História Marié - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), Originais
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Amor, Bts, Casamento, Ciume, discordia, Drama, Novela, Romance, Traição
Exibições 8
Palavras 2.201
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Fluffy, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


~~Sants

Capítulo 2 - Capítulo 2


Fanfic / Fanfiction Marié - Capítulo 2 - Capítulo 2

Quando meu marido finalmente saiu para seu trabalho, eu apenas fiquei em casa para fazer o meu. Eu tinha um pequeno escritório na parte superior da casa, e ele era uma das parte da casa a qual eu mais ficava e menos gostava. Em todo caso, eu tinha que pelo ao menos gostar um pouco daquela parte da minha casa, afinal, eu passava a maioria da parte do meu dia trancado nele lendo papeis que me deixavam completamente entediada.

 

Me pergunto quem poderia desejar ser contador? Sério! Quem acorda pela manhã e fala a si mesmo: um dia serei contador ou contadora? Bom, eu fiz isso... E não é que eu me arrependa disso, não, eu não costumo fazer isso, pois uma escolha errada ou certa só era a prova da minha liberdade de escolha, e admitir que errei é a mesma coisa que admitir que preciso de um guia, o que é um pensamento que se coloca contrario a liberdade individual e humana. Por isso, eu não me arrependia da minha escolhas, só reconhecia que foram más escolhas e aprendia com elas.

 

Sentar na poltrona acolchoada da meu escritório era confortável, mas sempre me dava sono, pois nela eu revisava papeis de alguns clientes importantíssimos e alguns da empresas Min, ou seja, do meu marido. Ele pedia para que eu fizesse essas coisas, já que eu era muito boa nelas.

 

Eu havia acordado cedo nesse dia, e já eram 10:45h da manhã, e parecia que tinha se passado uma eternidade desde que eu abrir os olhos. Eu estava tão indisposta, que estava decidida acabar mais cedo, ou seja, naquela mesma hora, somente para passar a tarde no jardim da casa - Atrás da casa, tinha um canteiro consideravelmente grande de flores variadas, a qual eu graciosamente cuidava com bastante amor. Nós tínhamos na casa jardineiros, mas eu fazia questão de eu mesma fazer o auxílios das flores que eu mesma plantei, elas eram as únicas coisas no dia que deixa as coisas mais leves e menos tensas, elas me relaxavam. Eu devia ter me tornado botânica. Sempre amei flores, plantas, sementes, biologia e o melhor, sempre tive vocação para isso, definitivamente-eu deveria ter aberto uma floricultura e vivido disso, não de um emprego que exerço excelentemente, mas que não me preenchia um vazio profissional.

 

Pronta para colocar meu macacão jeans azul surrado, minhas luvas grossas para mexer nas minhas rosas, tulipas e narcissos, eu fui chamada por judite, que trazia o telefone para eu atender.

 

- Senhora, é seu marido. - avisou.

 

Peguei o aparelho eletrônico, agradeci a Judite por traze-lo até mim e com uma voz calma e solene falei:

 

- Alô?

 

- Amanda, você poderia me fazer um favor? - sua voz frigida como sempre foi usada, mesmo do outro lado da linha, ele transmitia ela com louvor. E mais, odiava esses favores, toda vez que ele me pedia eles era para mim ir a empresa fazer alguma coisa.

 

- Claro! Faço sim, fala? - mesmo contra gosto falei tais palavras para ser simpática, não queria chatear meu marido.

 

- Lembra daquele papeis que eu estava revisando ontem no meu escritório? - confirmei com a cabeça mesmo que ele não visse - Por favor, pegue-os na terceira gavetas a esquerda da minha escrivaninha no meu escritório por favor? E aproveite e traga aqueles papeis que pedi para que dê-se uma olhada e visse se estava tudo certo com o contábil da empresa, por favor traga os para mim também.

 

- É claro, chego ai já.

 

- Obrigado. - agradeceu e desligou em seguida, sem ao menos esperar a minha resposta.

 

Entreguei a Judite o telefone fixo e mais uma vez agradeci.

 

Lentamente fui ao escritório do meu marido que também ficava na parte superior da casa e por acaso ao lado do meu e entrei cautelosamente - mesmo que o Yoongi não estivesse em casa. Fui diretamente a sua escrivaninha e peguei os tais documentos que se encontravam exatamente onde o Min descreveu - me surpreende o fato dele ter esquecido esse documento em casa, afinal, ele é sempre tão centrado, dedicado e minimalista que a palavra esquecer não consta no seu dicionario.  Após ir no escritório dele, fui no meu e peguei os tais documento qokue ele me encaminhou e coloquei tudo em uma pasta canaleta preta.  Chamei Judite e pedir para que ela me entregasse na hora que saísse para o trabalho do meu marido, e assim fui me arrumar.

 

No quarto  peguei uma saia de tubinho preta, um cinto de cintura de couro preto, uma blusa social branca e um blazer preto. Finalizei com um escarpim preto e vesti tudo. Odiava ter que me vestir assim, eu parecia social demais, não ficava feio, mais não era agradável usar. No entanto, o Yoongi sempre me fazia usar aquelas roupas quando eu ia ao seu trabalho, pois eu era a sua esposa e tinha que está apresentável. Ele sempre divagava sobre como meu papel de esposa era importante já que eu era a mulher do dono de uma das maiores empresas do país, e qualquer coisa relacionada a mim, era relacionada a ele - que tinha grande parte da imagem da empresa agregado a sua bela aparência. Para finalizar a minha aparência, fiz uma maquiagem leve nos olhos e coloquei um batom vermelho sangue na boca e fui pegar meu carro.

 

Judite me esperava ao lado do carro da família preto com os papeis que pedi. Entrei no banco traseiro e esperei o carro dirigido por um motorista particular dá partida e irmos para o nosso destino.

 

O caminho até a empresas Min não era longe, mas também não era perto ao ponto de podermos ir a pé. O caminho que sempre devíamos enfrentar até lá era sempre agitado, bem ao estilo de Nova York. Carros e táxis apitando sem parar, pessoas xingando, engarrafamentos, fumaça e muito barulho consistia no transito novaiorquino. Quando finalmente chegamos eram 11:38h, avistei o enorme prédio da empresa. Era alto de quase 40 andares, tinha um hall invejável e uma placa com uma estatua feita de forma moderna - contorcida em aço - e o nome dela escrita em letras grandes, cheias e negras.

 

Era uma visão admirável.

 

Sai do carro e fui ao Hall da empresa, Grace Ball, a recepcionista já me conhecia e por isso eu não precisava lhe da explicações do que vim fazer. Passei por ela e dei apenas uma aceno e fui para o elevador que encheu com funcionário da empresa.

 

Outra parte que eu detestava em vir ao trabalho do meu marido era o fato de ter que lidar  com os olhares sob mim, era sufocante ter que lidar com eles. Eram sempre bem indiscretos - mesmo que quem os dessem tentassem ser -, todos me olhavam da cabeça aos pés, analisando a jovem esposa do chefe, procurando-lhe defeitos e feiura, ou explicações para o chefe ter se interessado por mim, e vice-versa. No trabalho meu Min era sempre duro, exigente e minimalista, não tolerava atrasos ou defeitos, a perfeição era a base do que fazia imposição, o que fazia muitos se perguntarem: como alguém bonita, simpática como eu se casou com ele? Ou algo como: E ele tem coração? Chegava agoniar os seus olhares curiosos sobre a minha pele.

 

Andando sobre o meu salto agulha preto, eu fazia força para caminhar reta, com os pés um na frente do outro e parecer natural enquanto saia do elevador e seguia para a sala do meu marido na cobertura.

 

Leila Falton, secretaria do meu marido, digitava alguma coisa no seu computador quando cheguei perto de si - ou pela ao menos fingia digitar.

 

- Bom dia, Leila. - sorri simpática.

 

- Bom dia senhora, Amanda. Como vai?

 

- Vou bem, e você? - perguntei por educação.

 

- Estou ótima - sorriu - Seu marido lhe espera? - indagou curiosa.

 

- Sim, ele não lhe avisou?

 

- Não, sabe que quando se trata da senhora ele não avisa. - brandou ela e eu concordei mentalmente.

 

- Então, ele está sozinho?

 

- Não, está com o senhor Kim Taehyung

 

- Tudo bem, vou entrar.

 

- Não quer que eu avise a ele antes? - quis saber.

 

- Não precisa.

 

Fui até a porta e bati delicadamente e entrei logo em seguida. Encontrei o Min sentado na sua mesa conversando com o amigo. Eles discutiam negócios, mas interrompi.

 

- Bom dia. - falei.

 

- Bom dia, Amanda. - disse Tae se virando para mim e sorrindo.

 

- Como vai Anne? - perguntei me aproximando de onde eles estavam.

 

- Bem, sempre fala de você e do quanto vocês não saem mais. - ele sorria com um brilho nos olhos ao falar da esposa, a qual eu tinha certeza que amava profundamente.

 

Eles para mim são um  casal modelo, o Tae é uma pessoa extremamente carinhosa e atenciosa, eles vivem o feliz para sempre. Nunca brigam, discutem, sempre se tratam por apelidos amorosos, são  dois bobos juntos, ele principalmente, fazendo tudo que ela quer. É bonito de ser observar.

 

- Pois diga a ela que irei visita-la assim que possível.

 

- Você e esse aqui, espero - apontou para o suga que se mantinha calado - quero os dois na minha casa, a tempos que vocês não nos visitam!

 

- Verdade, então iremos os dois. - falou o meu marido - E querida, que bom que chegou com os documentos, agora os entregue ao Kim por favor, para que ele comece seu trabalho.

 

Entreguei a pasta para a ele que a pegou e abriu para verificar se estava tudo conforme pedido. Vendo que sim, ele se apressou em falar.

 

- Bom, já que está tudo aqui, estou indo antes que meu chefe chato pegue no meu pé. - brincou ele e eu soltei uma risadinha.

 

Enquanto ele saia da sala, eu o acompanhei com os olhos e quando saiu, eu retirei o blazer que me incomodava e segui até atras da mesa do meu marido, que me seguia com os olhos silenciosamente, e setei no seu colo.

 

- Amanda, aqui não é o lugar. - observou ele, mesmo que a sua mão já estivesse na minha cintura.

 

- Eu sei... - suspirei e deitei a cabeça no seu ombro e  encaixei o meu rosto no vão do seu pescoço. Sutilmente beijei o local e levanto novamente a cabeça para olhar a sua face rosada - Quer que eu fique para almoçar com você?

 

- Não, vou trabalhar até mais tarde e não sei que horas vou almoçar.

 

- Não quero que fique tanto tempo aqui no trabalho sem se alimentar devidamente - falei preocupada -, isso não faz bem a saúde.

 

- Eu sei, mas...

 

- Sem mais, se eu souber que está fazendo isso, eu virei aqui todos os dias e o farei comer, e não duvide de mim. - alertei-o.

 

Ele sorriu abertamente, um sorriso largo que fizeram seus olhos diminuírem de tamanho - fazia tempo que eu não via aqueles olhinhos apertados em um sorriso fofo. Eu senti falta disso. Não me aguentando, levei a minha boca a dele e beijei ele com carinho que ainda tinha um sorriso nos lábios finos entre nosso beijo. Quando o beijo ia se aprofundar, ele me afastou e deu um sorriso minimo até que recuperou seu famoso semblante sério.

 

- Vamos deixar isso para fazer em casa.

 

Sem querer atender o seu pedido, apartei meus braços no seu pescoço e beijei seus lábios de novo. Ao contrario do ultimo beijo, ele não moveu o lábio ao meu favor, deixou a boca parada frustando a enorme vontade que eu tinha de continuar a beija-lo.

 

- Bem que você poderia ceder só dessa vez- eu olhava para ele meio brava e de braços cruzados por ele não ter correspondido a minha investida.

 

- Desculpe, mas sabe o que penso sobre isso. - revirei os olhos.

 

As politicas de não ter contatos físicos em áreas de trabalho eram bem  explicadas pelo meu marido, e eu entendia os motivos delas e apoiava, mas têm horas que me irrita o fato dele ser tão inflexível. Nos limitando e não cedendo a unica vez, por isso na maioria das vezes que vim aqui ele nunca me deixava fazer nada além de dar-lhe um selinho.

 

- Então quer dizer que nada de sexo no trabalho? - ele me olhou feio por causa do comentário e eu dei de ombro.

 

sai do seu colo, peguei meu blazer e falei.

 

- Já que não vamos almoçar juntos, vou embora. - avisei.

 

- Espere, eu lhe acompanho até o elevador.

 

Andamos os dois para fora da sala, os olhares que antes me queimavam e me enchiam de julgamento, agora quase me atravessavam enquanto eu andava ao lado do Min, que na frente de funcionário era sério e comportado.

 

- Vejo-a em casa. - falou quando o elevador chegou.

 

- Até mais tarde...  amor. - soltei um risinho maroto antes de tomar coragem para fazer o que eu queria fazer. Rapidamente dei um selinho de um segundo nos seus lábios, e entrei no elevador que já se fechava e deixava para trás um Min Yoongi surpreso e rubro com atenção que chamamos.



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