História Marry Me? - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Cattary, Interativa, Namjin, Reality Show, Taegi, Taekook, Taeseok, Televisão, Vhope, Vkook, Vsuga
Exibições 156
Palavras 1.285
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Lemon, Romance e Novela, Slash, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Surpresa!

shudsudsud

Espero que gostem, vou atualizar amanhã também com o capítulo do encontro.

Só avisando que é um capítulo bem curtinho porém com alguns diálogos importantes, então foquem nisso, kkkk

Bom capítulo, perdoem se tiver erros e o tamanho <3

Capítulo 12 - Fora dos Limites


Fanfic / Fanfiction Marry Me? - Capítulo 12 - Fora dos Limites

— TaeHyung, acorde. Você tem visita.

— Visita? Quem é mãe?

A mulher não se deu o trabalho de responder, apenas se afastou da porta do filho, o obrigando a se levantar e averiguar quem era a pessoa por si mesmo. Olhou para o relógio do quarto, ainda nem eram 9 horas da manhã daquela segunda-feira e não tinha motivos para levantar tão cedo assim. Jimin sabia muito bem, provavelmente não deveria ser ele. TaeHyung usava seu pijama azul de algodão com desenhos de girafas. Achava aquele conjunto muito confortável para vestir, apesar do aspecto infantil. Calçou as pantufas brancas e simples e passou a caminhar com o objetivo de ir até a porta da frente da casa dos pais, mas não precisou chegar até lá para ver a tal da “visita”.

Fechou a cara na mesma hora em que viu o moreno sentado no sofá da sala, sorrindo e conversando intimamente com sua mãe. Se aproximou dos dois e sua presença foi notada de imediato por ambos.

— Tae! — NamJoon cumprimentou, batendo no sofá ao seu lado para que o garoto se sentasse lá.

TaeHyung, em silêncio, se sentou ali e olhou para a mãe com um olhar interrogativo. Ela apenas desviou para NamJoon e sorriu. Não tinha muito o que responder. Os pais do alaranjado eram muito amigos de NamJoon e embora soubessem do término, isso não mudava aparentemente nada a amizade que tinham, para a infelicidade de TaeHyung.

— Você aceita um café?

— Se não for te incomodar muito, aceito. — NamJoon respondeu bastante doce, para a estranheza do mais novo. Acompanhou com o olhar enquanto a mãe de TaeHyung deixava o cômodo rumo a cozinha e voltou a fitar o ex-namorado. — Queria muito ver você, Tae. Saber como andam as coisas, conversar…

— Você não deveria ter vindo até aqui. E acho que nós já conversamos o bastante da última vez.

— Por que você está me tratando assim? É por que eu não me lembrei da livraria? Eu sinto muito, você sabe que eu não sou bom com essas coisas.

— Não, não é só por isso. Nós terminamos, por que você não me deixa em paz agora? Era isso o que você queria, se eu bem me lembro.

— E nós não podemos ser amigos?

— Não. — TaeHyung já estava casado de discutir em voz baixa com o ex-namorado, já que sua mãe não poderia escutá-los.

— Não? Por quê?

O garoto revirou os olhos, tentando pensar e se concentrar em mil bons motivos para não gritar e retirar o mais velho dali com a vassoura da casa.

— Você ainda gosta de mim?

Aquela pergunta fez o coração de TaeHyung se apertar. Ele próprio não estava preparado emocionalmente para respondê-la. Não tinha uma boa resposta. Não tinha sequer ideia do que pensar a respeito. Se pudesse, ativaria um botão que o fizesse odiar de todo o coração o ex-namorado, que o fizesse se esquecer de toda aquela história que eles tinham. No entanto, não era fácil assim.

— Tae, se você não me responder eu vou chegar nas minhas próprias conclusões…

— Não tenho que te responder nada. Se você ainda tem alguma coisa para me dizer, diga de uma vez e suma da minha casa. Da minha vida também, se não for pedir demais.

— Você está exagerando, Tae. Eu já disse que quero ser seu amigo, gosto muito de você e dos seus pais.

Antes que TaeHyung tivesse a oportunidade de retrucar o mais velho, sua mãe voltou para a sala de estar trazendo duas xícaras de café em uma bandeja. Entregou uma delas para NamJoon, que agradeceu, e levou a outra até os lábios. Ela sabia que o filho não gostava muito de seus mimos, então nem se deu o trabalho de trazer café para ele também.

— Fiquei muito feliz que tenha nos visitado hoje NamJoon. — A mulher começou a falar. — Meu marido ficará chateado ao saber que não estava aqui para recebê-lo também. Por falar nisso, a que devo a honra?

— Estou só de passagem, diga para o senhor Kim que eu virei outro dia num horário melhor. Eu tenho uma consulta médica daqui a pouco, então vou entrar mais tarde no trabalho. Queria só conversar, mostrar que ainda estou vivo. — Deu risada, acompanhado da mulher.

— Você sabia que o meu TaeHyung está ficando famoso na vizinhança? Minhas amigas morrem de inveja do meu filho. — Aquele falso orgulho deixava o alaranjado contente, mas não quando a mãe se exibia para o ex-namorado. — Mas, honestamente, não gosto de nenhum daqueles garotos. Preferia que ele ainda estivesse com você.

TaeHyung abaixou o olhar, encarando as mãos cruzadas com força. NamJoon e a mãe riam de sua conversa particular, como se ele nem estivesse ali. Era a primeira vez que o garoto ouvia a mãe falar sobre os candidatos, não imaginava que a mulher veria qualquer problema que fosse neles. NamJoon ficou na casa por mais cerca de vinte minutos, até alegar que precisava para não perder a hora da consulta.

— Está tudo bem, querido. Só não demore para voltar! — A mulher agarrava os braços de NamJoon na porta da casa depois de abraçá-lo.

TaeHyung apenas se aproximou um pouco, dando adeus com um pouco de distância, mas o mais velho o deu um abraço não muito apertado.

— Nos falamos outra hora, Tae. — Sussurrou no ouvido do garoto, ainda no abraço, e só então se afastou.

Assim que o garoto deixou a casa, a mulher se virou para fitar o filho.

— Por que você não abandona esse programa de TV, TaeHyung? O NamJoon é um garoto tão adorável, um genro perfeito.

— Mãe, você sabe muito bem que foi o NamJoon que terminou comigo. Quer que eu fique correndo atrás dele agora?

— Não, filho. Você não reparou que ele está vindo atrás de você? Deixe de ser bobo, a vida está te dando uma nova oportunidade de ficar com um rapaz precioso e trabalhador como o NamJoon. Aproveite.

— Você só pode estar brincando! O NamJoon só quer ser o meu amigo, palavras dele.

— Talvez ele só esteja com medo de se aproximar de outro jeito, pense nisso por favor.

— Tudo bem, prometo que vou pensar. Vou para a casa do Jimin agora, ele me chamou para ajudar com um móvel que ele comprou e não tem a menor ideia de como montar. Não sei se vou voltar pra cá hoje.

Voltou para o quarto e se trocou. TaeHyung tinha um estoque de desculpas para sair de casa quando precisava e agradecia muito por isto. Sabia que Jimin estava estudando naquele horário, mas tinha uma cópia da chave do amigo e a permissão para ir sempre que quisesse. Não gostava nem um pouco de ouvir a mãe falando sobre a relação dele com o ex-namorado se nem sabia da história inteira. Também não se importava muito com a ideia de contar tudo para ela. Mesmo que não fosse 100% a verdade, para TaeHyung a mãe só era capaz de enxergar pelo próprio ponto de vista, sem levar em consideração o quanto ele estava magoado com o término.

Se NamJoon quisesse voltar consigo, o teria procurado antes e não esperado ele encontrar um novo caminho para seguir. Ele não poderia ser tão baixo, TaeHyung pensava. Provavelmente tinha algum outro plano na cabeça que, mais cedo ou mais tarde, o alaranjado descobriria. Não era tão bom em desvendar as pessoas, mas NamJoon tinha uma segunda intenção que sempre o incomodava.

Encontrou a residência do melhor amigo completamente vazia e se deitou na cama do garoto, voltando a dormir como se nada o houvesse interrompido ou atrapalhado. Sonhou que estava passeando com um barquinho através de uma cidade alagada. Não era um sonho cheio de sentido, só outra aleatoriedade que sua mente era capaz de produzir sozinha.


Notas Finais


Gente, juro que reviso mais tarde, suhdsuhd

Aceito bastante amor por atualizar tão rápido assim!

Esse capítulo pode parecer meio "WTF?" agora, mas é até que importante para o futuro. Só lembrando que amanhã tem atualização \o/
(provavelmente só de noite)

Também aceito teorias do que o NamJoon quer com nosso Tae Tae. Ele está sendo honesto e eu só trollei vocês? Será? Não sei~~


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