História Marca evidente - Capítulo 34


Escrita por: ~ e ~HimeYa

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais, Sango
Tags Amor, Cammy, Hayato, Hentai, Ikeda, Inuyasha, Kami, Maldição, Romance, Sango, Sexo, Shoujo, Street Fighter
Visualizações 29
Palavras 3.097
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olha que dessa vez eu fui rápida pra caralho!!!

Já aviso que para quem tem estômago fraca e imaginação fértil não é aconselhável a ler este capítulo!

Não tenho muito o que dizer.. Estou com pesares sobre esse cap que acabei de escrever... Doeu em mim demais...

Bjs de luz ;'*

Capítulo 34 - Lacrimosa


Fanfic / Fanfiction Marca evidente - Capítulo 34 - Lacrimosa



- Sango, o almoço está pronto - Kominato me chama - fique aí, vou te ajudar a levantar - ele corre até mim e segura em meus braços.

- Kominato, eu estou grávida e não doente - tento me levantar mas a gigantesca barriga não permite que eu me dobre - tá... Me ajuda - com um sorriso vitorioso ele me ergue.

- Só de pensar que ainda faltam dois meses para eles nascerem - ele diz entregando carinhosamente minha barriga. 

- Ainda não acredito que você tenha consigo me engravidar e ainda de gêmeos - eles chutam minha costela - aí! Vamos parar vocês dois aí dentro.

- Eles gostam da minha voz - ele diz ao me ajudar a sentar na cadeira - porque não permite que eu te leve a comida? É bem melhor do que fazer esse esforço - ele se senta ao meu lado.

- Isso não é esforço, sexo é esforço, subir uma escada é esforço - enfio um pedaço de carne na boca - preciso caminhar ou meus pés ficaram inchados e do tamanho de um elefante - digo com a boca cheia.

- Depois de quanto tempo que nós vamos poder voltar a ter uma boa foda - ele diz malicioso enquanto subia sua mão pela minha voz perna.

- Não começa - Bato em sua mão - depois de quarenta dias após o parto, isso depende também do tipo de parto. Se será normal ou cesária - eles se mexem e eu passo a mão na barriga.

- Meu deus.. Tudo isso ? - ele reclama - bom, o importante é eles estarem bem - ele sorri.

- Amanhã o médico virá aqui em casa - coloco mais um pouco de comida na boca - ás 9:30.

- Certo - ele fica mudo - Sango ? 

- Hum? 

- Não sente falta dos outros ? Da Cammy? - ele pergunta.

- Não.. - mentira, pois diariamente eu mandava mensagem para Jae perguntando sobre ela. Mas não ficar mais naquele lugar com ele, algo me dizia que Hayato sempre fôra daquele jeito.

- Entendo - ele diz calmo

Acabamos de comer e fico o observando em silêncio enquanto ele arruma a cozinha.

- Aí... - sinto uma pontada no pé da barriga - calma aí vocês - mas eles estavam quietos. Outra pontada me atinge - nossa.. Kominato.. Aí... - ele me olha assustado.

- O que foi? Já está na hora ? - percebo que ele estava tremendo.

- Não, é as contrações de quando eles estão se encaixando na posição - respirei fundo algumas vezes - daqui pra frente viram muitas assim - a dor vem mais forte - caralhoooooooo - aperto a mesa e quebro.

- Outra mesa que temos que trocar - ele diz.

- A outra foi quebrada por outro motivo - o suor escorria pelas minhas costas. Era verão e o calor era uma amostra de como é o inferno, e aquela  dor não estava ajudando muito.

- Sango é melhor irmos para o hospital - com seus braços ao meu redor ele me coloca de pé.

- Já passou, fique tranquilo. Vou até o jardim tomar um pouco de sol e desenhar - caminho devagar segurando a barriga. 

- Tem certeza ? Olha.. Eu só não quero que algo venha acontecer com vocês três - ele me da um selinho.

- Tenho, quando for a hora eu saberei - me deito na rede com meu caderno em mãos e começo a desenhar - vai ficar me olhando desenhar ?

- Eu gosto de ver você tão concentrada e serena - ele se senta num banco de madeira próximo a mim.

começo a desenhar dois bebês, uma menina e um menino, ela com os olhos do kominato e o cabelo rebelde, ele com meus cabelos lisos e os meus olhos e o formato do rosto mesclado.

Dou um sorriso ao parar para analisar o rabisco singelo - o que acha ? - viro o caderno para ele.

- Caramba... Será que eles irão ser assim? - ele pega o caderno e seus olhos brilham para o desenho - já disse o quanto estou feliz com tudo isso ? - ele diz.

- Já sim, milhões de vezes - fecho os olhos para relaxar - eu também estou muito feliz - respiro fundo - muito .. Mesmo - sinto eles se mexerem na minha barriga - merda, pensei que fosse dormir mas preciso ir ao banheiro novamente - igual uma tartaruga quando vira de barriga para cima, eu tento sair da rede mas não consigo. Ouço ele rir - pare de rir da minha desgraça e venha ajudar sua mulher, ou irei Mijar aqui mesmo.

Ele se levanta e me ajuda a sair dalí - de nada - ele zomba.

Mostro a língua para ele e " corro " para o banheiro - deus ... Não vou aguentar mais dois meses com esse peso .. Tsukahara, não precisa me seguir até aqui no banheiro, não vai acontecer nada comigo aqui.

Tsukahara não ficava mais escondido em minha marca desde os três meses de gestação, era muita coisa para o meu corpo aguentar e ele sabia, sentia toda a dor que eu carregava, com isso ele quis ficar assim até os gêmeos nascerem.

Ele estavas de costas para mim e de braços cruzados - preciso - ele somente diz isso. Depois que eu e Kominato passamos a morar juntos ele mudou muito, ficou mais protetor e menos falante.

Dou descarga e lavo as mãos - Tsukahara, posso fazer uma pergunta ? 

- Sim, pode - seus magníficos olhos vermelhos queimam os meus.

- Não, bobeira minha.. Deixa isso pra lá - deixo o banheiro e sinto ele me seguir.

- O que aflinge seu coração ? - ele pergunta.

- Nada demais, é apenas uma curiosidade minha - suas mãos deslizam pelas pontas do meu cabelo.

- Então me deixa tira-la - ele diz calmo.

Percebo Kominato distraído mexendo no seu notebook - quando você me disse que ele seria minha ruína, o que quis dizer com isso ? 

Ele arregala os olhos e eu sei que ele não irá me responder.

- Viu, apenas uma bobeira minha - ele desapareci.

- Aonde ele foi ? - Kominato pergunta.

- Não sei, as vezes ele some.

- Ele não gosta de mim, não sei porque.. Você sabe ? - seus olhos maravilhosos me analisam.

- Não faço ijardim, mas quem além de mim gosta de você ? - ambos rimos.

- Isso é verdade - passo por ele - aonde vai ?

- Tomar um pouco de sol - ele se levanta - descanse um pouco, eu estou bem, vou sentar no banco do jardim para tomar um pouco de sol na barriga.

- Ok, qualquer coisa me chame.

Desço os degraus que da para o jardim. Pego uma boa distância e olho para a casa e me lembro de como ela era a uns bons anos atrás, eu havia a restaurado completamente tanto seu exterior como interior, visando deixa-la com seu ar original de um casa simples de subúrbio - hoje o dia está abafado - me sento na cadeira de balanço e fecho os olhos. Mesmo que fosse quase duas da tarde, o sol não estava muito forte.

peito ço por alguns minutos e acabo entrando num sono leve, mesmo que eu estivesse ouvindo tudo ao meu redor o meu corpo adormeceu e me deixou no mais profundo transe. Sinto alguém me observar, mas ao tentar abrir os olhos eu não consigo e os olhos de quem seja estavam mais perto.

Depois de muito lutar contra aquela paralisia do sono eu abro os olhos e não vejo ninguém ao redor, mas uma terrível sensação atinge meu peito.

Uma sombra preta aparece por trás de mim, viro o rosto para ver quem estava alí mal algo atinge minha cabeça e eu caiu para frente, antes de desmaiar eu penso ver alguém... Mas não reconheço - quem é você ... ? - vejo seus pés se aproximarem de mim, mas eu apago antes de ver se rosto.

......................  .......................

Sinto algo estranho e me levanto do sofá - Sango? Está tudo bem ? - abro a porta e vejo um cara gigantesco usando um um capa com capuz que cobria todo seu corpo com ela em seu ombros, havia sangue escorrendo pela sua cabeça - SANGO! - corro até eles mas o brutamontes abre um buraco negro acima de sua cabeça e entra nele, pulo para entrar junto mas ele o fecha - vez e .. Na-não .. TSUKAHARA! - grito e ele aparece a minha frente - AONDE VOCÊ ESTAVA ?! - corro desesperado para dentro de casa.

- Alguém me lacrou no solo do terreno... Aonde ela está?! - 

- Me leve até lá - pego as chaves do carro - agora! - meu corpo estava estranho, nunca tinha me sentido assim. Estava morrendo a cada segundo, tinham me separado dela mais uma vez - VAMOS !!! - grito para ele - eles a levaram.. A culpa foi minha, não deveria ter deixado ela sozinha - caiu de joelhos e desabo a chorar.

Ele estava imóvel com a expressão indecifrável, um misto de espanto, ódio e tristeza.

Ele me levanta pela costas da camisa - eu não sei como chegar lá mas sei de alguem que poderá nos indicar o caminho, deixe essas chaves aí. Não preciso disso - me segurando como um saco de batatas e sai da casa e abre suas longas e negras asas.

- E-Espera - antes que eu pudesse dizer algo ele salta num impulso e levanta vôo.

...................... .......................

Sinto alguém bater no meu rosto.

- Ela não vai acordar - uma voz mascula e grave diz isso.

Água gelada me atinge no rosto e eu num susto abro os olhos. Estava nua, numa sala escura e acorrentada pelas mãos suspensas e presas ao teto.

- Finalmente - ela.. Maldita. 

Então ela conseguiu o que queria.

- Sua.. Me solte ! - tento puxar as correntes mas lembro que estou sem Tsukahara e isso faz meu corpo congelar.

- Pode sair - ela diz para o enorme cara que sai da sala - bom, você está ótima! E foi uma garota tão boa por me dar duas crias, e por isso mesmo eu não irei te matar logo de cara - com uma seringa na mão ela se aproxima.

- NÃO SE APROXIME ! - tento me mexer mas meus braços estavam muito distantes um do outro e esticados demais - NÃO! NÃO! 

- Xiiu .. Fique quietinha, eu somente irei acelerar as coisas, não temos muito tempo - a agulha entra em meu braço e um líquido grosso corre pelas minhas veias.

Sinto meu braço e depois meu corpo da cintura para cima formigar, como se estivesse dormente.

- O que você colocou em mim ?!

- Uma substância que acelera o trabalho de parto - a vejo colocar uma luva de procedimento cirúrgico e se ajoelhar a minha frente - eles já estão na posição certa - com dois dedos ela toque internamente - perfeito! Seu colo do útero está baixíssimo! - ela bate palma enquanto sorri entusiasmada.

- Deixe meus filhos em paz ! - esbravejei.

- Seus ? - ela ri - não não não não, meus filhos, até porque você é uma criação minha, Sango - ela joga a luva no chão - voltarei quando estiver morrendo de dor - ela abre a porta.

- O QUE QUER DE MIM? - grito e ela volta fechando a porta.

- Seu poder, o seu domínio sobre o mesmo, e agora que gerou duas vidas com um ser espiritual, essas crias deverão ser a próxima geração de tudo que eu já fiz - ela acaricia minha barriga e aquilo me dá nojo.

- VOCÊ NÃO É MINHA MÃE ! - grito e um tapa atinge meu rosto.

- Minha irmã foi irracional ao fugir com você, meu ser perfeito - ela apertava meu rosto - ela se apegou demais a você, ela enlouqueceu quando pensou que eu iria lhe matar por ser muito desobediente - ela se afasta e seus olhos brilham no escuro.

- Por que está me contando isso ?

- Um dia, eu fui até o laboratório principal e ela apontou uma arma para mim, me ameaçando e dizendo que eu não iria mais machuca- la, toda uma baboceira, mas ela estava falando sério, pegou você nos braços e fugiu, ela estava muito doente, um câncer que começou no estômago já havia se espalhado por todo seu corpo, aí ela optou em deixar um corpo tão bom a própria sorte.

então no final de tudo ela realmente era minha mãe, pois ela fez o que era melhor para mim e meu futuro. Agora eu sei e admito que ela foi a melhor mãe que ela poderia ser - - Mamãe.. - uma lágrima escorre pelo meu rosto.

- Patético .. Eu fui atrás de você depois disso, mas o seu poder já estava muito além do meu, mas! Você conseguiu separar as duas almas e ainda fazer com que a outra continuasse a seu dispor mesmo após isso - ela sorri diabolicamente - era só questão de tempo até você retornar para casa.

Ela me deixa sozinha, o barulho da porta de metal batendo ao fechar me assusta. Eu estava assustada, humilhada e acima de tudo preocupada, não teria como fugir dalí sem que alguém a tirasse daquelas correntes. Os cabelos verdes e seus olhos coloridos me atacam a memória me destruindo ainda mais. Quero ir embora e ver como ele está, aposto que está igual um louco atrás de mim... Kominato.

As horas se passam ou são longos poucos minutos que se arrastam como horas, começo a sentir uma forte pressão no quadril e uma pontada fortíssima - caralho.. - aperto os olhos e mordo a boca - meu deus.. Aaah - então aquilo era uma contração.

" não era para ser assim! Era para ser num hospital, na hora certa e com ele segurando minha mão " penso.

Os espaços de tempo de uma contração e outra diminuem, algo molha o chão me fazendo escorregar algumas vezes; minha bolsa havia estourado me deixando de perna bamba - eu.. Quero deitar - meu corpo tremia de cansaço, fazer aquilo em pé e suspensa pelas braços era desumano. Grita milhares e milhares de vezes até que a porta finalmente se abre.

Três mulheres entram e ela vem logo atrás. Duas delas estavam com numa espécia de incubadora cada e outra com uma maca - Vejo que já progredimos bastantes em! - com a luva novamente ela me ensina com três dedos, aquilo dói, dói tanto que eu choro em meio ao berros - está na hora Sango - ela sorri. Olho para sua mão que está coberta de sangue - agora eu quero que você faça força, muita força pois eu já senti a cabeça de uma - algo pesa em minha pélvis e eu faço força naquela região, muita e muita força contra aquela pressão maldita - está quase! Espere a próxima contração e faça novamente.

Quando a dor retorna eu empurro numa única vez e eu sinto um alívio curto e um choro lindo, agudo e sentido faz meu peito doer - deixe.. Me ver ela... Por favor - ja e desabava em lágrimas. Mas quando ela me mostra a garotinha linda, gordinha e forte em seus braços eu consigo chorar mais ainda - ela.. É linda - eu quero abraça-la, amamenta-la e cuidar dela! 

Ela se levanta e a entrega para uma das mulheres que a limpa e coloca na incubadora. As contrações retornam.

- Ainda falta a próxima - volto a fazer força, mas estava cansada demais, até mesmo respirar estava difícil - hey! Não desmaie agora - sinto a dor se aproximar e empurro, faço uma força contínua - Issooo! - ela grita.

- AAAAAAH! - berro e a dor desaparece, sinto ele passar por inteiro e seu choro ecoar no local, esse era mais forte e afobado, como se estivesse sofrendo, sentindo a minha dor.

- UM MENINO! - ela grita e segura a criança de qualquer jeito - VOCÊ DEU A LUZ A UMA MERDA DE UM GAROTO?! NÃO! ISSO NÃO PODE ESTAR CERTO ! - ela o pega no colo como se fosse nada.

- O SEGURE DIREITO!! - tento avançar sobre ela puxando as correntes.

- CLAY! CLAAAY! - ela chama por alguém e logo o homem que me sequestrou aparece - toma! Se divirta com esse, não irá me servir de nada - ela o joga como uma bola para o homem que lambe os lábios ao olhar para ele.

- ME DEVOLVA MEU FILHO!!!! NÃO!!! PARA!! - ela volta em minha direção e agarra meu pescoço.

- Seu lixo, estávamos tão perto, agora teremos que rezar para dar certo logo de primeira - minha respiração demonstrava meu ódio por ela, meus olhos dizem o quanto eu quero mata-la.

Ouço meu filho chorar e grunhir de dor, olho para ele e vejo o homem abrir sua boca e dobra-la de tamanho mostrando centenas de dentes o devora-lo, metade de cada vez até que ele tenha sumido. Ele sorri para mim com o rosto coberto de sangue, os dentes com pedaços de vísceras e o rosto pingando.

- n..não.. EU VOU TE MATAR!!!! SEU FILHO DA PUTA!!! VOCÊ MATOU MEU FILHO!!! - aquilo... Não.. Era um sonho, eu precisava acordar - NÃO, NÃO, NÃO, MEU BEBÊ! SEU MONSTRO!! QUANDO EU SAÍ DAQUI EU VOU CAÇA-LO E VOU DAR VOCÊ COMO LANCHE PARA OS LOBOS!!! - sorrindo ele deixa a sala - ESCUTE BEM! - logo todos que estavam alí fazem o mesmo me deixando sozinha - NAAAAAAAAAAAO! - a porta se fecha e eu volto para o breu - Kominato.. Me desculpa - em meio aos soluços eu tento falar - EU NÃO PUDE PROTEGER NOSSOS FILHO !

....................... .......................

- Aonde está me levando ? Precisamos ir rápido - olho para baixo e percebo que estamos sobrevoando a propriedade da Sango - O que estamos fazendo aqui? 

- A única que sabe como chegar lá é o cientista que está aí dentro, quando ele passar as coordenadas eu irei te colocar lá dentro e você terá dez minutos para acha-la e segura-la, assim conseguirei trazer ambos de volta, ela estando ou não com suas crias - ele diz friamente.

Ele entra pelo telhado o quebrando e pousando em meio a sala, por causa do barulho os três aparecem.

- Kominato-Kun - Cammy diz mas recua ao ver Tsukahara.

- Kominato? O que houve - Jae pergunta.

- O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO AQUI?! FORA DA MINHA CASA - ele grita mas não dou ouvidos.

Saiu do braço de Tsukahara e me ajoelho no chão - por favor ! Eles a levaram junto aos meus filhos - me curvo para frente - eu imploro que me diga aonde fica esse lugar que eu irei lá salva-la ! 

.









Notas Finais


Não tenho nada a dizer.. Só sentir...


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