História Maria Mercedes - Capítulo 17


Escrita por: ~

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Categorias A Feia Mais Bela, A Madrasta, Cuidado com o Anjo, Maria do Bairro, Teresa, Thalía
Personagens Thalía
Tags Amor, Drama, Romance
Exibições 11
Palavras 1.286
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Famí­lia, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais um capítulo. Obrigada aos favoritos.

Quem não lembra dos exames que o médico do Santiago solicitou ver capítulo 8.

Será que Jorge Luis chegará a tempo?

Capítulo 17 - Hospital


 

Jorge Luis e Malvina retornam para o hospital e vão para sala da recepção onde se encontrava Aurélio e Dina.

Malvina radiante diz:

-A bilheteira tá presa! –ela gargalha. –Não sabem como estou explodindo de felicidade!-ela gesticulava.

Jorge Luis e Dina a olhava com reprovação enquanto Aurélio sorria em silêncio até que Dina diz seriamente:

-Mamãe, eu espero que não tenha cometido nenhuma injustiça, pois pior ficará a sua consciência.

Malvina fala estonteante:

-Por mim, aquela bilheteira imunda vai apodrecer na cadeia.

De repente aparece o médico particular do Santiago e fala se aproximando:

-Jorge Luis, eu preciso conversar reservadamente com você sobre o resultado dos exames anteriores que fiz em Santiago.

Jorge Luis fala:

-Sim, vamos doutor.

O médico e Jorge Luis saem enquanto Malvina e Aurélio se encaravam tensos até que ela fala:

-Dina, minha filha pega um copo de água para sua mãe estou com a garganta seca.

Dina fala saindo:

-Está bem mamãe.

Após Dina sair, Malvina e Aurélio se aproximam e cochicham discretamente.

Aurélio diz irritado:

-O que será que esse doutorzinho está falando com Jorge Luis?-ele os observava de longe.

Malvina fala observando o filho e o médico:

-Eu não sei, mas queria ser uma “mosca” para ouvir o que eles estão conversando.

Aurélio fala agressivo:

-Pois eu esmago a “mosca” caso descubram quem envenenou o Santiago.

Malvina irônica diz:

-Me poupe de suas ameaças, seu mordomo estúpido. Saiba que não existe nenhuma prova contra mim ao contrário de você que está com a “batata assando” por seu lado.

Aurélio a puxa pelo braço e diz furioso:

-O que você quer dizer com isso?

Malvina possessa diz:

-Não é só o médico do Santiago que tem algo a falar, mas também a Lurdes aquela governanta inútil chegou lá na delegacia dizendo ao delegado que tinha algo que inocentava a maldita bilheteira. E tire suas mãos sujas de cima de mim!-ela puxa o braço.

Aurélio nervoso diz:

-Não é possível o que será que aquela velha intrometida  tem que inocente Mercedes?

Malvina diz autoritária:

-Eu não sei, mas eu quero que você termine o que você começou.

Aurélio sarcasticamente diz:

-Sim, senhora, mas preciso de tempo.

Malvina histérica diz:

-Você não tem mais tempo, seu mordomo estúpido.

Dina se aproxima e percebe os semblantes nervosos de Malvina e Aurélio e diz:

-Mamãe aqui está o copo de água que me pediu.

Malvina pega o copo de água das mãos da filha ainda encarando Aurélio.

 

Na delegacia, Lurdes havia dado seu depoimento ao delegado Montenegro e lhe entregou o frasco. Maria Mercedes foi chamada novamente para sala do delegado para dá mais esclarecimentos em seu depoimento.

O delegado a pergunta:

-Pelas características que a senhora falou como era o frasco que o mordomo Aurélio lhe deu é bem semelhante a esse aqui?-ele rapidamente puxa o frasco de dentro da gaveta.

Maria Mercedes surpreendida grita apontando para o frasco:

-É esse sim, seu delegado! É esse frasco que o mordomo metido me deu, mas quem encontrou?

O delegado diz:

-Lurdes a governanta da mansão.

Maria Mercedes diz emocionada:

-Ah! Lurdinha sempre foi uma amigona. E aí, seu delegado eu já posso sair? –ela diz empolgada.

 

No hospital, o médico particular de Santiago conversava reservadamente com Jorge Luis.

O médico dizia preocupado:

-Era o que estou te falando, Jorge Luis. Os exames que solicitei para o Santiago saíram os resultados e alegam que ele estava sendo envenenado.

Jorge Luis surpreso fala:

-Mas como, doutor? Como o senhor e outros médicos não descobriram antes que Santiago estava sendo envenenado e não com uma doença terminal.

O médico diz nervoso:

-Eu não sei te responder, mas tenho quase certeza que quem envenenava Santiago começou aos poucos de uma forma imperceptível fazendo com quer todos acreditassem que ele estava com uma doença incurável que ninguém conseguia descobrir exatamente o que era.

Jorge Luis aterrorizado diz:

-Doutor, isso quer dizer que se o Santiago está sendo envenenado desde o princípio, então significa que...-ele parou para respirar. -não será possível?

O médico diz:

-Se estamos com o mesmo pensamento de quer o mordomo Aurélio que é responsável pelos medicamentos ter envenenado Santiago, sim.

Jorge Luis perplexo diz:

-Aurélio? Mas porque ele faria isso?

O médico fala:

-Eu não sei também estou tão surpreso quanto você, mas o mais importante agora é a vida do Santiago. Falei com o médico plantonistas e já está ciente de tudo que está acontecendo e te digo com toda sinceridade, Jorge Luis, o quadro é grave só um milagre pode salvar seu primo.

Jorge Luis apreensivo diz:

-Pobre Maria Mercedes tá presa por causa desse safado do Aurélio! E coitado do Santiago está entre a vida e a morte por causa de um louco qualquer. Precisamos doutor, ficar de olho no Aurélio, não podemos deixa-lo escapar.

 

Na recepção, Malvina diz impaciente:

-Toda essa confusão me deixou com fome. Vamos tomar um café, Dina?

Dina diz:

-Sim, mamãe.

Aurélio aproveita que Malvina e Dina saíram da recepção e vai até uma enfermeira que passava pelo local, ele a pergunta:

-Enfermeira, por favor, a senhora pode me dizer onde ficar o quarto do paciente Santiago del Olmo?

A enfermeira olhava uns papeis numa prancheta e diz:

-Espera um momento. –ela passava uns papeis. –Achei o prontuário do paciente, mas infelizmente o senhor não pode entrar para visita, pois o senhor Santiago del Olmo se encontra na UTI e lá a visita é restrita somente pessoas autorizadas podem entrar.

Aurélio fingiu desespero e começa chorar e dizer:

-Por favor, enfermeira. Ele é meu irmão faz anos que não nós vermos e só voltei para o país porque me disseram que ele estava nas últimas. –ele mentia descaradamente. –Por favor, enfermeira, eu te imploro. –ele chorava compulsivamente tentando comover.

A enfermeira comovida com aquela cena de Aurélio sem desconfiar que tudo é  mentira dele, disse:

-Está bem, senhor, se acalme, eu vou levar até o quarto do seu irmão. Como se chama?

Aurélio limpava as lágrimas com as mãos e dizia:

-Me chamo Jorge Luis.

A enfermeira dizia:

-Vamos é por aqui, senhor Jorge Luis.

A enfermeira conduzia Aurélio até o quarto onde Santiago estava. Alguns minutos depois a enfermeira retornava passando pela recepção até que Jorge Luis aparece nervoso andando pelo recinto sem encontrar a mãe, a irmã e Aurélio, ele dizia impaciente:

-Onde tá aquele maldito do Aurélio?-ele olhava para os lados e passava a mão pelo rosto. –Onde tá você, Aurélio?

A enfermeira passava pelo local até que Jorge Luis se aproxima e diz eufórico:

-Enfermeira, por caso você viu um homem alto, cabelos negro e de cavanhaque por aqui?

A enfermeira o responde:

-Senhor, olha para esse hospital com tantas pessoas por aqui como posso lembrar de um homem com essas características tão comum. –ele tenta se afastar, mas Jorge Luis a impede.

Jorge Luis diz agitado:

-Perdão, enfermeira, mas preciso saber onde esse homem tá, pois ele é um criminoso, ele tentou envenenar meu primo Santiago del Olmo.

A enfermeira toma impulso e diz aflita:

-Esse nome não é estranho...não pode ser!-ela fica nervosa. –Agora pouco um homem veio me perguntar onde era o quarto que esse paciente estava, mas ele me disse que era irmão dele e se chamava Jorge Luis.

Jorge Luis nervoso grita:

-Santiago não tem irmão e Jorge Luis sou eu!

A enfermeira nervosa grita:

-Meu Deus! O que foi que eu fiz?-ela coloca a mão sobre a cabeça.

Jorge Luis apreensivo diz:

-Chame ajuda, chame os segurança e a polícia e me diga onde fica o quarto onde Santiago está.

A enfermeira prontamente disse onde era o quarto que Santigo estava e Jorge Luis foi correndo em direção ao quarto enquanto ela chamava os seguranças e a policia.

 

 

 

 

 

 

 



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