História Marcas eternas... - Capítulo 24


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Categorias Dragon Ball
Personagens Androide Nº 17, Androide Nº 18, Bulma, Chaos, Chichi, Gohan, Goku, Kuririn, Lunch, Mestre Kame, Piccolo, Tenshinhan, Vegeta, Yamcha
Tags Dbz, Dragonball, Dragonballz, Gochi, Saiyajin, Vegebul
Visualizações 104
Palavras 1.864
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 24 - Déjà vu?


Fanfic / Fanfiction Marcas eternas... - Capítulo 24 - Déjà vu?

Bulma

– Toma uma taça de champanhe comigo? – pergunto estendendo uma taça para Vegeta.

– Bulma, isso não é...

– Deixa de ser bobo, é Champanhe rose, olhe – mostro a garrafa do Moët & Chandon rose imperial para ele e de forma dramática faço um biquinho. – Não confia em mim?

Embora ainda desconfiado, meu Príncipe Saiyajin aceita e bebe o drink cor de rosa.

– Uma delícia, não é? – pisco para ele que assente com a cabeça. – Vou ligar a Jacuzzi!

 •••

Quando volto para o quarto do mirante, sinto que há algo estranho, procuro por Vegeta mas não o vejo.

– Ah Bulma, o que pretende com isso? – meu corpo estremece imediatamente com sua voz rouca em meus ouvidos.

Me viro para ele, lentamente, e prendo minha respiração no instante que nossos olhares se chocam.

Seus olhos, antes negros como um carvão, agora são verdes como esmeralda, hipnotizantes e uma áurea dourada fluí por todo seu corpo.

– Você é lindo – sussurro acariciando seu rosto.

– Ah, o que eu faço com você, azulada? – Ele me olha intensamente como se procurasse uma explicação e me puxa pela cintura, uma forte corrente elétrica percorre todo meu corpo, com um simples toque dele.

– Vegeta... – seu nome é tudo que eu consigo dizer.

Ele leva a boca até meu pescoço depositando leves mordidas, minhas pernas bambeiam, meu coração dispara.

– Diga – ele sobe um pouco e deposita um selinho no canto de minha boca. – O que você quer de mim?

– Me beija...

Ele sorri de canto, aproxima a boca da minha e me beija, não de uma forma calma com sentimentos como das últimas vezes, mas sim de forma intensa e selvagem, com puro desejo.

Agarro-me aos seus cabelos loiros e ergo uma das pernas até sua cintura. Ele a segura firme e sem que eu pudesse prever já estou entre a parede e seu corpo. Uau, isto foi rápido...

Vegeta envolve sua boca em meu seio por cima do vestido, e deixo escapar um gemido quando sinto seus dentes pressionarem meu mamilo. Me equilibro em suas costas e agarro a barra de sua regata azul marinho a erguendo para cima e jogando-a longe. Passeio com minhas mãos por seu peitoral bem definindo, e desço com as unhas até os gominhos de sua barriga. Ele arfa com meu toque, e não disfarço meu sorriso.

– Quero que o príncipe Super Saiyajin, me foda...

– Será um prazer – Ele dá um meio sorriso e puxa meu vestido para baixo. Quando este chega ao chão, levanto delicadamente meus pés, e o chuto para longe.

Vegeta se agacha, e sobe com as mãos por minhas coxas até chegar a calcinha, então a desce devagar. A cena é extremamente sexy.

Assim que ele a tira, volta a subir com os lábios, entre beijos e mordidas. Fecho os olhos com força, e é quase impossível manter meu corpo em equilíbrio quando sua língua encontra meu centro.

 – Ah...– suspiro agarrando seus fios dourados – Isso! – Meu corpo treme, e levo minha cabeça para trás relaxando com o início de um orgasmo que está prestes a chegar.

Abro os olhos frustrada com a perda de contato, porra, eu estava quase... quase... lá... 

– Está muito apressada azulada – Vegeta diz com um sorriso maligno nos lábios, retirando a bermuda e ficando nu, mordo meus lábios ao perceber que ele já está pronto. Ele me deseja...

– Quero te foder na banheira – Ele me lança um olhar prepotente e me puxa com uma selvageria pela cintura. Solto um grunhido, quando nossos corpos se chocam, e pela primeira vez, após esses anos de convivência me sinto assustada com Vegeta, e ele parece farejar isso. – Está com medo? – seus olhos penetram os meus, balanço a cabeça e deposito um beijo rápido nos seus lábios. – Não! – exclamo tentando parecer a mais confiante possível.

Suas mãos descem devagar pela lateral do meu corpo, para em minhas coxas e as agarra firme, me suspendendo em seu colo. Envolvo sua cintura com minhas pernas, e sussurro em seu ouvido – Precisamos pegar a camisinha primeiro – mordo o lóbulo de sua orelha e ele solta uma gargalhada. – Aquele plástico, impedirá o que eu devo fazer com você, Bulma. – minha barriga gela, o que ele tem que fazer?

Lembro do que Chichi me contou, que Goku dizia que queria lhe dá uma coisa aquela noite. Gohan...

Engulo em seco, meu coração dispara.

Você já chegou até aqui, relaxa Bulma, talvez não ocorra a mesma coisa...

Volto a realidade, assim que sinto os lábios de Vegeta nos meus, a sensação que este homem me causa é tão boa. Levo minha língua ao encontro da dele, e me perco no nosso beijo afastando todo tipo de pensamento ruim.

Estava tão distraída, que nem percebi quando ele entrou na banheira e me sentou na borda da mesma.

Os segundos, entre nossos beijos e caricias correm sem pressa, e assim que me sinto invadida pelo membro de Vegeta, solto um gemido. Ter ele dentro de mim, é maravilhoso.

Ele aperta minha cintura e começa a ditar o ritmo, agarro-lhe as costas entrelaçada em sua cintura e rebolo o auxiliando.

– Você é tão gostosa... – ele sussurra, enquanto devora meu mamilo com os dentes.

O atrito de nossos corpos, e o vai e vem rápido e forte de Vegeta, só deixa o clima mais intenso. Posso sentir toda a energia emanada do Super Saiyajin percorrer por meu corpo, e não existe sensação melhor. 

Suor começou a surgir em nossos corpos, e já é impossível controlar meus gemidos, que soam cada vez mais altos.

 Cravo minhas unhas em suas costas, e ele acelera mais os movimentos entendendo imediatamente o meu desejo. Solto mais um gemido, e ele arfa.

– O que você quer fazer comigo? – digo manhosa, ofegante.

– Eu quero... – fecho meus olhos quando escuto sua voz falhar, espasmos se formam e percorrem cada parte do meu corpo. – Gozar e te fazer gozar. – Diz por fim, e meu corpo se bombardeia de sensações extraordinárias.

Vegeta encosta a testa na minha, abro os olhos ainda com a respiração descompensada e ele sorri mordendo os lábios. Tão sexy...

Ficamos ali por um instante, fitando um ao outro, enquanto recuperamos o folego.

– Eu amo você – as palavras escapam da minha boca sem querer no mesmo instante que a tonalidade negra de seus olhos retorna, seu olhar não é de surpresa, ou raiva é de dor.

A cor de seu cabelo oscila entre preto e loiro, e ele sai dentro de mim, levando a mão a cabeça.

Vegeta grita, rosna, se debatendo e eu pulo na banheira indo até ele.

– O que houve? – pergunto preocupada, embora desconfie o motivo pelo qual está assim.

– SAI BULMA, NÃO ME ENCOSTA! – ele me empurra de forma ríspida.

– Não Vegeta, eu quero te ajudar.

– AARGHH! – ele sacode a cabeça e leva as mãos em meus ombros. – O que tinha naquela maldita bebida? – ele pergunta ofegante, e seus olhos voltam para o verde.

– Vegi...  

– Me promete que ficará aqui, e não sairá, até amanhecer?

Sacudo a cabeça em positivo e ele sai da banheira com dificuldades.

– Para onde irá? – pergunto, quando ele volta para a varanda já vestido.

Ele não responde, apenas voa para longe.

Meu coração se quebra em estilhaços, abraço meu corpo nu e lágrimas escorrem em meu rosto.  

Vegeta me odiará para sempre.

•••

Goku

Apoiado com os cotovelos na bancada, observo o dia amanhecendo através da parede de vidro da cozinha, o céu ganha uma tonalidade alaranjada e o sol já começa a dá indícios para além do mar.  

Um sorriso involuntário surge em meus lábios, ao me lembrar da noite passada, nem quando supero meus limites treinando, me sinto tão exausto e saciado como agora.

– O que é tão engraçado? – Chichi pergunta, colocando um prato de ovos mexidos com bacons em minha frente.

Seus olhos negros como a escuridão, são tão expressivos, que consigo senti-la apenas pelo olhar.

Minha camisa laranja cai como um vestido curto em seu corpo, deixando sua pele acetinada a mostra da metade das coxas para baixo. Seus cabelos estão presos em um coque frouxo e alguns fios insistem em cair por seu rosto. É inevitável não me sentir excitando, com essa combinação entre o meigo e o sexy.

– Amo comer tudo que vem de você, e digo nos dois sentidos, claro.

Ela dá um sorriso tímido com o rosto corado, e eu a puxo para meu colo depositando um beijo em seu pescoço nu.

– Pensei de passarmos o domingo juntos – diz ela com o corpo arrepiado devido ao meu toque.

– Eu adoraria sua companhia, até porque, queria muito repetir a noite de ontem.

– Então, melhor pegar suas coisas e leva-las para o meu quarto.

– Não acho que será preciso, não pretendo usar roupas mesmo – mordo seu pescoço e aperto sua coxa grossa com a mão.

– Agora, se concentre no seu café da manhã – ela me repreende, saindo do meu colo e se sentando no tamborete ao lado. – Pensei de darmos um passeio pela Vila a tarde, queria visitar o meu antigo Chatteu...

– Está brincando né? – digo com um pouco de bacon na boca. – Amanhã já teremos que voltar para aquela faculdade chata, tenho treinos com o Mestre Kame a tarde e à noite estarei cansado...

– Ah, e os treinos são mais importantes do que ficar comigo? – ela faz um biquinho e eu me aproximo tentando morde-la bem ali.

– Quem sabe, eu não volte a morar nas montanhas... – a expressão de Chichi muda na hora e ela desvia o olhar para baixo. Achei que ela iria gostar da ideia de morarmos perto, mas pela reação dela, vi que estava enganado. – O que foi, não gostou?! Eu não preciso ir, se não quiser... – digo um pouco desapontado.

– Não Goku, eu amei a ideia! – ela sorri e se levanta vindo até a mim – Eu preciso te contar uma coisa...

Chichi cerra a sobrancelha assustada, quando é interrompida por um barulho. – Escutou isso? – ela pergunta.

Faço que sim com a cabeça.

– AARGH...

– Parece ser...

– KAKAROTTO...

– VEGETA – dizemos juntos...

•••

Chichi

Corremos até a sala, e encontramos Vegeta se debatendo no chão da sala. Seu cabelo muda do loiro ao preto em instantes. Super Saiyajin, sinto um frio na espinha, é impossível esquecer de Goku assim... Não pode está acontecendo outra vez, ou pode?

– O que houve, Vegeta? – Goku pergunta se agachando até ele.

– Minha mente... – ele responde com uma expressão de dor.

– Vou pegar um copo de água – digo e Goku concorda com a cabeça.

•••

Assim que retorno para a sala com a água, vejo Kuririn, Lazuli e Yamcha observado Vegeta e Goku da escada.

Um flash me vem à cabeça quando entrego o copo para Goku.  

– O drink – sussurro e ele me olha confuso do chão.

– Onde está Bulma? – pergunta Piccolo sério, como se já soubesse de algo.

Ergo a sobrancelha para ele, a procura de alguma resposta e ele balança a cabeça com uma expressão preocupada.  

Ela não teria coragem...

– BULMA! – exclama Vegeta, com os olhos em fúria.

Olho para a porta de supetão e a vejo com os olhos cheios de lágrimas, ela se aproxima e joga o tubo de ensaio com um pouco de liquido rosa no chão. Meu corpo congela, e levo a mão a boca em indignação.

Não, ela não fez... 



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