu posso deixa-la ir embora, garotinha. - Disse com uma voz rouca e grossa. 
- E-Eu vou ser sincera com o senhor, me deixa ir, por favor. - Falava com uma voz chorosa e soluçava. 
- Você é virgem ? - Perguntava o rapaz para a sua irmã que não sabia que era o irmão que estava ali. 
- S-Sim, eu sou virgem. Posso ir agora? - Limpava as lágrimas e tentava se levantar. 

Abri um sorriso e me ajeitei em cima do corpo da irmã mais nova guiando a cabeça do pau até a entrada do cuzinho dela que arregalava os olhos e pedia pelo amor de Deus para não fazer aquilo, mas sem sucesso, fiz um pouco de força e penetrei lentamente a cabeça do meu pau naquele pequeno buraco que se abria conforme empurrava a base do meu pau, um grito de dor era solto pela menor que imediatamente coloquei a mão na boca dela começando a estoca-la fazendo movimentos pra frente e para trás com o quadril socando bem gostoso naquele cuzinho virgem da sua própria irmã, ela chorava e tentava sair de baixo do corpo do rapaz que era inútil por ser bem mais alto e mais forte que ela, passei as mãos pelas curvas do corpo da menor apertando e arranhando toda a sua pele, depois de 30 minutos naquele beco escuro e frio estuprando a própria irmã sentia uma enorme vontade de gozar dando uma ultima estocada com o pau todo dentro do cuzinho dela acabava gozando soltando vários jatos de gozo quente e viscoso dentro da bunda da menor que chorava e tentava gritar, ela ficava toda mole então tirava o pau da bunda dela e subia as minhas roupas, subia a calcinha dela e abaixava a saia dela e saia correndo em outra direção sumindo daquele local. 

Yumi: Não acreditava que aquilo estava acontecendo comigo, um homem estranho me estuprando perto da minha causa. O que eu fiz pra merecer aquilo, ele tirou a virgindade da minha bunda e ainda gozou dentro de mim, eu não merecia aquilo, ninguém veio me salvar, estava dolorida e sentindo muita dor, fiquei ainda naquele local por algumas horas até ter forças e me levantar e voltar para casa tirando os sapatos e indo direto para o banheiro onde tomava um banho bem quente e não parava de chorar lembrando do ocorrido de algumas horas atrás, passava sabonete líquido por todo meu corpo tentando apagar aquilo da minha memória, mas ficava as marcas das unhas do rapaz que naquela noite não se lembrava do rosto dele, mas apenas da cueca que era uma cueca box de corações, terminei de tomar meu banho e fui para o meu quarto me secando e logo colocando um pijama deitando na minha cama me encolhendo com um travesseiro em meus braços e dormi. 
 

 


Notas Finais


Waaaaaay, mais um capítulo bem quentinho pra vocês lerem. Esse capítulo foi um pouco mais pesado, mas espero que vocês curte a leitura e continue me acompanhando e dando a opnião de vocês. Podem ficar com raiva, vamos matar esse Hideki. u-u ~


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