História Marca evidente - Capítulo 46


Escrita por: ~ e ~HimeYa

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais, Sango
Tags Amor, Cammy, Hayato, Hentai, Ikeda, Inuyasha, Kami, Maldição, Romance, Sango, Sexo, Shoujo, Street Fighter
Visualizações 19
Palavras 3.393
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Não tenho desculpas... é somente a pesquisa que me toma muito tempo! Porque eu não quero escrever algo meia boca x.x

Esse capitulo não está muito grande porque o próximo será gigantescoooooo! Pois nas minhas contas faltam mais uns 3/4 capítulos kkkkkk ;-;

Obrigada a todos que estão acompanhando a essa estória maluca <3

~ não deixem de comentar ~

Bjs de luz ;'*

Capítulo 46 - Ceifeiro


Fanfic / Fanfiction Marca evidente - Capítulo 46 - Ceifeiro

- Preciso fazer algo - digo ao entrar no meu quarto e fechar a porta na cara dos dois - e não é para entrar! - grito e vejo por baixo da porta que ambos haviam deixado o corredor.

Me sento na cama com um caderno em mãos e uma caneta.

- Como posso passar isso para o papel ? - digo para mim mesma.

Nós havíamos voltado, mas não para a mansão, e sim para a minha casa, aonde eu e Kominato moramos juntos.

Respiro fundo e fecho os olhos.

Com a caneta vermelha sobre o papel eu começo a escrever, e nesse momento uma forte vontade de chorar me acolhe. Passo um pouco mais de meia hora fazendo aquela carta, que é mais importante do que tudo nesse momento, preciso deixar tudo pronto, não pode haver falhas nesse plano.

Já sinto saudades por antecedência e isso dói... Dói porque eu sei como tudo vai terminar... Porque eu vi como será o final dessa guerra... E dói mais ainda saber o que isso irá me levar a fazer. Eu não queria isso... ser assim...

Respiro fundo mais uma vez e dobro o papel o colocando no bolso.

Deixo o quarto e vou até Cammy e a chamo com a mão.

- Preciso de um favor seu - ela me encara incrédula, talvez para ela eu nunca mais iria confiar nela. 

- Claro - eu viro de costas e ela me segui.

Entro no quarto em que ela e Jae estão, o quarto que seria dos bebês. Depois que aquilo aconteceu eu não tinha voltado aquela casa, os moveis ainda estavam encaixotados, mas eu já havia pintado nas paredes seus nomes, feitos vários desenhos... 

Passo a mão sobre o nome dela.. Eiko... E depois no nome dele ... Akihiko.

- Eu sinto muito ... - ela diz.

- Eu também sinto.. Mas coisa são como devem ser... Ele está num ligar melhor. Buda o protegerá contra todo o mal, é a única coisa na qual eu posso me segurar - tiro do bolso o papel e entrego para ela - quero que entregue isso para Kominato, não hoje.. Nem amanhã, na hora certa.

- Como saberei quando será essa hora? - ela pergunta ao analisar o papel.

- Você saberá - Bato em seu ombro - até lá, só peço que não leia, isso pode atrapalhar tudo. Guarde isso num lugar aonde ninguém jamais acharia - ela concorda balançando a cabeça e eu deixo o quarto.

- Certo, então o local mais óbvio que ela venha a estar é num desses templos ? - ouço a voz de Tsukahara ao virar no corredor e ver os três conversando sentados ao redor da mesa de jantar.

- Então... Alguma novidade? - pergunto.

- Mais ou menos - Jae diz - estava olhando alguns livros e aqui diz que Belial precisa de um local de grande poder espiritual para ser invocado.

- Mas não teria que ser uma energia negativa? Porque um templo budista, xintoísta, seja lá o que for, é um ligar bom, calma, alegre e com uma energia pura. Ao meu ver eles teriam que corromper essa energia para depois fazer algo alí. Nunca entraram num templo?

- Nunca - os três dizem ao mesmo tempo.

- Bem... é isso, não poderia ser alí, mas considero um templo um bom lugar de fuga - digo.

- Quando tudo isso acabar, nós iremos em um - ele me abraça por trás - o que acha ?

Olho para Tsukahara que reprova a resposta que eu havia pensando naquele momento.

- É uma otima idéia - acaricio seu rosto.

- Então qual lugar você acha que deve ser o melhor? - Jae pergunta.

- Um cemitério, alguma floresta carregada de energia maligna. Existem várias pelo Japão. Esse é um país sufocante, com um peso muito grande em seus ombros, por isso muitas pessoas se suicidam, matam umas as outras por oportunidades em empregos e escolas de renome. Você é escravo da sua própria paranóia, e mesmo que digam que nós temos um cérebro brilhante, mas mentes brilhantes também podem produzir grandes sofrimentos, precisamos educar nossos corações.

Os três me olham espantada.

- Talvez seja por isso que ela escolheu esse país - finalizo com essa frase.

- Sim... Então... Vou olhar mais uma vez o mapa, poderia me ajudar Sango? - Jae me chama.

- Claro - me sento ao lado dele - vamos fazer assim, o que acharmos importantes podemos circular e vermos se realmente há algo lá, pois precisamos estudar o local e termos vários planos para que tudo dê certo.

- Não temos tempo para irmos em cada um, Sango. Ela já está com o nosso livro e - tiro do bolso a última página do livro e Jae o pega trêmulo - quando você... Como você...?

- Eu tive sorte e acertar que essa seria a página certa, então nós temos essa pequena vantagem contra eles - me debruço sobre a mesa.

- Como você chegou a essa suposição? - Kominato pergunta.

- Não sei, intuição talvez - digo.

- Ela leu o livro todo e percebeu que a última página não fazia sentido e nem dava ênfase ao livro - Tsukahara diz e olha para mim - agora eu me pergunto como ela conseguiu ler aquilo sem ter os olhos queimados.

- Já está falando demais, não acha ? - nos encaramos e ele deixa o resinto irritado batendo a porta da frente.

- O que ele quis dizer com isso? - Kominato pergunta.

- Eu tive um sonho estranho em que um velho me dizia como ler o livro... - digo - e o estranho é que eu conheço esse velho, foi o mesmo que eu vi na floresta que você se escondia.

Kominato cria um vagalume na palma da mão e logo o mesmo desaparece.

- Velho?... Mas ninguém além de mim ficava alí, era protegida por mim mesmo. Todos que pisavam alí eu sentia no mesmo instante, igual foi com você... Como ele era?

- Não consegui ver seu rosto igual no meu sonho, mas ele usava as mesmas roupas, e um capuz que escondia seu rosto, mas ele emanava uma energia muito poderosa, mais do que todos nós juntos. E o mais incomum de tudo é que ele disse uma coisa para mim e a repetiu no meu sonho.

- E o que foi? - Jae pergunta enquanto folheia alguns livros com tipos de criatura afim de achar o tal velho.

- "Não ande por aí sozinha, pode ser perigoso", será que ele sabe de algo que nós não?

- Ele pode ser um espírito protetor, existem infinitas possibilidades, então enquanto não sabermos do que se trata ele, vamos nos manter distantes. Para o nosso bem - Kominato se senta ao meu lado.

- Talvez ele esteja a alertando de algo... " não ande por aí sozinha ", é como se ele estivesse dizendo que se ela ficar sozinha algo vai acontecer com ela, igual aconteceu quando ... Bem ... Você estava grávida - Jae alega e coloca um livro a minha frente - de acordo com esse livro quando o inferno está prestes a perder um grande aliado, no caso seria o Belial, alguns Djiins aproveitam para escapar e vir para o nosso plano e com isso alguns anjos e arcanjos descem para manter o equilíbrio enquanto a guerra ocorre. Essa pessoa que você viu e que Kominato não sentiu é isso - ele aponta para uma figura no livro, o homem alí usava um capuz igual a ele, as mesmas cores, as mesmas coisas penduradas e estava a frente de uma fogueira igual aquele dia - um ceifador, pronto para pegar as almas que infelizmente ficaram entre essa guerra.

- Então... - Kominato olha para mim.

- Ele está dizendo como ela vai morrer - ao ouvir essas palavras de Jae eu perco o ar.

- Isso é besteira - digo e fecho o livro bruscamente - porque ele me ajudaria? 

- Porquê você é a única que pode parar essa guerra antes que ela domine o mundo, e um ceifeiro precisa das almas daqui para se alimentar.

- É apenas uma troca, ele deixa sua alma aqui a descumprir o destino dela, e você salva todas as outras - Kominato abre o livro e olha para o ceifeiro - como eu nunca o vi por lá?

- Ishikawa, acha mesmo que você seria capaz de ver um ceifeiro? - Tsukahara aparece atrás dele e pega o livro - eu lembro dele... Realmente achei estranho o fato dele estar alí e ainda mais o fato de Sango poder vê-lo tão facilmente.

- Talvez ele queria que eu o visse, por isso eu pude nota-lo e senti-lo - digo - um "fantasma" quando quer que alguem o note o que ele faz? Mexe nas coisas a derrubando ou batendo. Em alguns casos eles aparecem em matéria na sua frente ou em seus sonhos.

- Faz sentido - Kominato diz - então vamos fazer assim, eu e você vamos até lá e quem sabe damos sorte dele estar alí ainda, e Cammy e Jae vão olhar os lugares que você indicar.

- Não, eles não sabem andar pelo Japão, Kominato. Mas a sua ideia não é de todo mau. Vão vocês três, eu e Tsukahara vamos tentar encontra-lo, ele pode me dar alguma dica de como parar tudo de uma maneira mais rápida.

Tsukahara me encara, ele sabe o real motivo pelo qual eu quero encontra-lo.

- Então precisamos traçar um trajeto que a gente possa se encontrar - Jae diz.

.....................................

Me sento no colchão que estava no chão com a carta em mãos, algo não estava certo, ela sabe de algo que não quer me contar, para ninguém.

- O que você está tramando Sango ? - digo para mim mesma.

O anseio de abrir o papel estava me consumindo, então, antes de trair sua confiança mais uma vez eu o coloco num local seguro e deixo o quarto.

Os ouço conversar na sala, e paro alí próximo.

- Então precisamos traçar um trajeto que a gente possa se encontrar - Jae diz.

- Sim, vamos fazer o seguinte - Sango diz - aqui é a floresta aonde Kominato estava, próximo alí tem um lugar que pode ainda existir.

- Como assim, ainda pode existir ? - Kominato questiona.

- Alí próximo há um campo aberto, aonde uma única casa foi construída, aquela casa é conhecida como A Casa dos Corpos Flutuantes. Várias construtoras tentaram subir aranha céus, empresas, até mesmo um simples condominio de casas, mas nenhum deles chegaram a conseguir tirar a ideia do projeto. Há algo naquela casa... Naquele terreno.

- Mas se as pessoas, morriam ou sumiam... Porque o governo japonês nunca investigou isso ? - Jae fecha o livro e olha para ela.

- Não sei ao certo, não me interessei por essa parte... Mas isso realmente é estranho. Tudo isso. Ela ter vários laboratórios por aí, ninguém inspeciona-los... Será...

- Meu deus... O governo sabe de tudo e está a ajudando nisso... Mas o que eles ganham com isso ? - Kominato diz aumentando o tom de voz.

Sinto uma presença atrás de mim.

- Vai ficar até quando aqui escondida ? - Tsukahara diz.

Salto no susto e ele me empurra para a sala.

- Qual é o seu problema ? - digo para ele.

Sango logo para a frente dele e me encara.

- O que está acontecendo ? - ela diz - isso não é hora para estarmos brigando e sim nos unindo. 

- Ela estava escondida ouvindo a conversa - Tsukahara cruza os braços. Ele olha para algo acima da minha cabeça e sei que ele está na verdade encarando o Crocell com todo aquele ódio no olhar.

- Porque ? - ela pergunta ao virar os olhos para mim.

- Eu... Não sei ... - abaixo a cabeça.

- Ela é muito fácil de influenciar, uma presa nas garras do Crocell - o ruivo enrola as pontas do cabelos da Sango em seus dedos - para mim ela não está pronta para essa batalha.

- Eu dominei sua força - digo entre os dentes.

- Sim, isso é verdade, mas você precisa-lo domina-lo por completo - ela olha para Tsukahara e acaricia seu rosto - ou você viverá no medo de perder seu corpo... Como eu vivia, mas na verdade Tsukahara jamais seria capaz de fazer isso não é?

Ele leva uma mecha do cabelo dela ao seu nariz e o cheira.

- Não - ele diz.

- Então a treine mais um pouco, Sango - Kominato diz - isso pode ajuda-la.

- Não acho aconselhável, elas podem deixar o lado emocional tomar conta - Jae olha para ela - igual da ultima vez.

- você não tem freios na língua não é mesmo ? - Sango diz ríspida para mim - quando vai aprender a se virar sem sair pedindo ombro de consolo - ela dá de costas e deixa a casa, e no mesmo instante Tsukahara some.

- O que aconteceu aqui ? - Kominato corre atrás dela.

- Porque você falou que eu te contei ? - digo brava.

- Pensei que ela já havia dito isso a ele, me desculpe.

- Bom... Agora já foi... - digo encolhendo os ombros - minha situação com ela já está na beira de um penhasco, basta só mais um passo para que não seja mais possível ela confiar em mim novamente.

( KOMINATO )

- Pode me explicar o que ela quis dizer com aquilo - digo ao cruzar os braços.

- Quando eu a estava ajudando a nomina-lo, nos deixamos levar pela emoção, ela pelo medo e eu pela compaixão, com isso ela liberou seu verdadeiro lado - Sango estava cansada, eu via em seu olhar, há tempos não sustentavam aquele brilho de antes.

- Por isso me disse para não confiar nela - digo.

- Ela pode ser fraca mentalmente e fisicamente, mas seu espírito é forte - Tsukahara diz - isso eu posso afirmar, e mesmo ambos lacrados em vocês duas, continuamos a brigar intensamente por pensamento trocando energias, por isso que você sempre fica em estado de alerta quando ela está por perto, a culpa não é dela, é nossa. Cammy foi baseada em seu DNA Sango, ela sente a necessidade de estar perto de você assim como eu sei que também sente na questão para com ela, antes vocês eram tão unidas espiritualmente que se uma de vocês morressem a outra morreria também, mas isso foi alterado com a unificação de nossas almas. 

- Entendo ... Então o que nos resta a fazer é seguir com o plano a diante - ríspida ela diz.

- Amanhã cedo não seria melhor? - pergunto.

- NÃO! - como num desespero a palavra escapa de sua garganta - quer dizer, é melhor irmos logo, porque assim eu já estarei lá pela manhã, e vocês podem ir ver o local que eu havia dito.

- Certo - viro de costas para eles - está tudo bem ? - pergunto.

- Sim... Com você não está ? - com aqueles olhos castanhos ela me encara.

- Sempre está - com um sorriso de lado eu volto para dentro.

( TSUKAHARA )

- Olha, eu não gosto dele e você sabe, mas não dizer nada a ele é crueldade - digo a ela que não tira os olhos das costas dele ao entrar novamente na casa.

- Eu sei, mas as coisas devem seguir seu curso natural.

- Não seja hipócrita Sango, esse não é o curso natural, você está mudando a história... Como... Como eu ... - seu dedo indicador me cala.

- Vai ficar tudo bem, confie em mim, sim ?

Nada, eu não podia dizer ou fazer nada contra suas ordens. Eu sabia que não iria ficar tudo bem, as vezes ser o único que sabe sobre tudo deixa de ser um pró e se torna um contra. Porque somente eu sinto como seu coração está partido, e sei que ela sente o mesmo com o meu, e o peso de nossas dores emocional está a esgotando cada vez mais.

- Vamos na frente, Kominato irá guia-los até o local indicado - ela diz.

Eu abro minhas asas e braços para ela que se aninha em mim, mas da mesma forma que ela havia feito no nosso primeiro encontro, como se ela estivesse com medo.

No lugar dela eu também ficaria.

- Não vai avisar eles ? - digo e ela levanta o olhar para a casa mas deita novamente a cabeça sobre meu peito.

Então eu levanto vôo com ela em meus braços.

( SANGO ) 

- Alí - digo apontando para o emaranhado de árvores - chegamos.

Tsukahara nos desce em meio a densa neblina que dominava o local, o cheiro forte de terra molhada e enxofre estavam me causando náuseas.

- O que aconteceu com esse lugar ? - digo ao comprir o nariz com a manga da blusa que estava sobre meus ombros.

- Ishikawa deixava esse lugar purificado, com a saída dele os espíritos ruins se aproveitaram da grande energia que aqui tem, é como se o próprio solo respirasse energia. Agora, com a densa energia que circula por aqui, o ligar se tornou inóspito para qualquer ser vivo ou puro - Tsukahara diz ao seu meu braço - acho melhor irmos embora.

- Porque ? 

- Porquê ele está aqui, e está mais forte do que a última vez. Pelo visto o ceifeiro tem se alimentado muito bem - ele fica a minha frente como se estivesse me protegendo de algo.

Fico na ponta dos pés para ver sobre seu ombro, em meio a escuro névoa eu vejo dois pontos brilhantes se aproximarem com agilidade. Logo um monto negro, uma bengala feita de um galho torto surgem.

- O que houve com ele ? - digo baixo.

- Essa é a verdadeira forma dele, não baixe a guarda, ele é famoso por levar almas por meio de brincadeiras, truques e apostas. Não responda nenhuma pergunta que ele fizer, apenas você pode perguntar para ele, e o mais importante é não deixar ele te tocar - Tsukahara diz e eu volto a olhar para frente.

- Vejo que veio tirar satisfações sobre o que eu lhe mostrei - sua voz era fina como de uma mulher idosa - eu já disse que isso não será mudado por mais que você tente, ele e a menina devem morrer, é o destino deles.

Eu não conseguia ver seu rosto dentre a escuridão do seu manto velho.

Dou um passo para frente e Tsukahara segura minha mão.

- Calma, não irei até ele, apenas quero ficar em seu campo de visão - digo e ele a solta - você não pode comandar a vida de ninguém ceifeiro, e eu estou aqui para provar isso.

Ele bate o cajado no chão e a terra treme, uma enorme fenda se abre no chão e uma luz vermelha brilha forte de dentro dela.

- Isso é ... - digo.

- O umbral? Sim. Eu aceito sua alma em troca dos dois - ele diz e estende a mão para mim.

- Sei que você não faria isso, poderia não mata-los na data em questão, mas poderia mata-los no dia seguinte, já que não faria parte do trato. Passei a vida lidando com pessoas como você Ceifeiro, você não me engana - ao dizer isso a fenda se fecha e ele caminha em nossa direção.

- Não chegue mais perto - Tsukahara esbraveja ao ranger os dentes.

- E o que você pode fazer contra mim Djiin ? Por pura sorte de vocês eu não quero a alma dela, pois preciso que ela pare a loucura que essa mulher está causando. 

- Foi exatamente o que eu havia dito - me aproximo dele - mas porque me mostrou aquilo ?

- Porque você só irá libertar seu verdadeiro poder com a morte deles, agora, com a força que você está, belial iria esmaga-la apenas com um levantar da mão - ele levanta o cajado e faz um circulo no ar abrindo um buraco no espaço/tempo.

Eu não consigo dizer nada.

- Sei o que está pensando, que irá fazer diferente, que ninguém precisa morrer - suas esferas brilhantes se viram para mim - alguém sempre morre para outro viver, esse é o verdadeiro círculo da vida.

- Sim, e é por isso que eu estou aqui - digo e Tsukahara me encara com os seus olhos arregalados - eu pensei em todas as formas em salva-los, testei todas elas naquele dia em que você me disse o destino cruel a qual eles serão submetidos, e como você mesmo sabe... Nenhuma delas foi bem sucedida, eu vim aqui para lhe propor um trato.

- Você quer barganhar comigo mortal ? - ele gargalha - você é corajosa - com o cajado ele bate em meu quadril - o quanto eles valem para você?






Notas Finais


E ai? Quanto ?

Até!


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