História Mansion Belle-de-Jour - Capítulo 2


Escrita por: ~

Visualizações 68
Palavras 1.326
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Ecchi, Fantasia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Hentai, Orange, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Kisses, my dears 💛😘

Boa leitura 🍃

Capítulo 2 - Capítulo Dois


Fanfic / Fanfiction Mansion Belle-de-Jour - Capítulo 2 - Capítulo Dois

POV Camila

– Entrar? Não, não. Não ia entrar não.

Droga, eu tinha que ficar tão nervosa? Tenho certeza que ela percebeu que estou mentindo. É claro que eu ia entrar, ao menos eu pretendia entrar. Mas, afinal, quem é essa mulher? Ela estava entrando na casa quando se esbarrou comigo. Será que ela é uma cliente ou trabalha aqui?

– Você é nova nisso, não é? – novamente ela me tira dos meus devaneios.

– Como? – mais um ponto para sua lerdice.

– Você nunca veio aqui antes, não é mesmo? Tenho quase certeza que só esbarrou comigo porque estava entrando. Sem contar que está claramente nervosa então você só pode ser nova nesse tipo de ambiente. Acertei?

Quem é essa mulher? A versão feminina do Sherlock Holmes?

Agora ela está me olhando com um olhar de quem sabe das coisas, bem instigador e com uma pontada de malícia. Achei que eu não conseguiria ficar mais nervosa, mas, depois dessa olhada, acho que elevei o meu nervosismo em níveis extraordinários.

– Ér... – claramente eu sou o mago da comunicação.

– Acho que acertei – diz rindo, provavelmente da minha cara de retardada – Bom, eu trabalho aqui e já estou alguns minutos atrasada. Você não quer entrar e beber alguma coisa para se acalmar? Como você nunca veio aqui antes deve ter uma infinidade de dúvidas, e eu prometo que depois que você se acalmar eu respondo todas as suas perguntas. E então, vamos entrar?

Ela trabalha aqui então deve lidar com pessoas como eu – curiosas sem cura – quase todos os dias, deve ser bom conversar com ela e esclarecer tudo. Aliás, agora que ela tirou aquele poderoso olhar do rosto, me parece ser uma ótima pessoa.

“E com aquele olhar parecia ser uma pessoa M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-A”. E minha mente safada ataca de novo. Hoje estou muito propensa a esse tipo de pensamento.

– Claro, vamos entrar.

“Consegui formular minha primeira frase. Parece que estou evoluindo.” Penso me segurando para não rir de mim mesma.

– Ah, me chamo Normani Kordei – se apresenta estendendo a mão para mim.

– Camila. Camila Cabello – retribuo o cumprimento. “Mão muito macia”.

– Muito prazer, Camila. Venha – diz e segue andando na minha frente.

Mais uma vez os meus sentidos travam e não respondem aos comandos do meu cérebro, portanto permaneço parada no mesmo local até que Normani percebe que não me movi e me chama mais uma vez.

– Camila, você está bem? Vamos, entre. Prometo que não irei te morder. – e mais uma vez sou presenteada por um sorriso malicioso vindo dela.

“Presenteada? Sério?!”. Calado.

– Claro. Desculpe. Acho que me perdi um pouco aqui. – acabo rindo de mim mesma sendo acompanhada pela morena que dá uma gargalhada gostosa.

Quando eu finalmente consigo me mexer entramos dentro da mansão.

Aqui dentro é muito mais acolhedor do que do lado de fora. Todo o andar de baixo é reservado para a recepção. Lembra muito recepções de hotéis, mas com uma pitada de sensualidade no ar.

As paredes e o piso são revestidos de madeira. Tem um pequeno bar – que fiquei tentada a visitar para ver se relaxava – com algumas mesas por volta dele. Também tem vários sofás e poltronas espalhados, que não sei para que servem já que só tem quatro pessoas sentadas conversando. Todo o ambiente é em tons amadeirados misturado com bordô e branco. Um lugar admirável. E, em contraste com o exterior, muito acolhedor.

Acompanho Normani até o balcão da recepção onde tem uma mulher loira que parece estava esperando Normani chegar para poder ir embora. Ela não aparenta ser uma pessoa muito amigável, pois mal deu uma olhada para mim antes de sair marchando para fora dali. Neste momento fiquei muito feliz de não ter entrado mais cedo e ter “encontrado” Normani no portão, pois a loirinha certamente não me deixaria nem um pouco à vontade.

– Camila – Normani me chama me fazendo parar de admirar o local. – Já guardei minhas coisas, vamos pedir algo no bar e conversar um pouco? Não tenho serviço nenhum hoje a não ser que chegue algum cliente, e você é uma provável futura cliente. Então, tenho tempo de sobra para te ajudar.

– Tudo bem – me limito a responder.

Sigo ela até o bar e nos sentamos nas cadeiras que tem ali no balcão enquanto ela chama a atenção do barman, um moreno muito bonito.

– Mani, que surpresa boa, nunca mais veio aqui para conversarmos, e olha que trabalhamos no mesmo ambiente – diz sorrindo para ela. Claramente ele é perdido de amores pela morena.

– Eu sei, eu sei. Desculpe Arin, mas ultimamente está corrido. Hoje ainda estou com um tempinho e vim aqui conversar com minha amiga.

Não entendi porque ela se referiu a mim como amiga, mas fiquei grata por isso, seria no mínimo incômodo ser apresentada como cliente. Depois que ela me menciona o tal de Arin finalmente me nota e dá um sorriso que vejo sempre no rosto dos “galanteadores”.

– Olá, vem sempre aqui? – diz tentando fazer charme e foi impossível não rir.

Tenho que admitir que ele é um espécime muito bonito. Com essa pele morena e esses lindos olhos de longos cílios. Sem contar que parece ter um belo peitoral por baixo daquele uniforme de barman.

– Ei, pare de flertar – Normani interrompe e nos apresenta oficialmente. – Arin, essa é Camila. Camila, esse é o Arin. Ele faz bico de Romeu e de Don Juan nas horas vagas.

Esse comentário faz com que eu gargalhe e o tal de Arin feche a cara. Mas não impede que ele pegue minha mão e a beije como um perfeito cavalheiro.

– Então, belas moças, o que mandam para hoje?

– Um Virgin Colada sem álcool para mim e para Camila um Strawberry Colada Frozen com um pouco de álcool porque ela precisa relaxar – Normani responde, me olha sorrindo e ainda pisca um olho.

Agradeço mentalmente por ela ter escolhido por mim também, mas não sei se o álcool é uma boa ideia.

– Normani, tem certeza que álcool é uma boa ideia? Não seria melhor eu estar totalmente sóbria para entender tudo? – pergunto com meu nervosismo se fazendo presente de novo.

– Primeiro, me chame de Mani – diz rindo, ela deve ser muito feliz pois não para de sorrir. “Que pensamento mais besta” – Normani é muito grande e me deixa um pouco nervosa porque minha mãe me chama assim quando vai conversar sério comigo.

Impossível não rir. E ela conseguiu me deixar mais leve.

– Ok, então. Mani – soou legal – Pode me chamar de Mila também.

– Bem melhor assim – mais um sorriso maravilhoso – Agora, segundamente, Mila, álcool não é uma boa ideia – a olho sem entender, mas ela continua – Álcool certamente é uma ótima ideia. Você está visivelmente nervosa, e isso ajudará a ficar mais tranquila.

– Prontinho, garotas. Um Virgin Colada sem álcool – entrega a bebida amarela para Mani – e um Strawberry Colada Frozen com um pouco de álcool – me entrega a bebida rosada.

– Obrigada Arin – Mani e eu agradecemos juntas.

– Por nada, meninas. Qualquer coisa é só me chamar – pisca e logo vai para longe.

Sorrio para ele e dou um gole na minha bebida e que delícia. Pergunto-me porque eu nunca provei isto antes. É magnífico.

– Então, Camila, por que você veio aqui?

Já vai começar com as perguntas? Nem vai esperar o álcool subir e o nervosismo descer?

– Eu não sei bem. Uma amiga passou mais de uma semana falando sobre esse lugar e eu sou um bichinho muito curioso – rio de nervoso.

– Entendi – por que ela está séria? – Então você não conhece o ambiente?

– Na verdade eu só conheço aquele básico que todo mundo tem uma noção – e meu nervosismo vai nas estrelas.

Normani percebe que estou nervosa de novo e começa a gargalhar. Por mais que eu esteja agoniada acabo sendo contagiada e gargalho junto dela.

– Uma completa novata. Isso vai ser divertido – impressão minha ou ela está novamente com aquele ar malicioso? Não, deve ser o ambiente e o álcool já fazendo efeito na minha cabeça – Então, Mila, quer começar com as perguntas?


Notas Finais


Gostaram? 😁

Por favorzinho, qualquer erro que encontrarem, me avisem porque pode passar despercebido quando eu estiver revisando. OK?! 😉

Ei, twitter para contato (isso ficou engraçado)
• @Fanficstr


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...