História Maria - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama Sexo Amor Desejo
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Palavras 1.212
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


As coisas começam a esquentar. .E alguns segredos ser revelados.

Capítulo 2 - O Segundo Beijo é Sempre Melhor.


Fanfic / Fanfiction Maria - Capítulo 2 - O Segundo Beijo é Sempre Melhor.

Depois que Edgar terminou de falar fez sinal para Maria servir o vinho. Ela nunca tinha trabalhado na casa grande sua função sempre foi cuidar dos animais, por isso era extremamente constrangedor estar ali. Ela começou a servir, pelo senhor Edgar, que sem reservas olhou a silhueta da garota. A esposa e o irmão fingiam não estar vendo o olhar do senhor da casa sobre Maria e conversavam normalmente sobre assuntos do cotidiano. Mas Edward ficou extremamente nervoso com atitude do pai. Era visível em seu rosto e nas mãos a tenção sobre ele. Ed apertava os talheres, querendo de alguma forma se acalmar. Essa atitude Chamou a atenção dos primos. Principalmente de James. Que viu a chance de provocar Edward. Maria continuo servindo os mais velhos. Em Nenhum momento ela olhou para Edward, talvez por vergonha, depois do beijo, o simples fato de olhar para Ed faziam suas pernas tremerem...Depois de servi-los Maria pediu licença e começou a ir para cozinha.  


-Ei criada. Você não me serviu. disse James olhando para Edward.

 Que o olhou sério e atento a cada gesto de james.

- Você já bebe? Perguntou Ruth enquanto Maria se aproximava de James para servi-lo.

-Sim tia! Como sabe fiz 15 anos semana passada e aos 15 deixamos de ser meninos e nos tornamos homens. Ao concluir suas palavras James passa a mão na bunda de Maria que estava curvada servindo o vinho, fazendo a garota se assustar e derramar um pouco de vinho nele.


-Meu Deus! Tenha cuidado sua inutil. Você está bem James? Perguntou a tia com um olhar cruel sobre Maria. que tremia enquanto falava repetidas vezes.

-Me perdoe,me perdoe....


-Eu estou bem tia, não se preocupe.


-Perdoar? Você é mesmo uma inutil! Vou descontar do seu salário. Você é um lixo igual a sua mãe. Maria ficou de cabeça baixa com lágrimas nos olhos, segurando ao máximo para que não escapasse. Tremia muito e seu rosto ficou vermelho pela vergonha. Mas a mulher não se importou e continuo com os insultos. -Lixo. Latino.... Ela foi interrompida.

 

-Chega mãe!!! Ed não aguentou mais. Ele se levantou bruscamente pegou a mão pequena e fragil da garota e a tirou da sala de jantar.


-Você viu Edgar? Seu filho dando uma cena. Tirando minha autoridade diante dos criados. 


-Já chega Ruth. Porque você não fecha sua boca para que todos nós possamos comer. 

A mulher engoliü seco e se calou. olhando constrangida para os convidados, 


-Eu vi oque você fez. Disse Jessica se curvando e falando no ouvido do irmão. - Isso foi cruel! Ela terminou em reprovação. 


-Não querida irmã, isso foi revelador. Ele dá um sorriso discreto e bebe seu vinho....





Edward leva Maria até a cozinha e a faz sentar em uma cadeira. Durante o percurso ela não disse nada, ainda mantinha a cabeça baixa, só se deu conta que estava na cozinha quando sentiu a mão de Edward secar gentilmente as lágrima que escorriam sem nenhum controle. 


-Maria não fique assim. Ele segurou o rosto dela e os olhos se cruzaram. Edward tinha olhos tão azuis que pareciam aceanos. Maria se acalmou quando seus olhos castanhos mergulharam naquele oceano.


- Me perdoe Ed. Eu-eu não quer..... Ele a interrompeu, com carinho dizendo. 


-Não foi sua culpa. Você não está acostumada aos serviços da casa, é normal se atrapalhar. Ele sorri carinhoso. ainda com a mão sobre o rosto dela. Ela sorri de volta, era aquele sorriso inocente que deixava Edward louco. Eles estavam tão distraídos que nem se deram conta que outros empregados estavam olhando e cochichando.


-Edward... Edgar entrou chamando a atenção dos amigos que em silêncio ainda trocavam olhares.


-Sim pai. Edward respondeu envergonhado. 


-Volte a sala de jantar. 


-Pai eu .... 


-Edward vá! O homem olhou sério, Ed sorriu mais uma vez para Maria e saiu.


-Maria como esta sua mãe? O mais velho perguntou deslizando a mão sobre os cabelos negros da menina. por um momento Maria teve a sensação que o homem pegou uma mecha do seu cabelo e cheirou.


-Ela está com muita febre senhor. Disse olhando para o chão, por algum motivo o patrão dava arrepios.


-Leve isso pra ela. Ele tirou dinheiro do bolso e estendeu a garota. 


Ela estendeu a mão e Edgar colocou lentamente o dinheiro sobre ela, deslizando. Maria segurou o dinheiro e escondeu seu braço bruscamente atrás do seu corpo.Ela não gostou da sensação dele a tocando. O homem sorriu.


-Agora vai para sua casa. Cuide da sua mãe, e não precisa trabalhar no lugar dela.


- Obrigada Senhor. Falou agredecida, em seguida saindo correndo para ver a mãe. 


O homem sorriu vendo a garota sair correndo. 



-Mãe, mamãe já cheguei. Maria entrou em uma casa simples de dois cômodos. de todos funcionários da fazenda dos Collins elas eram as únicas que tinham um pedaço de terra. A casa era simples, mas era delas. O melhor era longe da casa grande e perto da cachoeira que Maria tanto amava.


-Filha. Onde você estava? Perguntou uma linda mulher na cama, ela estava abatida, mais era uma mulher linda. Aparentava uns 40 anos cabelos negros ondulados até a cintura pele bronzeada olhos castanhos e corpo cheio de curvas. Olhar para Ana era o mesmo que ver Maria no futuro, as duas dividiam os mesmo traços. 


-E- eu fui na casa grande. Maria falou baixo, mas a mãe ouviu.


-Filha. Quantas vezes te falei... Não quero que entrer naquela casa.


-Mãe me desculpa. Eu só estava cuidado de você. fez cara de triste.


-Não faça essa carinha pra mim mocinha. Maria fez biquinho. 


-Ta bom vem aqui minha gatinha. A mãe estende os braços, Maria pula na cama e se encaixa nos braços da mãe, que a beija docemente no topo da cabeça. Ah o senhor Edgar me deu esse dinheiro. Maria entrega o dinheiro para Mãe. Ana pegou o dinheiro e olhou com tristeza. depois guardou nos seios. 


-Maria, não quero você na casa grande. Maria ficou em silêncio. -Não tem nada de bom lá filha. Nada de bom. Enquanto a Ana fazia tranças na filha Maria pensava avia sim uma coisa boa na casa grande e se chamava Edward Collins.







Como de costume Maria esperava por Edward na cachoeira. não demorou muito ele chegou.  


-Ed.. ela sorriu. 


- Oi Maria. Ele se aproximou e deu um selinho nela. deixando ela levente corada.


-Então vamos nadar. Ela perguntou tentando tirar a tenção. 


-Tenho uma ideia melhor. Ele sorri, com aquele sorriso que ela não consegui decifrar.



Edward se aproxima e a beija, os beijos vão ficando cada vez mais quentes. Ele desliza a alça do vestido e beija o contorno do pescoço até os ombros. 


-Ed oque está fazendo? Ela se afasta um pouco. 


-Maria você sabe que eu nunca te farai mal? Ele passa a mão nos fios loiros. -Éque dês da quele beijo, eu sinto meu corpo queimar toda vez que te vejo. Que droga! Me desculpa eu vou embora. 


-Não! Espera eu sinto o mesmo. Ela o beija. Edward a deita na grama se deita por cima dela, ambos respiração pessada. Ed beijou o pescoço dela suas mãos tremiam. Era a primeira vez dos dois. Ele abaixou o vestido dela deixando seus seios a mostra, ele ficou deslumbrado com tanta beleza e não resistiu colocou a boca e sugou fazendo ela gemer...


-AI MEU DEUS OQUE É ISSO? !

Maria se esconde atrás de Edward envergonhada.



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