História Máscaras de Neve - Capítulo 4


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Categorias Branca de Neve, Cinderela
Personagens Branca de Neve, Caçador, Cinderela, Personagens Originais, Príncipe Encantado
Tags Contomacabro, Macabro, Suspense
Exibições 5
Palavras 1.735
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela, Saga, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Canibalismo, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Pois é genteee... Demorei, mas finalmente publiquei né... Essas semanas eu tive muita coisa pra fazer, e agora tive um tempinho melhor para poder escrever, mas espero que vocês gostem deste capítulo, qualquer sugestão ou crítica, deixem aí nos comentários, ajuda e muito, tanto na escrita quanto no desenvolver da história. Deixem elogios também, se gostarem. E divirtam-se!

Capítulo 4 - Má Sorte ou Maldição?


Fanfic / Fanfiction Máscaras de Neve - Capítulo 4 - Má Sorte ou Maldição?

 O castelo todo havia acordado com o grito da Ama. Os guardas abriram a porta, e dentro daquele quarto escuro finalmente se fez luz. A visão da Ama estava danificada, pois toda aquela luz vindo de repente, a cegou. A medida que a visão dela ia se retomando, ela via uma menina deitada no chão, até que a visão dela se retomou totalmente e ela viu que deitada ali, do lado do espelho, estava Sarah. A Ama se levantou rapidamente, foi até ela e a pegou no colo. Colocou sua mão no peito esquerdo dela e não havia batimento algum. Ela começou a chorar desesperadamente, agora a menina que ela mais amava estava morta. “Mas como ela morreu?” Se perguntava. “Será que o espelho era tão pesado assim?”. Branca , então, chega ao quarto, e com os olhos cheios de espanto tomou a menina do colo da Ama.

Ama: Ela está morta!_ berrou soluçando.

Branca: O que você fez com minha filha?_ chorando também e colocando a mão no peito direito dela_ Mas ela está viva sim!

Ama: Mas… como isso é possível? O coração sempre fica do lado esquerdo, não do lado direito!_ agora falando com espanto e com a cara toda molhada, mas agora não chorava mais.

Branca: Não te devo satisfações!_ falou em tom grosseiro_ Você tem apenas dois dias para ir embora deste castelo!

Sarah abre os olhos, desce lentamente do colo da mãe e olha para a Ama. A Ama sorri para ela e ela retribui o sorriso.

Branca: Viu. Ela está viva!

Sarah começa a andar em direção a Ama, mas Branca segura o braço dela tão firme que quase o quebra e a puxa com força.

Branca: É melhor começar a arrumar suas trouxas, porque senão eu vou jogar tudo pra fora, inclusive você, e aí, você vai ter que arrumar ela lá fora mesmo.

 A Ama a encarou com um olhar enfurecido, saiu do quarto e quando foi passar por Branca, deu uma ombrada nela. Branca olhou para Sarah, disse que precisavam ter uma conversa com ela de manhã. Ela olhou para trás e viu no fim do corredor os sete anões. Eles traziam rosas feitas de ouro, e estampado em seus rostos enrugados e velhos, um olhar triste. Branca soltou o braço de Sarah, agachou e estendeu os braços. Foram todos abraçá-la. Eles se emocionaram e choraram. Desceram para a sala de estar e ficaram conversando toda a madrugada em frente a lareira, mas um dos anões subiu até o quarto da antiga Rainha Má, e lá ficou mexendo nas coisas, como se estivesse procurando algo. Logo foram embora, e a noite se acalmou novamente, ficou completamente silenciosa.

 Na manhã seguinte todos acordaram extremamente cansados. Era o dia em que o Caçador seria enforcado. Branca já havia se vestido e quando Sarah acabou de ser vestida, ela começou a conversa com sua filha.

Branca: Como você foi parar dentro daquele quarto totalmente escuro? Por que você entrou lá? É perigoso! O quarto pode ser amaldiçoado ou até mesmo enfeitiçado!_ disse firmemente e em tom sério.

Sarah: Me desculpe! Mas é que eu ouvi um homem me chamar e… _ ficou paralisada como se estivesse relembrando algo, ficou tensa _ …é… acho que só foi uma impressão minha!

Branca: Olhe, não fique assim! Eu não quero perder você também! Saiba que eu te amo, e faço isso, porque te amo. Não vou te colocar de castigo hoje, porque você não deve estar muito bem com… _ gaguejou para falar_ …a… morte do seu irmão. Acho que você deve ir passear um pouco, vou mandar uma criada levar você para passear tá bom?

 Branca abraçou ela. Ela abraçou a mãe com os braços frouxos, mas Branca a apertou com tanto carinho e força que ela acabou passando confiança para sua filha, e então elas se abraçaram com amor de verdade pela primeira vez. Enquanto isso a Ama escutava a conversa atrás da porta, assim que pararam de conversar, ela foi para o seu quarto.

A Branca e o Rei saíram em uma carruagem luxuosa para assistir o enforcamento do Caçador. Sarah ficou olhando da janela de seu quarto a carruagem partir. A Criada mais nova abriu a porta do quarto de Sarah, ela parou de olhar pela janela, virou-se e viu a Criada cair no chão. Por trás dela estava a Ama com um cabo bem grosso de madeira. Olhando para a Criada e respirando profundamente, Sarah se assustou, mas logo depois compreendeu o que estava prestes a acontecer, olhou firmemente para a Ama e concordou.

A Ama pediu para os guardas a ajudarem a levar as trouxas para a carruagem. Ela se despediu de cada criado e criada naquele castelo. A Criada mais velha lhe deu um saco de moedas de ouro, disse que Branca mandou entregar como pagamento do seu serviço. A Ama o pegou. Enquanto isso uma criada levava uma pequena trouxa para a carruagem. Essa criada era Sarah. Ela entrou na carruagem. Ninguém havia percebido, era só uma criada. Quando colocaram a última trouxa, a Ama finalmente entrou. E a carruagem partiu em direção ao reino de Ela.

 Enquanto isso a Branca e o Rei já haviam chegado na arena, onde o Caçador seria enforcado. A forca estava pronta. Havia muitas pessoas assistindo. O Sacerdote rezou para o réu. Ele estava prestes a ser enforcado. Branca chorava arrependida, o Rei chorava por não poder fazer nada por ele. O soldado lia o motivo pelo qual o Caçador seria enforcado. Passaram a corda em volta do pescoço dele. Ouviu-se um soar de uma trompa, o chão onde o ele pisava, caiu. Com a gravidade a cabeça puxou a corda apertou o pescoço dele. Foi doloroso, mas só por um instante. Ele caiu no chão, as amaras que estavam no braço dele ficaram frouxas e ele conseguiu libertar as suas mãos. Tirou a corda, que se arrebentou, de seu pescoço, começou a correr. Branca mandou capturar ele, mas o Rei anulou a ordem dela, fez que deixassem ele fugir. A ordem dele era mais poderosa do que a ordem dela. O Caçador conseguiu fugir. Todos ficaram espantados com a atitude do Rei, e ficaram apavorados também, pois agora com ele solto por aí, qualquer um poderia ser morto. Branca ficou enfurecida. E então entraram na luxuosa carruagem, e partiram para casa.

A carruagem da Ama pode ir só até um certo ponto, pois Branca e Ela eram inimigas declaradas e nenhuma era bem-vinda ao reino da outra, se vissem a carruagem de Branca, seria possível que eles atacassem a carruagem. Deixaram as trouxas no chão e esperaram até que outra carruagem passasse. Um velho homem passou com uma simples carruagem. Elas o pararam e pediram para que as levassem para o reino de Ela, o cocheiro disse que por um bom preço ele levaria elas o quão longe fosse, e então a Ama ofereceu algumas moedas de ouro, e ele aceitou. Partiram, e já estava quase a entardecer.

No castelo estavam todos assustados e apavorados. Sarah havia sumido. E a Criada estava com uma dor de cabeça muito forte. O Rei e a Branca haviam chegado. Um anunciante estava todo suado, correu até eles e disse a eles que tinha uma triste notícia, a mina onde os anões trabalhavam desmoronou e acabou soterrando todos eles, eles agora estavam mortos. Branca foi direto para o seu quarto. Já o Rei ficou se esquentando na lareira, aproveitando os últimos dias frios do inverno. Branca ficou em seu quarto a noite toda, não saiu nem para jantar. O Rei chegou ao quarto, e não puxou assunto com ela, pois sabia que ela estava enfurecida e triste, deitou sem falar nada. Quanto aos criados, todos estavam tensos.

Enquanto isso, no reino de Ela, a Ama e Sarah chegaram em uma grande casa, mas ela era bem humilde e velha, era toda feita de madeira, era a casa da mãe da Ama. A Ama era viúva e tinha perdido um filho, então ela não tinha mais onde ficar, a casa onde a mãe dela ficava era longe demais de onde ela morava, não tinha condições financeiras para pagar um cocheiro. Então ela resolveu trabalhar para a Branca até que ganhasse uma boa quantia de dinheiro para poder voltar para casa. Mas quando ela finalmente conseguiu voltar para casa, só havia sua irmã e seu sobrinho que tinha quase a mesma idade que Sarah, sua mãe havia morrido alguns meses após ela se casar e ter se mudado para o reino de Branca. Ela ficou chorando no ombro de sua irmã mais velha, por algum tempo, mas logo se recuperou e começou a desfazer as trouxas. Depois a Ama apresentou sua família a Sarah.
Ama: Oh! Me desculpe ainda não apresentei minha irmã a você! Pois bem! Essa é a minha irmã Elisa e este é meu sobrinho James. Elisa e James esta é minha afilhada Sarah, mas eu a considero como filha! Ah… e eu nunca lhe disse o meu nome, eu me chamo Ágata.

Eles conversaram a noite toda, e se conheceram melhor. Sarah não conseguia olhar outra coisa a não ser os olhos negros e cintilantes de James. E James não conseguia tirar os olhos da luminosa, redonda e prateada lua que estava por detrás da janela. Ágata olhou atentamente pra Sarah e então disse que precisava conversar com ela de manhã. Todos foram se deitar, pois precisavam descansar, tinham muita coisa para conversar, e muita coisa para fazer no dia seguinte.

Chegou a manhã e Branca já estava toda arrumada, desceu as escadas. Chegou na porta da cozinha, mas viu que duas pessoas estavam conversando, então resolveu ouvir. A Criada mais nova disse que tinha se encontrado com o Caçador perto de um lago que havia ali por perto, ela disse para a Criada mais velha que ainda estava apaixonada por ele e que também ele está dormindo debaixo das raízes de uma árvore gigantesca, que ficava perto do lago. Branca então teve uma ideia. Subiu até o sótão e pegou sua adaga. Vestiu uma roupa mais leve e quente, era uma calça de couro preta bem apertada, umas duas camisetas, e uma capa de pele de animal, para poder sair no frio. Saiu do castelo sem dar satisfações. Ela foi sozinha e andando a pé, sem nenhuma carruagem. E então desapareceu no meio daquelas árvores altas congeladas.


Notas Finais


Ah torçam pra que eu tenha mais tempo essa semana, acho que vou ter sim e vou publicar mais vezes! Bom muito obrigado por lerem mais este capítulo, um beijão e até a próxima! Amo vocês!!


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