História Marks a Past Obscure - Capítulo 26


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 1.042
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olha eu de novo! Okay não vou enrolar porque pretendo escrever BASTANTE no cap de hj. Até as notas finais!

Capítulo 26 - Doutor Hernandez


Fanfic / Fanfiction Marks a Past Obscure - Capítulo 26 - Doutor Hernandez

Pov Alexy

Não acredito!- digo quando vejo que o monstro destruiu minha espada- okay troço! Você quer brigar? Vamos brigar!

Corro até ele e uso meus poderes para eletrocutar o coisa ruim na minha frente. Ele é muito forte. Não sei se posso aguentar por muito tempo. Mas aprece que um milagre acontece quando vejo um drando precipício bem atrás daquela coisa enorme. Quando consigo destrai-lo, tento joga-lo até o precipício quando...

WORK WORK WORK. LET MY BODY...

Ecuto meu telefone tocar. Okay, foi tudo um sonho. Ainda estou viva no quarto da Taylor. Ontem eu acabei ficando na casa dela e conheci seus pais, Pablo e Esther. Eles são uns amores. Fico passando a mão pelo colchão que Taylor me emprestou pra passar a noite até que encontro meu celular.

Alô?

Alô? Filha, eu preciso que você venha ao hospital!

Mãe? Que? Hospital? O que houve?

Seu irmão teve outra crise de asma. Você tem que vir ao hospital Central.

Okay mãe, já estou indo! Tchau, te amo

Também te amo

Dei um pulo que parecia que eu tomei 300 litros de energético. Peguei minha roupa e coloquei bem rápido, mas meu jeito estabanado me traiu e acabei tropeçando no lençol que cobria o colchão.

Ai!- disse um pouco alto demais

Que? Alexy, o que foi?- diz Taylor assustada com o leve grito que eu dei

Desculpa Tay! Pode dormir. É que deu um problema, meu irmão teve uma crise e ele ta mal eu preciso ir ao hospital!- digo rápido e embolado quase correndo para a porta

Espera! Meu pai te leva. Você vai chegar mais rápido assim- Taylor levanta da cama e pega um short qualquer no armário. Ela olha o relógio- vem! São 4:15. Talvez a gente ainda consiga encontra-lo em casa- ela me puxou pelo braço e corremos até a sala onde seu pai girava a maçaneta ma intenção de sair- pai! Leva a gente ao hospital?

Ah, oi Alexy! Alguém ta doente?- tio Pablo (sim, eu chamo ele de tio agora) pergunta

Não da tempo! Depois eu explico- nos apressamos até o carro que não demorou a partir.

Já na porta do hospital, nos despedimos do tio Pablo e corremos até a recepcionista.

Olá, em que posso ajudá-las?- pergunta a recepcionista

Paciente Alexander Benson. Somos acompanhantes- respondo já meio impaciente

Hum... Ah sim! Achei. Segundo andar, ala pediátrica- ela aponta para o elevador e fomos apressadas até ele. 

No segundo andar, passo os olhos pela área de espera onde vejo minha mãe sentada de cabeça baixa. Ela sempre se preocupa com a gente, sabe como é, coisa de mãe. Ando até ela e me ajoelho em sua frente. Ela parece perceber minha presença já que tira as mãos do rosto e me abraça bem apertado. Sinto algo molhado. Ela está chorando. Nossa, como isso dói. Dói vê-la assim.

Meu filho. Meu filhinho está ali, naquele quarto e eu não pude fazer nada- ela se culpava tanto

Mãe, a culpa não é sua! Ele tem esse problema, não foi você- tento consola-la enquanto ela desabafava comigo. Taylor se junta a nós e senta ao lado da minha mãe e faz carinho em seus cabelos e em suas costas.

Depois de uns 30 minutos, que mais pareciam 30 horas, o doutor que atendeu minha mãe chama nossa atenção

Acompanhantes de Alexander Benson?- diz o doutor chamando nossa atenção

Oi doutor. Como está meu filho?- pergunta minha mãe toda afobada

Bom, o caso dele não é grave, foi apenas uma crise de asma. Como ele ficou sem ar por muito tempo, acabou que o cérebro ficou sem oxigênio, o que ocasionou o desmaio. Mas já temos tudo sobre controle e já podem vê-lo- diz o doutor dando espaço para podermos passar

Obrigada doutor...?

Hernandez- responde dando um sorriso. Seria estranho falar que eu o conheço de algum lugar?

Não importa! Andamos até a sala que o médico nos indicou e entramos. Alex parecia ancioso, e eu sei porque. Alex sempre teve medo de hospitais, mesmo não adimitindo.

Mãe!- exclama Alex quase chorando de alegria- eu quero ir pra casa

Calma filho, a gente já vai okay?- diz minha mãe andando até ele e dando-lhe um beijo na testa- olha, sua irmã e Taylor vieram ver você

Eae Mister Colgate- sim, ele ta doente, mas não posso perder o costume

Ha ha, não posso nem ficar doente, coisa das trevas- ele responde. Eu juro que nos amamos. Escutamos batidas na porta

Com licença, é que o paciente já pode ir embora, mas antes, precisa assinar alguns papéis- diz o doutor. Consigo ouvir Alex bufar. Essa é nova...

Já volto. Não façam bagunça!

Mãe, não temos 8 anos. Vamos ficar bem- mães seu amor em nos tratar como criança

Hey, casal! Eu vou trocar de roupa. Não se comam enquanto eu estiver fora- okay, eu não sabia onde enfiar a cara. Eu parecia até um tomate. A vagabunda da Taylor ficou rindo da minha cara

Ta rindo do que?- digo fechando a cara e fazendo bico

Awn. Você é tão fofinha com raiva- aquilo me deixou mais irritada ainda- ei! Para com isso! Tira esse bico vai

Ignoro olhando para o outro lado, eu não to chateada de verdade, mas não posso perder uma oportunidade de fazer um drama né?

Alex, não faz isso- ela passou os braços pelo meu pescoço. Okay eu não resisti e acabei abraçando sua cintura

Você é muito idiota

É, eu sei, faz parte do meu charme- ela responde se gabando. Sorrio e me aproximo para dar um beijo nela mas ela coloca a mão na frente- nananinanão mocinha. Não estamos aqui pra isso

Ah é sério?!

Sim. Seu irmão estava doente e ele meio que pediu então não podemos

Você vai fazer isso comigo mesmo?!- pergunto indignada

Sim, e já estou fazendo- ela responde se afastando de mim. Rapariga!

Vai ter volta Taylor, vai ter volta- sim, aquilo foi uma ameaça

Depois de voltar do banheiro, Alex pega seu celular para ver umas mensagens. Mamãe chega no quarto e ela parece... Hum... incomodada? Não sei bem se essa é a palavra certa. Ela falou que estava tudo pronto e que já poderíamos ir para casa. Mamãe está falando pouco, com certeza ela está irritada. Levamos Taylor para sua casa e voltamos para a nossa. Esses dois estão muito estranhos depois do hospital. O que será que está acontecendo? Amanhã eu descubro, antes eu preciso dormir. To quase caindo. Coloco meu pijama e me jogo na minha cama macia e logo o sono vem. Até amanhã.



Notas Finais


Kejiskwiwjsksjs. Que saudade dessa fic cara! Bom e isso! Desculpa por postar tarde mas é o que deu. Vejo vocês amanhã e bom, eu fiz uma fic nova, se não leram ainda podem ir la no meu perfil e me digam o que acharam. Até breve, meus anjos


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