História Marcas Da Meia-Noite - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Harry Potter
Personagens Personagens Originais, Tom Riddle Jr.
Tags Drama, Tom Riddle, Violencia
Exibições 44
Palavras 1.310
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Suspense, Violência
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Apesar de estar com duas fics para atualizar, resolvi postar esta oneshot hehe
Espero que gostem!

Capítulo 1 - Ultraviolence


Aquele era o último sábado para os que iriam deixar Hogwarts naquele ano. Era um dia de alegria entre os alunos, na euforia da noite muitos se perdiam, já outros se encontravam. Apesar da agitação, a noite é um misto de mistério e de prazeres para alguns.
 O salão principal encontrava-se cheio e vasto de sorrisos e muita felicidade. Os alunos da Grifinória estavam reunidos em uma mesa do salão, entre eles estava uma bela moça estava a apreciar uma taça de whisky-de-fogo, em sua própria companhia, enquanto os outros membros da casa estavam a confratenizar uns com os outros. Um rapaz a observava ao longe também com uma taça em mãos. Ela o conhecia bem, ou talvez não tão bem quanto pensava. Tom era um rapaz belo, cheio de mistérios o qual ela preferia distanciar-se.
 Cansada da agitação noturna, só queria descansar, os corredores estavam quase vazios, estava habitado só por alguns casais que desfrutavam de suas paixões ardentes.
De repente m garotinho gritava por seu nome ofegante.
— Moça isto é para você.
 — Quem enviou-me isto?
 O garotinho não respondeu-a, saiu correndo antes  mesmo que ela terminasse a pergunta.
 A moça abriu o bilhete, nele estava escrito o seguinte:
 "Caríssima Antonella Clark, venha ao meu encontro estou lhe esperando na Torre de Astronomia. Não demore, pois cada minuto desta noite será inesquecível."
 O bilhete não apresentava quem o escreveu, apenas tratava de um encontro. Intrigada com o bilhete resolveu ir até a Torre.
 Era uma bela noite de lua cheia, já era próximo a meia-noite, a luz do luar fazia ressaltar os belos e grandes olhos cor de mel de Antonella, e tornava brilhante seus longos cabelos ondulados castanho-claros.
— Quem está ai?
 Tudo que ela ouviu neste momento foi um riso cínico, alguns instantes depois a claridade revelou quem estava por trás daquele sorriso.
— Tom? — Ela estranhou, jamais sentiu qualquer tipo de apreço por aquele rapaz, pois duvidava de sua índole.
— Como pode ver, eu mesmo.
— Com que intenções você queria encontrar-se comigo neste lugar?
 — Para despedir-me.
 Antonella parecia ainda desconfiar das intenções de seu colega.
— Sabe, eu e você nos conhecemos há tempos… Ingressemos juntos nesta escola. Eu acompanhei a sua passagem da infância para a adolescência. Forá uma garotinha curiosa e ingênua, tornou-se uma mulher bela, inteligente e um tanto desconfiada.
— Se é isto que queria me dizer, acredito que eu já posso ir, certo? Só posso lhe desejar que tenha sorte e que escolha um bom caminho para trilhar.
— Não seja tola, eu não lhe chamei para dizer só algumas palavras… Eu não descrevi no bilhete que a nossa noite iria ser "inesquecível"?
— Eu já estou cansada, seja o que for que você queria mostrar-me, deixe para amanhã.
— Não, amanhã já não dará mais tempo… Já estaremos partindo.
 — Tudo bem, mas seja breve.
 — Venha comigo.
 Ela o seguiu por um corredor escuro, que parecia não dar em lugar algum, mas bem ao fundo havia uma porta velha e pequena.
 — Precisa se abaixar para passar por aqui.
 A moça abaixou-se a passou pela pequena porta, entrou naquele cômodo pequeno. O lugar era sujo, empoeirado, um tanto medonho. A sua frente havia uma cama, a única coisa limpa naquele quarto, com lençóis brancos.
 — Porque me trouxe aqui?
 Tom deu aquele mesmo riso cínico  que dará a minutos atrás.
— Um quarto sujo e velho não me parece ser algo "inesquecível". Já chega dessa brincadeirinha sem fundamento, eu vou para meu dormitório. — Ela dizia furiosa.
— Não vai não. — Ele dizia em meio a um sorriso debochado.
 A moça tentava abrir a porta de todas as formas mas a mesma parecia estar emperrada.
 — Destraque isso logo.
 Mas ele nada respondia, só a olhava com desejo, mordendo o lábio inferior, e ela voltou a dizer:
 — Pare com essa brincadeira de mal gosto.
— Acalme-se é agora que vem a parte mais divertida. Mas claro se você colaborar.
— O que você vai fazer comigo?
— Quero sentir seu calor está noite. — Tom dizia ao seu aproximar, e passar as mãos pelo corpo de Antonella.
— Eu já entendi tudo. Não irei permitir. — Ela diz virando-se e apontando a varinha a ele.
 — Nem tente me desafiar.
— Expelliar… — Antonella tentou se defender mas ele rebateu o feitiço, e a fez cair ao chão largando a varinha.
— Acha mesmo que é mais esperta que eu?
— Me deixe ir… Por favor.
— Não antes da minha diversão.
 Ele a puxou pelo braço, a  jogando na cama. Ela tentava esquivar-se dele.
 — Ceda-me um pouco de prazer. 
— Não. — Exclamou a moça em meio ao seu desespero.
 — Terei que fazer isto da maneira mais divertida. — Ele dizia em meio a sorrisos astutos.
 Rasgou o vestido pelo decote, deixando os fartos seios da moça amostra, suas mãos apertavam-nos fazendo com que a moça soltasse gemidos de dor. E aos poucos um sorriso cheio de maldade foi se esboçando nos lábios de Tom, estes mesmos percorriam o busto de Antonella, e agora apreciavam seus mamilos.
— Por favor eu te imploro. Pare! Deixe-me ir. — A moça implorava em meio a lágrimas.
— Excita-me ver te assim. — Tom dizia terminando de despi-la, agarrando uma das mãos de Antonella que tentavam lhe arranhar.
— De muitos que conheço, você é uma das únicas pessoas que parecia não ter muita simpatia por mim. Confesso que isto despertou ainda mais o meu desejo por você. — Dizia ele ao desabotoar a camisa.
— Sempre desconfiei de você, que tinha algo estranho com você. E eu não estava errada.
— Não sou estranho, sou superior aos demais é diferente.
— Ser astuto e cometer atrocidades, não me parece algo que torna alguém superior.
— Você é muito atrevida. — Disse-lhe em seguida a esbofeteou. — Vou te dar uma lição por isso, será a mim muito prazerosa.
— Você é maluco e nojento.
— Shiiu! A partir de agora só o que eu quero ouvir são os seus gemidos e você implorando por compaixão.
 Ele retirava a calça e seu traje sumário.
 — Agora certamente vem a melhor parte.
 Ele começou a penetra-la brutalmente, Antonella gemia de dor, suas lágrimas deixaram explícito seu sofrimento. Ela tornava a suplicar.
— Pare! Por favor! Eu não vou aguentar…
Mas ele tornava-se ainda mais voraz e violento, e beijou-a.
 — Sua dor me traz tanto prazer, continue assim querida.
— Eu odeio você... Você é doente!
 E ele a esbofeteou novamente, deixando ferimentos em sua boca, e marcas em sua face.
— Você é fraca. — O rapaz dizia apertando o pescoço de Antonella.
— Você é fraco, não passa de um mero nada, que não tem importância a ninguém. — Ela dizia quase sem ar.
— Eu serei grande, o mais poderoso de todos. As pessoas irão temer pronunciar o meu nome.
— Quando tudo acabar você não passará do que seu verdadeiro eu já é: Vazio e insignificante.
 Tornou a agredi-la, ela que já estava abatida e  quase sem forças.
— Isso é que você ganha por ser tão abusada. Serei glorioso, já você será esquecida, acredito que depois dessa noite nem viverá para ver a minha glória.
— Não faço questão… — Ela dizia sentindo o sangue em sua boca — Você poderá ter impérios mas nunca… Nunca sentirá a verdadeira felicidade.
 Estas foram suas últimas palavras, após isso fechou os olhos e adormeceu pela eternidade. Ele a deixou la, nua em meio aos lençóis cheios de sangue.
 Nunca mais falaram sobre Antonella, fora esquecida. Mas ela estava, de fato, certa. Tom jamais sentiu a plena felicidade em nenhum  momento de sua vida, e quando tudo o que "conquistou" teve fim, ele não passou de uma mera criatura insignificante...


Notas Finais


Espero que tenham gostado de meu breve trabalho!
Abraços!


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