História Mará est - Capítulo 3


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Categorias Originais
Tags Ação, Aventura, Drama, Originais
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Palavras 595
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção
Avisos: Mutilação, Nudez, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 3 - O começo de uma Guerra


Uma faisca de felicidade atinge meu peito, ao fim do trajeto que percorria vejo meu amigo,Dali parado como se não soubesse que algo de incrivelmente horrivel acabara de acontecer com todos naquele mesmo instante,assustado e desesperado falei com Dali:
—Dali,que bom te ver!Mas você não pode ficar parado, temos que correr, anda!
Ele então meio desnorteado olha pra mim mas nenhuma palavra sai de sua boca tremula,apenas começa a trotar,como se ainda não tivesse entendido o que realmente estava acontecendo no local.Corremos para a cidade ,eis então que vemos uma grande força de orcs,com machados ensanguentados destruindo tudo o que viam pela frente,foi um massacre de proporções épicas,jamais imaginei que fosse ver alguma coisa de tamanha crueldade,crianças sendo arrancadas do colo de suas mães,mulheres sendo decapitadas a sangue frio sem a minima chance de defesa,homens mortos empalados alguns foram até postos sobre vigas no meio da rua,a cidade estava em chamas,a fumaça invadia os lugares a visibilidade estava comprometida,gritos ensurdecedores atrapalhavam a percepção,o mais engraçado é que o rosto de Dali não expressava nenhuma emoção,os guerreiros que denfendiam aquela cidade lutavam bravamente pra não serem subjugados pelas forças orcs implacaveis, nunca em toda a minha vida havia visto tanto sangue correr como naquele dia.Dali,finalmente aparenta retomar sua consciência então grita:
—RAMSES, O QUE TÁ ACONTECENDO CARA!
Sem tempo para explicações,o puxo por sua camisa esfarrapada, e começamos a correr,quando vimos então um orc entrando em uma casa,ao que parecia pelo choro das crianças que fora algum dia um orfanato,sem pensar duas vezes corremos para ajudar de alguma forma,Dali então o derruba com uma força esmagadora,força que até então por mais que seja meu grande amigo,não havia ideia que ele possuia,porém o orc não demonstrou nenhum sinal de ter sofrido algum sinal de dano,Dali por outro lado se encontra com uma grande machucado no ombro devido impacto com o armario da sala de estar,sua raiva estampada no olhar, os dois se degladiavam enquanto a mim por outro lado, parecia estar paralisado de medo,o sentimento de impotencia tomou conta de meu corpo,junto com ela veio a vontade de ajudar meu amigo necessitado e todas aquelas crianças da morte iminente,eis então que parto pra cima do orc, sem pestanejar puxo a faca de cima da mesa e o acerto com um corte digno de um guerreiro famoso de guerra,Dali pega as crianças pelo braço e todos saimos correndo,enquanto fugiamos da situação o grito de vitoria dos orcs podia ser ouvido a quilometros de distancia,quando então tudo parecia estar bem, dois orcs surgem no meio da floresta,rapidos até mesmo para poder identificar realmente que eram orcs, corremos mais uma vez o que até então parecia ser a unica coisa sensata a se fazer,quando então uma grande flecha atravessa o ombro de Dali, no qual caiu no mesmo instante do impacto,me joguei nos arbustos segurando as crianças ao meu corpo,foi então que presenciei o que viria a ser o maior arrependimento da minha vida, não ajudar meu amigo enquanto era torturado pelos orcs, por pura diversão queimaram seu rosto com uma tocha, arrancaram um de seus olhos com as próprias mãos,enquanto riam,nunca em minha inteira vida havia sentido tanto ódio quanto naquele dia,mas não havia nada que pudesse fazer não importa o quanto quisesse,portanto a unica coisa a se fazer era salvar as crianças,enquanto fugimos do perigo sinto pairando sobre mim algo aterrorizador,não sei dizer se foi uma presença ou algo do tipo foi simplesmente aterrorizador, fiquei sem piscar por alguns segundos e como em um passe de magica havia passado,me pergunto o que fora aquilo que senti tão repentinamente.



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