História Massacre da Escola Gregory Sullivan - Capítulo 1


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Categorias Originais
Tags Drama, Escola, Horror, Morte, Terror
Exibições 8
Palavras 1.247
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Escolar, Terror e Horror, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa leitura.

Capítulo 1 - Depoimento 01 - Matthew R. -


O aluno Matthew Ribeir, do terceiro ano do ensino médio, sobreviveu ao massacre da escola Gregory Sullivan e em depoimento a policia, contou com detalhes o que viu.

As próximas palavras foram ditas pelo aluno, não houve mudanças no que foi dito. Atenção, o que você vai ler, é algo realmente pertubador, esteja preparado(a)

Matthew Ribeir

Cheguei faltando dez minutos para às 19:00, hora que toca o sinal para o começo das aulas. Era uma terça-feira. Nunca tive muitos amigos, muito menos no periodo noturno, porém tinha alguns e dentre eles, Marcelo e Yara se destacavam.

Encontrei David no corredor da entrada, estudei com ele no primeiro e segundo ano, é um cara bacana. Conversamos um pouco até o sinal bater, ele foi para a sala dele e eu para a minha.

Quando entrei na minha sala, já havia algumas pessoas sentadas, a maioria, era o pessoal com quem eu não conversava, Gabriela, Larissa, Gustavo e Erick. Esses estavam no fundo, no canto esquerdo. No outro canto, estavam mais algumas pessoas, com quem eu também não conversava, Nathalie, Victor e minha ex-namorada, Juliane.

Eu e Juliane namoramos durante dois anos, e então terminamos, e eu ainda não sei dizer bem o motivo, acho que apenas acabou o que as pessoas dizem ser paixão... E agora não nos falamos mais.

Sentei no canto da direita, na frente e esperei os meus "amigos" chegarem, logo, eles entraram. Marcelo, Jhonatan, Laura e Carol. Junto com eles Sophia e Gabriel também entraram. Esses dois sentavam com a gente, porém eu não gostava de nenhum dos dois.

Nos cumprimentamos. Marcelo sentou ao meu lado e começamos a falar do trabalho de Sociologia. Precisavamos criar um jingle sobre o racismo, e teríamos que gravar isso. Eu, Marcelo, Jhonatan e Gabriel completavamos o grupo.

As últimas a entrarem na sala, foram Deborah e Lara. As duas são incrivelmentes engraçadas e legais. Talvez, as melhores da sala, mas, eu não falava muito com ela. Uma pena.

Então, a professora de Sociologia, Martha entrou. Ótima professora, totalmente louca e fora da caixinha. Ela falou sobre o trabalho e Marcelo pediu para gravar o jingle em uma sala vazia. A professora logo disponibilizou para nós quatro.

A sala era no segundo andar, o periodo noturno não o usa, pois, não é muita gente, quanto nos outros dois periodos.

A inspetora Camila não ficou feliz em saber que nós quatro estávamos no segundo andar, mas a professora a convenceu de nos deixar gravar lá.

Marcelo começou a gravar uma cena minha e do Gabriel, eu estava odiando aquilo ali, mas precisava de nota.

Então, foi quando começou... Escutamos alguns estrondos fortes no andar debaixo, e depois gritos e correria. Nós não sabíamos o que estava acontecendo até a inspetora Camila e a professora Martha subirem correndo ao nosso encontro.

Camila estava desesperada, chorava muito e Martha tentava acalma-la. Lembro exatamente o que Camila gritava, "ele está vindo aqui!". Mesmo não entendendo muita coisa, a professora mandou que cada dois de nós se escondessem juntos em um armário. O armário a que ela se referia era os que ficavam dentro das salas. Cada sala, tinha um armário, e o segundo andar tinha cinco salas.

Eu e o Marcelo nos escondemos na última sala, a mais longe da escadaria que ligava o primeiro ao segundo andar, Jhonatan e Gabriel ficaram na sala ao lado e Camila e Martha na terceira sala.

Nesse momento não escutávamos mais o choro de Camila, eu estava apavorado e me surpreendi com a calma de Marcelo. Eu e ele resolvemos ir para a porta, para ver o que estava acontecendo. Ele colocou a cabeça para fora da sala, mas o seu corpo permanecia dentro. Até que, Marcelo entrou totalmente na sala, dizendo que havia um homem armado no corredor, foi quando ele retornou ao armário.

Foi a minha vez de olhar no corredor, eu não vi homem nenhum, entretanto, quando eu estava prestes a desistir, Um garoto apareceu correndo no corredor, ele gritava e havia sangue em sua camisa branca ( o sangue não era dele), nunca tinha o visto antes, ele chorava muito e pedia por socorro, foi quando, escuto um disparo. O aluno caí morto no corredor, o sangue saí de sua cabeça e se espalha pelo chão. Então, vejo o atirador, é um homem de cabelos cacheados, está com uma pistola na mão e há sangue em seu rosto. Percebo então que ele entra na terceira sala, onde estão a professora Martha e a inspetora Camila.

Agora, está tudo em silêncio, sinto alguém puxar o meu braço, era Marcelo me guiando para dentro do armário, "Tudo vai ficar bem" disse ele "É só ficarmos quietos". Nesse momento, entramos no armário e ficamos em silêncio.

"Por favor", era a voz da professora Martha, "Só estamos trabalhando", é possível escutar Camila chorando, o que é horrível e agoniante. Um disparo é feito, e o grito da Camila é intesificado, até um segundo disparo, onde tudo fica em silêncio de novo.

Resolvo sair daquele lugar apertado, parecia que eu não estava conseguindo respirar! Marcelo tentava me acalmar em silêncio, e ele conseguiu. Foi quando eu resolvi que o melhor era correr, tentar fugir, ficar dentro do armário era a pior hipótese. Marcelo não concordou de imediato, mas ele sabia que o armário não era uma solução.

Olhei para o corredor no momento em que o atirador entrou na sala onde estavam Jhonatan e Gabriel. Era a nossa única chance, eu e Marcelo corremos pelo corredor, meu único pensamento é que correr sifnifica sobreviver, não posso tentar bancar o herói... Passo correndo em frente a sala onde está o atirador, Jhonatan e Gabriel, não olho para dentro da sala, mas quando ja estou um pouco a frente, olho para trás, Marcelo está paralisado, olhando dentro da sala onde o atirador está. Fico parado ali durante alguns segundos que pareceram uma eterninade. Tentar ajudar Marcelo ou correr? Eu corri em direção ao Marcelo, porém, era tarde, eu o vi cair, morto com um tiro no peito. Vomitei e chorei, mas sabia que eu não poderia fazer mais nada, a não ser, correr. Escuto mais dois tiros, consigo chegar na escadaria, então tropeço em um corpo de um garoto, que estava por cima de outro corpo. Levantei rapidamente, a escola estava vazia, havia apenas material escolar, sangue e corpos pelo chão.

Assim que eu consegui sair da escola, poilicias entraram. Alguém me agarrou e me colocou no chão, jogando água em mim e perguntando se eu estava bem, a minha única resposta foi "segundo andar".

Ver o garoto morrer no corredor, escutar os gritos de Camila, os pedidos da professora, a morte de Marcelo, nada disso foi o que mais me deixou abalado, um dia depois disso, as familias de Gabriel, Jhonatan e Marcelo me chamaram de assassino pelas redes sociais. Disseram que eu não os ajudei e que era culpado pela morte deles, a mãe do Gabriel me ligou, gritando, chamando-me de assassino. Escutei tudo, entendo a raiva deles, perderam alguem... E tenho que escutar tudo isso, pois, sou culpado.

Matthew foi o único aluno do segundo andar a sobreviver, as câmeras de segurança do segundo andar mostraram o momento em que Richard Geller, foi morto, e depois disso, o atirador começou a entrar nas salas. Algum tempo depois, as silhuetas de Marcelo e Matthew apareceram no vídeo e então a morte de Marcelo, o vômito de Matthew e o momento em que o atirador cometeu suicídio após matar Jhonatan e Gabriel, suas duas últimas vítimas. 


Notas Finais


Esse foi o primeiro capitulo dos sobreviventes desse massacre, continue acompanhando e também leia as minhas outras fanfics! Obg


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