História Marido Possessivo. - Capítulo 23


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber, Lily Collins
Visualizações 606
Palavras 3.789
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


NOTAS FINAIS IMPORTANTE!

Capítulo 23 - Preso.


Fanfic / Fanfiction Marido Possessivo. - Capítulo 23 - Preso.

°Alice Winter.

Existe momentos na sua vida que você começa a pensar melhor sobre cada coisa pela qual você passou, mesmo que eu tente processar tudo isso, a minha vida trabalha a todo vapor para me tirar a concentração do passado e me joga decisões para o futuro. Porque eu sinto essa sensação de que estou perdendo alguém? Essa queimação no peito como se algo não estivesse saindo como planejado. É agoniante.

—Acordada essa hora?

De fato, a muito tempo eu já não sabia o que é dormir uma noite inteira, algo não está certo e isso me deixa inquieta e chorosa. Eu quero somente um momento de paz sem nada para me encher a cabeça, mas eu sinto que algo não se encaixa.

—Eu não me sinto bem. —Confessei ao meu marido que com o passar dos dias estava cada vez melhor e logo poderia sair do hospital. —O que encontraram na sua empresa não sai da minha cabeça, Justin. Eu conheci aquela mulher e agora ela está morta. —Sussurrei sentindo meus pelos se oiriçarem e meu coração disparar. —Nicolas a alguns dias atrás parecia tão bem e agora está em um hospital internada sem previsão se ira acordar um dia ou não. Isso é perturbador!

—Concordo.

Me aproximei da janela respirando com um pouco de dificuldade pelo nervosismo em que me encontrava, eu não sei explicar o porquê de eu me sentir tão agoniada, mas algo me dizia que algo iria acontecer e eu não me sentia pronta para mais nada.

—Precisamos conversar. —O homem murmurou se sentando na cama e chamando minha atenção. —Noel e Ryan iram vir te buscar amanhã cedo, preciso de algumas roupas para sair do hospital e eu quero que você vá escolher, Ok?

—Porque eles já não trazem uma muda de roupa?

—Porque eles não têm bom gosto e você tem. —Brincou me fazendo sorrir de lado e me aproximar da cama. —Vai dar tudo certo no final, Alice. Não precisa ter medo. —Murmurou pegando em minhas mãos e levando as mesmas até sua boca, depositando beijos molhados pela minha pele.

—Acha que eu estou com medo?

—Acho vai que ficar. —Corrigiu–me. —Eu amo você. Muito, Alice!

—Eu também amo você.

Deitei ao seu lado o apertando com um pouco de força entre meus braços, a sensação de te–lo próximo de mim me trazia uma certa paz e segurança; meu marido é tudo que eu tenho e é bom saber que finalmente iriamos voltar para casa e ficar em paz. As coisas na empresa iriam se resolver com o tempo e o verdadeiro culpado ira para trás das grades, Jonas vai seguir sua vida e todas as outras pessoas também. A paz vai voltar.

Em algum momento naquela noite eu acabei pegando no sono e acredito não ter sonhado nada, porque simplesmente acordei com a mente totalmente vazia e tentando processar o que houve na noite passada; nada demais. Me sentei na cama a ponto de ver a porta se abrindo e Noel entrando com o resto do pessoal, de fato eles gostam de andar juntos, porém são bagunceiros demais e claro, barulhentos.

—Sua casa está novinha em folha. —Christian se vangloriou pelo trabalho, afinal ele quem conseguiu dar um jeito na casa em duas semanas. O cara é muito ágil.

—Encontramos um vidrador. —Charles soltou arrancando risada alheias e a minha cara de incrédula.

—Ótimo comentário. —Resmunguei me levantando e ajeitando o travesseiro de Justin que não parava de me olhar.

—Então, vamos? —Noel se aproximou da minha pessoa com um sorriso nervoso.

—Claro, só me deixa escovar os dentes.

Entrei no banheiro somente encostando a porta e tendo a certeza que eles não disseram nada em todo o momento em que estive no banheiro, ou não tinham assunto ou não queriam que eu ouvisse. Acredito que a segunda opção, o que mais tem entre eles é assunto. Isso não está me cheirando bem. Sai do banheiro seguindo até minha bolsa e antes de pegar a mesma me virei olhando para a cara de cada um deles.

—Está tudo bem? —Perguntei diretamente para o Justin que sorriu largamente assentindo.

—Vai melhorar depois que você me der um beijo.

Curvei meu corpo sobre a cama selando meus lábios ao dele e podendo ouvir um “eu te amo” antes de me levantar e pegar minha bolsa, jogando algumas coisas dentro, ajeitei meu tênis no pé e já me encontrava pronta para ir.

—Vamos voltar bem rapidinho, Ok? —Graças a Deus ele sairia hoje e finalmente iriamos para casa descansar e curtir um ao outro.

Saindo do quarto foi inevitável não olhar para trás e ver aquele homem maravilhoso me encarando com um sorriso nos lábios, é inexplicável o amor que eu sinto para com ele. Finalmente poderíamos ter alguns momentos de paz e eu farei de questão de tornar os melhores da nossa vida. Virando o corredor para sair na recepção pude avistar Still caminhando em nossa direção, porém diferente do que eu acreditei que ela faria; parando e falando comigo, ela passou reto e entrou no corredor dos quartos. Curiosa voltei alguns passos a vendo caminhar e entrar rapidamente no quarto de Justin fechando a porta em seguida.

—Vamos, Alice.

Ryan não parecia estar com muita paciência e simplesmente me puxou para o lado de fora junto com Noel resmungando ambos de algo que eu não conseguia nem mesmo entender. Preferi deixar isso de lado por hora e somente ir para minha casa ver como ficou toda a arrumação dos garotos e claro, pegar as roupas que Justin precisa para sair do hospital daqui a pouco. O caminho todo eu preferi me manter em silencio, por mais que os homens que me acompanham comentassem sobre alguns assuntos, optei por me manter o máximo possível por fora.

—Vocês precisam conversar, cara. Logo vocês se acertam. —Noel comentou para o amigo que somente assentiu um pouco incomodado com o assunto. No que eu entendi por cima, Ryan está brigado com sua mulher e isso tem lhe dado muita dor de cabeça porque ambos tem tido alguns conflitos pessoais que serial algo de muita importância para os dois.

—Indo para outro assunto. —O homem loiro se virou para mim. —Alice, você conhecia aquele casal que foram encontrados na empresa?

O assunto que eu criei um grande receio em falar, o ponto é Justin pediu para que eu não me preocupasse com isso porque ele resolveria, além disso parece que Carlos não soube explicar muito bem a sua versão e nem patrícia conseguia explicar aonde estava na noite que eles supostamente foram postos la dentro. Quem sou eu nessa história? Ninguém e que continue assim.

—Conhecia.

Realmente a garota eu me lembrava muito bem, ela já tinha trabalhado na casa dos Bieber’s antes do meu casamento e vivia no pé do Justin, ao ver dela, ele iria ficar com ela e ela teria uma vida de madame naquela casa; nos casamos e pouco depois ela pediu demissão. Eu não sei como ela ou porque ela voltou a trabalhar para aquela familia, porque é uma escravidão sem fim, porém ela voltou e agora foi encontrada morta. Sinceramente é assustador.

Vendo que eu realmente não estava me sentindo bem em falar sobre aquilo o assunto morreu por ali mesmo, eu não tinha nem o que dizer porque ninguém me colocava dentro desse assunto e ia até o fim, tudo o que eu sei é que ela foi encontrada morta e Nicolas desacordado, porém eu não sei as causas ou sobre possíveis suspeitos além de Justin e Carlos; Still não cogitou que eu fosse uma suspeita porque ao dizer dela eu sou muito incompetente para armar um assassinato. Eu não sei se deveria me sentir ofendida ou não. Chegando em casa me surpreendi ao ver ela do jeitinho que era antes, tudo estava em seu lugar tanto do lado de dentro, quanto do lado de fora e realmente foi muito bom vê–la do jeitinho que sempre esteve, agora só falta meu marido para finalmente podermos ficar em paz. Acredito que ele ficara muito feliz quando ver tudo em seu devido lugar.

—Vou só pegar uma muda de roupa para o Justin e já podemos ir, Ok?

Sem receber nenhuma resposta subi correndo para o andar de cima, encontrando o meu quarto ajeitadinho, porém algumas coisas não estavam em seu devido lugar, como poltronas ou alguns pertences, nada que eu não pudesse ajeitar depois. Abri meu closet puxando uma calça de moletom, pois acredito que ele não irá gostar de nada social e sim algo bem confortável para que ele não tenha problemas em se abaixar ou se mover; peguei também uma camiseta preta de manga curta e um par de tênis. Coisas como desodorante e perfumes eu não dei muita importância, apesar de pegar somente um desodorante mesmo para que ele possa usar, outros itens eu deixei de lado querendo mesmo o essencial. Joguei tudo dentro de uma bolsa que eu tinha guardada no closet, sem esquecer de pegar algumas copias de documentos para assinar a saída dele do hospital. Com tudo pronto, ajeitei a cama deixando ela do jeitinho que ficava antes somente para que quando ele chegasse a gente pudesse ter um momento a sós. Precisamos muito de um momento intimo entre nós dois. Peguei a minha bolsa e desci as escadas correndo, vendo Ryan e Noel andando pela sala.

—Já podemos ir. —Avisei seguindo para a porta.

—Nossa. Me deu uma dor na barriga! —Noel se curvou nobre a poltrona com a mão segurando a barriga.

—Quer um remédio?

—Não precisa. —Sorriu sem mostrar os dentes. —Vocês podem esperar um pouco, vou no banheiro e já volto. —Saiu correndo pela casa direto ao banheiro.

Ri fraco me jogando no sofá e encarando os moveis da sala, muitos eram diferentes e pareciam novos, porém estava tudo tão bonito que eu duvido muito que eu tenha coragem de mexer tirando eles dos lugares, talvez Bieber quem vá meter o dedo nisso, porque ele é bem chato com isso, porém eu amei do jeitinho que está.

—Justin vai amar quando voltar para casa. —Comentei com o homem ao meu lado que sorriu fraco.

—Acredito que sim.

Obvio que sim. Noel levou um bom tempo no banheiro, porém quando saiu quis ficar deitado no sofá e isso me deixou um pouco irritada, eu realmente tinha que assinar a saída de Justin e por mais que ele possa esperar, acredito que ele já esteja arrancando as sobrancelhas –porque cabelo ele já não tem mais– de tanto nervoso pela demora.

—Então você fica e eu e Ryan voltamos para o hospital. —Sugeri me pondo de pé. —Só vamos pegar ele, então será bem rápido e logo estaremos aqui.

—Não. Eu vou com vocês. —Se levantou vindo até nós que saímos da casa rapidamente.

Eu sei que ele está com uma dor incomoda, porém não vejo necessidade de ele ter que nós acompanhar e eu sugeri que ele ficasse, foi sua escolha vir. Além do mais, ele está indo para um hospital, não tem lugar melhor para ele ir quando sente dor; apesar dele provavelmente não ter convenio aqui, isso é um problema. O caminho para o hospital foi lento, eu não sei se o carro estava andando lentamente ou a minha ansiedade que estava me deixando um pouco elétrica demais, porém eu sei que demorou horrores e assim que chegamos eu quase gritei um “finalmente”. Desci do carro já entrando no hospital com Ryan em meu encalço perguntando se eu estava bem e se eu precisava de alguma coisa, Bieber cismou que eles teriam que cuidar de mim enquanto ele não pode, porém, o tempo dele não poder já passou e agora ele pode muito bem cuidar de mim enquanto eu cuido dele. Uma mão lava a outra.

—Ryan, você precisa de alguma coisa? —Parei próxima a recepção me virando para o homem que somente negou sem graça. Retribui o sorriso dele e voltei a caminhar para a recepção, porém antes mesmo de me aproximar ver todos os amigos de Justin na sala de esperar e parecendo aflitos demais, me fez mudar a rota e seguir até eles. —Tudo bem por aqui?

Eu não sie quem ficou mais branco, entre os três homens, Ryan é até bem branquinho, entre tanto, Chris acabou vencendo de tão branco que ficou. Eles estavam aprontando alguma e não me parecia ser algo bom. Sem receber uma resposta, o momento em que todos da sala de espera se levantaram indo para a recepção, por instinto fui junto curiosa pelo o que estava acontecendo. O mundo parecia realmente não girar mais vendo o homem algemado com Still o puxando pelo braço e ambos com semblantes nada bom. Isso é uma brincadeira, porque não é possível Justin estar sendo preso depois de ser sequestrado, torturado e ainda ser incriminado por um assassinato que ele não cometeu.

—Justin? —Corri atrás do batalhão de homens que impediam que eu me aproximasse do meu próprio marido. —JUSTIN? JUSTIN? —Continuei tentando me aproximar sem sucesso nenhum.

—Alice, vai para casa. —Still me barrou assim que pôs o meu marido do lado de dentro do carro e o mesmo me olhou em puro desespero.

—Porque você está prendendo o meu marido? Você é louca? —Rebati batendo na janela do carro disposta a quebrar a mão, mas tirar ele dali.

—Isso é crime. —Puxou meus braços me afastando do carro, obviamente eu não deixei por isso e soquei o braço da mulher que eu acredito não ter feito nem cocegas nela, porém na minha mão doeu.

—SOLTA O MEU MARIDO SUA DOENTE! —Berrei para quem quisesse ouvir e pode apostar que muita gente quis, pois tinha uma grande roda em nossa volta.

—Levem ela para casa. —A mulher se segurou tentando disfarçar sua ira, mas que vaca, porque ela não me prende junto com ele, então?

As pessoas ao nosso redor pareciam também não entender a calma da policial, que de calma já deixou claro que nunca teve; isso é ridículo. Eu podia sentir os meus batimentos acelerados absurdamente, meu corpo em si tremia e cada lagrima que escorria vinda seguida de uma gaguejada sem fim, não tinha motivos para ele estar sendo preso; como um homem que acabou de sair de um coma pode ter matado uma pessoa ou feito qualquer barbaridade? Eu não sai de perto dele. É ridículo. Ver aquela imbecil entrar no carro e o mesmo ser ligado me desesperou a tal ponto, que eu não consegui falar ou fazer qualquer coisa além de cair de cara em alguma coisa. Se foi o chão, ele estava bem macio.

Acordar em um quarto com quatro cinco pessoas me encarando não foi legal, eu não esqueci o que aconteceu e quanto mais despertava, mais ia caindo a fixa e meu desespero aumentava. Meu marido foi preso.

—Você precisa se acalmar. —Ella se aproximou tocando minha cabeça e sorrindo docemente.

—Ele foi preso!

—Eu sei querida, mas você precisa manter a calma, Ok? —Fácil pedir quando não é o marido dela atrás das grades como um criminoso, um bandido.

—Porque ele foi preso, Noel? —O homem pareceu não encontrar uma resposta e não muito diferente de seus amigos, acabou ficando calado enquanto Ella checava meu soro e me pedia calma; como eu sentia meu corpo esquentar de raiva.

Se ele não matou ninguém, até porque ele jamais faria uma coisa dessa, não roubou ou cometeu algum crime, porque ele foi preso? Obvio, a fixa pareceu despencar na minha frente e eu sou uma grande idiota de não ter impedido. Aquele doente. Eu não teria alta por hora, somente pela noite depois de oito horas em observação e talvez tenha que ficar até o médico vir me examinar e eu fazer um ultrassom, resumindo, somente de noite poderia sair, mas eu não quero ficar nesse hospital e tenho que jogar na cara de algumas pessoas o quão doente são. É, no caso. A tarde começou a passar lentamente e em momento algum nenhum desses homens foi atrás do Bieber para ver como ele estava e  o motivo de tantas acusações, porém eu resolveria isso em breve e não vai ter quem consiga me segurar.

—Vou pegar um café. —Charles se levantou já saindo para fora, acabou sendo acompanhando por Noel e Christian, deixando somente Ryan para trás. Eu não sei o que estava incomodando tanto o homem, porem ele parecia bem sentindo e posso apostar que não é somente Bieber que o preocupa.

—Você está bem? —Questionei um pouco fraca ainda. sem deixar de fungar ou soluçar um momento se quer essa noite, eu tentava e manter firme naquele momento. É tão complicado.

—Estou. Vou ficar, na verdade. —Sorriu se levantando e vindo até a cama aonde eu tinha que ficar fazendo hora. —Você precisa descansar. —Comentou me olhando nós olhos.

—Eu preciso saber se ele está bem, Ryan!

—Ele está. Não se preocupa que ele logo volta para você.

—Você fala como se tivesse certeza disso. —Cerrei meus olhos vendo o mesmo desviar o olhar caminhar até o banheiro.

—Justin não é um criminoso, Alice. Logo verão isso e colocaram os verdadeiros culpados na cadeia.

Isso sim eu farei questão de fazer acontecer, por ele atrás das grades por se meter aonde não fora chamado. Ryan entrou no banheiro me deixando completamente sozinha, me sentei na cama disposta a sair escondida, porém com a porta sendo aberta do nada eu quase enfartei de susto.

—Se sente melhor? —Ella entrou com uma prancheta em mãos e um sorriso maroto nos lábios.

—Sim.

Eu não tinha muito assunto com ela e ainda assim ela queria se manter perto de mim, chega a ser chato.

—Sabe, você me lembra muito a minha filha. —Comentou sorrindo largamente. —Ela foi tirada de mim a alguns anos. Era um pouco mais nova que você. —Explicou cada vez mais próxima da cama. —Era só uma garotinha ainda e o pai dela era um grande babaca e me tirou a minha garotinha. —História triste, Ok. —Alice, você precisa saber que...

Antes que a mulher pudesse terminar a fala, Ryan abriu a porta nós dando um grande susto, droga de triste já basta a minha história, as pessoas têm que parar de trazer somente problemas.

—Eu vou verificar seus exames. —A mulher saiu correndo do quarto.

—E eu vou pegar um café, quer? —Ryan que tinha seus olhos vermelhos como de quem acabou de chorar questionou com um sorriso largo nos lábios. Como ele mesmo triste, consegue sorrir? Eu não consigo mais simplesmente forçar um sorriso sem acabar dando uma careta muito feia.

—Não. Obrigada.

O homem assentiu saindo do quarto e me deixando finalmente sozinha. Eu sei que é estupides fazer isso e que eu tenho que esperar o ultrassom pois é do meu filho que estamos falando, apesar de não me parecer grande coisa sair agora, ao dizer de Ella se eu ficasse muito nervosa eu poderia ter um aborto instantâneo e por meu filho para fora com muita dor. Justin surtaria.  Ainda assim me levantei após alguns minutos da saída de Ryan e calcei meu tênis saindo daquele quarto correndo, não parei na recepção e se quer parei de correr até estar do lado de fora. Ninguém barrou a louca correndo e obvio que eu não fiz questão de ficar parada do lado de fora, andando voltei para a minha casa levando boas horas e cortando caminhos que eu nem sabia se dariam na minha rua ou não, porém eu sei que se eu continuasse na mesma rota, iriam me achar rapidamente e eu preciso muito de um tempo para pensar sozinha e não com quatro homens me perguntando a cada cinco minutos se eu estava bem ou não. Pouco mais de duas horas e meia depois, acredito eu; já estava bem escuro e eu reconhecia o campus da faculdade, a muvuca de pessoas e as grandes faixas anunciando que teria um jogo de futebol hoje na quadra externa do campus. Ele está la. Atravessei aquele gramado como uma bala, disposta a chegar o quanto antes naquele campo e tirar aquela história a limpo; mesmo eu varrendo aquele lugar com meus olhos, eu não conseguia ver direito pela luz fraca e a grande algazarra de pessoas por todo canto.

—Quem é vivo sempre aparece. —Hanna brincou se aproximando com Tyler e Sara.

—Jonas está aqui?

—Está e vai ficar feliz em te ver. —Sara comentou sorrindo e me abraçando.

—Na verdade ele está vindo aí. —Thomas avisou me fazendo olhar para todos os cantos e encontrar o rapaz vindo até nós com um semblante de alegria incomum, porém disfarçou assim que me viu.

—Alice. —Sorriu fraco. —Realmente eu estava certo. —Cutucou. —Foi só ele ser preso que você até sai sozinha de noite.

Eu não conseguiria falar uma palavra se quer sem antes fazer o que não saiu da minha cabeça o dia todo e assim fiz, sentando a minha mão na cara dele com gosto.

—Você está feliz? Porque eu não estou. Estou gravida e meu marido foi preso sem motivo algum! —Deixei claro apontando meu dedo indicar em sua face. Eu sentia a veia no meio da minha testa querer explodir de tão furiosa que eu me sentia naquele momento. —Você não mudou o que eu sinto por ele e se eu tiver que esperar anos até ele sair, eu vou esperar e nunca dar uma chance para um parasita, falso e sujo como você!

—Você é louca?

—Sou. Sou sim. —Concordei secando algumas lagrimas de nervosismo. —Se você aparecer na minha frente novamente, quem irá para a cadeia será eu, porque eu irei te matar.

Sai esbarrando sem querer em seu ombro, porém não parei para me virar e pedir perdão pela falta de atenção, eu me sentia nervosa demais para isso. Infelizmente, eu não me sentia mais calma, somente triste devastada. Que merda está acontecendo esse ano? Não é possível tudo isso acontecer de repente. Eu preciso do meu marido e eu faço o que for preciso para te–lo de volta.

—Alice! —Virei para trás naquela rua imensa que daria em minha casa. Ryan se aproximou ofegante de mim parecendo aliviado. —Viramos quase a cidade atrás de você. —Comentou tomando o ar com força. —Você não podia ter saído daquela maneira do hospital, Alice.

Eu sei que ele estava certo e eu me sentia mal por te–los deixado preocupado, mas eu me sentia tão mal que qualquer um que me abraçasse já seria um pouco reconfortante; e assim ele fez, me puxando e me apertando em seus braços firmemente.

—Vai ficar tudo bem. Eu prometo. —Garantiu em meu ouvido, mas eu sentia que não ia não. Nada ia ficar bem. 


Notas Finais


Oi meus amores! então, não era para acabar aí porque tem o PV do Bieber, porém eu achei que ia ficar longo demais e preferi cortar o capitulo, deixando o PV do Bieber para o próximo capitulo. Quero pedir que não julguem nenhum dos personagens, como vocês sabem tem vários motivos para o Bieber ter sido preso e eu só vou revelar no próximo capitulo o verdadeiro, porque sou maldosa sksakakska. Então, eu quero postar ainda hoje, porém vocês sabem que depende muito de todo mundo, porque eu espero as pessoas lerem e comentarem, então pode demorar um pouquinho ou talvez não saia amanha, porém acredito que saia bem rápido porque eu tenho leitoras incríveis cara! sério, to passada com alguns comentários de vocês e não é somente aqui em MP, é em todas as outras fanfics, vocês me tombam legal!
Enfim, me contem o que acharam e se acham que ela vai perder ou não o bebe? Skaskaksaks lembrem que eu sou maléfica e tudo que vocês suporem depois dessa pergunta eu posso fazer somente por vocês acharem que eu não vou fazer o obvio. La la la, nasci para bugar mentes!
Vejo vocês em breve? Espero que sim! Beijos de luz meus amores!
OS.: Obrigada mesmo por todos os comentários e favoritos, isso me ajuda muito a continuar escrevendo!
GENTE, FALTA SOMENTE 1 FAVORITO PARA IRMOS PARA 800 LEITORES! POSSO CHORAR JÁ? QUERO MUITO GENTE! ESTAMOS CRESCENDO BEM DEVAGAR, PORÉM JÁ É MEGA INCRIVEL 800 LEITORES! TO DE QUEIXO! ESPERO CONSEGUIRMOS NESSE CAPITULO OS 800!! EITA, AGUENTA CORAÇÃO!
Se poderem deixar seu favorito e comentário nos links abaixo, eu agradeço amores!
https://spiritfanfics.com/historia/mafia-9219789
https://spiritfanfics.com/historia/o-dono-do-morro-8104885
https://spiritfanfics.com/historia/all-i-need-8742194
Conto com vocês amores.


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