História Manual de como ter um ataque do coração - Capítulo 18


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Comedia, Família, Jikook, Namjin, Taejin, Vhope, Vkook, Yaoi, Yoonmin
Exibições 594
Palavras 2.851
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Festa, Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Para compensar o atraso, resolvi trazer um capítulo extenso, com pov do yoongi e jungkook. ♡
Eu demorei por conta de um bloqueio literário e porque eu precisei ler um livro enorme pro trabalho de literatura, então relevem aí, viu? :v

Dedico o cap à Luiza que passou dias me atormentando pela demora, à Mimi que passou dias me atormentando /2
E ao amor da minha vida, Margô que me aguenta não sei como...

Enfim, espero que gostem do cap e relevem os errinhos, acabei de terminá-lo. ♥

Boa leitura!

Capítulo 18 - Realmente feliz


                       Yoongi

Novamente deitado no aconchego dos braços de Jimin, eu afagava os seus cabelos e ele não mais chorava. Talvez porque havia percebido o meu esforço para tentar trazer Hoseok de volta, ou talvez porque 'eu' quem estava de volta.

Porque Jimin era assim; se eu sumisse por algumas horas, ele já entrava em desespero. Acontecia isso com todos nós, por isso ele ia ao psicólogo uma vez por mês. Meu pequeno anjo tinha medo que a gente o deixasse, como o seu pai o deixou em sua adolescência.

- Mas se ele está com o Nam, então está tudo bem - ele sentou-se de frente para mim, as pernas cruzadas enquanto sorria. - Não é, Yoongi?

- Sim, sim. Está tudo bem. - na verdade não estava tudo bem, mas eu queria que Jimin se sentisse melhor de alguma forma.

- Eu fico feliz por isso! - ele sorriu tão largo que o meu coração se aqueceu. Seus braços me envolveram de repente, em um abraço que eu podia jurar que nenhum mal nunca poderia nos atingir.

Porque Jimin era o verdadeiro motivo para eu estar ali hoje. Jimin era todas as rimas de músicas aleatórias que eu escrevia nos rabiscos, que faziam sentido apenas para mim. Jimin era cada parte dos meus pensamentos. Jimin era o lado bom dos meus sonhos, o que me fazia sorrir; me ensinava a amar todos os dias. Ou melhor, me ensinava amar cada mínimo detalhe seu.

- Jimin - o chamei baixo, segurando sua nuca enquanto ele mantinha os braços ao redor dos meus ombros. - Eu amo você. - soltei um suspiro de alívio, as palavras entaladas em minha garganta, agora eram ouvidas por ele.

Jimin afastou-se do abraço, mas continuou com as mãos em meus ombros. Seus joelhos estavam no meio de minhas pernas, e ele me olhava de cima, os olhos brilhando tão intensamente que eu me sentia mergulhando em um mar de tudo aquilo que pode fazer uma pessoa feliz.

- Eu também te amo. - e lá estava o seu sorriso doce, o meu sorriso de emoção por ser retribuído, e claro, meu coração quase saindo pela boca quando seu polegar pressionou meu lábio inferior. - Eu te amo muito. Acho que eu demorei um pouco pra perceber isso...

Somente com aquilo, eu tomei coragem para segurar firme em sua cintura e puxá-lo para mim. Nossos lábios se colaram sem muito esforço, o que me fez perder todos os sentidos quando ele deu um mínimo espaço para que nossas línguas se chocassem. Meu corpo se arrepiou, e o dele não estava diferente.

Suas mãozinhas seguraram o meu rosto, num carinho singelo que me fez pensar o quão carinhoso uma pessoa podia ser. Troquei as posições ficando por cima, deixei uma de minhas pernas entre as suas enquanto massageava sua cintura. 

O beijo era lento e profundo. Ele retribuía ao meu carinho massageando ambos os lábios um no outro. E ficamos assim por um bom tempo, até que Jimin envolveu seus braços ao redor do meu pescoço. Nossas bocas eram separadas algumas vezes para recuperarmos o fôlego, mas nada muito demorado já que eu sentia saudade da sua e a buscava novamente para mim.

O clima passava a esquentar na medida em que nossos corpos se esfregavam lentamente, quase inconscientemente. Jimin ajudou-me a retirar minha própria camiseta, e logo depois foi a sua, joguei-as em qualquer canto e perdi meu olhar em seu corpo desnudo. Tudo em Jimin era perfeito, o que me fez distribuir incontáveis beijos na pele branquinha do seu abdômen, sentindo-o se arrepiar abaixo de mim e soltar suspiros pesados. Beijei cada pintinha sua, descendo uma trila invisível com beijos molhados até a sua virilha, onde levantei meu olhar de encontro ao seu, e o que vi foi uma imensidão de desejo no brilho de seus olhos.

- Posso? - pedi sua permissão, vendo suas bochechas corarem enquanto assentia com a cabeça. - Quero ouvir você dizer que sim.

- S-Sim, você pode - respondeu baixo, soltei um riso pela sua timidez e voltei a beijar a sua virilha, abrindo lentamente o zíper da sua calça e junto com a boxer, abaixei de uma vez.

Seu membro já dava sinais de vida, e minha boca começava a salivar ao vislumbrá-lo tão perfeito aos meus olhos. Comecei com pequenos beijos em seu pênis, fazendo Jimin se contorcer gemendo o meu nome somente com aquilo.

- V-Vamos logo com i-isso Yoonginnie - sua voz tinha uma melodia tão manhosa que eu poderia ficar ouvindo-a para sempre enquanto o torturava.

Sorri de canto, perverso, antes de engolir todo o seu membro sem aviso prévio. Um gemido ficou entalado na garganta de Jimin que havia prendido a respiração, ao que passei a fazer movimentos de vai e vem com a cabeça, seu pênis escorregava entre os meus lábios lentamente enquanto a minha mão segurava a base e o masturbava rapidamente dentro de minha cavidade, sua glande ia de encontro a minha garganta.

Então senti os dedos finos de Jimin se embrenharam com força nos cabelos da minha nuca, tentando ditar os movimentos, incitando-me com seus gemidos baixos e arrastados; seus olhos cerrados fixados nos meus; os lábios avermelhados e entreabertos sendo maltratados por seus dentinhos afiados vez ou outra. Tudo isso fez com que eu passasse a chupar seu membro mais rápido, sugando a glande com força.

- Yoongi eu vou-

Antes que ele pudesse terminar a frase, afastei meus lábios do seu pênis e o deitei de bruços brutalmente, ele soltou mais um de seus gemidos manhosos e eu deixei um tapa forte em uma de suas nádegas fartas.

- Não tão rápido, Jimin. - minha voz agora estava firme, talvez fosse o tesão do momento. Retirei minha calça junto com a boxer e joguei em qualquer canto assim como fiz com as roupas de Jimin. - Fica de quatro.

- Mas eu tenho vergon-

- Eu não estou pedindo. Isso é uma ordem, Park Jimin. - por um tempo ele não respondeu e eu achei que havia perdido a foda por querer mandar no mais novo. Mas então ele se apoiou com os antebraços na cama e se ergueu minimamente, empinando sua bunda em minha direção.

Senti meu membro dar um pulo animado e mordi o lábio inferior, dando uma leve masturbada em meu amiguinho antes de separar as nádegas alheia com as duas mãos, revelando a entradinha apertada e rosada.

- Meu Deus, que maravilha. - não pude deixar de pensar alto antes de levar minha língua até sua entrada e molhá-la todinha, ao que Jimin contraiu-a, suspirando pesado, o corpo contorcendo-se de prazer.

Lubrifiquei um pouco com a saliva, e logo depois, tive que deixar seu buraquinho livre, ouvindo Jimin protestar. Peguei o tubo de lubrificante e um pacote de camisinha na minha gaveta do guarda-roupa - que eu tinha escondido caso isso viesse acontecer algum dia -, e voltei para a cama. Enquanto despejava uma boa quantidade do líquido na mão, ouvi Jimin resmungar algo que me fez sorrir.

- Yoonginnie, vai com calma... Você sabe que eu nunca fiz isso... - sua voz saiu abafada por estar com o rosto enfiado no travesseiro.

Por um momento eu pensei em parar com aquilo, com medo de machucá-lo. Mas então olhei para o seu buraquinho piscando e percebi que talvez ele queresse aquilo mais do que eu.

- Não se preocupa, meu amor - meu tom de voz firme, mudou para um sedutor ao tempo em que eu me curvava sobre suas costas, alcançando sua orelha com os meus lábios. - Prometo que vou fazer bem devagarinho, bem gostoso - sussurrei e seu corpo arrepiou-se todo.

Dei uma risadinha antes de voltar a posição anterior e despejar o lubrificante na entrada de Jimin, e sem delongas, introduzi dois dedos de uma vez, fazendo meu pequeno soltar um grito e rebolar em meus dedos, logo parando para se acostumar com a invasão dos meus dígitos.

Ele gemia descompensada, embora eu não estivesse fazendo nada ainda. Quando ele deu sinais de que a dor havia passado, iniciei os movimentos de tesoura dentro de si, abrindo-o mais para mim. Em seguida introduzi o terceiro dedo com um pouco de dificuldade. E fiquei um tempo tirando e colocando, tirando e colocando, tirando e colocando. Até que Jimin começou a se movimentar sozinho sobre os meus dedos, indicando que já estava preparado.

- Yoongi - ele chamou em meio aos gemidos, e tive que levar minha mão livre até meu pênis para me aliviar. Jimin me encarou sobre os ombros com os olhos marejados. - Eu já estou pronto.

Sua face contorcida em prazer me fez morder os lábios e me masturbar rapidamente, apertando meu falo vez ou outra, antes de abrir o pacote de camisinha e vesti-lo. 

- Está pronto para que, Jimin? - perguntei, retirando meus dedos de sua entrada e substituindo pela glande do meu pênis, onde esfreguei-a lentamente, fazendo pressão para adentrar em seu buraquinho.

- V-Você ahhnn s-sabe - respondeu.

Insatisfeito com sua resposta, distribuí outro tapa em sua bunda branquinha, deixando-a avermelhada. E seguido de mais outros.

- Para o que você está pronto, Jimin? - insisti na pergunta, continuando a esfregar a cabecinha do meu amigo em seu ânus que piscava a todo momento, ansioso.

Para quem pensou que só porque eu tratava Jimin com todo amor, carinho e cuidado, eu iria pegar leve consigo em momentos íntimos, meus caros amigos telespectadores, vocês estão muito enganados.

- Enfia logo esse pau, Yoongi! - exclamou impaciente.

Se fosse em outra ocasião, eu teria arregalado os olhos com a ousadia de Jimin. Entretanto, eu fiz o que ele pedia, afinal, nem eu mesmo estava me aguentando.

Sua entrada me engolia com vontade, ao mesmo tempo em que tentava me expulsar por ser apertada demais. E Céus, eu me senti descendo direto pro inferno quando entrei por inteiro na perdição que era aquela bunda.

- Puta merda... - Jimin gemeu, ajeitando-se comigo dentro de si, para masturbar o próprio membro esquecido.

Fiquei por um tempo na mesma posição, segurando a vontade de fodê-lo com todas as minhas forças. Até o momento em que Jimin novamente passou a se movimentar devagar, e então eu segurei firme em suas nádegas e nossos quadris começaram a se chocar rapidamente. Jimin gemia meu nome arrastado, vez ou outra soltando palavrões e me pedindo para que o fodesse mais rápido.

E foi o que eu fiz. Em meio ao ato, ele soltou um grito, eu havia alçando sua próstata. E seguido deste, veio mais, que me fizeram esmagar aquele lugar tão prazeroso repetidas vezes, até que sua entrada se contraiu e suas costas arquearam e seu corpo inteiro tremeu. Jimin gozou nos lençóis, chamando pelo meu nome, clamando por mim.

Ele perdeu as forças, olhando-me sobre os ombros, e eu precisei somente de sua face suada e vermelha, aqueles lábios grossos e chamativos, para penetrá-lo mais rápido, sentindo o sangue ferver em meu corpo, e uma onda de prazer se apoderar de mim.

Rapidamente retirei meu falo de dentro de si, junto com a camisinha, e não demorou muito para que eu despejasse meu prazer em uma das nádegas de Jimin, deixando-a melecada de sêmen.

Joguei-me na cama, ao lado de Jimin. Seu rosto estava corado e o corpo quase imóvel, mas ainda respirava com dificuldade. Envolvi meus braços por volta da sua cintura e puxei seu corpo para o meu com cuidado, ouvindo-o resmungar de dor, mas logo se aconchegou contra o meu corpo, como um gatinho tentando fugir do frio, deitou a cabeça no meu peito.

- Eu amo você. - ele sussurrou baixo, quase não ouvi.

- O que a gente fez agora foi loucura - comecei a rir, sendo acompanhado por ele. E depois de um momento em silêncio, acabei revelando o que não era segredo pra ninguém. - Eu amo você... Muito mais do que possa imaginar.

X

                        Jungkook

Jin hyung havia pedido para que eu fosse ao supermercado comprar quantas caixas de toddynho eu quisesse, enquanto ele conversava atônito com Jimin e Yoongi. Por mais curioso que eu tivesse ficado para saber o que se passava entre os dois, coloquei os toddy's em primeiro lugar. Mas não por estar com muita vontade e tomá-los, e sim porque eu realmente queria sair de casa para espairecer um pouco.

Quando cheguei ao supermercado, revirei os olhos por estar muito cheio e algumas pessoas esbarravam em mim enquanto eu ia em direção às prateleiras de bebidas para crianças. Um pouco ao lado tinha uma de biscoitos também, pensei em comprá-las para Jimin, para me desculpar de um jeito indireto todas as vezes que eu ignorei seus sentimentos.

Peguei somente três caixas de toddynho e quando ia me virar para sair daquele corredor, um choro sofrido de criança me fez virar na direção de onde vinha. E logo no final do corredor, um menininho que aparentava ter uns quatro ou cinco anos, chorava à plenos pulmões, chupando o próprio dedo vez ou outra ao olhar para os lados em movimentos desesperados com a cabeça.

Aproximei-me dele cauteloso para não assustá-lo, ao que ele dava alguns passos para trás, olhando-me assustado.

- Ei, por que você está chorando? - perguntei baixo, ajoelhando-me a sua frente.

- E-Eu perdi o meu papai - respondeu em meio às fungadas, voltando a chorar.

- Oh, não se preocupe. Vamos encontrá-lo, ok? - ele assentiu, meio hesitante e pegou minha mão.

- Você sabe por onde o viu da última vez? - questionei enquanto saímos daquele corredor, passando por vários outros.

- Eu não me lembro.

- Oh... Isso é realmente um problema. - ditei pensativo enquanto olhava para os lados, não sabendo ao certo quem procurar, já que eu nem ao menos sabia quem era o pai da criança.

- Nunca mais iremos achar meu papai? - ele voltou a chorar.

Eu não sabia lidar muito bem com crianças, ainda mais crianças perdidas dentro de um supermercado lotado. Então rapidamente virei para trás e peguei a primeira coisa que encontrei: uma caixa de biscoitos de super-heróis.

- Olha só - novamente ajoelhei-me na sua frente, erguendo para si a caixa que tinha em mãos. - Um passarinho me contou, que quando comemos esses biscoitos, podemos nos transformar no herói que quisermos, sabia? - falei com entusiasmo, inventando uma mentira qualquer e o garotinho logo pareceu interessado, pois passou a observar meus movimentos atentamente. - Qual é o seu nome?

- Minhyuk...

Levantei e abri a caixa de biscoitos, retirando de lá um enorme biscoito.

- Então, Minhyuk-ah - minha expressão era de desafio, ergui uma sobrancelha para si. - Está preparado para se transformar em um herói de verdade?

- Sim!

- Não, não. - coloquei as mãos na cintura. - Esse sim está muito fraco. Vamos de novo. Minhyuk-ah, você está preparado para se transformar em um herói de verdade? - perguntei, agora em um tom alto.

- Sim! - ele pulou e ergueu os braços.

- Você está mesmo, Minhyuk-ah?

- Sim! Sim! Sim! Sim! Sim! - ele começou a pular, um sorriso contagiante se formando nos lábios enquanto as pessoas que passavam por nós, achava aquela cena adorável.

- Então coma. - dei o biscoito para si e ele passou a comer rapidamente, deixando o rostinho sujo de chocolate. - Agora o seu carro particular vai levar o herói para procurar o seu pai. - peguei Minhyuk no colo e o coloquei em minhas costas, fazendo-o rir enquanto corria pelo supermercado.

O alto falante do estabelecimento substitui uma música aleatória para a voz de um rapaz, provavelmente um funcionário.

- Atenção, atenção, uma criança acabou de se perder do pai dentro do supermercado. É um menino baixo, de cabelos escuros que provavelmente está sozinho, chorando em algum canto. Seu nome é Minhyuk, quem achá-lo, por favor, nos comunique em uma sala ao lado da entrada do estabelecimento. O pai está aqui esperando.

- Minhyuk, é você! - ele assentiu e corri com ele em minhas costas em direção à entrada do supermercado.

Três homens e dois guardas estavam ali, e um dos homens correu até Minhyuk, o abraçando fortemente.

- Papai, papai! - o pequeno gritou, agarrando o moço.

Eu me perdi na beleza do pai de Minhyuk. Ele usava uma roupa casual, chinelos de dedo e o cabelo era escuro, igual do filho. Seu corpo era um pouquinho forte, e eu acho que nunca tinha me sentido do jeito que me senti quando ele pegou o filho no colo e me olhou com uma imensa gratidão.

- Muito obrigado por ter me trazido Minhyuk! - ele fez uma reverência de agradecimento e estendeu a mão em minha direção. Apertei-a e no mesmo momento prendi a minha respiração, pois ele sorriu para mim. - Sou Youngjae - ele percebeu que eu ficaria quieto, então perguntou: - Como devo chamá-lo?

- J-Jungkook... - quase bati na minha cara por ter gaguejado. Desviei meu olhar do seu e engoli em seco.

Ele riu.

- Ok, J-Jungkook, como eu posso retribuí-lo?

CONTINUA...


Notas Finais


Como muitos pediram no capítulo anterior, está aí, um novo crush pro Kook <3 peguei um aleatório mesmo do GOT7, então não liguem para o couple estranho, por favor. q

SAIU A FODINHA YOONMIN, KCT!!! Gente, eu ando enferrujada pra escrever lemon, então me desculpem se talvez tenha ficado muito ruim. ;^;

Enfim, até o próximo! Podem me amar/matar no tt @capetal_elfbr :"D

Beijos >uu<


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