História Marido de Aluguel (Husband For Rent) - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Personagens Emma Swan, Henry Mills, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Evil Queen, Fanfic G!p, Jennifer Morrison, Khristtynna, Lana Parrilla, Morrilla, Once Upon A Time, Ouat, Regina Mills, Swan Queen, Swanqueen, Swen
Visualizações 941
Palavras 2.201
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Orange, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura!📖📚📔😰😢😓😩😱🤒

Capítulo 13 - Cirurgia de Mary


 

-Emma, me diga o que aconteceu, você está branca feito papel? -Apoiou a loira em seus braços, estava a ponto de desabar.

 

-Mamãe Regina, está indo para o hospital. -Lágrimas molhavam seu rosto.

 

-Vamos para meu carro! –Emma com dificuldade entrou no veículo, estava tremendo de nervoso.

 

Regina entrou também e sentou no banco do motorista, apertou o cinto, tocou o rosto da loira. Também estava nervosa, mas precisava manter a calma para poder ajuda-la.

 

-Meu anjo, vai ficar tudo bem.

 

-Eu senti Regina, que algo ia acontecer, por isso a angustia dentro do meu peito. –Mills respirou fundo e não falou nada, apenas dirigiu em alta velocidade em direção ao hospital. Não demorou 15 minutos e chegaram ao local. Emma saiu do veículo e praticamente correu para dentro do hospital, a morena ficou estacionando numa vaga.

 

-Cadê minha mãe? –Perguntou atordoada para moça da recepção, August a viu e se aproximou.

 

-Emma!

-Cadê ela August?

-Na sala de reanimação.

 

-Droga! –Foi amparada pelo amigo e levada para sentar. Regina adentrou o local e sentou ao lado da loira a consolando junto com o rapaz.

 

Uma hora depois...

 

O Dr passou pela a porta da recepção, a loira logo se pôs de pé e se aproximou dele.

 

-Me fale Dr, como minha mãe está? Por favor não me esconda nada.

 

-Srta. Swan, acho que você já sabe o quanto a situação da sua mãe é delicada, ela teve uma parada cardíaca, conseguimos reanima-la, precisará da cirurgia de emergência.

 

-O que eu faço Dr, não tenho todo dinheiro, será que posso pagar a metade? Por favor salve minha mãe! –Pediu em súplica.

 

-Emma, por mim faria a cirurgia, mas o hospital não libera suporte se não pagar o valor integral. -A loira entrou em desespero, colocando as mãos na cabeça e andando de um lado para o outro.

 

-Não pode ser! -Regina só a observava, resolveu logo interferir antes que a loira tivesse um ataque.

 

-Você irá fazer a cirurgia dessa mulher agora e ajudará a salvar a vida dela, pagarei o valor que for preciso. -O Dr a olhou atentamente tentando reconhece-la, nunca a tinha visto.

 

-Quem é você?

 

-Regina Mills, onde faço o pagamento? –O Dr arqueou a sobrancelha e nem pensou muito apenas indicou o local onde a morena poderia conversar com os encarregados financeiros do hospital. Com sua bolsa a Mills foi para o local indicado. Emma apenas sentou sem falar nada, não podia se dá ao luxo de recusar, Regina estava sendo um anjo em sua vida naquele momento.

 

Meia hora depois...

 

A morena sem hesitar pagou o valor necessário para a cirurgia de Mary Margareth e mais todos os cuidados necessários que ela necessitasse, a quantia era alta, mas pouco se importava, só queria a mãe da sua paixão bem. Voltou para perto da loira, seu corpo cansado e um sono terrível, mesmo assim não iria embora.

 

Swan ficou de pé e antes de Regina sentar, pegou na mão dela e saiu do hospital a levando para um lugar, mas reservado que tinha atrás do local, sentou num banquinho com ela ao seu lado.

 

-Obrigada madame, você está sendo um anjo na minha vida, nem sei como vou conseguir agradecer e te pagar!

 

-Não pense em pagamento, já disse que gosto de você Emma, sei que não é o momento nem o lugar, mas saiba o que sinto é verdadeiro, me deixa cuidar de você? Sua mãe vai sair dessa.

 

-Eu tenho fé que vai. Regina, me disse que não devia me apaixonar por você, só que tem coisas que é inevitável e não conseguimos controlar.

 

-Está querendo me dizer o que com isso, Emma?

 

-Que não posso ser apenas sua segunda opção. Sou eternamente grata o que está fazendo por mim, mas...-Regina sentiu-se tonta, a loira notou e parou de falar. -O que foi? –Mills estava pálida.

 

-Nada, continua depois passa.

 

-Não morena, vamos entrar, você precisa de cuidados.

 

-Não preciso, vai passar! –Respirou fundo.

 

-Tem certeza?

-Sim!

 

-Ainda acho que devemos ir falar com um profissional, você está pálida!

 

-Não Emma, já passou. –A loira a analisou e resolveu continuar.

 

-Como ia dizendo, não posso ser sua amante. Mamãe está certa, vou encontrar alguém livre que me queria.

 

-Por favor nem pense nisso!

 

-Regina, por favor não dificulta, deixa minha mãe sair desse hospital e aí conversaremos melhor.

 

-Claro! –A morena estava se sentindo super mal, mesmo assim tentando se manter forte. Voltaram para dentro e sentaram para a espera que parecia ser interminável.

*

Assim que o valor caiu na conta do hospital, o centro cirúrgico foi liberado para cirurgia de emergência. Mary Margaret levada para o local, estava inconsciente, seu estado crítico. Os médicos fariam a cirurgia, mas a chance dela era mínima devido ao agravo da doença.

 

Duas horas depois...

 

A morena estava cochilando no ombro da loira. August sentou mais perto de Emma.

 

-Vocês são namoradas? –Perguntou baixinho.

 

-Bem que eu queria, mas ela é casada, muita areia para meu caminhãozinho. –A morena ouviu e internamente sorriu, fingindo dormir.

 

-Ela deve gostar de você.

 

-Só que tem marido, com certeza não vai deixa-lo para ficar comigo, olha para mim, nem dinheiro para pagar cirurgia da minha mãe eu tenho, como poderia oferecer um futuro a ela, somente se fosse louca iria me querer.

 

-Entendo, mas sei lá, essa atitude dela, mostrou que realmente se importa com você.

 

-Eu sei! –Ficou pensativa. Regina também ficou perdida em seus pensamentos, poderia deixar Robin e viver com a loira sem se importar com nada, mas sabia que seu marido não deixaria barato e possivelmente sua vida e a dela se tornaria um inferno, e ainda tem seu filho, não queria ele no meio de tamanha confusão, precisava pensar muito.

 

-Vocês formam um lindo casal. –Disse o rapaz, Regina não aguentou.

 

-Obrigada! – Sorriu, Emma se tocou que a morena estava ouvindo tudo, tratou logo de mudar de assunto perguntando onde estava sua princesa, já que ainda não havia perguntado.

 

-August, cadê minha filha? Fiquei tão atordoada que nem perguntei por ela.

 

-Ficou com a Granny, não se preocupe.

 

-Como não vou me preocupar com a minha bebê? Ela deve está assustada, como soube que a mamãe estava passando mal?

 

-Emelly ligou para meu número chorando, dizendo que a Mary estava no sofá gemendo, corri para sua casa e lá estava sua mãe passando mal. Imediatamente liguei para a emergência, não demorou para chegarem, ao analisa-la falaram que ela estava enfartando, a levaram, aí pude ligar para você. –Emma voltou a chorar, seus olhas estavam começando a ficarem inchados.

 

-Calma Emma, ela ficará bem, neste momento está passando pelo procedimento cirúrgico. –Disse a morena a abraçando.

 

-Não posso perde-la, ela é meu porto seguro, a pessoa que mais venero, respeito e amo nessa vida. -Regina a apertou mais em seus braços.

**

Na casa dos Mills

 

Robin já havia ligado diversas vezes para a esposa e só dava na caixa postal, começou a ficar irritado. Henry já estava dormindo, passava das 22 horas e nem sinal de Regina.

 

-Ondo você está, vadia? –Perguntou para si mesmo furioso, pegaria a mulher no flagra. Levantou da cama, foi no closet e trocou de roupas. Antes de sair da casa, foi até o quarto de hospede e bateu na porta, logo sua cunhada a abriu.

 

-Robin! O que deseja?

 

-Você pode dá uma olhada no meu filho? Preciso resolver umas coisas.

 

-Essa hora, cadê a Regina?

 

-Ainda não chegou, irei atrás dela. Estou preocupado. –Fingiu.

 

-Tudo bem.

 

-Obrigado, vou indo. –Se afastou e desceu as escadas, Belle voltou para a cama e ficou pensativa. Seria possível Regina está tendo um caso com a loira, não achava difícil, ainda mais que quando contou a ela que beberam juntas no bar, a morena pareceu ficar enciumada.

*

Robin pegou o carro na garagem e saiu dirigindo em direção a casa do suposto amante da sua esposa. Parou em frente a uma luxuosa casa, nem se deu ao trabalho de fechar a porta do veículo. Tocou a campainha, não demorou e um homem veio atender a porta apenas de roupão. Robin adentrou a residência sem pedir permissão.

 

-Sr não pode invadir minha casa sem autorização! –Disse assustado.

 

-Cadê aquela puta do caralho?

 

-Se acalme Sr Locksley, de quem está falando?

 

-Não vou me acalmar. –Deu soco na cara de Gold fazendo-o se desequilibrar e quase ir ao chão.

 

-Você é doido, como pode invadir minha casa essa hora e me agredir, ponha se daqui para fora ou chamarei a polícia!

 

-Regina, cadê ela? –Insistiu.

 

-Como vou saber, ela saiu do escritório antes das 17 horas. –Robert manteve a calma, não iria revidar, Robin estava descontrolado.

 

-Então não é você que está transando com ela?

-Claro que não, Regina é como uma filha para mim.

 

-Droga, quem pode está comendo essa vadia do caralho. Estou sem opção, só que ela anda me traído. -Foi para saída da casa, antes de passar pela porta se virou para Gold e falou.

 

-Me desculpe!

 

-Que isso não se repita, sorte que você me pegou numa noite boa.

 

Robin ignorou e saiu de volta para o carro, estava meio atordoado, a cidade pequena, quem poderia ser o amante da morena, seria possível ela se envolver com algum pé rapado.  Pensou e saiu de volta para a casa, Regina ia ter que lhe falar a verdade.

 

No hospital...

 

A cirurgia havia terminado após 5 horas, o dia estava quase clareando, a loira parecia um zumbi se forçando para manter-se acordada. Regina entre diversos cochilos que deu no ombro da loira estava desperta. Havia mandado uma mensagem para Belle avisando que estava no hospital ajudando uma amiga. Em resposta recebeu uma que Robin a estava procurando. Pediu para a jovem falar que depois conversaria com ele e, pediu também para ela dá uma olhada em seu filho, pela manhã iria para a casa.

 

As 5:50 o Dr saiu exausto, para dá a tão esperada notícia. A loira imediatamente levantou e Regina também.

 

-Então, como foi? Ela está bem? Posso vê-la?

 

-Calma Srta. Swan, a cirurgia terminou a pouco, sua mãe está na sala de recuperação pós-anestésica, talvez pela parte da tarde possa vê-la. Emma sorriu, mas o médico não estava com cara de algo estava bem, Regina atentou-se ao detalhe.

 

-Obrigada Dr, mamãe ficará curada! –Sorriu aliviada. O Dr se afastou, indo em direção a porta que o levava para dentro. Regina disfarçou um pouco enquanto a loira conversava alegremente com August, seguiu o médico. O alcançou antes que entrasse em uma sala.

 

-Espere!

-Oi Srta.!

 

-Sei que está cansado, mas precisamos conversar.

 

-Me siga! –Desviou o caminho levando a morena até um consultório que não havia ninguém aquele horário. -Sente-se. –Mills sentou e ele atrás da mesa.

 

-Sobre Margareth, me fale a verdade?

 

-Complicado, a cirurgia foi apenas uma tentativa de reverter o quadro, a Sra Blanchard sabia da situação, na última consulta, descobri que seu caso está muito avançado. Mary sabia que estava por conta, que poderia ter um infarto a qualquer momento e ir a óbito. Ela me pediu para não falar nada por causa da filha e neta.

 

-Como assim, me explique melhor?

 

-Mary está desenganada, para ela sobreviver precisa de um transplante de coração. A cirurgia só ajuda ela viver mais uns dias.

 

-Que droga Dr, o que podemos fazer?

 

-Ela está na fila de espera, mas como disse é bem difícil conseguir um coração, existe muitas pessoas que esperam e acaba morrendo, são poucos que conseguem.

 

-Temos que fazer alguma coisa! –Falou meia desesperada.

 

-Que, Srta. Mills? Matar alguém, tirar o coração e transplantar na Sr Blanchard? –Falou com certa ironia.

 

-Claro que não!

 

-Então se é amiga da filha dela, a apoie nesse momento, e acho bom se prepararem para o pior. –As lágrimas molharam o rosto da morena. Levantou e saiu da sala atordoada, como ia dizer a sua loira que a mãe dela estava apenas esperando a hora.

 

Assim que chegou na recepção seu coração partiu ainda mais ao ver Emma toda alegre falando no telefone com Emy.

 

-Filha vovó está melhor, em breve ela estará de volta. Daqui a pouco estou aí, ver se toma café direitinho e obedeça a Granny.

 

A morena queria correr dali mas precisava ser forte para apoiar sua amada para o que estava por vim. Engoliu o choro e se aproximou.

 

-Preciso ir em casa, acho que você também devia ir na sua, tomar um banho e se alimentar.

 

-Eu vou fazer isso, agora estou mais aliviada. Obrigada Regina! –A abraçou cheia de entusiasmo e deu um selinho em seus lábios. Regina sorriu, pelo menos naquele momento pode ver um sorriso da loira.

 

-Vamos, deixo você em sua casa, daqui a pouco voltaremos.

 

-Sim! –Saíram do hospital, August as seguiu. As duas entram no Mercedes e o rapaz no seu carro. Regina dirigiu até a casa da loira e a deixou no local, se despedindo com um selinho e mais agradecimentos por parte dela.  A morena dirigiu para a casa, estava triste e ainda tinha que enfrentar o interrogatório do marido. Tinha visto a quantidade de ligações dele e a julgar pelo que Belle lhe falou, sabia que a conversa não seria fácil.


Notas Finais


A conversa de Mary e Regina ainda vai acontecer, iria colocar nesse cap, só que precisava voltar ele a esses detalhes, senão ia ficar com tudo acontecendo muito rápido e não gosto de pular coisas que será de suma importância no andamento da fic... Podem desabafar, me xingar, só não deixem de se expressar ...rsrs ...👇


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