História Masterpiece - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Red Velvet
Personagens Chen, Irene, Joy, Moonbyul, Personagens Originais, Seulgi, Solar, Wendy, Yeri
Tags Joyri, Moonsun, Red Velvet, Seulrene
Exibições 72
Palavras 1.304
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), FemmeSlash, Ficção, Fluffy, Orange, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Universo Alternativo, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Me desculpem pela demora, surgiu uma especie de TCC, agora vêm provas...Reta final do ano é algo complicado. Resolvi trazer esse capítulo descontraído mas não estou perdendo o foco da história, achei bom um momento mais calmo antes de começar a parte mais ''tensa''.

Boa leitura ♡

Capítulo 3 - First Day: Coincidences Part. 2


Seulgi veio até nós e se sentou. Ela se mantinha tão distraída com o smartphone que ao sentar nem percebeu a presença do outro. Não parecia um ato de mal educação, ela só estava distraída. Vi seu polegar pressionando um dos botões do celular e logo em seguida o aparelho sendo colocado no bolso. Quando ela levantou o rosto, repentinamente, exclamou:

— Jongdae?!

Sua indagação me deixou intrigada. Já havia ela conhecido ele antes?

— Oi Seulgi! Como você vai? Tudo bem? — Perguntou. Logo em seguida, se esticou um pouco estendendo a mão para um aperto amigável, e quando foi atendido voltou a posição de antes.

— De onde vocês se conhecem? — Perguntei curiosa. — Parece até que não se veem a anos.

— Eu faço jornalismo e você sabe muito bem disse. — Ele falou. Arqueei as sobrancelhas mas logo em seguida voltei a fazer a mesma expressão de dúvida.

Ele estava quase terminando a faculdade. Se esforçava demais no quesito estudo, eu ficava admirada e orgulhosa. Era um rapaz de ouro e um grande amigo, o tipo que lhe acolhe em momentos inoportunos. Esse era ele.

— Pode se dizer que ele ajudou bastante com o escândalo que houveram quando meu pai declarou que eu iria futuramente dirigir a empresa. — Disse tranquila. — Ela me procurou pra poder escrever e aquilo me acalmou bastante, eu estava completamente insegura — Disse.

— A maioria não é profissional ao escrever as matérias, escrevem o que mais agrada ao público. Então como eu estava fazendo um estágio e escrevendo algumas coisas...Não vi por que não ajudar.

— Eu não sabia disso... — Falei pensativa. — Por qual motivo você não me contou?! — Virei meu rosto em direção ao meu amigo.

— Eu pensei que...

— Não pensou nada, sem essa. — Interrompi.

— Não fique irritada. Pare com isso, não foi por isso que te chamei e além disso não fale desse jeito na frente de Seulgi. — Me repreendeu.

— Vocês parecem um casal. — Ela disse e em seguida riu baixo.

— Ya, Nem em milhões de anos! Não diga isso, céus...Realmente, nunca! — Exclamei. Jongdae colocou a mão sobre o peito, parecia fingir estar ofendido. Enquanto isso a causadora daquilo ria do meu desespero.

— Talvez formassem um belo casal. Ou não.

— Outras pessoas dessa mesa formariam um belo casal. — Cochichou Jongdae. Cutuquei ele com o pé por debaixo da mesa para fazer com que parasse.

— O que disse? — Ela perguntou confusa.

— Nada, nada. — Se fez de desentendido. — E então como anda o relacionamento de vocês? A amizade anda fluindo bem? — Ele estava brincando comigo. Engraçadinho.

— Bem, tem sido legal passar o tempo com Joohyun. Ela tem é uma ótima ouvinte e seus gostos por arte são incríveis, eu me divirto com ela. — Deu de ombros.

— Bae Joohyun? uma boa ouvinte? Essa é novidade pra mim. — Ele se virou em minha direção. Eu estava sentindo vontade de xingar ele com todas as piores palavras que eu conhecia.

— Aigoo, ele só está tentando me deixam constrangida, não se importe com a presença dele, sempre é irritante assim. — Disse direcionando a palavra a ela. Seus olhos são tão meigos, eu estava me desconcentrando com eles. Maldito seja meu costume de falar olhando nos olhos das pessoas.

Ela é esplêndida. Mas inalcançável. Pensei comigo mesma. Não queria me apaixonar sem ter a mínima chance de ser correspondida. Todavia sempre foi do meu feitio me arriscar.

Quando consegui chamar a atenção da mãe de Jongdae pedi para que trouxesse água. Eu estava com sede e não parava de engoli em seco. Era desconfortável. Não demorou muito para ela trazer e eu estava bebendo com tranquilidade. O Kim e a Kang estavam conversando enquanto eu ainda me mantinha perdida nos meus pensamentos. Eles pareciam entretidos. Quando sai do transe dos meus devaneios eles estavam rindo. Pelos menos as piadas internadas do meu amigo comigo haviam parado. Por enquanto.

— Seulgi, não quero parecer evasivo, mas você tem namorado? — Quase deixei um esguicho da água que eu estava bebendo escapar entretendo somente consegui evitar esse constrangimento. Eu merecia por todas as vezes que fiz ele passar vergonha na frente de algumas garotas porém ele estava sendo cruel.

— Não, não tenho. — Sorriu dando um alívio ao ar de tensão que o ambiente havia tomado.

— É verdade que já namorou com Wendy ou são só boatos? — Ele entrelaçou os dedos e os sobrepôs na mesa. Parecia curioso. Eu também estava, talvez não fosse assumida por o preconceito na coreia mas eu não fazia nem ideia da orientação sexual da outra.

— Ah, isso...Bem, é verdade mas já fazem alguns meses que nós terminamos.

— Espera, Wendy Son? — Perguntei surpresa. Ela assentiu em resposta enquanto tamborilava os dedos sobre a mesa, estava inquieta.

— Ela é incrível, não sou o tipo que sabe tudo sobre moda mas ela é sensacional. — Jongdae acrescentou.

Tudo aquilo estava contribuindo para nos conhecermos melhor. Estava sendo gratificante. Para quem de início parecia fechada, Seulgi estava se soltando, parecia até estar se sentindo mais confortável e aceita.

 — Mudou o cabelo. Eu até agora estava tentando adivinhar o que havia mudado em você — Tentei mudar de assunto, dirigindo minha palavra a Jongdae.

— Está bom?

— Se te conforta, nada irá superar o incidente com a tinta vermelha, hot dog.

— Aigoo...Se você me chama disso novamente eu...

— Que incidente? — Seulgi parecia interessada.

— Quando ele deixou o cabelo igual água de salsicha era calouro na faculdade, fizeram um trote com ele. Foi hilário, deu pena, mas foi hilário. Ele ficou coberto de molho de mostarda e ketchup. — Seulgi caiu na gargalhada com o que eu havia dito.

Tudo havia tomado um clima descontraído. Era ótimo. Toda a pressão de ter que fazer a tal pintura estava diminuindo, me sentia aliviada, não funciono sobre pressão. Seria mais proveitoso dessa forma, mas ainda assim eu tinha aquele compromisso que seria complicado. Eu tinha que começar a pensar desde já, não podia ficar adiando.

Quando tocávamos em assuntos do passado tudo tomava uma órbita diferente. Seulgi ficava um pouco cabisbaixa e sua voz até falhava ao falar. Eu não sabia o que era entretanto pressentia que havia algo de errado ali e faria de tudo para concertar.

— Ah, tenho que comprar algumas coisas na farmácia daqui a algum tempo, poderia me lembrar? — Perguntou para mim.

— Tudo bem.

— Obrigada, não posso esquecer isso de forma alguma. — Ela parecia preocupada, excessivamente preocupada. Deveria ser importante.

— Pode deixar. — Tentei transmitir tranquilidade através de um sorriso e ela pareceu corresponder pois suspirou aliviada.

Ela não era alguém de muitas palavras. Parecia preferir ficar em silencio e apenas observar o que havia a seu redor. Jongdae acabara de levantar-se da mesa para auxiliar Taeyeon, sua irmã mais velha, nos deveres do restaurante. Ela cuidava da parte econômica pois era formada em contabilidade, logo era ótima em cálculo. Também era muito extrovertida e de fácil convivência. Definitivamente, ambos eram como irmão para mim.

Chamei Kang para ir até a farmácia que ela havia citado antes. Ela se mantéu relutante. Estávamos em uma área de Gangnam que não tinha grande movimento como o de costume em relação a região, não era o local ideal mas era possível comprar o que ela desejava. Acabei resolvendo não insistir mais, não queria deixa-la aborrecida ou algo assim, acredito que sua vida já seja caótica demais.

Não sabia se tinha alguma relação dela com o remédio mas se minha hipótese estivesse correta creio que os fantasmas do passado tenham deixado algumas marcas na sua vida, isso me deixa triste por ela. Só de imaginar suas lamúrias uma sensação de tristeza me invade. Não havia o típico sentimento de pena e não existiam frases como ‘’Pelo menos isso não aconteceu comigo’’ em minha cabeça, ao contrário, eu queria acolhe-la e disser como tudo irá se adequar, como tudo irá ficar bem. Eu queria ajuda-la.

Ela parecia forte, com tudo o que ocorreu no passado ela ainda permanecia forte. Era admirável.


Notas Finais


Foi capítulo curto e descontraído, certo? Bastante diálogo. Perdão pelos erros, postei o mais rápido possível para não continuar adiando. Prometo recompensar vocês depois. Comentários com críticas construtivas e elogios são sempre bem-vindos!


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