História Marriage Contract - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Appa!maudoso, Autoradoida, Homofobia, Jikook, Jimin!marido, Jimin!seme, Jimin!viciadoemsexo, Jungkook!esposo, Jungkook!líder, Jungkook!uke, Namjin, Yoongisolitario!
Exibições 684
Palavras 3.103
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Famí­lia, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Desculpem-me pela demo... Pera, eu postei certo, AAAAAAAAA

Um beijo na testa e boa leitura meu amores. <3

Capítulo 7 - Seis.


Fanfic / Fanfiction Marriage Contract - Capítulo 7 - Seis.

   

           ~Jeon Jungkook~

 

- Fala que me ama, - Sussurra e eu nego. - por favor.

  - E-eu... - Meu Appa me puxa e aponta para a porta. 

- Saía da minha casa agora, Park Jimin! 


Jimin me olha preocupado e logo depois pega suas roupas às colocando rapidamente. Olho para o seu Appa e percebo que o mesmo estar sorrindo descaradamente para mim, eu abaixei a cabeça assim que meu Appa me soltou  e levou o sócio até a porta, aproveitei esse momento para pegar minha Box e coloca-lá outra vez.


Sento no sofá todo encolhido esperando a bronca que irei levar.


Meu appa volta com uma cara séria e assustadora, me fazendo desviar o olhar de si para um canto qualquer da sala.

 

- O que foi tudo isso? - Olhei para o mesmo e vi sua face ameaçadora, nesse momento nem falar em conseguia, toda vez que eu abria a boca não saía nada. - Não vai me responder, não?! - No momento que ele veio na minha direção eu engoli em seco.

- A-appa eu... Eu juro q-que a gente não f-fez na... - Minha voz morreu assim que ele tirou o cinto da calça que estava usando.

- Levanta! - Respirei com dificuldades me levantando.

 

Assim que me levantei fui de encontro ao chão com uma ardência no rosto, - Meu Appa nunca levantária uma mão para me bater, nunca o dei motivos, até agora. - comecei a chorar e soluçar assim que sentir ele desferindo uma cintada nas minhas coxas e logo depois nas minhas nádegas e costas.

 

- Se eu ver você mais uma vez perto dele eu juro que vai ser pior. - Tentei me levantar, mas caí assim que sentir ele desferindo mais cintadas pelo meu corpo me fazendo gemer de dor.

 

Cada vez a cintada ficava mais forte,  eu sentia meu corpo arder e lartejar de dor, eu não conseguia me manter de quatro, era como se minha pele estivesse pegando fogo. Fecho os olhos e choro até sentir a dormencia consumir meu corpo, me levando ao desmaio. 

 

.

.

.

 

Acordei olhando para os lados não encontrando ninguém. - Que sonho mais assustador. - Na hora que eu fui levantar sentir meus braços doendo, corri para o espelho e vi minha pele - que antes era pálida  - com uma mistura de várias cores.

Eu resolvi ir na escola mesmo nesse estado, peguei uma toalha e tomei um banho quente, depois passei desodorante e perfume. Assim que terminei parei em frente ao grande espelho de meu quarto vendo melhor meus hematomas, sem notar acabo deixando uma lágrima cair de meus olhos, mas logo limpei a mesma.


 Como eu vou conseguir esconder essas marcas?


 vestir meu uniforme e passei corretivo, base líquida e protetor labial, coloquei um tênis qualquer da Nike e desci as escadas vendo meu Appa lendo o jornal como se nada tivesse acontecido.

Olho para ele com nojo e o mesmo dobra o jornal e começa a tomar seu café. Passo direto por ele, mas antes que eu possa chegar na porta ele segura meu braço me fazendo soltar um gemido de dor.

 

- Eu não quero você perto do Park, o que aconteceu aqui ontem é motivo de vergonha para nossa família, espero que aquilo não se repita nunca mais, se não serei forçado a tomar medidas extremas... Já pode ir, boa aula. - Solta meu braço e eu saio correndo de dentro de casa batendo de cara com Namjoon.

- Você está bem? - Pergunta abrindo a porta do carro 'pra mim entrar.

- Estou, não se preocupe comigo. - Entrei no carro e ele fez o mesmo.

 

.

.

.

 

Cheguei na escola e já fui abordado pelo diretor me esperando na porta da minha sala com alguns materiais em mãos, parei na sua frente e ele praticamente jogou os materiais na minha mão e saiu dando pelos corredores, e foi aí que eu lembrei que o terceirio ano está sem professor! 


Sem delongas fui para a sala do terceiro ano e entrei pela porta, vendo a zona de guerra que havia ali.


Desviei de uma bola de papel e coloquei meu material encima da mesa, sentei na ponta da mesma esperando eles aquietarem o cú - mas parece que eles não notaram minha presença -, tossi falso e uma garota que senta na frente da minha mesa se sentou e todos que estavam tacando bolinha foram se sentando um por um.

 

- Bom dia, eu cuidarei de vocês até o diretor arranjar alguém qualificado para o cargo, espero que possamos nos dar bem nesse período de tempo. - Saio de cima da mesa e me curvo em forma de reverencia, os alunos se levantam e fazem o mesmo, me levanto e sento no meu lugar e eles repetem o mesmo ato. - Bom, vamos à chamada, - Abro a pauta de chamada e pego uma caneta 'pra marcar presença e falta nos alunos. - Allan.

- Presente. - Responde um garoto de olhos verdes e cabelos castanhos claros.

- Minseok

- Aqui. - Responde um garoto "alto" com cabelos castanhos escuros.

 

Assim eu faço a chamada, todos estavam presentes, mas com uma exceção, Park Jimin, no mínimo deve tá matando aula.

 

- Bom, eu sei que já estamos chegando no final do ano, mas quero saber se vocês sabem pelo menos o básico para passar de ano. - Pego um pincel e vou até o quadro, escrevendo no mesmo. - O que é Química Orgânica?

 

Um garoto no fundo levanta a mão e quando eu vou dar a permissão para ele falar a porta se abre revelando Jimin com a roupa toda bagunçada e os cabelos nem se falam.

 

- Desculpe Sr. Park, mas que eu saiba mendigos pedem esmolas na rua não nas salas de aulas. - Ele sorri debochado e vai para sua cadeira. - Ei! - O mesmo para e me encara.

- Que foi princesa? - Pergunta sorrindo de lado enquanto é observado pelos alunos.

- Ajeita essa roupa e esse cabelo, parece que foi atropelado pelo caminhão, - Os alunos seguram o riso e eu me sento outra vez encima da mesa, cruzando as pernas. - Já ajeitou? - Ele bufa  e começa a ajeitar a roupa e o cabelo, para depois se sentar em sua cadeira. - O que é Química Orgânica?

- Deixa eu responder, eu! Me escolhe, aqui! Me nota! - Fala um garoto do time de futebol.

- Tudo bem, responda, - Peguei a pauta e li seu nome. - Jackson. - Me ajeitei esperando sua resposta.

- Eu só queria dizer que não sei a resposta. - Riu junto com a sala.

- Hum... é bom sabe que a sala tem um ótimo senso de humor, - Sorri falsamente para ele. - pena que eu não posso dizer o mesmo de mim. - Me levantei da mesa e sentir minhas pernas arderem, Olho para o lado e seguro na mesa para chão.

- Você está bem? - Perguntou uma menina de cabelos loiros que eu julguei ser a Yara, ela parecia ser tímida e calada.

- S-sim... - Respirei fundo dando a volta na mesa e me sentando na cadeira. - Alguém sabe me responder?

- Química Orgânica estuda os compostos do carbono. - Yara respondeu baixo, mas alto o suficiente para eu ouvir.

- Isso! - Ela se assustou um pouco e eu sorrir fazendo ela corar na hora.

- E-estou certa? - Perguntou inquieta.

- Sim, e por você ter respondido certo acabou ganhando dois pontos reservas caso fique precisando. - Anotei os dois pontos dela e a mesma sorriu feliz.

- Obrigada. - Escutei varias batidas na porta e bufei cansado.

- Entre, - Ajeitei alguns papeis em cima da mesa e vi três alunos do primeiro ano entrar. - posso ajudar? - Eu sabia que eles eram do primeiro ano pela cor do uniforme.


O primeiro ano tem o uniforme vermelho, o segundo é verde e o terceiro é azul, e no meu caso é branco por eu ser do conselho.

- Sim, o Jin passou mal e teve que ir pra casa, então pediu pra gente pedir para você colocar outra pessoa responsável pelo primeiro ano hoje. - Não acredito que o Jin me deixou na mão.

- Não tem problema, vocês podem avisar ao Yoongi para vigiar o primeiro ano pra mim? - Eles ficaram parados e eu estranhei.

- O Suga foi junto com o Jin, afinal alguém tinha que cuidar dele. - Falou simples e eu assenti.

- Obrigado pela informação. - Eles assentem e saem correndo pra fora da sala.

 

Vai ser difícil cuidar de um monte de alunos, vou precisar de ajuda, alguém que seja responsável e que aguente reclamações...

 

- Allan, - Chamo e o mesmo da um pulo da cadeira derrubando seu material e todos riem do mesmo. - qual a graça, hm...? - Ele vem na minha direção e fica na frente da minha mesa.

- Ér... em que posso ser útil? - Pergunta meio preocupado.

- Bem, eu preciso que você tome conta do primeiro ano pra mim. - Sorriu e ele retribui mostrando suas covinhas lindas e maravilhosas.

- Tudo bem, mas por que eu? - Perguntou curioso.

- Eu sei que você é um aluno inteligente, responsável, protetor e sabe lidar com situações difíceis, por isso escolhi você, - Ele olhou de boca aberta e eu revirei os olhos. - só acho que alguém já deveria ter colocado o uniforme branco e deveria está no primeiro andar cuidando do primeiro ano. - Só deu pra mim ver o vulto dele passando pela porta e eu sorri.

 

Agora eu preciso de alguém para cuidar do segundo ano, mas o segundo ano é uma bagunça, só Yoongi na causa... Pera, Jung Hoseok.

 

Jung Hoseok é o professor mais novo da escola e provavelmente dele estar tomando seu café na sala dos professores. Levanto sentindo uma leve ardência, mas nada que eu não possa aguentar, dei alguns passos antes de escorregar pela parede gemendo de dor.

 

- Meu Deus, alguém ajuda! - Yara gritou saindo correndo pela porta atrás de ajuda, sentir o cheiro amadeirado que eu tanto conhecia.

 

Jimin me pegou no colo delicadamente e eu gemi de dor quando ele me apertou contra o seu peito.

 

- Eu estou bem, me coloque no chão Sr. Park. - Ele nega com a cabeça me tirando da sala  e me levando para a enfermaria, logo  que entrou na mesma citada vejo Yara andar de um lado para o outro.

- Ela não está aqui. - Falou olhando em todos os lugares, Jimin me colocou na cama e abriu a porta.

- Tudo bem, eu cuido dele, já pode sair. - Yara me olhou preocupada e logo assentiu deixando o local, Park anda até a porta tranca a mesma atrás de si.

- Jimin, eu estou be- Ele me interrompe.

- Ele te machucou? - Pergunta se sentando do meu lado da cama.

- N-não. - Olhei para qualquer lugar que não seja seus olhos.

- Você não sabe mentir princesa. - Ele me senta na cama e tira minha camisa.

 

Olho de relance para ele e vejo suas lagrimas silenciosas descendo, enquanto seus olhos ficam arregalados olhando para minhas costas.

 

- Ele não fez de propósito. - Tento pegar minha camisa de suas mãos, mas ele a esconde atrás de si.

- Não fez de propósito? Olha o seu corpo e diz que ele não fez de propósito! - Eu me encolho ao seu lado e começo a chorar. - Jungkook, nós precisamos tomar alguma atitude, olha como ele te deixou - Ele passa a mão leve em mim e eu solto um gemido de dor -, viu? - Ele me puxa com cuidado e me deita em seu colo. - O que ele falou? - Acariciou meus cobelos enquanto eu fungava.

- Ele falou que não quer me ver perto de você, se não será pior. - Escondo meu rosto em seu pescoço, mas logo me afasto com as batidas na porta.

- Já volto, - Ele abre a porta e olha pra mim. - Só um segundo. - Eu assinto e ele sai pela porta fechando a mesma atrás de si.

 

Fiquei esperando ele e nada. - E daí que só passou três minutos? Ele falou que voltaria em segundos. – Desistir de ficar esperando e me levantei colocando minha camisa outra vez,  e com cuidado fui lentamente até a porta me escorando na mesma e abri a porta, batendo de cara com Jimin beijando uma garota qualquer do terceiro ano.

Eu queria bater tanto na cara daquela garota oferecida, mas eu não tenho nada com o Jimin, eu não tenho o direito de interferi, - Mas eu sou do conselho e beijo é extremamente proibido! - respiro fundo sentindo meu coração bater mais rápido e o ódio tomar conta do meu corpo.

 

- Atrapalho? - Dou graças a Deus por não ter pulado encima daquela garota ainda. Jimin empurra a garota e se desespera.

- Não é nada que você estar pensando, eu posso expli- Dou as costas 'pra ele e saio andando, tentando ignorar a dor, tanto física quanto emocional.

- Vá para sala de aula, se não vai ter que limpar todas as quadras Sr. Park. - Falei  sentindo meus olhos arderem e as lágrimas  se formarem nos mesmo.

- Mas Kookie, e- O interrompo virando -me para o mesmo.

- Por acaso está ficando surdo? - Gritei e sai correndo pelos corredores sem me importar com as dores.

 

Corro até chegar na sala de judô, entro na mesma e me permito chorar - Eu não sei porque estou chorando, mas é tudo culpa de Jimin! -, escuto passos mas ignoro chorando mais ainda. - Como ele foi capaz de dizer que me ama, beijando outra um dia depois? Ele só queria saber do meu corpo, ele não se importa comigo, não mesmo! - Levantei a cabeça e vi Chanyeol me olhando atentamente.

 

- Estava chorando princesa? - Se agachou na minha frente e eu o abraçei.

- Não diga nada, só fique quieto.- Sussurrei em seu ouvido o apertando mais ainda no abraço.

- Eu posso fazer isso parar. - Sussurrou de volta e eu me arrepiei.

- E tá esperando o quê? - Me afastei minimamente dele e o mesmo passou seus dedos lentamente pelo meu rosto enquanto eu me aproximava.

 

Se Jimin pode beijar outra pessoa eu também posso - e convenhamos que o Chanie não é feio em nada -, não tenho nada com o Park mesmo.

 

Selei nossos lábios em um beijo calmo e Chanyeol com ansiedade me puxou para seu colo, me forçando para baixo. Enquanto eu começava a rebolar sobre si com um pouco de dor, Chanyeol explorava minha cavidade bucal atrás de minha língua, e não demorou para achá-la, assim iniciando uma batalha sem fim com as línguas.

Assim que o ar se fez necessário Chanie descolou nossos lábios ofegante e se direciou ao meu pescoço. Eu até poderia transar com ele, como uma vingança, mas essa idéia saiu de minha cabeça assim que sentir alguém me puxando pelo braço, me fazendo soltar um rosnado de dor. 


Eu teria mandado a pessoa para a puta que pariu, claro, se não fosse Jimin na minha frente e devo ressaltar que xingar ele não seria boa idéia pela cara do mesmo.

 

- Quem você pensa que é para atrapalhar o beijo dos outros?! - Chanie tomou coragem e  me puxou, mas Jimin fez o mesmo me fazendo de cabo de guerra.

- Me soltem! - Grito fazendo eles me soltarem.

- Vem! - Jimin me puxa pra fora da sala de judô, me levando 'pra sei lá aonde.

- Ei! Me solta agora! - Ele não está querendo me ouvir ou será que é surdo? - Me solta agora seu energúmeno!

- Agora eu sou energúmeno?! - Ele me prensa na parede com força me fazendo morder os lábios reprimindo um grito de dor por causa das cintadas. - Sabe o que eu acho? Que todo mundo fica dando em cima de você porque você é um oferecido, mas não é por isso que eu te xingo e te humilho, - Fala com raiva analisando meu corpo. - Como um qualquer um como você pode ainda ser vir- Dou um tapa no seu rosto fazendo o mesmo dar alguns passos pra trás.

- Nunca mais fale isso de mim! - Ele volta com tudo, pronto pra me dar um soco, fecho os olhos esperando o soco e escuto o barulho da parede do meu lado sendo atingida.

- Tanto que você sedeu pra mim, eu achei que você sentisse algo por mim, mas sabe, eu pensei que você fosse diferente, que não fosse qualquer um. - Sussurra em meu ouvido tentando tocar minhas coxas, mas eu me afasto. - Virgem é a única coisa que você não é, princesa.

- E-eu não sou qualquer um, eu não sou como as garotas que você pega! - O empurro e corro pra sala do conselho.

 


.

.

.

 


Acaba a aula e Namjoon me leva direto pra casa, no caminho ficamos conversando sobre assuntos aleatórios e em momento algum me deixei pensar em Park. Quando chegamos em casa eu corri para dentro de casa, não queria mais me segurar, eu precisava me desabafar, chorar e tentar me esquecer de Jimin.

Meus planos são frustrados assim que abro a porta e vejo meu Appa no sofá me esperando.

 

- Como foi a aula? - Pergunta vindo na minha direção aparentemente furioso.

- Normal. - Falei indo em direção à escada, mas ele logo entra na minha frente.

- De novo com cheiro do Park?

 

                   ~Park Jimin~



  Então é assim, eu me confesso, abro meu coração para ele e sou retribuido com ele se agarrando com o merda do Chanyeol, ele não podia fazer isso comigo, ele não podia!

 

Chego em casa com raiva. Entro dentro de casa e me jogo no sofá fustrado, mas logo me ajeito no sofá ao escutar um barulho, olho para o lado e vejo meu Appa me olhando.

 

- Por que está com raiva? - Senta no outro sofá me encarando.

- Ele fica fazendo cú doce pra mim, mas se eu fosse outra pessoa ele já teria dado! - Falei frustrado bagunçando meus cabelos em nervorsimos. - Eu desisto, se ele não me ama, não vou perder meu tempo com ele! - Levantei indo pra cozinha, mas logo paro com a fala do meu Appa:

- Então terá que ser do meu jeito.

 


Notas Finais


...
Não sei o que falar então...
...


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