História Marvel Universe: All Different World. - Capítulo 6


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Categorias Agent Carter, Agents of S.H.I.E.L.D., Capitão América, Deadpool, Demolidor (Daredevil), Doutor Estranho, Gavião Arqueiro, Guardiões da Galáxia, Homem de Ferro (Iron Man), Homem-Aranha, Homem-Formiga, Inumanos, Jessica Jones, Mulher-Aranha, O Incrível Hulk, Os Vingadores (The Avengers), Quarteto Fantástico, S.H.I.E.L.D., Thor, Viúva-Negra (Black Widow), Wolverine, X-Men
Personagens Akihiro (Daken), Anna Marie (Vampira), Anthony "Tony" Stark, Ben Grimm (O Coisa), Clint Barton, Dr. Bruce Banner (Hulk), Dr. Henry "Hank" McCoy (Fera), Drax, o Destruidor (Arthur Douglas), Emma Frost (Rainha Branca), Erik Lehnsherr (Magneto), Feiticeira Escarlate (Wanda Maximoff), Flash Thompson, Frigga, Gamora, Groot, Gwen Stacy, Heimdall, Howard Stark, James Buchanan "Bucky" Barnes, Jane Foster, Jean Grey (Garota Marvel / Fênix), Jessica Jones (Safira), Johann Schmidt (Caveira Vermelha), Johnny Storm (Tocha Humana), Katherine "Kitty" Pride (Lince Negra), Kurt Wagner (Noturno), Lady Sif, Logan (Wolverine), Loki, Maria Hill, Maria Stark, Mary Jane Watson, Mulher-Aranha, Natasha Romanoff, Nick Fury, Odin, Ororo Monroe (Tempestade), Peggy Carter, Pepper Potts, Personagens Originais, Peter Parker, Peter Quill (Senhor das Estrelas), Phillip Coulson, Pietro Maximoff (Mercúrio), Raven Darkhölme (Mística), Reed Richards (Sr. Fantástico), Robert "Bobby" Drake (Homem de Gelo), Rocket Raccoon, Sam Wilson (Falcão), Scott Lang, Scott Summers (Ciclope), Steve Rogers, Susan "Sue" Storm (Mulher Invisível), Thor, Tia May, Venom, Victor von Doom (Dr.Destino), Wade Willson (Deadpool)
Tags Agents Of Shield, Avengers, Aventura, Quarteto Fantastico, Romance, Universo Alernativo, Vingadores, X-men
Exibições 9
Palavras 2.795
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Escolar, Famí­lia, FemmeSlash, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Slash, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Falando um pouco da fic e de outras, eu leio fic's da Marvel (aliás, foi o que me inspirou a escrever essa).
Tem uma que acompanho na qual a filha da Viúva com o Gavião é um dos principais (pra não dizer a principal) e apesar de a Alexa ser uma personagem importante na minha fic ela passa longe de ser uma das principais.

Aliás, existem duas Alexandras na fic e isso foi uma escolha proposital.
A Alexandra Rasputin é normalmente chamada de Alex ou Alexis pelos amigos.
Já a Alexandra Barton é chamada de Alex ou Alexa pelos amigos.
Tem apenas uma pessoa que chama a Alexa pelo apelido do segundo nome (a madrinha dela).

E não esperem que a Alexa goste da Alexis.

ATUALIZAÇÃO: A classificação indicativa foi alterada para 18 anos devido a uma reanalise que fiz das temáticas da fic. Ainda não vai ter cenas de sexo explicito, mas achei que como o tema sexo é algo recorrente (não apenas as insinuações, mas as conversas sobre o tema) valia a alteração.

Boa leitura.

Capítulo 6 - Alexandra Barbara.


Fanfic / Fanfiction Marvel Universe: All Different World. - Capítulo 6 - Alexandra Barbara.

—Como você sabia? –Encarei Ed um pouco confusa. –Sobre a Claire, como sabia?

—Não é óbvio? A Claire pode ser mutante e passar muito tempo no Instituto ou mesmo ser amiga da Frost, mas nem eu passo tanto tempo lá e o tio reagiu mal quando falaram que ela estava lá.

—É mesmo. Tinha me esquecido disso. –E como sempre Robert não conseguia ligar os pontos básicos.

Às vezes me pergunto se ele é mesmo meu irmão gêmeo.

—Então foi assim que deduziu que a namorada dela era uma mutante? –E o Stark estava me irritando.

—Tristan, eu não disse que ela precisava ser mutante, só que era do Instituto. Mas eu pensei que devia ser mesmo uma mutante, por que poucas pessoas lá não são ou despertaram o gene X.

—Não se desperta o gene X Alexa, ele nasce ativo-adormecido ou inativo com você. –Por que meu irmão tem que ser tão irritante.

—Tanto faz Bob. –Olhei pela sala e todos pareciam muito interessados no experimento de química, menos nós. –Isso não vale nota, certo?

Pela primeira vez vi meu irmão e Tristan ficarem um pouco desesperados por terem se distraído no meio da aula, o que comigo acontecia todos os dias.

Nem mesmo estava prestando atenção quando Kristen e Mike sentaram do meu lado.

—Ei! Aquela garota morena que apareceu mais cedo é a namorada da Claire? –Essa dupla pode ser insuportável quando resolve juntar os pontos, o Mike nem tanto pelo menos.

—É. –E eu não gosto disso.

—Eu acho que já vi aquela garota em uma daquelas reportagens sobre mutantes, a Claire sabe disso? –Mas a Kristen...

—Deve saber. –Tentei não parecer muito interessada, por que ninguém aqui sabe que a Claire é mutante. –Pergunta pra ela quando se encontrarem.

—Não fica curiosa com isso? Digo, ela pode ser uma daquelas mutantes que controlam mentes e está fazendo isso com a Claire. –E é nesse momento que Mike se torna mais idiota que a namorada.

—Mike, não fala besteira. Todos sabem que os poderes podem ser perigosos, mas não quem usa. –Por isso não sei quem eu amo ou odeio mais nesses dois, mas a Kristen tá ganhando o meu amor nesse momento.

—Em todo o caso, mesmo que ela seja e tenha esse poder, não acho que a Claire seria afetada. Ela é meio única. –Comentei em tom de brincadeira, mas Tristan me deu aquele olhar atravessado igual ao da mãe dele.

Claro que eu ignorei, mas não deu pra ignorar a moto que subiu no gramado da escola e acelerou na direção da janela, muito menos a cara da Laura quando parou do lado de fora e berrou:

—Tristan! Arrasta os gêmeos pro Central Park já! Christine e Andrew estavam lá e parece que tem algum problema. Corre!

—Espera! –Corri para a janela, abri e pulei. –Vou com você.

—Nem vem russa. Deixei o capacete em casa e se tu cai quem tá morta sou eu, tua mãe não é o tipo que quero briga.

Ignorei o aviso e subi na moto.

—Se isso acontecer me entendo com minha mãe Laura. Agora vai.

—O inferno de um bando de gente doida. Onde eu estava com a cabeça quando comecei a namorar a Claire? –Mas mesmo praguejando do seu jeito, Laura acelerou e quase bateu na moto de Claire que apareceu quase do nada.

—Não acredito que veio mesmo avisa-los disso. –E ela estava brava.

—Quer ir pra lá sozinha se a Chris e o Andrew pediram ajuda pra gente? –As duas ficaram se encarando enquanto Laura sustentava o olhar irritado de Claire, o que é quase uma habilidade especial.

—Ah! Que seja. Mas é sua responsabilidade.

—O cacete que é!

Depois Laura acelerou tudo que a moto podia e Claire seguiu a gente de perto, enquanto eu estava mesmo pensando se foi uma boa ideia subir na moto.

Laura e Claire são quase imortais, podem se arrebentar contra um muro que nada de mais acontece depois de umas horas ou minutos, mas eu posso morrer.

Quase, mas não é essa a questão.

Só digo que nunca suba em uma moto com essas duas.

Especialmente para chegar ao Central Park, sem falar que as duas quase atropelaram meia dúzia de pessoas, mas considerando que o Stark estava tentando seguir as duas do carro eu acho que estou mais segura na moto.

E o Tristan dirige mal pra caramba, mesmo nos comandos do computador...

—Se segura!

O grito da Laura me fez olhar pra frente e entendi o que ela queria dizer: tinha uma escada no caminho para a coluna de luz e não iriamos achar uma rota alternativa, ou foi o que achei até a doida praticamente derrubar a moto no chão e eu cair.

Não vou mentir, doeu.

Nós duas ficamos no chão e a moto voou pela escada até acertar alguma coisa do lado de baixo da escada, o que significa que o “se segura” dela era “cai direito e não morre ou a Natasha me mata”, o que no caso era válido.

Assim que levantei vi as duas correndo na direção de alguns homens vestindo armaduras velhas no gramado enquanto Christine Frost, Andrew, Phil e May já haviam assumido posição de luta e quebravam algumas caras.

Corri na direção deles desejando que tudo que meus pais me ensinaram fosse útil.

Pulei nas costas de um dos guerreiros e deixei meu corpo reagir naturalmente com a força que normalmente mantinha controlada torcendo seu braço facilmente até quebrar. Quando ele caiu no chão levantei para pegar o próximo sem notar que o cara também havia levantado e estava pronto para me acertar pelas costas.

Só me assustei com a Frost correndo na minha direção e me puxando, quando virei para brigar com ela vi que seu corpo transformado em diamante vermelho havia servido de escudo para a espada.

—Mexe com alguém do seu tamanho babaca. –Então ela meteu o punho fechado na cara do guerreiro, e virou para me encarar. –Toma mais cuidado.

—Eu sei me cuidar.

Mas tudo que ela fez foi sair correndo para onde Laura e Claire lutavam junto com Andrew.

Fui para perto dos quatro, na esperança de ajudar, o problema é que eles são outro nível de luta.

—Claire, se transforma de uma vez. –A Frost não estava pedindo ou mandando, era como as duas lutavam quando eram parceiras.

—Beleza. Fica nas minhas costas. –Assim que as duas ficaram na forma de diamantes pularam no meio de meia dúzia de guerreiros que caíram no chão em segundos, as duas eram rápidas demais para que eu acompanhasse. –E você não morre Laura!

—Gostei da piada Rogers. –Mas tudo que Laura fez foi ativar as garras dos pés para acertar dois caras atrás dela.

—Se abaixem! –Assim que olhei para trás, vi que Andrew estava parecendo um demônio envolto em chamas prestes a explodir, então eu abaixei mesmo.

A onda de calor se espalhou e me fez suar, mas quando parou e eu levantei todos os guerreiros estavam caídos e queimados, o que foi bom por um segundo antes de mais umas duas dúzias saírem pelo portal aberto.

—Qual é? –Acho que a Laura não gostou mesmo disso.

Me abaixei pegando uma espada que estava caída e perguntando o porquê de asgardianos estarem invadindo a terra, éramos aliados a décadas.

Andrew correu pra perto da Frost parecendo cansado, provavelmente ele fez algo que deveria ter resolvido as coisas e assustado o inimigo, mas só ficou cansado quando deu errado.

May e Coulson estavam longe da briga afastando os curiosos e lidando com os fujões que não ficavam para apanhar.

Segurei a espada com força e corri na direção do primeiro guerreiro acertando-o com força, no mesmo momento em que ouvi as vozes do Robert e do Tristan as minhas costas.

Atrasados como sempre, mas até que alguém mais chegasse eles teriam que bastar e eu parti para o soldado seguinte acertando ele no entre o vão do braço com o peitoral da armadura, peguei a espada dele antes de ir para o terceiro que parecia confuso ao ver uma garota acertar um cara com o dobro do tamanho.

Novidade pra ele: minha mãe teria feito isso com uma mão amarrada nas costas.

Eu estava assustada demais para admitir isso e irritada demais em como fui burra de seguir a Laura para pensar em fugir quando o soldado que pretendia enfrentar caiu atravessado por uma lança.

Atrás dele eu vi uma segunda coluna de luz descendo do céu até o gramado e alguém parecendo ter acabado de lançar algo gritando alto o bastante para todos ouvirem:

—Por ordem de Odin, afastem-se dos midgardianos e se rendam invasores. –E era uma mulher.

Os soldados que até então pareciam humanos urraram como animais e avançaram contra ela, até aqueles que estavam enfrentando os meus amigos.

Duas pessoas que estavam ao lado dela pularam sobre os soldados se transformando em lobos gigantes enquanto um pequeno grupo de soldados asgardianos em armaduras douradas terminava com os que escapavam.

A mulher que havia gritado apenas atravessou o campo da batalha calmamente, sempre que algum guerreiro corria na direção dela para um ataque ela desferia um ou dois golpes certeiros que matavam o inimigo.

E eu, mesmo sabendo que aquela poderia ser uma péssima ideia, fui até ela quando vi que estava perto demais da coluna de luz que era o motivo dessa invasão. Ela quase arrancou a minha cabeça por que cheguei correndo.

—Não faça isso novamente. –Ela parecia mais nova do que tinha imaginado antes.

—O que vai fazer?

—Fechar essa abominação infeliz. –E fala difícil. –Odin me permitiu trazer algo que vai ajudar. Agora afaste-se pelo menos dez metros para não morrer. –E eu não queria morrer mais do que queria deixar a doida fazer o que bem entendia, só que não morrer ganhava.

Corri alguns metros e virei em tempo de ver a mulher levantar algo, então uma luz saiu da mão dela e subiu o céu, depois a coluna de luz ficou laranja e pareceu explodir por um segundo, quase cegando todos.

Acho que levou uns dois minutos antes de todos conseguirem levantar e enxergar, mas as duas colunas de luz haviam desaparecido.

Só que a asgardiana e os soldados dela não.

Minha sorte e dos meus amigos foi que os Vingadores e os X-Men apareceram na mesma hora que nos recuperamos da explosão de luz.

Não eram todos, mas um grupo considerável, eu podia ver o Capitão, o Tony, meus pais, a Sharon, Thor, Ciclope, Jean, Emma, a Rasputin, Tália, Nate e Ray. Todos esperando o primeiro movimento.

A mulher tomou a frente do grupo e permaneceu parada com a lança fincada no chão mesmo com todos olhando para ela de forma ameaçadora, pelo menos até Thor tomar a frente do grupo.

—O que está fazendo aqui Ur?

A mulher então tirou o elmo e vi que ela devia ter a minha idade ou a da Frost.

Ela deu dois passos à frente ignorando sua lança e se ajoelhou na direção do Thor.

—Saudações meu Príncipe-herdeiro, defensor dos Nove Reinos, filho do Pai-de-Todos, Deus do Trovão, Thor Odinson*. Minha vinda foi antecipada quando Heimdall notou a mudança de energia causada pela abertura de uma ponte. –Ela estendeu a mão aberta em direção a Thor. –Isso fez o Pai-de-Todos me mandar de posse deste transmissor energético do Tesseract para fechar tal abominação. Agora devo passa-lo ao meu príncipe para que ele o mantenha até que seja possível devolve-lo ao meu rei.

Thor pareceu aborrecido com o que ela falou, mas pegou o objeto e o guardou.

—Levante Ur, antes de mais nada você é a Princesa de Asgard e uma Deusa.

Ela levantou ainda séria e olhou para Thor sem hesitar.

—Sim, eu sei. Mas sou a Paladina de Odin e devo me dirigir ao meu rei e meu príncipe de forma condizente.

—Você é teimosa igualzinha à sua mãe. –Então ele virou para todos ali presentes e parecendo cansado fez uma careta. –Eu pretendia tratar disso mais tarde na nossa reunião, mas aproveitando quero apresentar a todos a minha sobrinha mais velha, Ur. Filha de Loki e Sif, Deusa da Sinceridade e da Verdade, Princesa de Asgard e Paladina de Odin. –Por um momento todos pareceram confusos demais para reagir. –E meu pai deseja que ela e os irmãos passem um tempo na Terra para conhecer os humanos de perto.

—Como é?!

—Isso é sério?!

—Tu tá de brincadeira?!

Foram apenas algumas das reações que eu ouvi antes da garota cair de joelhos e ficar azul.

Thor se afastou e os dois soldados mais à frente do grupo correram até ela tirando os elmos, revelando que eram garotos.

—Ur! –O loiro parecia estar com raiva.

—Levanta sua chata. –E o moreno gostava de uma piada.

—Cala a boca Jason. –A tal de Ur se soltou de ambos que agora estavam azuis também. –Só estou sobrecarregada de usar o transmissor. –Ela perdeu o equilíbrio novamente. –Também quebrei seis costelas. No mínimo.

—Adoro o fato dela não poder mentir nessas horas. –O moreno estava sorrindo.

—Jason, cala a boca ou arranco a sua cabeça maldita. –O loiro realmente parecia bravo.

—Tenha algum senso de humor Wolf. Você nunca aproveita esse fato, quer ver um exemplo. –Ele encarou Ur que parecia prestes a perder a paciência. –Você ainda é virgem certo?

Todos ficaram muito tensos com isso, os soldados asgardianos ainda mais. Só que tudo que Jason e Wolf faziam era rir.

Então Ur bateu a cabeça deles uma contra a outra e segurou ambos pelo pescoço.

—Calem as malditas bocas ou espanco ambos até a inconsciência, fui clara? –Ambos concordaram e ela os soltou. –E desde que me perguntou isso ontem Jason, eu continuo virgem. –Nesse momento a deusa me encarou e começou a andar na minha direção. –Você é bem corajosa para uma garota humana sem poderes aparentes. –Ur parou e me estendeu a mão. –Prazer em conhecê-la.

Acho que fiquei sem reação por um minuto e ela percebeu que eu estava meio confusa, então ficou esperando e quando segurei sua mão tudo que Ur fez foi acenar com a cabeça.

—Alexandra Barbara Romanoff Barton.

—Devo chama-la pelo nome completo? –Eu achei a pergunta estranha.

—Não, só Alexa está bom.

Ela concordou e voltou a andar na direção dos outros quando Thor falou:

—Pode desencantar a armadura Ur.

—Obrigada meu príncipe. –Em seguida a armadura de guerra sumiu dando lugar a um traje asgardiano um pouco estranho e ela ficou frente a frente com Christine. –Heimdall me disse que você quase previu o que iria acontecer, ele ficou encantado com a sua habilidade e meu tio não é o tipo fácil de chamar a atenção. –Ela estendeu a mão para a loira que um pouco surpresa segurou.

—Christine Kitty Frost, mas pode me chamar de Chris ou Christine ou Frost.

A deusa então encarou Andrew.

—Admiro a sua tentativa de terminar toda aquela confusão usando todas as suas forças.

Ele a cumprimentou ainda sério.

—Sou Andrew Phillip Johnson, pode me chamar de Andrew.

Então antes dela falar com Claire e Laura as duas tomaram a frente.

—Sou Claire Carter Rogers, pode chamar só de Claire. –Claire foi quem estendeu a mão.

—Laura Kinney Howlett, mas chama de Laura e tá bom. –A deusa ficou surpresa e apenas cumprimentou as duas antes de reagir.

—Sua combinação de ataque com a Christine é perfeita e suas habilidades de combate corpo-a-corpo usando as garras excepcionais. –Ela se afastou um pouco quando tudo ficou muito confuso.

Um raio atingiu Ur nas costas e então Drake pousou no gramado, enquanto a deusa ficou azul novamente, mas com a cara de raiva do irmão Wolf.

—O que essa coisa tá fazendo em Midgard?

—Não é da sua maldita conta seu idiota. –A resposta de Ur era um rosnado.

—Cala a boca que não quero ouvir suas mentiras. –Eu não entendi o que Drake queria dizer.

—E lá vamos nós mais uma vez. –Já Jason estava se afastando dos dois enquanto Thor ficava de olho em Wolf.

—Qual o problema? –Perguntei pro moreno que ficou surpreso.

—Resumindo tudo o Drake odeia a Ur desde sempre eu acho e depois que ele quase matou ela “acidentalmente” o ódio é mutuo. –Eu fiquei surpresa com o fato dele fazer as aspas do acidentalmente com os dedos. –E é difícil fazer a Ur perder a calma ou sair de uma briga quando fica com raiva, só que o Drake... Ele desperta o pior na minha irmã

Eu realmente achei que teríamos uma guerra para separar, até dois ursos negros pularem em cima da deusa e começarem a lamber a cara dela.

Sinceramente, eu já tive dias mais calmos.

Só que não tão interessantes.

Continua...

No próximo capítulo: Ur.


Notas Finais


Nome: Alexandra Barbara Romanoff Barton
A.K.A.: ---
Idade: 16
Origem: Alexandria, VA
Aniversário: 20 de Junho
Signo: Gêmeos
Raça: Humana Aprimorada
Altura: 173
Status: Viva
Cabelo: Ruivo
Olhos: Violetas

Habilidades: Força, agilidade, velocidade, reflexos, resistência e flexibilidade ampliados (???); Regeneração acelerada e Resistência a compostos Químicos (drogas e remédios) ou Radioativos (???); treinamento militar avançado; amplo treinamento em artes marciais; esqueleto ósseo de metal (???);

Aliança: Heróis
Afiliações: Shield, Vingadores, X-Men, Quarteto Fantástico, Guerreiros Secretos,
Relacionamento: Clint Barton (pai); Natasha “Natalia” Romanoff (mãe); Robert Steve Romanoff Barton (irmão); Barbara “Bobbi” Morse (madrinha);


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