História Mark My Words - Capítulo 42


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Alfredo Flores, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Pattie Mallette
Tags Fanfic, Justin Bieber, Marky My Words, Mmw
Exibições 551
Palavras 2.399
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


NÃO BETATO. LEIAM AS NOTAS FINAIS, CARALHO!

Capítulo 42 - Surra de lembranças


Fanfic / Fanfiction Mark My Words - Capítulo 42 - Surra de lembranças

Points of View Justin BieberO

 sinal tocou exatamente no mesmo horário de sempre. Dessa vez era o sol que estava no centro do céu. Meio dia. Todos os presos saíram para fora, ninguém queria perder o almoço horrível que era servido no meio da tarde. Seis polícias entram e depois mais quatro. Somos obrigados a ficar sentados em cima da mãos. Após eles servirem, podemos em fim, levantar e ir ver o que eles deixaram para nós. Como uma pirâmide, os mais antigos são os primeiros a escolherem sua comida, depois sucessivamente até sobrar apenas restos para mim e a turma que chegou no mesmo mês.

Um rato enorme estava no centro da bandeja. Senti meu estômago embrulhar ao inalar aquele cheiro de carniça. Neguei-me a colocar qualquer porcaria na boca e sai de perto da mesa. Minha barriga estava roncando de fome, minha cabeça doía como se eu estivesse de ressaca e meu corpo estava mole. A fraqueza começava mais uma vez me dominar, sentei-me na sombra e puxei meus joelhos para perto do rosto. Enterrei meu rosto ali mesmo e cruzei os braços na frente. O baralho daqueles homens e suas conversar já começavam enlouquecer a minha cabeça. Fechei meus olhos e tapei meus ouvidos. Queria me imaginar em outro lugar, qualquer coisa que fizesse eu sair dali, nem que fosse por alguns segundos. Forcei-me a pensar em outra coisa.

Flashback on

— Iai JB, vai ficar só na cerveja hoje? - Christian disse ao me entregar uma garrafa de vodka.

— Sabe que o melhor eu sempre deixo para mais tarde.

— Esse é meu garoto. - Ryan se juntou a nós também.

— Qual a boa da noite? - observou Charles, completando o grupo.

— Minha cerveja acabou. Vou ir pegar mais. - joguei a garrafa de vodka contra o peito de Chaz e o mesmo segurou com uma das mãos.

A festa estava tão cheia que eu tive uma certa dificuldade até chegar na cozinha. No mesmo momento que eu fui entrar uma menina saiu esbarrando em mim. Ela estava bem pálida, certamente drogada.

Flashback oof

— Iae, Drew. - Jeff veio sentar do meu lado com o prato que ele tinha se servido.

— Fala aí cara, alguma novidade?

— Consegui colocar você no esquema. Você pode dar adeus a essa merda toda aqui, no final de semana.

— Como assim? - ele só podia estar de brincadeira. Eu tinha deixado bem claro que eu não queria fugir com eles.

— Consegui falar com Dylan, ele disse que está tudo certo. Vamos nos encontrar hoje à noite para decidir o que cada um deve fazer.

— Eu já disse que não vou, cara. Você por acaso é surdo?

— Qual foi Drew, todo mundo aqui já percebeu que você está entrando em depressão. Deve ter emagrecido uns cinco quilos em apenas um mês. Você está tão seco que dá até dó.

— Não preciso fugir. - dei de ombros. — Acho que não vou ficar aqui por muito tempo. De qualquer forma obrigado.

— Fica de boa cara. O que é seu está guardado. - levantou-se e depois saiu de perto de mim.

Como assim o que é meu estava guardado?

Points of View Angel Fontinelly

Eu estava jogada no meu sofá, tomando um suco de frutas que Marisa tinha preparado para mim. Na televisão passava uma série qualquer que eu não prestava muita atenção.

— Senhorita o senhor Jeremy quer falar com a senhora no telefone. - entrou Marisa na sala, me assustando.

Peguei o telefone sem fio que ela me estendeu e o levei até o ouvido. Meu sogro nunca tinha me ligado antes, isso era uma grande novidade para mim. O que será...

— Alô - atendi receosa.

— Angel, querida, tudo bem?

— Tudo e com o senhor?

— Estou bem - pigarrou. — Bom, o motivo do meu contato é referente ao seu contrato na Müller. Parece que você não assinou a sua saída.

— Quando posso fazer isso?

Eu sabia que Jeremy tinha assumido a presidência da Müller, porém, eu não lembrava que minha rescisão não estava assinada.

— Na verdade, eu gostaria muito que você voltasse exercer o seu cargo. Já que não tem ninguém mantendo a casa...

— Eu não sei. Começo a estudar no mês que vem, talvez eu não consiga trabalhar assim. - Jeremy ficou um tempo sem responder, até pensei que a ligação tivesse caído. Quando eu fui abrir a boca para acrescentar alguma coisa, ele respondeu:

— Será que você não poderia passar aqui na Müller em uma hora? Podemos fazer um acordo. Adorei suas atividades prestadas a minha empresa. - Dessa vez fui eu quem ficou pesando tempo demais até responder.

— Claro. Eu só vou me arrumar e já estou indo. - ele se despediu e depois desligou a ligação.

Deixei o aparelho em cima do sofá e fui para o quarto. Tomei um banho e me arrumei rapidamente. Como era basicamente uma entrevista de emprego eu optei por um Look mais formal: terninho e blazer.

A Müller não ficava muito longe da mansão. Creio que Patrícia e Jeremy escolheram aquele lugar para facilitar a vida do filho. De fato, em quinze minutos eu já estava na recepção da empresa. A loira que me causava uma inveja lascada não estava ali para me atender, ao invés disso, uma negra com o cabelo super estiloso foi quem me atendeu. Nossa, e eu pensei que não podia existir mulher mais bonita do que a loira na empresa. Me enganei legal.

— Tenho uma entrevista com Jeremy Bieber em vinte minutos. - sorriu forçada. Tanta beleza assim era intimidante.

— Claro, a senhorita poderia me passar o documento de identificação?

Entreguei meu documento com foto para ela e depois fui direcionada para o andar antigo do meu marido. Uma loira cheia de curvas foi quem me levou até o escritório do meu sogro; Jeremy se levantou assim que me viu e estendeu as mãos.

— Muito obrigada por ter aceitado meu convite.

— Tudo bem, eu que devo agradecer pela oportunidade. - concordou com a cabeça e me apontou a cadeira na frente de sua mesa.

— Bom, como eu havia dito por ligação eu realmente adorei as suas atividades. Bem melhores do que as da antiga secretaria. E olha que foi eu quem a contratei. Mas, depois de um tempo ela começou a decair nas tarefas.

" Claro, ela começou a trepar com seu filho no horário de expediente " - pensei. Jeremy falou sobre o quanto eu tinha pegado as tarefas rápido e como executava tudo com excelência.

— Que horas você vai estudar? - finalmente fez uma pergunta que eu conseguia responder com clareza.

— Irei fazer a faculdade no primeiro horário. Gosto de ter a mente bem descansada, absorvo os conteúdos com maior clareza.

— Ótimo. Bom, posso mudar algumas cláusulas no seu contrato e tornar você uma estagiária. Pretende fazer alguma coisa ligada as suas antigas tarefas?

— Vou cursar Adm. - concordou novamente e pude perceber um vestígio de aprovação em seu olhar.

— Ótimo. - respondeu com precisão. — Você poderá trabalhar das quatorze as vinte horas. Com direito a meia hora de almoço, que tal?

— Cinco horas e meia, certo. Meu salário será proporcional a esse período?

— Não, será o mesmo valor que uma funcionária em tempo integral. Sei que você está precisando de dinheiro e estou disposto a dar um certo conforto. - senti uma certa tensão em suas palavras. Pisquei duas vezes ao tentar compreender e Jeremy prossegue: — Saíndo um pouco do profissionalismo, você é minha nora e meu filho não está sustentando a filha como deveria. Você não pode sofrer as consequências por ele.

— Foi ele quem pediu para o senhor dar esse emprego para mim? - Lembrei-me de suas palavras quando eu fui visita-lo uma única vez.

— Não, na verdade eu não falo com meu filho da quarenta e três dias. Nós dois sabemos que Justin precisa de limites.

Sua frieza me pegou de surpresa. Nossa. Eu pensei que ele tivesse pagando um advogado para o filho, mas, pelo o que parece, Jeremy não está nem aí para Justin. Sinto meu coração se apertar com essa informação.

— Eu aceito a sua proposta. Quando posso começar? - não queria ficar pensando em Bieber, eu já tinha gastado muito tempo com isso.

— Na próxima segunda feira. Creio que o novo contrato deve ser assinado ainda na parte da manhã. Vamos deixar tudo pronto antes de você dar início ao seu curso na faculdade.

— Muito obrigada por me aceitar de volta, senhor Bieber. - Jeremy se levantou, um sinal de que a nossa reunião havia acabado. Levou-me até a porta e apertou minhas mãos com delicadeza. Me despedi da loira das curvas maravilhosas e peguei o elevador. Apertei o botão da garagem.

Saio da Müller empregada. Que bom, não precisei nem dar início a faculdade e já arrumei um estágio.

Points of View Justin Bieber

Eu ainda estava sentado no mesmo lugar quando o sol se pôs e deu lugar a lua. Sentia meu corpo estremecer de fome e minha boca secar a casa segundo. Nem saliva eu tinha mais. Se alguém chegasse com um balde de água e jogasse em mim, provavelmente eu iria absorver no mesmo segundo.

Meus olhos estavam vermelhos de tanto tomar sol. Talvez eu pegasse catarata antes mesmo de ser idoso. Eu não tinha forças nem para levantar.

Ouvi alguns passos na minha direção e ergui a cabeça. Jeff e mais dois homens estavam ali, como se quisessem cobrar alguma dívida. Estremeci, mas, dessa vez não era fome, era medo.

— Então esse é o babaca que se recusou entrar na minha equipe? - um sujeito de meia idade se abaixou e ficou me encarando. — Nada mal para quem vai morrer essa noite.

— Do que está falando? - o homem apenas riu. Olhei para Jeff em busca de alguma explicação

— Ninguém diz não para mim, meu caro. Se eu não quisesse que você saísse então você ficaria aqui para sempre.

— Qual o problema de eu não querer ir embora com vocês? Pelo amor de Deus, vocês estão arrumando confusão por nada.

Não tive tempo nem de pensar quando minha cabeça acertou a parede atrás de min. Meu rosto estava formigando e minha boca começou a sangrar. Eu tinha levado um murro no rosto.

— Você ainda não entendeu né? - o homem levantou e me puxou junto com ele pela gola da minha camisa. — Todos que saírem comigo vão prestar serviços pra mim, lá fora. Você tem que decidir, ou vai com a gente ou morre.

— Prefiro morrer - disse quase sem forças e recebi um soco no estômago como respostas.

Ele me soltou com tudo no chão e antes que eu caísse recebi um chute na costela. Me encolhi, querendo que eles não batessem com tanta força e tudo que eu consegui foi que chutasse minhas costas. Em seguida, o outro homem que estava ali perto se aproximou e cuspiu em cima de mim.

Eu não tinha forças para fazer nada. Uma surra de lembranças invadiu a minha cabeça, enquando eu apanhava.

Flashback on

Acordei sentido meu corpo mole, como se um trator tivesse passado por cima de mim a mil quilômetros por hora. Meus olhos ardiam e minha boca nunca pareceu tão seca. Inacreditavelmente. Eu estava doente. Havia tanto tempo que eu não ficava assim que nem lembrava quando foi a última vez que tomei um remédio.

Fechei meus olhos, tentando fazer com que aquele desconforto passasse e, acabei pegando no sono novamente. Acordei apenas quando Angel me cutucou, avisando que eu deveria levar para não chegar atrasado no trabalho. Suspirei, abrindo os olhos e encarando a minha secretária vestida com minha camiseta favorita.

— Não vou hoje. - falei mais baixo do que queria. Angel estreitou os olhos confusa, depois levou sua mão até o meu rosto e eu pude sentir o quanto estava quente.

— Meu Deus, Justin! Você está queimando em febre. - levantou-se depressa. Virei meu corpo para segui-la com os olhos e vi quando entrou no banheiro. Alguns segundos depois Angel voltou para o quarto segurando a mala de primeiros socorros.

Angel fez com que eu sentasse na cama e, como se fosse minha enfermeira praticar, mediu minha temperatura, depois me deu dois comprimidos e deixou eu dormir mais um pouco. Quando, mais uma vez, eu acordei, a febre minha passado, mas, eu ainda sentia uma moleza no corpo.

Angel ainda estava ao meu lado.

— Que horas são?

— Quase cinco da tarde. - explicou com um sorriso fraco nos lábios. — Você estava com quase trinta e nove graus.

— O pessoal vai me matar, eu tinha uma reunião hoje, as duas. - " péssima hora para ficar doente ", pensei.

— Eu já entrei em contato com a empresa, eles sabem o motivo da sua falta. - Assenti e ela continuou: — Como sua secretária não fiz nada mais do que minha obrigação.

— Obrigado mesmo assim. - Ela apenas deu de ombros como.

— Sua mãe fez uma sopa, acho que vou dizer que você acordou e ela vem lhe trazer. Preciso fazer uma ligação urgente e depois volto para te ver. - Concordei sem responder e ela saiu mesmo assim.

Flashback oof

Eu sentia minha roupa colar no meu corpo, pelo sangue que já começava vazar por todo meu corpo. Chutes no rosto e no estômago, nas costas e nas costelas. Fechei meus olhos novamente. Eu só queria desaparecer dali.

Flashback on

— Hora de acordar senhora Bieber. — Um sorriso quase imperceptível apareceu no canto de seus lábios.

Angel se esticou na cama, espreguiçando-se. Bocejou, coçou o olho e depois sentou na cama.

— Bom dia, senhor Bieber. — Me deu um selinho. — Café da manhã na cama?

— Você merece. — Outra vez ela sorriu. Merda, quando ela fazia isso eu morria de vontade de beijar aqueles lábios.

— Quem diria, senhor Bieber. Quem diria...— deixou a frase no ar e pegou uma maçã. 

— Quem diria senhorita. — eu sabia do que ela estava falando, mas não me importava com aquelas insinuações.

Peguei outra maçã na bandeja e comecei a comer. Estava uma delícia.

Tomamos café da manhã entre provocações e beijos. Angel estava feliz como havia um tempo que eu não via. Ela estava começando a superar a perda da mãe, isso era bom. A saudade sempre ficaria presa a ela, mas existia uma vida na qual ela teria que ser forte e seguir em frente.

Flashback oof

— O que estão fazendo? - Escutei ao fundo. — Larguem o garoto.

Pude ver alguém correndo em minha direção, porém, tudo ficou escuro antes que alguém pudesse fazer alguma coisa.

Continua...


Notas Finais


EPA, EPA! Coração até doeu de escrever isso. Meu Deus, como assim meu JB apanhou? Ele não merece isso.

Cara, vou deixar aqui o nome dos próximos capítulos da Fanfic e quero dizer que ESTÁ CONFIRMADO a Fanfic terá 70 capítulos. Espero que vocês apreciem esses capítulos como eu sei que vão.

NOME DOS PRÓXIMOS CAPÍTULOS DE MMW

*43 Irmãos Walker
*44 Liberto, finalmente
*45 Preciso do seu perdão
*46 Perdendo o controle

QUEM QUISER ENTRAR NO GRUPO DO WHATS, É SÓ ME CHAMAR (11) 97788 2361

Até breve.
Xoxo,tay!


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