História Man of a thousand face - Capítulo 3


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Categorias Originais
Tags Incesto, Romance, Sexo, Violencia
Exibições 86
Palavras 1.063
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá, pessoal. Tudo bem com vocês, uh? Espero que sim porque venho trazer mais um delicioso capítulo pra vocês bem quentinho. <3

Capítulo 3 - Despedida


Fanfic / Fanfiction Man of a thousand face - Capítulo 3 - Despedida

No dia seguinte de manhã

Yumi: Acordei lentamente sentindo um pouco de dor na bunda lembrando do ocorrido do dia anterior mordendo meu próprio lábio sentindo muita raiva do homem que tinha feito aquilo comigo, me levanto e vou até o banheiro do meu quarto escovando meus dentes e lavando o meu rosto, pego uma toalha e passo no meu rosto e saio do meu quarto andando até a cozinha onde vejo a minha irmã mais velha Lucy. 

- Cade o nosso irmão? Ele não apareceu em casa essa noite. - Perguntava para a mais velha. 
- Hum, eu não sei onde ele dormiu essa noite Yumi, ele não mandou notícias. - Respondeu para a mais nova. 
- Vamos comer porque ele logo deve aparecer por aqui. Você não tem aula hoje? - Perguntava a mais velha. 
- Não, eu não vou pra aula hoje porque não to me sentindo bem. - Respondeu a mais nova.

Em um beco qualquer próximo a casa deles

Hideki: Acordei lembrando do ocorrido da noite passada me sentindo um lixo tocando em meu rosto sentindo que tinha mudado de aparência de novo, era um adolescente. Me levanto e saio andando em direção a minha casa e depois de alguns minutos pegava a chave de baixo do tapete entrando em casa entrando direto para o meu quarto tirando aquelas roupas e a cueca entrando no banheiro tomando um banho bem demorado, após alguns minutos me secava com uma toalha e colocava uma roupa nova, pegava a roupa usada e saia do quarto indo para um outro onde ficava as roupas sujas, joguei tudo lá e fui a cozinha fazendo o gesto com os dedos mostrando que era o irmão delas, me sento na cadeira e pego um pão com ovo e bacon e vejo as minhas irmãs me encarando logo a mais nova pergunta. 

- Onde você esteve que não veio pra casa, babaca? - Perguntava bem nervosa para o irmão. 
- E desde quando eu tenho que falar pra você onde eu vou ou deixo de ir? Me erra, pirralha. - Respondia nervoso. 
- Quer saber de uma coisa, eu vou embora dessa casa porque to cansado de morar com vocês. - Disse se levantando da mesa.

Me levantava com o pedaço de pão na boca correndo para o meu quarto pegando uma mala preto em cima do guarda - roupa colocando o máximo de roupas que conseguia, logo fechava ela e saia do meu quarto vendo a minha irmã mais velha perto da escada bloqueando o caminho. 

Onde pensa que vai mocinho? Não somos uma família? Porque está indo embora? Aprontou alguma coisa lá fora? 
- Não, eu não fiz nada. Eu só quero morar sozinho apartir de hoje, vou deixar meu número de celular com vocês, adeus. 

Puxei a minha irmã para dar um abraço nela bem apertado e quente, passava as mãos no meio das costas dela aproveitando para dar um cheiro no pescoço dela, me afastei um pouco e vi o seu rosto cheio de lágrimas, levei os dedos neles limpando um pouco das lágrimas e dei um selinho bem demorado nos pequenos lábios dela. 

- Um dia eu volto, Lucy. Prometo. - Disse em um tom baixo e rouco. 

Fui até a cozinha olhando a minha irmã mais nova de cabeça baixa segurando o choro, me aproximei e baguncei os cabelos dela me abaixando logo em seguida. 

- Ei, eu to indo embora. Não tem nada pra me dizer, hm? Perguntava para a menor. 
- N-Não abandona a gente, maninho. Você tem que ir mesmo? - Disse baixinho com uma voz manhosa. 
- Eu preciso ir, me desculpa por tudo, Yumi. - Respondia para a menor. 

Me levantei e peguei uma caneta escrevendo o número do meu celular em um papel colando na porta da geladeira, fui até onde a minha irmã mais velha estava e peguei a minha mala e sai de casa indo direto para o aeroporto comprando uma passagem para a Coréia do Sul onde ficaria  por alguns anos. 

Enquanto isso na casa deles

Lucy: Que droga de irmão deixando a gente sozinha do nada, eu não entendo aquele cabeça de vento, que droga. Limpava as lágrimas do rosto andando até o quarto dele onde entrava olhando o quarto quase todo vazio, me sentava nas minhas próprias pernas chorando muito por causa do irmão, amava muito ele. 

Enquanto isso na cozinha

Yumi: Limpava as lágrimas terminando de comer o café da manhã me levantando com um pouco de dor indo lavar algumas roupas, entrava no quarto onde ficava as roupas sujas pegando uma cesta pequena pegando as minhas calcinhas, shortinhos, e algumas blusas quando vejo a roupa do meu irmão em cima da maquina de lavar vejo aquela cueca a única peça que lembrava do homem que havia me estuprado na noite anterior deixando a cesta cair na mesma hora no chão levando a mão na boca sem acreditar que o próprio irmão que tanto amava e desejava tinha feito aquilo comigo, não sabia o que sentia naquele momento, mas por saber que era ele e por ele ter ido embora pensava que era a culpada, por isso saia correndo até a cozinha pegando o telefone de casa tentando ligar para o irmão que logo atendia o celular. 

- Alô? 
- Irmão, não vai embora... Eu sei que foi você que fez aquilo comigo, por favor... Não deixa nós duas sozinhas, eu te desculpo, não vou contar pra nossa irmã, por favor volte pra casa. Eu te amo. - Disse chorando para o irmão no telefone. 
- Yumi... Me desculpa por aquilo, não consegui me controlar. Tenho que ir embora, prometo voltar algum dia. - Respondeu segurando o choro no celular. 
- Tenho que ir agora, meu vôo vai sair agora, adeus. - Assim desligou o celular e entrou no avião. 

10 anos mais tarde

Hideki: Estou a 10 anos na Coréia do Sul onde sou conhecido mundialmente como o melhor jogador de poker do mundo com uma fortuna estimada em 20 milhões de dólares. Hoje com 28 anos nunca esqueci minhas duas irmãs que deixei para trás no Japão, hoje a mais velha com 30 anos e a mais nova com 26 anos, penso um dia voltar para o Japão para encontra-las, perdi contato com elas a cerca de 4 anos atrás, nunca mais soube notícias dela. 


Notas Finais


Um capítulo mais tranquilo depois do capítulo anterior ter sido bem pesado, rsrs. Espero que vocês curte a leitura e me diga o que acharam. O comentário de vocês me motiva muito. Beijos pra quem gosta de beijos e abraços pra quem gosta de abraços. <3


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