História Martin Immortalem (Alquimia Proibida Parte -1) - Capítulo 2


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Categorias Originais
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Palavras 666
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Seinen, Shounen, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Aceito dicas e sugestões...

Capítulo 2 - Expectata Mortem


Eu não sabia o que dizer. Estava surpreso e triste ao mesmo tempo. Meu pai veio me visitar no meu aniversario, mesmo sabendo que estaria mais perto da morte. Porque ele fez isso? Eu me perguntava quase me afogando em lágrimas. Eu então fui me acalmando. Precisava fazer o que ele me pedia.

Eu puxei meu irmão pelo braço, peguei meu livro e fui direto a taverna no Gilby. No caminho, passei na praça central e vi no grande relógio solar que eram quase meio-dia.

Chegamos enfim na taverna. Ele estava lá, quase que nos esperando. Eu entreguei o bilhete do meu pai na mão dele, ele leu com um pouco de tristeza, então me disse:

- Parece que a hora chegou meu garoto, venham, me sigam. – Gilby disse, nos levando até uma porta atrás do balcão.

Nós fomos até a parte de trás da taberna. Passamos por uma abertura e encontramos um pequeno cercado atrás da taverna. Subimos em umas das carroças, elas pareciam frágeis e velhas, não sabia se iriam aguentar o peso de 3 pessoas. Gilby ficava na frente pilotando enquanto eu e Alvin ficamos na parte de trás, em cima de um monte de feno.

Partimos então em viagem, sem mal saber aonde iriamos. A carroça balançava bastante, era um pouco irritante, mas estava curioso para saber quem eram esses taus de “Árvores Negras”.

Não levávamos nada além da roupa do corpo, meu livro de alquimia e o sofrimento.

Chegamos ao limite do Reino de Mindor, nossa terra natal. Quando passássemos daquele ponto, estaria o mais longe de casa que já cheguei. Estava com um pouco de medo, mas quando vi o grande vale que nos esperava pela frente, me animei um pouco.

Estava finalmente saindo de casa, indo aonde nunca fui, conhecendo o mundo afora. Eu era mesmo muito otimista, mas não sabia o que realmente me esperava no futuro.

Passamos a viagem inteira calados, ouvindo apenas o som da carroça batendo contra o chão e às vezes alguns pássaros nas árvores.

Já se aproximava das 6 horas de viagem e nós ainda não tínhamos parados para nada. Foram 6 horas seguidas em cima de uma carroça. Nem sentia mais as minhas pernas. O pior é que era fisicamente impossível dormir ali. E acho que Gilby também estava pensando assim, pois olhou no mapa e vi que estávamos a cerca de 3 quilômetros da próxima Taverna. Muitas tavernas também tinham estadias, então poderíamos passar a noite lá.

Passados cercas de 30 minutos nós chegamos a uma pequena vila, bem pequena, deveria ter cerca de umas 15 casas, algumas poucas lojas, um ferreiro e uma taverna, a Taverna do Bilgy. Achei esse nome muito estranho, até por ser quase idêntico ao do Gilby...

Gilby parou a sua carroça em frente a Taverna e nós entramos. A porta fez um pequeno ruído e nós entramos, por alguns segundos todos ficaram calados, pareciam que não gostavam de nós.

Então o dono da taverna, Bilgy, sorriu e disse para nós:

- Parece que meu primo veio me visitar! – Ele falou com alegria.

-É mesmo. Quero um quarto para três, por favor, e cuide da minha carroça. – Disse Gilby

- Claro, temos quartos prontos lá em cima. O de vocês é o quarto numero 5. Aproveitem a estadia.

Nós subimos, deixamos nossas coisas lá e cima, e depois descemos para comer alguma coisa. (Torta). Aquilo era realmente empolgante, mas sentia que tinha alguém nós observava, então olhei para o lado e vi lá no fundo um homem sentado sozinho numa mesa. Ele me olhava enquanto segurava uma faca. Consegui ver em seu pulso uma tatuagem, era um grande S. Eu tive um mau pressentimento sobre isso, então subi sozinho. Fiquei com um pouco de medo, pois notei que ele poderia ser dos sombras.

Lá em cima, entrei no quarto e notei que ele estava sentado na minha cama, parecia que ele conseguia se movimentar pelas sombras. Então suavemente ele me disse:

- Expectata Mortem.

Continua ...


Notas Finais


....


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