História Mark My Words - Capítulo 41


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Alfredo Flores, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Pattie Mallette
Tags Fanfic, Justin Bieber, Marky My Words, Mmw
Exibições 589
Palavras 2.056
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi bebês, mamãe chegou com mais um capítulo.(Não betado)

Ótima leitura :)

Capítulo 41 - Apenas mais um


Fanfic / Fanfiction Mark My Words - Capítulo 41 - Apenas mais um

Points of View Angel Fontinelly

 

 

Um mês depois

 

Mais um final de ano havia se passado; festas, comida, risos e muita distração. Minha vida estava começando a ir para frente. Eu finalmente tinha decidido o que queria fazer e minha matrícula estava pronta. Administração não era um dos cursos mais concorridos, por isso, consegui uma bolsa de cem por cento. Tudo o que havia aprendido sendo secretaria da Müller só serviu para me ajudar a tomar uma decisão de que o meu futuro, ainda que apenas parte dele, estaca em minhas mãos. Eu poderia sim tomar algumas decisões.

 

Passei as últimas duas semanas do ano na casa de Suzana, minha melhor amiga. Marisa ficou cuidando da mansão e, eu só passava na casa para pegar mais roupas e pegar Tequila para passear um pouco. Tinha medo de que se eu tirasse a cachorra da mansão ela fugisse e não voltasse mais. Afinal, ela já estava acostumada com o bairro onde nasceu e foi criada. Fora essas duas coisas que eu fazia na mansão, o resto do dia eu passava ao lado de Suzana e Caitlin. Quando Suzi tinha que ver o namorado, um dos melhores amigos de Justin, eu fazia de questão de sair de perto. Tudo o que eu queria era esquece-lo.

 

Agora eu tinha dezenove anos. Idade mais do que suficiente para entrar na faculdade e dar um rumo na própria vida. Mesmo com um marca-passo no coração e consultas regulares no médico, eu conseguia permanecer firme nas minhas decisões. Eu tinha apenas mais um mês para curtir ao lado das minhas amigas, mas, q ansiedade falava mais alto. Caramba, a impressão que eu tinha era de que alguns meses atrás eu estava no ensino médico, entretando, daqui exatamente um mês eu estaria dentro de uma sala, na faculdade. Isso é fantástico.

 

Caitlin e Suzana estavam me esperando na sala, as duas já estavam arrumadas algum tempo. Eu não conseguia fechar o zíper da minha calça, na verdade, fazia um tempo que minhas roupas estavam ficando justas de mais no meu meu corpo. Talvez eu estivesse comendo muito por causa da ansiedade ou por falta de vergonha na cara mesmo. O fato era que duas das minhas calças já não entravam mais e as outras estavam muito apertadas. Droga! Por fim, depois de muito sofrimento eu decidi colocar um vestido curto. Prendi meu cabelo em um coque e fiz minha maquiagem, depois o soltei enrolei as pontas. Olhei-me no espelho e sorri com o resultado. Estava uma gata; sai do quarto e desci as escadas. Caitlin estava assistindo televisão e Suzana falava no telefone com alguém. Sentei ao lado de Cait e fiquei vendo o documentário sobre animais que passava na televisão.

 

— Suzana está no telefone a mais de meia hora. Parece que as coisas não estão indo muito bem com meu irmão.

 

— O que aconteceu? - virei minha cabeça para vê-la melhor.

 

— Ele saiu ontem sem avisar e ela ainda não sabe para onde ele foi.

 

— Isso vai demorar? Preciso beber alguma coisa, minha boca está seca.

 

Caitlin ficou me olhando por alguns segundos antes de dar risada. Me passou seu braço por trás das minhas costas e me puxou pelos ombros, me abraçando de lado.

 

— Fico só imaginando você na faculdade. Meu Deus, menina, você vai ser a mais baladeira da sua turma.

 

— Aposto que vão me amar. - saio de seus braços passo minhas mãos em seu cabelo, Caitlin tem um cabelo lindo. Fios bem hidratados e um cumprimento de dar inveja.

 

— Vamos? - chamou Suzana, se metendo entre nós duas. — Tudo resolvido.

 

— Fez as pazes com o seu boy magia?

 

— Não, mas não quero pensar nisso hoje, estou muito animada para a nossa noite de meninas.

 

— Ufaaaa - respondi e levantei. Caitlin e Suzana fazem o mesmo que eu e, nós três vamos em direção ao carro de Caitlin. Dessa vez ela dirige e eu vou atrás, Suzana na frente.

 

O carro de Caitlin é um Porsche Cayenne vermelho. Lindo de morrer. Por onde passamos nós chamamos atenção, adoro isso.

 

As ruas vão ficando para trás a medida que ela acelera. Suzi aproveita para aumentar o volume do som e nós três começamos a cantar, extravasando toda a nossa euforia.

 

A placa Center Luxo acima do prédio indicava que tínhamos chegado. Suzana pegou sua bolsa no chão do carro e Caitlin fez o mesmo, a minha já estava em meus ombros. Saímos do carro e Cait joga a chaves para o manobrista que a pega no ar. Passamos direto pela enorme fila e vamos para a portaria b, onde entram os Vips. Ganhamos uma pulseira para prender no braço e depois fomos liberadas para entrar.

 

— Hoje a noite é uma criança, meninas. - Eu e Suzana sorrimos ao mesmo tempo, sobre o comentário de Caitlin Beadles.

 

Points of View Justin BieberA

 lua se localizava no meio do céu. Pouco mais de duas semanas atrás eu descobri que mesmo ali dentro daquele inferno eu podia admirar a beleza da noite. Sinto meus olhos encherem de lágrimas todas as vezes que imagino as pessoas lá fora, rindo, brincando, se divertindo. Não entendo como em um segundo a minha vida mudou radicalmente. Eu tinha tudo o que queria e por capricho meu deixei tudo deslizar entre meus dedos.

 

O cheiro forte de maconha predominava o ambiente, como em festas que eu frequentava. A única diferença era que nas festas eu podia ir embora na hora que eu quisesse, já na prisão eu tinha que torcer para alguém se sensibilizar e me tirar daquele buraco. Por quê tudo tinha que ser tão complicado? Eu não fui tão ruim assim, fui?

 

Ali existiam tantas pessoas que tinham mesmo feito um crime horrível. E, eu, bom, eu só tinha infligido algumas leias de trânsito.

 

— Eai, Drew. - Jeff sentou ao meu lado.

 

Ele era um dos poucos homens por quem simpatizei ali dentro. Segundo o que me contou, ele estava ali por não pagar a pensão de seus cinco filhos. Ele era um garri e tudo o que ganhava era para sustentar as crianças, mas, quando ficou apenas um mês sem pagar a ex mulher o denunciou e alegou que as crianças não estavam sendo bem tratadas pelo pai. Bela maneira de parar naquele inferno.

 

— Iae, cara.

 

— Já sabe quando seu advogado vai conseguir uma condicional para você?

 

— Não. - suspirei - Alguma novidade sobre o seu caso?

 

— Talvez eu consiga fugir com os caras no final de semana.

 

— Sério que vai se meter nessa roubada?

 

— Escuta, Drew, você está aqui a pouco tempo, eu já estou a mais de dois anos. Vi coisas que você nunca imaginou, então sim, vou tentar fugir com os caras. Se quiser eu posso tentar levar você comigo.

 

— Não estou a fim de ser um fugitivo. De pegarem vocês a pena sobe muito. Jeff, não faça essa bobagem.

 

— Não me diga o que fazer, Drew. - levantou-se e depois sorriu sem humor. - A gente se vê por aí. - faço que sim com a cabeça e ela se vai.

 

Eu já tinha ouvido algumas conversar sobre essa tal fuga. Os presos que estava ali a mais tempo tinham comprado alguns polícias, e, talvez conseguissem fugir no final de semana. A probabilidade de dar errado era cinquenta por cento. Entretanto, eles estariam arriscando a vida e, quando saíssem, passariam a ser fugitivos. Grande merda. Por mais horrível que fosse estar preso, eu não queria me meter em outra roubada.

 

Continuo sentado por um bom tempo. O tempo passa tão devagar que as vezes eu acho que se passaram meses desde o dia que cheguei, mas não, eu estava bem menos tempo que isso; as pessoas não tinham o que conversar, não existia nada que fizesse o tempo passar mais rápido. Uma hora parecia um dia e um dia parecia uma semana. E nem um julgamento o meu advogado tinha conseguido.

 

Mas tudo bem, era apenas mais um consequência de não ter ouvido quem gostava de mim. Lá fora eu era Justin Bieber, um empresário bem sucedido com uma família rica e uma esposa maravilhosa, aqui dentro eu era apenas mais um.

 

Points of View Patrícia Mallete

 

Eu andava de um lado para o outro, ao fundo uma bela música tocava e os convidados riam na sala ao lado. Eu tentava segurar minhas lágrimas mas, elas caiam sem pedir permissão. Tudo o que estava acontecendo na outra sala fazia meu estômago embrulhar. Nunca gostei de comitês da empresa, ainda nais para comemorar algum novo contrato. Só que dessa vez assinado pelo meu marido, já que, ele assumiu a empresa depois que Justin foi preso.

 

— Pattie? - Jeremy entrou na sala. Enxuguei minhas lágrimas rapidamente. Não queria que ele me visse daquele jeito.

 

— Vim pegar alguma taças - mostro para ele as taças em cima da mesa. Pego-as, mesmo que não seja necessário. Na verdade a festa já está no final.

 

— Os convidados já estão indo embora. Não precisa disso. - solto-as. Graças a Deus estão indo para casa.

 

— Ótimo. Vamos nos despedir. - dou um passo a frente e Jeremy entra no caminho me impedindo de continuar. — O que foi?

 

— Eu disse que você não estava se sentindo muito bem e que já tinha se recolhido.

 

— Por quê?

 

— Porque eu não queria que eles vissem você com o rosto inchado de tanto chorar. - droga! — Estamos em uma festa, não em um velório.

 

— Pra mim o clima é o mesmo. Você sabe o porquê.

 

— Saber e concordar são coisas bem diferentes. Você deveria estar feliz por....

 

— Feliz? - solto uma risada sem humor. — Está falando sério que eu devo ficar feliz? Meu filho está na cadeia e você não faz nada.

 

— Já conversamos sobre isso.

 

— Não - berrei sem me importar que alguém estivesse ouvindo. — Eu já esperei demais. Fazem quarenta e dois dias que eu não o vejo por sua causa. Você prometeu que se eu não fosse lá você iria pagar a fiança em pouco tempo.

 

— Ainda não foi o suficiente. - a calma que ela exalava me deixava com mais raiva do que eu já estava.

 

— Quer saber de sua coisa? Eu vou visita-lo no próximo final de semana.

 

— Se fizer isso eu não pago a fiança

 

Perdi totalmente o controle, não queria mais saber se estava certa ou errada, eu só queria vê-lo.

 

— Então não pague. Tenho direito a metade do seu dinheiro caso eu peça o divórcio. Se for preciso eu me separar para ter o meu menino de volta eu o farei.

 

— Ouve o que você está dizendo. - aumentou o tom de voz. — Justin precisa aprender que não se pode ter tudo o que quer. Ele é muito irresponsável.

 

— Conheço alguém que era tão irresponsável quanto ele. - seco uma lágrima que escorreu.

 

— Eu não tive estrutura familiar, Patrícia. Eu tive que lutar por tudo o que tenho hoje. Gastei uma boa quantia para que a pressão dela não vazasse na mídia. Ele precisa ser punido de alguma forma.

 

— Não na cadeia. Jeremy, já o fizemos casar com uma mulher que ele não amava, você viu que ele é bom nos negócios. Ele não tem nem trinta anos e tem mais responsabilidade que você na idade dele e, no fundo, ele é só um menino que busca atenção. Não é na cadeia que ele vai conseguir o amor que precisa.

 

— Angel não está bem aí para ele. Me avisaram que ela já está saindo para noitada e tudo.

 

— O que? - minha voz saiu entrecortada. — Você colocou um detetive para investigar a menina?

 

— Eliot não é um detetive, ele só presta alguns serviços quando necessário. Queria saber como estava o casamento dos dois e...

 

— Chega! - berrei já cansada. — Não quero mais ouvir nada. Não me importo o que Eliot seja e menos me importa o que você acha que é certo. Ou você tira ele da cadeia ou essa semana mesmo eu peço o divórcio.

 

— Não me ameace, Patrícia.

 

— Eu estou só te avisando.

 

Travamos uma batalha de olhares. Jeremy sabe que tenho razão, que por mais que nosso filho tenha errado, ele não merece estar naquele lugar.

 

— Me de mais alguns dias, Pattie.

 

— Você tem até sábado para decidir. Caso contrário, pode dar adeus ao nosso casamento.

Virou-me e subo as escadas a minha direita. Ele tinha três dias para pensar. 

Continua...


Notas Finais


Perdoem meus erros e não desistam de mim. Até breve nenéns.

Xoxo,tay!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...