História Máscara - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Mauro Nakada, Rafael "Guaxinim" Montes
Personagens Mauro Nakada, Rafael "Guaxinim" Montes
Tags Guaxinim, Mauro Nakada
Exibições 13
Palavras 2.132
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oieee povo!
Provavelmente algumas da minhas leitoras fieis vai querer me matar, mas eu expliquei tudo em um jornal que fiz recentemente, só procurar no meu perfil. Só peço desculpas e bom...
Essa nova fanfic é um projeito de alguns meses, eu revisei esse capitulo mil vezes, e de verdade to ansiosa para tudo o que vai acontecer. Espero que gostem de verdade, a historia é mais a minha cara que a outra. Otima Leitura!


Obs: imagem só pra representar a guria kk e todas as capas espero manter esse padrão galaxia.

Capítulo 1 - Capitulo 1


Fanfic / Fanfiction Máscara - Capítulo 1 - Capitulo 1

~ Third Person Point of View ~

 

A noite está calma e fria, no céu quase não dá para ver a lua por conta das várias nuvens, avista-se ao longe perto de um matagal, um velho galpão. Dentro o ambiente era escuro, silencioso e sombrio, nas paredes as marcas do tempo são visíveis, no ar um cheiro forte, algo como sangue e produtos químicos misturados, presença mais que marcante do que ali acontece. De repente lá fora pode se ouvir o barulho de um carro chegando, assim que o mesmo estacionou demorou alguns minutos até alguém descer e então uma mulher morena, de aproximadamente 1,68 saiu do carro, vestida quase completamente de preto, o que mais chama a atenção nela é o seu marcante batom vermelho. Seu rosto possui uma forma angelical, da qual esconde sua verdadeira face.

A mulher respirou fundo e começou a caminhar em direção a porta, seus passos precisos e confiantes a deixa ainda mais poderosa e temida, em sua mente apesar da confusão que se encontra, luta para tentar afastar todos os pensamentos e manter seu único objetivo em primeiro lugar, aquilo que passou a vida toda treinando, riscar do mapa mais um empecilho na vida de alguém.

Quando chegou a frente do velho galpão, destrancou a porta e a abriu com cuidado, entrou, olhou para trás para ver se não tinha sido seguida e a fechou, tateou no breu a chave de acesso da única lâmpada que iluminava o local, achando-a atrás de algumas caixas, acendeu e deixou que seus olhos se habituasse a pouca luz, enquanto isso observou tudo a sua volta, viu ainda mais algumas caixas espalhadas e mais para o fundo do galpão um homem que está amarrado em um dos pilares de sustentação.

Suspirou fundo e pegou um balde que estava em um canto perto de uma torneira e o encheu, enquanto isso as coisas em sua mente passavam de maneira lenta, sua respiração havia se normalizado e a calma está voltando a tomar conta de seu corpo outra vez, por fim com o balde cheio andou em direção ao homem que está amarrado, loiro, cabelos um pouco compridos, não muito forte e nem muito alto, tinha alguns hematomas em seu rosto que foram feitos a pedido do mandante, como ele mesmo disse uma morte lenta e dolorosa. A morena sorriu ao ver seu prisioneiro tão indefeso, parou em sua frente e deixou o balde por uns minutos no chão enquanto o observava.

- Acho que está na hora de acordar bebê – sua voz saiu em um tom sedutor com um leve toque de nojo – para depois dormir pra sempre! – Disse em tom mais baixo. Assim que suas palavras foram ditas ela pegou o balde outra vez e jogou toda a água gelada que atingiu o rapaz, o fazendo despertar assustado, tentou se mexer, mas foi impossível já que as cordas estavam muito bem amarradas o impossibilitando qualquer movimento, quando respirou sentiu uma forte dor nas costelas, sinal de que estavam quebradas por conta da surra que levou ontem – Boa noite gatinho, saudades em me ver? – a morena perguntou ironicamente, seu olhar gélido e sem sentimentos o causou arrepios, a olhou com medo, quase como se implorando para ela não fazer nada com ele, está apavorado, não vê a hora daquilo tudo acabar, mas sabe que provavelmente sua saída será a morte.

- O que você quer comigo? – por fim criou coragem para falar, sua voz saiu tão baixa que ela só ouviu porque está perto dele e então um sorriso surgiu nos lábios da morena antes de responder. – Quem é você?

- Eu nada, mas tem alguém que quer. Alguém que você conhece muito bem... e meu Deus como você pode não me conhecer? Confiou tanto em mim e agora não se lembra mais?!– falou com uma calma que o deixou ainda mais apavorado.

- O Sebastian? E é você Mikaela? – seus olhos encheram de lágrimas enquanto pensava em seu único suspeito, seu sócio e assim que ela assentiu e raiva tomou conta de seu corpo – Ele sempre quis ficar com tudo que é meu, não me surpreende dele fazer isso... – ele fala indignado, por mais que não acredite essa é a verdade – Fala, por favor, Mikaela. Por que ele te pediu para fazer isso? – ela soltou uma gargalhada e as lagrimas do rapaz rolaram por seu rosto, era cômico para a morena ver ele tão desesperado.

- Como você é um menino inteligente em!? – ela se abaixou e pegou o rosto do rapaz com força o fazendo olhar para ela – Sim Christian, foi ele e ele não me pediu somente para te espancar, muito pelo contrário, me pagou para te matar! Ele me disse que você estava o incomodando e que não queria mais te ver na frente dele, nem em seu caminho, não se preocupe sua família ficará bem, mas você não! – assim que disse isso soltou com força a cabeça dele, fazendo a mesma bater no pilar, uma dor insuportável tomou conta de seu crânio e ela sorriu mais uma vez.

- Por que não acaba logo com isso? – ele praticamente grita a fazendo parar de rir, ela respira fundo tentando manter a calma, mas seus olhos a entregam deixando claro pela primeira vez seus sentimentos, a raiva.

- É o que você quer?! Pensei que estava gostando da diversão... Mas se é o que deseja... – se virou e tomou um pouco de distância, levou a mão até a sua cintura e tirou de lá seu revólver, conferiu se está carregada e esperou alguns segundos antes de se virar e apontar a arma para o Christian, fazendo o mesmo a cada segundo entrar ainda mais em pânico – Diga suas últimas palavras...

- Diga ao Sebastian que eu quero que ele apodreça no inferno e você também Mikaela! – ele falou com raiva, mas por dentro está pedindo para que algo acontecesse e salvasse ele. A morena sem piedade segurou firme o revolver e mirou no peito do loiro, sorriu e com calma destravou a arma.

- Pode deixar que eu digo, mas antes vá desfruta-lo por nós! – sua voz está calma e com essa mesma calma e sangue frio puxou o gatilho, o som alto tomou conta do ambiente e a sua frente o homem se encontrava todo ensanguentado, respirou fundo e andou até ele, verificou a pulsação para constatar se está morto e mais uma vez seu tiro foi certeiro, um a menos no mundo.

Guardou a arma no mesmo lugar que estava antes e pegou o celular, desbloqueou o mesmo e discou o número já conhecido para ela, no terceiro toque um homem atendeu, sua voz estava um pouco embargada e com raiva, com certeza por conta da bebida e de ela estar atrapalhando ele em algo.

 - O que você quer? – ela bufou e revirou os olhos.

 - Jack já pode vir fazer a segunda parte do serviço. – ele sorriu e parece que aquela frase acalmou um pouco seus nervos.

 - Já liquidou ele Mi? – seu sangue começou a subir e estava a ponto de explodir. Ele gostava de provoca-la.

- Acha que brinco seu idiota? Obvio que já o matei, agora traga essa bunda gorda pra cá e elimine esse corpo. Não quero ser presa por uma falha sua! – falou gritando e com raiva. Ele assentiu mesmo sabendo que ela não veria.

- Está bem estressadinha, já estou indo para ai, tranca tudo que eu tenho a chave.

- Okay, tchau! – assim que desligou deu uma última olhada para o cadáver, respirou fundo e começou a andar para sair do galpão, desligou a luz, trancou tudo e foi em direção ao seu carro, entrou no mesmo e ficou observando o céu por algum tempo, foi só mais um, pensou e por fim colocou a chave na ignição, deu partida e foi para a sua casa poder finalmente descansar ou não já que teria que se mudar, se por um acaso eles chegassem até ela lá não achariam ninguém. 

O caminho não foi tão longo, por ser madrugada a estrada está calma, sem muito movimento, estacionou seu carro ao chegar no seu pequeno apartamento em Los Angeles, subiu apressada pelas escadas mesmo, não queria correr o risco de que seus vizinhos a vissem, destrancou a porta e tomou cuidado ao começar a recolher suas coisas, para não fazer barulho, iria embora naquele mesmo dia, antes que fosse tarde demais. Iria para a “escola de treinamento”, tinha algumas coisas para falar com seu chefe e tutor e lá estaria mais segura que aqui. Quando todas as suas coisas estavam arrumadas, tomou um banho rápido para tirar os vestígios daquela noite de seu corpo, e principalmente o cheiro de pólvora que parecia ter impregnado nela, trocou de roupa e colocou um moletom confortável, sentou no sofá e tirou de dentro de sua carteira os documentos com o nome de Mikaela Sanches.

Ficou os observando, a loira da foto era ela, mas o nome não era o seu, pegou um isqueiro que estava em cima da mesinha da sala e os queimou, colocando em um cinzeiro velho, seus pensamentos estavam longe e enquanto o fogo não se apagava, respirou fundo e pegou seus novos documentos de dentro de um envelope, estavam perfeitos, resolveu assumir sua verdadeira cor de cabelo e tentar, mesmo que sendo impossível, ser ela mesma. Os colocou em sua carteira, e disse a si mesma, de maneira mais confiante possível.

- Agora você é Adriely Morgan e ninguém pode com você! – levantou do sofá, deu uma última conferida em tudo, levou as malas até o carro e entregou a chave do apartamento para o síndico que a esperava acordado, virou as costas e entrou no carro seguindo o local que era muito conhecido por ela.

A “escola” era um pouco retirada, estava no meio de uma pequena floresta, uma casa muito bem protegida e muito luxuosa, Jared Cooper, seu proprietário, é um famoso magnata e um grande investidor em causas sociais, conhecido mundialmente. Mas o que ninguém imagina é que ele comanda uma das mais perigosas facções do mundo, especializadas em mortes sobre encomenda e trafico de drogas e armas. Tudo acontece no subsolo da propriedade, lugar quase impossível de entrar.

Assim que Adriely chega na “escola”, se dirige para um chafariz antigo, de difícil acesso, quando chega perto, aciona o botão que fica entre uma pedra descascada no canto direito da asa da águia, animal do qual é formado o chafariz. A estatua se abre dando espaço para apenas uma pessoa passar, a morena entra e começa a descer a longa escadaria, a iluminação é precária e deixa um ambiente meio sombrio, aquilo parece que nunca terá fim, o longo caminho termina em uma grande porta de ferro com varias grades, ao lado direito dela há um pequeno painel, Adri se volta para ele e aproxima seu olho direito que imediatamente faz a porta abrir, após analisar sua retina.

Jared a espera em frente à porta com uma pasta preta em suas mãos, seu olhar serio a faz ficar um pouco apreensiva, mas mesmo assim ela caminha até ele e quando ficam frente a frente, o mesmo faz sinal com a cabeça para que ela o siga. O caminho todo se mantem em silencio, quando por fim chegam em sua sala, ele abre a porta deixando que ela entre primeiro depois de fecha-la, anda ate sua mesa, sentando em sua cadeira. Seu escritório reflete muito de sua personalidade, é meio pequeno, mas muito bem decorado, com pouca iluminação deixando o ambiente dark, o luxo está por conta dos quadros e de algumas esculturas.

- Sente-se – ele fala por fim quebrando o silencio apavorante que tomava a grande sala, e assim fez ela. Jared empurra a pasta que segurava para que ela possa ver e continua a falar – você foi excelente nessa tarefa, Sebastian já depositou o dinheiro e parte dele já transferi para a sua conta. Agora eu tenho outro problema em minhas mãos e estou depositando toda a minha confiança em você, se falhar, sua equipe te deixará para trás e você sabe, eu não tolero falhas! – ela olha confusa e assustada para o homem a sua frente, mas assente e continua calada – Vou te deixar pensar sobre isso tudo, afinal é algo que eu não costumo pedir, para isso você tem 15 dias para me dar resposta. Bom está dispensada!

- Sim senhor! – ela se levanta e começa a andar em direção da porta, mas ele a faz parar.

- Dentro dessa pasta está tudo o que precisa saber, inclusive sua passagem – fala ele apontando para a pasta que ela segurava – Agora pode ir! – Adriely sai da sala e caminha em direção aos dormitórios, precisa descansar, afinal o dia foi puxado e estressante.  


Notas Finais


Eu apresentei um pouco a personagem, vou tentar ir com calma e deixar uns misterios no ar. Até o proximo amo vocês <3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...