História Mark Tuan [DaddyKink] - Capítulo 1


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Categorias Got7
Personagens Mark
Tags Daddy Kink, Imagine Hot, Mark Tuan, Shortfic
Visualizações 191
Palavras 1.025
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Colegial, Ficção, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - 1/3


Ouvi a porta do meu quarto ser aberta e encarei a luz que havia entrado pela brecha, era fraca e logo quase desapareceu quando meu Daddy apareceu na porta e impediu que a luz entrasse.

- Estava esperando por mim?. - ele perguntou, se aproximando da minha cama e se sentando na ponta dela.

- Não.. Eu pensei que você não viria para casa hoje. - Falei baixinho meio desanimada.

Daddy anda muito ocupado com os trabalhos da escola e acaba não me dando mais tanta atenção como antes, por isso nos vemos apenas uma ou duas vezes por semana. Sua mão tocou meu pescoço e seu polegar pousou abaixo do meu queixo, fazendo com que eu levantasse a cabeça.

- Eu estou aqui Babygirl, e a partir de hoje vou ter muito mais tempo com você. - Ele abriu um largo sorriso que fez meus olhos brilharem, e eu pulei em seu colo lhe dando um forte abraço.

Suas mãos envolveram minha cintura e ele aconchegou minha cabeça em seu ombro, começando a acariciar os fios negros do meu cabelo. Me afastei um pouco para encara-lo com um certo olhar de culpa, e ele arqueou uma sombrancelha.

- O que houve?. - Ele perguntou, o que fez o peso na minha consciência só piorar.

- Daddy.. Enquanto você estava longe.. Eu acabei me tocando sozinha para me aliviar. - Gaguejei um pouco sentindo minhas bochechas corarem fortemente quando ele me olhou descontente, e eu já pude imaginar o que aconteceria agora.

- Então você terá que sofrer a punição por desobedecer seu Daddy, você sabe o que eu penso sobre garotas más não sabe?. - Ele disse, e eu assenti de cabeça baixa. - Fique de quatro, vou pegar as amarras.

Desci do colo do Mark e fiz o que ele mandou, ficando na posição pedida. Ouvi uma das gavetas ser aberta e depois fechada, e após alguns segundo meu Daddy passou suas mãos pelos meus braços, fazendo com que eu calmamente os colocasse para trás e deitasse minha cabeça na cama.

Ele amarrou meus pulsos para impedir que eu o tocasse e para que ele tivesse mais domínio sobre mim, assim que decidiria o que fazer comigo.

- Dessa vez sem Gemidos, serão 3 tapas. E em vez de contar os tapas, dessa vez quero que diga os motivos por estar sendo punida. - Ele disse sério, e eu assenti resmungando baixinho.

Era quase impossível ficar sem gemer.

Então ele levou sua mão até a minha nádega esquerda, onde ele apertou de leve e logo depois deu um forte tapa, fazendo com que eu fechasse os olhos com força para não gemer.

- Esse foi por quebrar uma regra. - Falei após alguns segundos, soltando o ar que eu havia prendido.

Senti outro tapa, dessa vez na mesma intensidade, porém da nádega esquerda.

Contorci minhas costas e apertei os lençóis, arfando baixo.

- Esse foi por eu ter isso uma garota má. - Minha voz saiu falha e eu gaguejei um pouco.

O último tapa foi diferente do costume, dessa vez ele bateu nas minhas duas nádegas de uma vez, fazendo com que eu mordesse meu lábio inferior com força para não gemer.

- Esse foi por te desobedecer. - Demorei para dizer, mas finalmente consegui.

Ele segurou a ponta das amarras e puxou meu corpo para trás, fazendo minhas costas colidirem contra seu peitoral, e eu permanecesse sentada sobre meus tornozelos. Meu bumbum não estava tão dolorido pois ele não tinha tirado o meu Short, mas eu ainda conseguia sentir uma pequena ardência naquela região.

- Quando você precisar se aliviar, mande-me uma mensagem, eu posso te ajudar mesmo estando longe. - Ele sussurrou em meu ouvido, mordiscando a ponta da minha orelha.

- Daddy.. estou tão excitada. - Sussurrei como um gemido, sentindo sua respiração pesada contra o meu pescoço.

- Oh Baby.. Eu posso resolver isso agora.. Ai você verá que é bem melhor quando o Daddy te ajuda. - Ele grudou nossos corpos segurando as amarras ainda naquela posição, e eu senti seus lábios quentes dando um chupão no meu pescoço.

Uma de suas mãos deslizou para dentro do meu short e ele o abaixou, dessa vez levando sua mão até dentro da minha calcinha e começando a me masturbar lentamente, fazendo com que eu soltasse um suspiro no lugar de um baixo gemido que escaparia.

- Tão molhada... Daddy gosta quando você fica assim para ele.. - Mark apertou minha cintura devagar fazendo meu bumbum chocar contra a sua ereção, e eu não consegui contar um gemido alto.

Ele acelerou os movimentos com dois dedos e logo senti eles dentro de mim, fazendo movimentos fundos e rápidos que me faziam gemer cada vez mais alto pelo seu nome.

Minha cabeça caiu para trás em seu ombro e eu mordi os lábios com força para conter os gemidos, porém a sensação era tão maravilhosa que eu não conseguia os evitar por muito tempo.

- Daddy!. - Gritei contorcendo minhas costas e sentindo um tapa em minha nádega, eu sei o quando meu Daddy gosta de fazer isso.

Meu liquido escorreu sobre seus dedos e ele os levou até sua boca, murmurando em meu ouvido o quanto eu era doce.

Minhas pernas estavam fracas e meus tornozelos já não me sustentavam, então eu acabei caindo sobre a cama com a respiração ofegante.

- O que achou Baby?. - Ele perguntou, enquanto me desamarrava.

- Isso foi incrível Daddy. - Falei, vendo ele deitar por cima de mim na cama e dar um selinho em meus lábios.

- Eu amo estar com você, sabia?. - Ele acariciou meus cabelos novamente, colocando uma boa parte deles atrás da minha orelha.

- Eu também amo estar com você. - abracei seu pescoço o puxando para mim e juntando nossos lábios, em um beijo desejoso e amoroso.

Antes que acabassemos intensificando as coisas, eu separei o beijo e me afastei dele, me levantando da cama e pegando minha toalha.

- Vou tomar um banho. Me espere na sala, okay?. - pedi e ele assentiu, se levantando da cama e me dando um ultimo selinho antes de sair do quarto.



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