História Mansão Norman Para Assassinos Aposentados - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Jeff The Killer, Slender (Slender Man)
Tags Comedia, Jeff, Jenny, Norman
Visualizações 67
Palavras 2.693
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


E aqui está o segundo capítulo!!!
Eu disse que iria postar todo dia... Quero dizer, vou ter que fazer umas correções aqui e ali, umas mudanças acá e alá, mas vou tentar postar um por dia.
Uma boa leitura e nos vemos nas notas finais.

Capítulo 2 - Jeff, queremos um Mc Lanche Feliz!


- Todo dia acordo cedo, moro longe do emprego...

- Tú é estudante, ô cria! – falou Jeff caindo do teto. Como?

- Tá certo, de onde você surgiu? – perguntei.

- Do quarto de cima, esqueceu que tem uma portinha ali em cima?!

Olhei pra cima e eu vi um buraco no teto, tinha mesmo, eu acabei esquecendo. Ele fica embaixo da cama do Jeff. Escutei batidas na porta.

- Jeff, Norman venham tomar café, que daqui a pouco temos que sair.

- Como isso soube que eu tava aqui? – perguntou Jeff incrédulo.

- Eu bati na porta do seu quarto e não escutei nada, então deduzi que você estava aqui.

- Maluco, véi... – dissemos juntos.

- Vocês vão ficar sem café e vamos nos atrasar. – avisou ela.

Olhei para o relógio em cima da mesinha e vi que marcava 05h40.

- TEMOS VINTE MINUTOS PRA TOMAR BANHO, CAFÉ E IR PRA CIDADE! – gritei.

- EITA PORRA! – gritou Jeff. Ele costuma falar palavrão, muito. Eu não me incomodo muito com isso, mas o tio Slendy disse para ele não falar esse tipo de coisa perto de mim por eu ser uma criança. – APURA, MANOLO.

- Então v...

Antes de eu falar qualquer coisa Jeff chutou a porta arrancando ela da parede e me segurou pela gola da camisa e segurou Sally pela cintura nos levando até a cozinha no primeiro andar.

- TEMOS QUE PREPARAR O CAFÉ! – gritou ele.

- Eu já fiz o café. – disse Slender com um avental rosa colocando três pratos de omelete na mesa. Ticci Toby e o Eyeless Jack que parecia estar chorando já estavam comendo omelete na cadeira deles.

- TEMOS QUE COMER! – gritou Jeff nos soltando. Ele se sentou e de uma só vez comeu metade da omolete. – PORRA… GOSTOSO PRA CARALHO.

- Jeff, pare de chamar palavras de baixo calão na frente do Norman, ele é só uma criança! – advertiu o tio Slendy com uma espátula em um dos tentáculos.

- Ué, Jack você não come rim? – perguntei.

- Desde que você se mudou pra cá o Slender me proibiu de comer rim na sua frente. – disse ele lagrimando enquanto comia omelete. – Hm, gostoso.

- Claro. Não seria algo bom para uma criança ver. – falou Slender de braços cruzados enquanto seus tentáculos lavavam as louças e colocavam mais pratos na mesa.

- Você é mais pai que o meu pai! – falei incrédulo.

- Ele cuidou de nós, um bando de assassinos, sozinho em uma mansão no meio de uma floresta. Você esperava o quê? – Jeff revirou os olhos e terminou de comer o omelete. – Partiu banho. Não, espera… Aquilo são panquecas? Eu quero.

- Jake Risonho não vem? – perguntei.

- Nah, ele trabalha a noite então dorme durante o dia. – respondeu Sally. – Jane, Nina, a Clock e o Liu descerão mais tarde, até por que tirando o Liu, o resto do pessoal não faz nada.

- Jane está procurando um lugar que a deixe trabalhar como vigia e a Nina tá terminando o cursinho, ela me disse que depois que terminar vai querer trabalhar com uma agência telefônica. A Clock não quer trabalhar e nem sair de casa, mas disse estar pensando em ser agente de festa. – informou Slender.

- Terminei. – falei. – Vou tomar um banho.

- Não demore, depois de você sou eu! – disse Jeff com a boca cheia.

- Tenha modos, Jeff. – suspirou o tio Slendy.

Fui tomar meu banho enquanto Jeff comia. Sally estava terminando de comer e por ela já tá com o uniforme eu tenho certeza que ela já tomou banho e arrumou sua mochila. Tomei um rápido banho e me arrumei. Jeff usou um outro banheiro – Nessa casa tem uns cinco. – e quando eu desci Jeff já estava com uma calça jeans e um moletom branco (Estava limpo, okay. Ele tem vários desse e apenas um tem sangue, é como uma lembrança e ele deixa guardado para lembrar do seu tempo de assassino e nunca mais usou) ao lado de Sally.

- Vamos, garoto. Hora de mais um dia enfrentando as dificuldades da vida! – eu ri com o comentário dele.

- Até mais, tio Slendy. – falamos nós três juntos.

- Até mais, crianças. Tenham um bom dia. – Slender acenou para nós. Smile dog que estava ao seu lado latiu.

Jeff correu até a garagem e saiu de lá com um classic onde entramos, eu atrás e Sally no banco do passageiro.

- Eu ainda vou ganhar um carro decente. – disse ele bufando. – Coloquem os cintos crianças, pois vamos brincar de Need For Speed.

No exato momento em que eu coloquei o cinto o carro estava passando dos portões da mansão. Jeff sempre dirige rápido, crianças da minha idade devem morrer de medo, mas eu acho super divertido. Entrando na cidade Jeff tinha que dobrar, ele fez um drift e no momento em que ele dobrou metade do corpo da Sally foi pra fora do carro e ela pegou o hot dog que um homem pegaria depois de ter pago na barraquinha. Mais uma curva e Jeff diminuiu a velocidade aos poucos até parecer que estava em câmera lenta enquanto a música tocava.

They see me rollin

They hatin

Patrolling they tryin to catch me ridin dirty

Ele acelerou até chegarmos no canto da escola onde deu uma freada violenta.

- Pronto. Entregues a tempo, são e salvos. – disse Jeff sorrindo para nós.

- E bem alimentados. – completou Sally terminando de comer o hot dog.

- Valeu Jeff. – Eu e Sally nos despedimos.

- Venho buscar vocês meio-dia na frente da escola. – ele soltou o freio e dobrou, na rua onde ele trabalha que a propósito é atrás da escola.

- Okay. – gritou Sally acenando para o carro mesmo ele já tendo ido embora. – Vamos, Norman?!

- Vamos.

Quando atravessamos os portões todos os garotos começaram a olhar para nós, ou melhor, para a Sally, ela é bonita afinal. Não é só pelos grandes cabelos castanho e ondulados ou pelos olhos verdes, mas também pelo seu sorriso, ela tá sempre sorridente e eu acho que isso chama a atenção dos garotos mais velhos.

Ela foi para o prédio a direita e eu para o da esquerda, afinal ela é do ensino médio e eu do fundamental.

Primeira aula: biologia.

Eu amo essa matéria, principalmente quando temos que dissecar um animal, o que no caso era essa a aula.

- Muito bem turma, façam duplas para o trabalho que eu explicarei agora. – disse o professor.

Olhei para trás já sabendo com alegria quem chamar.

- Ei Lusca, vamos fazer dup...

- Foi mal Norman, mas ele é meu amigo. – respondeu ele para minha tristeza.

- Eu também era... – falei de olhos semicerrados.

Eu e o Lusca éramos a dupla perfeita. Eu sabia dissecar, e os nomes dos animais, tanto científico quanto comum. Já o Lusca sabia sobre a anatomia dos animais, juntos nós sempre tirávamos a maior nota. Mas ele me trocou pelo amigo que chegou a uns tempos atrás. Ele me magoou, nossa amizade está acabada.

- Hey Norman.

- Alasca! – disse vendo a garota que foi até mim. – Quer fazer dupla comigo?

- Eu já iria pedir isso. – ela puxou a cadeira e se sentou do meu lado.

Alasca é a minha melhor amiga – depois do Lusca, mas nossa amizade foi pro Beleléu. – e é muito inteligente também. Ela tem cabelo preto e curto, e seus olhos são verdes. Eu a conheci quando me transferi pra cá no início do ano.

- Já fizeram suas duplas? Ótimo. O trabalho de vocês vai ser dissecar um sapo. – a gente já teve essa aula umas 300 vezes, mas nunca perde a graça para mim.

 

Fim das aulas...

 

- Iai Norman, como foi a aula? – perguntou Sally toda sorridente perto de mim.

- Ah, tirando o fato de que eu perdi um amigo está tudo bem. Dissequei um sapo com a Alasca, foi divertido.

- Ahn? Que seja. Saímos cedo hoje, então que tal visitar o Jeff no trabalho dele.

- Boa, vamos. Vai que ganhamos um Mc Lanche Feliz.

Não disse antes, mas o Jeff trabalha no Mc Donald’s. E as vezes ele deixa a gente comer pela sua conta. Andamos na calçada em direção ao trabalho dele quando três caras altos apareceram sorrindo na nossa frente. Pelo tamanho pareciam ser do 3º ano, o mesmo que a Sally.

- Iai Sally, ah quanto tempo... Lembra de nós? – disse o loiro do meio sorrindo.

- Vocês... – antes séria, depois ela olhou pra eles com a cabeça inclinada para o lado. – Quem são vocês?

Os três caíram no chão e o loiro do meio levantou chorando.

- Eu sou o Daylan, que você rejeitou ano passado.

- E-Eu sou o Cristian, eu te convidei pra sair no início do ano, você disse que tinha aceitado, mas quando eu fui te buscar na frente da escola você não apareceu e eu fiquei lá chorando. – choramingou o loiro da esquerda.

- E eu sou o Max. Eu te pedi em namoro mês passado, você disse não, mas comeu todo o chocolate super caro que eu te dei e entregou minhas flores pra uma garota!

- Ata... Darlano...

- É Daylan.

- Sim, sim... você vivia me perseguindo, parecia um stalker. – ela olhou para o outro loiro. – Quem é você mesmo?

- BUÁ! – ele correu pra longe molhando as flores da calçada com suas lágrimas.

- E... Fred Warner?!

- É Max, e é impossível alguém errar um nome de uma maneira tão idiota!

- É, tanto faz. – ela balançou os ombros. – Aquele chocolate era delicioso, era impossível não comer. E aquelas flores eram as preferidas da Juniper, por isso eu dei pra ela.

Os garotos agora pareceram sérios.

- Você fez um mal danado em nossas vidas. Então que tal dar um passeada com a gente? Não vai fazer mal nenhum.

- Desculpa, já estou indo ver alguém.

Quando ela disse isso eu senti que o clima ficou mais pesado.

- Por que você rejeitou sair conosco... – disse Max.

- Mas aceitou sair com esse cara? – completou Daylan.

- Ah, na verdade ele nem sabe que eu vou visita-lo. E o que eu decido fazer é problema meu, não de vocês.

- Alguém aqui precisa aprender boas maneiras. – falou Daylan segurando o braço da Sally com força.

- Me solta.

- Solta ela! – gritei.

- Sai fora garoto. – o outro cara, o Max, me empurrou fazendo meus materiais caírem.

- Agora você vai pagar por... ai. – um cara de capuz branco apareceu segurando o braço do Daylan com força e eu tive a impressão de escutar o barulho de ossos quebrando. – Meu braço.

- Algum problema por aqui? – quando ele falou e tirou o capuz eu reconheci na hora que era o Jeff.

- Jeff. – disse sorrindo.

- Jeff… – Sally abraçou ele. – Garotos, esse aqui é o Jeff, o meu namorado!

- O que vocês estavam tentando fazer com a Sally… – ele deu uma pausa. – E com o Norman?!

Achei que ele esqueceria de me mencionar. O Daylan pareceu ficar com raiva e deu um soco na cara do Jeff e eu pensei: Você fez o que não devia.

- Ah, cara. E eu ainda estava tentando ser legal. Agora a cicatriz na minha boca tá doendo. – Jeff tocou levemente a cicatriz onde um dia esteve aberta. – Sally, feche os olhos do garoto, pois como Slender disse, tem coisas que crianças não podem ver.

Sally tapou meus olhos e eu escutei um grito. Eu sabia o que estava acontecendo mesmo não vendo, mas queria ver. Abaixei uma das mãos da Sally e pude ver um dos caras desmaiado, Jeff tinha socado a cara do outro e antes do cara cair no chão Jeff o pegou pela parte de traz da cabeça e o pressionou no muro, pude ver sangue escorrendo do muro e suspeitei de que aquele tinha desmaiado. O que estava no chão tinha se levantado e quando viu tudo mijou nas calças e saiu correndo.

- Isso não vai ficar assim! – e dizendo isso ele foi embora com seu nariz quebrado.

- Obrigada, Jeff. – agradeceu Sally abraçando Jeff.

- Valeu, Jeff. – agradeci.

- Tá, tudo bem. E Sally, pare de dizer que eu sou seu namorado! – ele bufou. – Fica usando meu nome pra fugir dos caras que gostam de você.

- Ah, deixa vai?! É divertido. – disse ela rindo.

Depois de mais uma conversa nós fomos para o Mc Donald’s. Jeff já tinha terminado o expediente, por isso nos sentamos nós três juntos. Eu e Sally pedimos Mc Lanche Feliz e Jeff pediu apenas um refrigerante.

- E então, por que vocês estavam ali? – perguntou Jeff olhando para nós. Ah, tá, eu não disse antes, mas ele tem pálpebras! Antes ele não tinha, mas ele nos disse que Slender fez umas artificiais. Quanto ao seu cabelo, ele é grande, e rebelde, mas não é sujo.

- Saímos cedo, então decidimos vir para cá comer. – disse Sally comendo metade de um hambúrguer.

- E por que você apareceu naquela hora, Jeff? – perguntei.

- Eu tive a leve impressão de que estaria acontecendo algo de errado com… com vocês e pedi para sair mais cedo para buscá-los. Agora terminem logo, daqui a pouco nós vamos buscar a Jane na frente do shopping center. Parece que ela não conseguiu um emprego de vigia.

Terminamos de comer e fomos para o carro e Jeff arrancou enquanto tocava Decadence (Disturbed). Dobrando algumas esquinas nós chegamos a frente do shopping. Jeff abaixou o vidro e começamos a procurá-la, o que não é difícil de achar já que ela é branca, certo?! Errado! Jane pode até ser branca por falta de sol, mas não tanto, ela tá começando a ganhar cor e fica mais igual as pessoas normais.

- Nossa, como vocês demoraram. – disse alguém vindo em direção ao carro.

- Jane! – disse.

- Jane-se! – retrucou Jeff fazendo uma junção de “Jane” e “Dane-se”.

- Oh, meu fofo Norman. – disse ela me abraçando dentro do carro. Ela não abriu a porta, simplesmente pulou pela janela.

- O que aconteceu com o seu rosto, Jane? Parece que você não consegue sorrir de um lado dele. – comentou Jeff tentando segurar o riso.

- Ah, nossa. Que ótima observação a sua, ô sorriso escroto.

- Cala a boca, cara de pano.

- Meu rosto ficou assim na hora que o Slender foi fazer a plástica em mim.

- Quem manda ficar irritada quando o Slendy foi fazer a plástica no seu rosto!? – retrucou Jeff.

- Quem manda você virar um retardado, desenhar um sorriso de orelha a orelha em mim, rasgar parte dos meu lábios e cortar toda minha cara? Seu emo gótico fresco viado de merda.

- Eu não sou emo gótico nem fresco e muito menos viado de merda e você sabe muito bem. – Jeff disse sorrindo para Jane que se calou.

Sally pareceu ficar com os olhos brilhando.

- Hey, hey, Jane. – Jane olhou para ela esperando a pergunta. – Qual é o tamanho? Doeu? Foi bom?

Lembram que eu disse que a Jane estava ganhando uma corzinha, mas que ainda era um pouco pálida? Pois é, ela ficou muito vermelha e isso era fácil de se perceber já que seu rosto antes branco ganhou uma coloração rosada na parte das bochechas.

- Isso não interessa e eu não sei do que você tá falando. – disse Jane olhando para a janela.

- Ah, qual é Jane. Então me responde mais uma coisa... você gostou?

Jane passou de rosa para vermelho carmesim, parecia que todo o sangue do corpo dela foi para a cabeça e se instalou no rosto, mesmo assim ela não disse nada.

- Hm, quem cala consente! – Sally mostrou a língua.

- Ah, cala a boca Sally! – girtou Jane. Sally e Jeff começaram a rir e bateram as mãos.

Embora eu estivesse escutando atentamente a conversa eu não entendi nada do que eles estavam falando. Bom, não que isso importe, o que importa agora é que eu tenho que dar um aviso importante aos meus responsáveis, e como meus pais quase nunca estão em casa vai ser para o tio Slendy e os outros mesmo. Uma notícia muito boa.


Notas Finais


Peixe: Aeeeeeeeeeeeeeeeeeee... Ah, como é revigorante escrever essa fanfic delícia de novo. ( - -)
Jenny: Sim, sim. Fiquei tão feliz por você ter me dado vida. Comecei a ficar triste achando que você tinha abandonado a fanfc, mas felizmente não... E... Eu estava com saudades, Peixe. (^ ^ )
Peixe: JENNY!!! *pula nela e a abraça
Jenny: PEIXE!!!
Peixe: Que saudades de você, minha preciosa filha. ( T T)
Jenny: Err... Eu não era sua filha! (O o)
Peixe: Agora é. Eu acabei de te adotar! ( u u)
Jenny: Sério? Q-QUE ALEGRIA!!! (> < ) *abraça Peixe
Peixe: E agora... O que será que essa história atualizada reserva para o Norman e os outros? ( o o)
Jenny: Nós saberemos. (o o )


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