História Maratona de Casais - Capítulo 59


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 59 - DBZ - Trunks e Pan - Unidos Pelo Destino...


Fanfic / Fanfiction Maratona de Casais - Capítulo 59 - DBZ - Trunks e Pan - Unidos Pelo Destino...

Capítulo 59 - Trunks e Pan...


Unidos Pelo Destino...


Feito por: Fernanda Uchiha Cobain ou Nanda.


Trunks: Homem inteligente e muito bonito. Trunks sempre foi muito reservado e quieto. Sempre foi o aluno número 1 da turma da escola e da faculdade. Seus pais tinham orgulho de si. Era formado em Medicina, sempre gostou muito dessa área e hoje estava atuando em um dos melhores hospitais de Tóquio, no Japão. Tinha um salario razoável, dava para se manter durante um bom tempo. Ficava a maior parte do seu tempo dentro do hospital fazendo plantões. Ele não tinha namorada. O que era estranho, pois já tinha seus 30 anos de idade. Mais era um "coroa" muito bonito, seus cabelos eram até o pescoço na cor roxo, o que sempre chamava muita atenção do público feminino. Seu corpo era muito bem formado e cheio de músculos. Resumindo, ele era perfeito, o sonho de qualquer mulher.


Pan: Mulher de atitude e firmeza, Pan sempre fora explosiva e não leva desaforo para casa. Tem seus 25 anos de idade. Não tem medo de encarar seus desafios, tem garra e sempre tem resposta para tudo. Linda e muito inteligente, essa é Pan, filha do Governador de Tóquio. Ela não gosta de ficar sendo tratada como se fosse uma deusa ou algo do tipo, ela queria ser uma pessoa comum. Sair todos os dias e divertir-se. Tem seus cabelos longos na cor negra, seus olhos também são dessa cor. Seu corpo é perfeito e cheio de curvas sensuais. Por onde passa deixa homens apaixonados e desiludidos também, pois ela nunca quis namorar, sempre pensou que iria encontrar a pessoa certa na hora certa. enquanto isso ficaria concentrada em seus estudos, estava prestes a se formar em Advocacia, e era isso que queria para sua vida.


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Mais um dia quente na grande cidade de Tóquio. Pan abriu seus olhos negros e observou seu quarto. Estava repleto de livros e mais livros, ela estava estudando demais nos últimos meses. Ela queria tirar as maiores notas nas últimas provas que teriam na semana seguinte.


Ela não queria ganhar créditos por ser filha do governador do país. Isso era muito chato, queria conquistar suas coisas por si mesma. Sem precisar da ajuda de ninguém. Sempre fora assim. Muito motivada em tudo o que fazia.


Levantou da cama preguiçosamente, estava cansada e seu corpo doía em todos os lugares possíveis. Tinha definitivamente que parar de estudar tanto, isso estava prejudicando muito a suasaúde. Seu pai não ia gostar nada disso se soubesse que ela não estava se alimentando direito e apenas estudando.


– Saco. - reclamou a morena.


Saiu da cama e foi em direção ao banheiro, tomou um demorado banho quente para acordar. Quando saiu enrolada em uma toalha tropeçou em um de seus vários livros que estavam espalhados pelo seu quarto. Acabou caindo em cima da cama. Sorte sua que fora na cama e não no chão.


– Hoje não é o meu dia. - comentou Pan estressada.


Vestiu uma calça jeans preta e uma blusa regata branca, amarrou os cabelos em um rabo de cavalo alto e então pegou sua mochila. Tinha que passar no restaurante e comer alguma coisa. Não daria tempo de esperar as empregadas fazerem tudo na hora.


Andou até um restaurante típico da cidade, onde servia vários tipos de comidas gostosas e nutritivas. Pan sentou-se numa mesa mais ao fundo e então pediu um Sushi bem caprichado, estava morrendo de fome.


Depois de se alimentar devidamente, partiu em direção a sua faculdade. Ficaria ali durante 6 horas seguidas. As aulas começavam as 07:30 e agora eram 07:15, dava muito bem tempo de chegar lá.


Entrou em sua turma e sentou-se no seu lugar, que ficava na frente. Ela se formaria naquele mesmo ano, estava tão feliz em realizar um sonho, um sonho que era seu e de sua falecida mãe.


A mãe de Pan morrera quando ela tinha seus 13 anos de idade. As duas eram muito unidas, mas infelizmente um câncer mamário pegou a família de surpresa e a morte fora rápida e dolorosa para todos. O pai de Pan depois disso entrou em uma depressão profunda, não saia mais do escritório e vivia para o trabalho na política. Seu pai não era um "ladrão" como a maioria pensava, seu pai lutava contra todo o tipo de injustiça que podia acontecer. Ele é um homem bom e honesto para com todos.


Com esses pensamentos a aula dela começou.


Durante a aula ela prestava muita atenção em tudo o que o professor Kenji falava. Ela precisava passar nas provas finais que ocorreriam na segunda-feira que vem. Ela encheria seu pai de orgulho.


No final da aula ela sentiu uma tonteira muito forte. Estava em pé apresentando o seu trabalho que havia passado até tarde da noite fazendo ele. Fora complicado mas havia conseguido fazer um ótimo trabalho.


– A senhorita se sente bem? - perguntou o professor de meia idade.


– Mais ou menos. - respondeu ela levando uma das mãos ao rosto que começava a ficar pálido.


– Acho melhor ir até a enfermaria. - diz o professor.


A morena não teve tempo de dizer algo, pois sentiu seu corpo ficar leve e então foi com tudo ao chão. Desmaiou ali mesmo.


30 minutos depois...


Quando Pan abriu novamente os olhos deu de cara com um teto todo branco, deduziu ser o hospital. Virou-se para o lado direito e deu de cara com um lindo homem de olhos azuis. Jamais havia visto tal beleza em uma única pessoa.


Trunks que estava vendo os batimentos cardíacos da garota surpreendeu-se com o tamanho da escuridão que eram os olhos dela. Como eram penetrantes e pareciam puxá-lo para um abismo.


Eles ficaram por minutos encarando-se até que Trunks despertou de seus pensamentos e desviou o olhar para os papeis.


– Srt. Pan, você passou mal e então foi trazida para cá. - diz ele. - Sou o médico responsável por seu atendimento, sou Trunks. - diz ele olhando novamente para ela.


– O meu nome você já sabe. - dia ela meio que ainda estava "hipnotizada" pelo olhar dele.


Ele assentiu.


– Você não anda se alimentando corretamente e então desmaiou. Tem que comer mais Srt. Pan. - aconselhou o médico.


– As provas estão me deixando maluca. - diz ela tentando se justificar.


– Sei como é. Mais acredite, não valerá a pena se você ficar doente, tem que começar a ter uma alimentação saudável. Vou pedir que marque uma consulta com a Doutora Naomi, ela é nutricionista e irá lhe ajudar muito. - disse o médico.


– O.K.


Trunks saiu da sala e então a morena começou a pensar em tudo o que aconteceu ali. A troca de olhares não foi algo comum, isso não foi mesmo. Inexplicavelmente o coração dela começou a acelerar de um modo que ela chegava a sentir uma falta de ar.


Ela sentia que algo estava nascendo dentro de si. O que seria isso? Pan apenas pediu a Kami que não se iludisse com esse sentimento novo que nascia aos poucos dentro do seu coração.


Dois Dias Depois...


Pan POV's ON:


Eu pedi tanto a Kami para esquecer aquele cara e infelizmente isso não aconteceu, não parei um minuto se quer de pensar nele e naqueles lindos olhos azuis. Minha cabeça parece que vai explodir de tanta dor.


Isso nunca aconteceu comigo antes. Jamais tinha nutrido ou pensado tanto em uma única pessoa. Isso esta ficando cada vez mais estranho pra mim. Sai do hospital ainda naquele dia e desde então nunca mais o vi.


Sei que ele trabalha no Hospital Central de Tóquio. As pessoas lutam muito para entrar naquele lugar, pois é conhecido como o melhor de todo o Japão. Muitas pessoas estudam durantes anos para entrar lá.


Levantei da cama e fui atrás de algum remédio para dor de cabeça. Acordar assim em plena quarta é osso.


Meu coração se aperta toda vez que eu lembro dele. Acho que o impossível aconteceu, eu me apaixonei por alguém que não me ama. Jamais irei voltar a vê-lo novamente.


Ao em vez de melhorar a saúde eu piorei drasticamente. Não estou comendo mais nada. Eu sei que pode parecer loucura, mas uma vez minha mãe me disse que quando eu amasse pela primeira vez iria me jogar de cabeça, assim como ela fez. Mais ao contrário de mim ela foi feliz, pois o grande amor da vida dela fora meu pai.


Lembro que sempre via os dois para lá e para cá, sempre juntos e unidos. Nada os podia separar, a não ser ela: A Morte.


Depois de tomar um remédio eu fui para o banheiro. Passei pelo espelho sem nem ao menos me olhar, pois já saberia o que veria. Uma mulher com profundas olheiras nos olhos e a cara abatida e cansada, era assim que eu me encontrava.


A governanta mais antiga da casa vivia me dizendo que eu deveria sair. Estava com um atestado de uma semana para ficar em casa, até lá teria que arrumar uma forma de esquecer aquele médico. A quanto tempo não durmo? A dias. Sinto aos poucos meu corpo pesar mais e mais.


Depois de tomar um banho rápido e me trocar passei uma leve maquiagem para esconder as olheiras de meu rosto. Todos pensavam que eu estava melhorando e não piorando, estava escondendo isso de todos.


Sempre fui uma pessoa muito teimosa. Nunca gostei de depender dos outros. Isso para mim é muito feio, gosto de fazer as coisas por mim mesma. Uma ajuda de vez e outra não faz mal, mas toda hora fica muito chato.


Estava vestindo uma calça preta e uma blusa branca. Um all star e estava pronta para sair. Quando passei pela cozinha senti aquele cheiro delicioso de comida sendo preparada e pela primeira vez em dias eu senti fome.


– O que tem para comer? - perguntei para as cozinheiras que eram minhas amigas a anos.


Elas me viram crescer, mas a Chiyo, a governanta me viu desde que estava na barriga da minha okaa-san. Chiyo é muito querida por mim, ela já esta na idade avançada, mas adora trabalhar e ajudar as pessoas. Sempre foi assim. Muito enérgica.


Comi um bom e delicioso café da manha. Aos poucos eu voltava a ser a velha Pan. Meu pai ficou uma fera quando soube que eu estava me alimentando mal, ele pediu que eu ingerisse comida de duas em duas horas, o que é o certo para uma pessoa se alimentar. Desde então eu venho me esforçando para comer algo.


Sai de casa. Precisava tomar um ar fresco, respirar um ar puro me faria muito bem. Ainda era bem cedo, decidi ir a praça central de Tóquio. Era pouco movimentada naquele horário. Podia-se ver os primeiros raios solares preencherem o céu da cidade. Eu gostava disso. Da natureza.
Eu decidi correr um pouco, exercício físico me faria bem. Corri durante meia hora seguida até que bati com outra pessoa, fui ao chão imediatamente.


– Ai! - disse levando a mão direita a cabeça.


– Desculpe-me. - ouvi uma voz grossa e masculina da qual reconheci de primeira.


Olhei para cima e encontrei os olhos azuis novamente. Era ele.


– Srt. Pan? - diz ele visivelmente surpreso.


– Olá. - disse.


Ele me ajudou a levantar. eu não sei porque mais gostei do toque dele. Senti algo diferente e gostoso dentro de mim.


Eu notei que ele não parou de olhar para mim, instantaneamente corei. Ele me deixava nervosa e apreensiva, como se fosse uma adolescente novamente. Muito engraçado essas coisas estarem acontecendo comigo. Logo comigo. Um apessoa tão sonhadora.


– Eu não sei o porque, mas estou com uma vontade imensa de lhe convidar para sair esta noite. - disse ele.


Eu sorri. Era direto. Gostei disso.


– As 21:00 esta bom pra você? - perguntei.


– Perfeito.


– Mais você não trabalha hoje?


– Estou de folga.


Eu assenti e então trocamos telefones.


5 anos depois...


Hoje eu estou casada com Trunks. Sim casada. Sabe aquela garota sonhadora? Ainda existe em mim. Meus sonhos são todos realizados ao lado desse homem maravilhoso. Ele sempre me respeitou de todas as maneiras possíveis e hoje sou muito feliz ao lado dele.


A minha saúde melhorou desses anos pra cá. eu tinha um marido muito rigoroso para cuidar de mim.


Sempre sonhei que um dia encontraria o amor de minha vida e hoje eu tenho ele bem ao meu lado.


Claro que de vez em quando nos brigamos. Mais que não briga? Todos os casais brigam de vez em quando. É algo normal em uma relação. Isso até fortalece o amor ao meu ver. Mais toda vez que brigamos sempre acaba em um único lugar: Na cama.


Hoje eu descobri que estou grávida. Sim. Nosso primeiro filhinho ira nascer daqui a alguns meses, me sinto tão feliz. Trunks ficou tão feliz com esta notícia. Eu jamais o vi chorar, mas hoje eu pude ver ele derramar lágrimas de alegria e felicidade.


Tenho certeza que eu e Trunks fomos Unidos Pelo Destino...


Pan POV's OFF.


FIM!



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