História Marauders heir - Capítulo 15


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Tags Harry Potter, Marauders, Marotos, Sirius Black
Exibições 10
Palavras 2.866
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Magia, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 15 - Quinze - tem uma primeira vez para tudo


 Sonhei que estava me afogando.

Meus pulmões estavam cheios de água, e eu não conseguia subir, apenas afundar mais. Olhei para baixo, meus pais estavam desacordados no fundo do tanque. Podia salvá-los com um feitiço, só precisava pegar a mão de um deles e mandá-los para cima, mas não os alcançava.

-Ella? - a voz de Harry soava abafada. - Hora de acordar.

Despertei, mas não por completo, enquanto Harry sacudia meus ombros. O que você está fazendo no quarto das meninas?, questionei, grogue.

-Você adormeceu na sala comunal. Tome, McGonagall deixou umas roupas especiais para você há alguns minutos.

Era um maiô meio esquisito, com Lupin-Black escrito atrás e Hogwarts na frente, todo em vermelho. Agradeci, fui ao banheiro e me troquei, colocando um robe por cima. Rony me dera um café da manhã que eu comi pelo caminho até o Lago Negro.

Caleb, Krum e Cedric já estavam lá. Coloquei o guelricho na boca e mastiguei. Dumbledore tomou a palavra para explicar a tarefa. Ontem à noite, algo muito precioso foi roubado dos campeões. A tarefa deles é encontrar esse objeto valioso no Lago Negro, mas só terão uma hora. Engoli em seco, lembrando meu sonho com meus pais no fundo de um tanque.

Mergulhei. Minha visão estava embaçada e enevoada, mas ainda podia me virar. Bati os braços e pernas, procurando alguém que eu conhecesse. Acendi minha varinha, e nadei mais alguns metros abaixo. O Lumus iluminava os cabelos pretos de Jonay, cuja cabeça descansava no ombro de Genevieve. Sereianos rondavam o grupo de reféns. Pensei em como tiraria meu amigo das correntes e daria conta dos sereianos ao mesmo tempo. Graças a Merlim, papai foi um ótimo professor de Defesa Contra as Artes das Trevas, e eu sabia que sereianos não eram naturalmente agressivos, e se fizesse tudo direito, eles não me incomodariam. Diffindo!, murmurei, minha boca se encheu de água e eu tratei de cuspir tudo. Ascendio!

O corpo de Jonay emergiu para a superfície, e eu continuei nadando em volta dos reféns. Krum, Caleb e Diggory ainda não tinham aparecido, não era justo que Hermione, Genevieve e Cho Chang – Harry odiaria saber que Cho era valiosa para Diggory – não mereciam morrer só porque eles chegaram atrasados. Esperaria até que faltassem dez minutos para o fim da prova. Krum apareceu e levou Hermione, Diggory demorou séculos para buscar Cho.

Percebi um grupinho de sereianos em círculo, cutucando alguma coisa com suas lanças. Nadei até eles, observando o que faziam. Caleb estava afogado entre eles, as bochechas arroxeadas. Ele não salvaria Genevieve naquele estado. Voltei para o lugar onde ela estava e saquei a varinha, mas um sereiano me surpreendeu. Só um!, grunhiu a criatura, me apontando sua lança.

-O campeão dela está sufocado – protestei, sem ligar para a água na boca. -Não vai deixá-los morrer aqui? O sangue deles sujará seu Lago.

-Leve-os – cedeu o sereiano -, mas deu uma vez só.

Libertei Genevieve e passei meu braço pelo dela, depois encaixei as mãos moles de Caleb no meu tornozelo, deixando a mão da varinha livre. Ascendio, evoquei, sentindo as forças da gravidade agirem em meu corpo. Genevieve faziam peso para baixo, obviamente peso morto, mas o feitiço me puxava, não importando quanto peso eu carregava. O oxigênio invadiu meus pulmões e eu suspirei entrecortadamente.

-Ajuda – pedi.

Harry e Rony vieram em meu socorro, e passei Genevieve e Caleb para seus braços. Fred Weasley pulou na água e segurou minha mão. Você salvou três pessoas, sorriu-me. Deixe-me ajudá-la. Ele nadou até a borda do deck e peguei a mão que Harry me estendia. Os juízes se retiraram para a contagem dos pontos, e fui envolta em toalhas. Jonay está bem?, perguntei a Neville Longbottom, quando me trouxe uma caneca de Cerveja Amanteigada.

-Está, e ficou muito feliz por você ter sido a primeira.

-Primeira? Mas eu fui a última! Cedric e Krum subiram antes de mim.

-Jonay foi o primeiro a voltar, e nós pudemos assistir a tudo que aconteceu no Lago. Vimos você brigar com os sereianos para salvar Genevieve e Caleb, acho que isso contará alguns pontos a seu favor.

Meneei a cabeça. Não sabia que chegar por último em uma corrida era motivo de vitória. Os juízes terminaram a deliberação e Dumbledore anunciou os pontos de novo. O senhor Monadier zerou a prova por não ter sido capaz de salvar sua refém, mantendo seus 40 pontos. O senhor Krum recebe quarenta, acumulando 75. O senhor Diggory acrescenta trinta pontos a seus 49, totalizando 79. Por fim a senhorita Lupin-Black, mesmo sendo a última campeã que retornou, foi a primeira a salvar seu refém, além de ter ajudado o sr. Monadier e a senhorita Royal, por isso soma setenta pontos, acumulando 120 pontos.

Meus amigos comemoraram comigo, os gêmeos anunciaram outra festa na torre, e Caleb e Genevieve agradeceram quando passei por eles.

-Senhorita! Senhorita!

Girei nos calcanhares e deparei-me com Antonie correndo até mim com seu bloco de notas.

-Foi uma excelente prova – disse-me. - Sua bravura e determinação inspirariam sonetos.

-Obrigada – corei levemente. - Você vai cobrir a segunda tarefa?

-Sim. Por quê? Tem algum pedido?

Assenti. Seja coerente. Eu não sou arrogante e Cedric também representa Hogwarts, falei, saindo.

***

A festa estava muito maior do que fora a anterior. Os gêmeos uniram o útil ao agradável. Promoviam seus logros enquanto festejavam e providenciaram o pacote completo: meus doces favoritos, Cerveja Amanteigada diretamente de Hogsmeade, e Firewhisky – eles insistiram para que eu bebesse um copo para me recuperar da hora na água gelada – contrabandeado (com muito estilo, é claro).

Foi uma noite divertida. Não me lembro muito do que fiz, mas na manhã seguinte, estava no colo de Jonay, na sacada da torre. Minha cabeça doía como o inferno e girava. Fizera do peito de Jonay meu travesseiro, e meu cabelo estava amassado de um lado. Meu ombro estava parcialmente exposto. Ah, que genial. Na primeira vez que bebo, faço loucuras e fico de porre. Deplorável.

-Bom dia – disse Jonay, jogando-se na cadeira de rodas.

-Dia – respondi, ajeitando minha camiseta. - Você não tem uma poção analgésica, tem?

-Não desculpe, está se sentindo bem?

-Fora a dor, sim. Acho que bebi demais.

-Acha? Brincamos de “Quem bebe mais” e cara, você colocou a Casa inteira no chinelo.

-Sério? Meus pais vão me matar.

-Não se eles não souberem. Fred e George foram espertos e puseram um Voto de Sigilo na comida e nas bebidas. Não podemos falar disso na presença de alguém que não esteve nessa festa.

-Espera aí. Bebidas? Não tinha só Firewhisky?

-De bebida bruxa, só… mas Lee Jordan trouxe vodka, tequila, vinho, cerveja, energéticos… coisas trouxas.

-Oh céus. Eu bebi tudo isso? - esfreguei a testa latejante. - Não é à toa que está doendo tanto.

-Brincadeira – ele sorriu. - Ficamos só com o bom e velho Firewhisky, mas os gêmeos e Lee prometeram arranjar essas coisas se você vencer.

-Acho que é melhor eu ganhar, então. Como você se lembra de mais coisas que eu?

-Sou um pouco mais forte para álcool, acredito. Mas você se lembra do que nós fizemos, fora as competições?

-Sim, eu me lembro dos seus beijos… você se lembra dos meus?

-Ah, não sei. Por que não me dá mais alguns, e então vejo se me recordo?

Me inclinei e juntei nossos lábios, certa que repetiríamos a experiência muito em breve e por muito tempo.

***

REMUS

Quando Eladora nasceu, Sirius e eu desenvolvemos instintos paternais muito rápido, para sempre saber quando ela e Harry estavam aprontando. Depois dos doze anos que ficamos separados, eu achei que isso não existia mais, porém estava errado. No momento em que Ella quebrou a perna na Copa Mundial, eu quis jogar tudo pro alto e ir procurá-la, mas infelizmente não pude – então mandei Harry e Rony no meu lugar, sabendo que eles trariam minha filha viva.

Acordei na manhã de domingo com a mesma pontada desconfiada que me dizia que tinha algo errado com ela. Sirius estava adormecido, os braços esticados e os cachos bagunçados para todos os lados, - me lembrou James quando voltava tarde de um encontro com Lily. Sacudi seu ombro, e ele grunhiu em resposta. Revirei os olhos, semiencantado com seu charme matinal, e semi-irritado por ele não dar a atenção que este problema, com certeza, merecia.

-Sirius, amor… a Ella… - murmurei, minha voz soava tão cansada para mim mesmo que cogitei deixar tudo de lado, virar e dormir.

-Sim, a nossa menina, está na escola.

-Eu vou escrever para ela. A segunda tarefa foi ontem, e quero saber como foi de verdade antes de o Profeta inventar uma segunda segunda tarefa.

-Segunda segunda tarefa? - indagou Sirius. - Como isso pode existir?

-O Tribruxo está na segunda tarefa, com os fatos que realmente aconteceram, mas assim que o Profeta escrever sobre isso, inventará uma versão totalmente nova da tarefa, ou seja, uma segunda segunda tarefa, entendeu?

Sirius gemeu mais uma vez antes de explodir.

-Quer saber, Remus? Você venceu – ele pulou da cama e vestiu uma camisa preta que parecia a camiseta dos Beatles que James deu a ele no Natal em 1995 -, você venceu. Eu vou sair da minha cama perfeita em uma manhã de domingo, em que eu não tenho que trabalhar e vou comprar um jornal para você – chutou as cobertas para o lado. -E se o Profeta Diário tiver ignorado esse evento, eu vou usar o jornal para bater em você, e te obrigar a dormir na casinha de cachorro por uma semana.

Corri as mãos pelo cabelo obsessivamente, tentando aliviar a tensão. Peguei meu roupão e sai atrás de Sirius, gritando: Sirius por favor! Nós temos um elfo, ele pode fazer isso por você.

-Não – ele disse ao destrancar a porta da frente, sem me olhar. - Quero ter o prazer de fazer isso eu mesmo.

-Dobby! - chamei, assim que ele pôs o pé na rua. - Um café, por favor.

***

Sirius voltou vinte minutos depois, com um jornal enrolado na mão e uma expressão decepcionada no rosto. O que foi?, indaguei. Eu tinha razão?

-Tinha, e foi bem pior do que você pensou.

Me aproximei, com o que eu pensava ser o sexto copo de café na mão e encarei a manchete em letras garrafais, estarrecido.

A PRINCESA DA FRANÇA ATACA NOVAMENTE

Depois das respostas ligeiramente arrogantes à equipe do Profeta Diário, Eladora Lupin-Black, estabeleceu-se como a primeira colocada no torneio, com uma pontuação consideravelmente superior à do segundo colocado, em um ato abnegado de esperar até que todos os reféns fossem resgatados. Além de salvar o senhor Sanchez, o refém destinado a ela, a senhorita ajudou Caleb Monadier – que, segundo nossos contatos, era namorado da senhorita Lupin-Black até muito recentemente – e a refém do mesmo, o que nos faz pensar se mesmo após o término, Lupin-Black não mantém sentimentos por Monadier, e se não foram destruídos quando ela descobriu que “a pessoa mais valiosa” para ele era outra garota.

Não importa o que a senhorita sentia ou sente por Monadier. Pois depois da tarefa, os grifinórios planejaram uma festa em homenagem a vitória de Lupin-Black, e nesta festa, a senhorita se divertiu e esqueceu seus problemas, tanto que na manhã seguinte (hoje) a senhorita foi vista na sacada da torre de sua Casa com um garoto que lembrava o senhor Sanchez, usando um robe vermelho que parecia muito caro – um presente de seus pais, talvez?

Provavelmente a princesinha francesa prefere garotos latinos, até porque seus relacionamentos franceses não deram certo. Duas vezes.

-Por Antonie Skepter.

-Olhe para isso! - berrei, apontando a manchete. - A estão assediando como se fosse uma estrela de cinema fútil. Quem escreveu isso? Antonie Skepter… isso não pode ser real. Parece Skeeter. Antonie Skeeter. Alguns chamariam de pseudônimo.

-Vamos ligar para ela – disse Sirius com firmeza.

-Calma, calma – segurei seus ombros. - Você está sendo irracional. Ela está em Hogwarts, não dá pra ligar para ela.

-E quem está falando da Eladora? - ficou em silêncio por dois segundos (honestamente, seu recorde da vida toda). - Ah, claro. Ella é praticamente a mesma coisa que ela. Por que não pensamos nisso antes de dar esse nome?

-Porque você quis homenagear a esposa do Alphard – comentei, mas ele continuou falando (como sempre. Não sei como ainda estou casado com esse homem. Ah é. Deve ser porque eu o amo).

-Eu estava falando da Skeeter. Já foi longe demais. Vou mandar um Patrono para Dumbledore e vamos pegá-la em Hogwarts. Ela é a única testemunha disso tudo.

-Certo, certo. Você avisa o Profeta e eu mando o Patrono?

-Fechado – ele me deu um selinho ao sacar o celular do bolso. - Eu te amo.

-Eu te amo – acenei enquanto conjurava o Patrono- uma coisa engraçada sobre meu Patrono é que desde que eu aprendi a fazê-lo, usava lembranças relacionadas a Sirius (às vezes os Marauders participavam também). -Dumbledore, vamos pegar nossa filha hoje e não sabemos quando a devolveremos, mas ela estará de volta a tempo para a próxima tarefa. -mandei o lobo prateado sair pela janela. - Sirius, você conseguiu falar com o Profeta?

-Consegui – ele pegou as chaves do carro com um sorriso orgulhoso. - Se chegarmos em duas horas, pegamos o expediente da Skeeter.

***

-Eu sabia que ela não podia ser normal – disse Sirius quando esperávamos Eladora aparecer. - Quem trabalha aos domingos?

-Ela – disse eu. - Olhe, a Eladora está vindo.

Ela estava com roupas trouxas, a jaqueta roxa que ficava grande nela – nem sei porque ela ainda tem isso – uma calça jeans e óculos escuros. Abriu a porta do carro, e me olhando pelo espelho, perguntou o que tinha acontecido. Sirius passou-lhe a edição do Profeta, e ela leu, boquiaberta. Sirius virou-se para mim um segundo e disse, movendo os lábios sem som. Ela vai começar a chorar, eu aposto um galeão.

-Se ela derramar uma lágrima que seja, mato a Skeeter – grunhi – de uma forma bem dolorosa.

Eladora não chorou, mas ficou muito quieta durante o resto da viagem, abraçou as pernas e encostou a testa nos joelhos, parecia uma bolinha no banco de trás. Chegamos à sede do Profeta Diário. Ela nos seguia a passos cadenciados, como se tivesse medo de estar ali. A recepcionista nos disse que a dona do jornal nos esperava em sua sala.

Quando chegamos ao escritório, Eladora tinha mudado. Escolheu uma das poltronas na frente da mesa, cruzando as pernas na altura do joelho, de forma muito elegante, e observava Marina Finnigan – eu e ela não nos dávamos bem na época de escola, ela tinha uma “quedinha” muito irritante por Sirius – com tranquilidade. Talvez se conhecessem.

-Oi Ella, como vai? - Marina cumprimentou com um sorriso simpático.

-Olá, senhora Finnigan – Ella devolveu a simpatia. - Estes são meus pais, Remus e Sirius.

-Bom dia senhores – a mulher sorriu para nós. - O que os traz aqui?

-Rita Skeeter – a menina foi categórica. - Ela está me difamando, e eu preciso que isso pare. Não aguento mais.

-Eu pensei que essa questão já estivesse resolvida – Marina soava como uma executiva desentendida do assunto (provavelmente ela era isso mesmo). - O que foi agora? Ela jogou pesado?

-Muito pesado. Aqui – ela estendeu o jornal – leia por si mesma.

Marina arregalou os olhos com a matéria – uma matéria que ela autorizou que fosse publicada, já que tocamos no assunto – e encarou Eladora estarrecida. Meu Merlim… me desculpe, Eladora.

-Desculpas não vão apagar isso – disparou Sirius.

-Me deixa terminar de falar por favor? - pediu ela, ácida. - Me desculpe Eladora, mas eu não posso fazer nada.

-Por quê? - indaguei.

-Remus, eu sei que você não gosta de mim por razões delicadas e óbvias, mas eu já demiti Skeeter. Ela publicou de forma independente, deve ter conseguido autorização do meu sócio.

-E seu sócio seria… - incitou Sirius.

-Você deve conhecê-lo, Sirius. John Dawlish.

Meu marido quase socou a mesa. Controlando parcialmente seus nervos, disse: Sim, eu conheço seu sócio muito bem. Já que é dele que estamos falando, sei que discutir não levará a nada, mas tenho uma proposta. Faça-o calar a boca de Skeeter e retiraremos o processo. Do contrário, tiraremos tudo o que você tem.

-Entendi – Marina estava muito assustada.

Depois do ultimato, levantou-se e segurou o ombro de Eladora, que nos seguiu. Quer voltar para a escola hoje ou prefere dormir em casa?, perguntei, imaginando sua resposta.

-Dormir em casa. Sinto falta da minha banheira e do Dobby.

Chegamos a Grimmauld Place, e Eladora correu para seu quarto, chamando por Dobby.

ELADORA

-Preciso de remédios para ressaca – pedi baixinho. - Qualquer coisa que funcione, bruxa ou trouxa – despejei alguns nuques na mão do elfo.

Tomei um banho demorado, saboreando cada momento. Tinha de reconhecer: era muito sortuda, mesmo que às vezes não parecesse. Tinha os amigos mais fieis do mundo, era bruxa, estudava em Hogwarts e tinha os melhores pais que existiam. E a minha banheira. A ressaca tinha diminuído bastante, embora a cabeça ainda latejasse e tivesse fome. Dobby voltou com o que pedi e tomei uma Aspirina.

-Obrigada Dob. Vou dormir um pouco agora. Me acorde na hora do jantar, está bem?

-Sim, senhorita.



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