História Maths Teacher - L3ddy - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias Lucas "Luba" Feuerschütte, Lucas "T3ddy" Olioti
Personagens Christian Figueiredo, Lucas "LubaTV", Lucas Olioti, Mauro Nakada
Tags Romance, Sadomasoquismo
Visualizações 245
Palavras 1.528
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Homossexualidade, Nudez, Sadomasoquismo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Voltei!! Eu particularmente gostei desse capítulo, eu acabei na melhor parte, tipo aquelas novelas haha! (Fico feliz que tenham gostado desse modo de escrita)
Quero agradecer as mensagens de apoio no último capítulo, fiquei bem inspirada para fazer essa capítulo!

Boa leitura.

Capítulo 13 - Restaurante.



Sábado [08:15]


Olioti acordou e fitou o teto por alguns segundos, como a maioria das pessoas, ele acordava sem ao menos saber aonde estava. Virou seu rosto na direção de seu namorado, no qual dormia pesadamente, aquela imagem trouxe tranquilidade ao moreno, que abriu um pequeno sorriso e depositou um beijo na testa do mais velho.


Se levantou devagar para não acordar Lucas e foi direto para o banheiro, pegou a escova de dentes que Feuerschütte havia emprestado à ele para usar sempre que ia dormir lá, o loiro tinha várias escovas de dentes, ele não usava todas, é claro, mas ele tinha reservas caso aconteça alguma coisa. O moreno escovou seus dentes e desceu as escadas, indo direto para a cozinha preparar o café da manhã, ele não era um bom cozinheiro, mas sabia de algumas técnicas e receitas que havia aprendido com sua mãe quando criança. Abriu os armários, abriu as gavetas, abriu a geladeira e por fim pegou tudo que precisava para fazer o café da manhã: Panquecas. Era perfeito para o seu ponto de vista, todos gostam de panquecas.


[...]


O loiro acordou e fez o mesmo que o moreno, escovou os dentes, porém colocou apenas uma crocs e desceu as escadas seguindo o maravilhoso cheiro do café da manhã preparado por seu namorado, entrou na cozinha sem fazer barulho e o viu de costas, colocando duas panquecas sob uma bandeja vermelha. O abraçou por trás, o surpreendendo.


- Acordou finalmente. - Acariciou os braços do loiro que se encontravam em volta de sua cintura.


- O primeiro cheiro que senti foi o dessas maravilhosas panquecas... Achei que você não sabia cozinhar. - O loiro ficou ao seu lado, colocando café numa caneca preta com detalhes brancos.


- E não sei. Bom, sei um pouco, aprendi algumas coisas com minha mãe. - Sorriu pegando uma caneca verde e colocando café dentro.


- Ela deve ser uma cozinheira de mão cheia. - Se sentou na mesa com uma panqueca no prato.


- Eu gostava muito quando ela fazia bolo pra mim, era daqueles molhadinhos sabe? - Riu, fazendo o mesmo que o mais velho, sentando-se à sua frente.


- Sei sim - Tomou um gole de café - Também não sei cozinhar muito bem, mas sei o suficiente para me sustentar - Riu.


- Nós acordamos cedo... Hoje é sábado, que estranho, normalmente eu durmo até tarde! - Exclamou o moreno, mordendo um pedaço grande da panqueca e em seguida colocando um gole de café para dentro.


- Fomos "dormir"... - Fez aspas com os dedos - Cedo ontem.


- Dormir... É claro - Fez um sorriso malicioso, arrancado uma risada do loiro.


- Eu estou comendo, não vamos falar disso agora! - Pediu, então o silêncio tomou conta do local até terminarem o café da manhã. 


Lavaram a louça e secaram as mãos. Foram para a sala e ficaram conversando sobre várias coisas. Feuerschütte estava com um certo peso na consciência, mas não entendia o porquê. Talvez seria por Gustavo, ele queria esquecer isso, mas algo sempre dizia "Isso não está certo", o que o deixava frustrado, ele queria somente saber o por que seu subconsciente o alertava tanto em relação à Gustavo.


- Amor... Eu não sei se eu deveria ter perdoado o Gustavo - Soltou a verdade.


- Por que? Você mesmo me disse que ele foi super gente boa, compreensível e respeitoso... 


- Eu não sei... Algo me diz que isso não vai dar certo.


- Segue o seu coração.


- Aí é que está, meu coração diz "Isso está certo, vai ficar tudo bem", mas minha cabeça diz "Isso não está certo, não vai ficar tudo bem".


- Se seu coração diz que vai dar certo, concorde com ele, sabe amor as vezes a gente pensa de mais e acaba se decepcionando, por que não arriscar apenas uma vez? - O silêncio tomou conta do lugar por um pequeno tempo para Lucas pensar sobre.


- Ok ok, mas se no final não der certo eu direi que a culpa foi sua.


- A culpa foi do seu coração. - Sorriu, deitando a cabeça do loiro em seu peito, fazendo cafuné no mesmo. - Assim como me apaixonar por você foi culpa do meu. - Sorriram, em seguida o moreno o selou.


[...] 20:26


Olioti e Feueschütte combinaram de ir à um restaurante hoje à noite, não era dos mais chiques e nem dos mais simples, digamos que era do tipo Outback. Olioti vestia uma calça jeans preta, uma camisa branca com manga longa e um tênis aleatório de cor branca. Feueschütte vestia uma calça jeans clara, uma blusa azul escura com a estampa do Pequeno Príncipe e outro tênis aleatório de cor preta. Saíram no carro de Olioti e  ouviram durante a viagem Imagination do cantor Shawn Mendes, eles sabiam a letra de cor, fizeram várias brincadeiras durante a viagem, cantaram juntos e riram bastante. Ao chegar no restaurante, saíram e Olioti pode perceber que havia um carro branco semelhante ao de Gustavo no estacionamento, ele até pensou em comunicar Lucas, mas achou melhor não, sabia que seu namorado já estava um pouco nervoso em relação à Gustavo, não queria estragar o encontro com essa observação.
Ao entrarem, se sentaram e logo veio um garçom entregar o cardápio e deixar uma água com limão para os dois.


- Aqui é um bom lugar - O moreno disse olhando em volta se deparando com Gustavo na outra ponta do restaurante, apesar de estar na ponta, eles poderiam ter uma visão privilegiada um do outro. Olioti num movimento rápido tapou seu rosto com  o cardápio.


- É sim... Ei, o que foi? - O loiro olhou em volta procurando o por que de Olioti tomar aquela atitude de se esconder.


- Nada amor olha fica aqui ok olha pra mim está tudo bem já escolheu o que vai pedir? - O moreno disse disparadamente sem pontuação, era visível seu nervosismo.


- Eii amor calma, o que você viu? Que foi?


- Desculpa é que eu... Bati meu pé aqui - Inventou uma desculpa - que você vai pedir? - Falou calmo.


- Toma mais cuidado aí ok? - O moreno assentiu - Vou pedir... Esse Carpaccio deve ser bom, vou querer um dele. E você? 


- Ah... Vou querer um penné ao lemone. - Falou o nome da comida um pouco embaralhado.


- Esse macarrão ao molho né? Ok - Levantou a mão direita, abriu a boca para chamar o garçom, mas, foi impedido por Olioti que abaixou seu braço e tampou sua boca-  O que foi isso Lucas?


- E-eu... Deixa que eu peço ok? Eu vou lá, eu quero... Pedir um acompanhamento já volto! - O moreno se levantou, levando consigo o cardápio indo até o balcão.


- O que ele está aprontando? - Lucas disse à si mesmo, olhando em volta alguma razão para ter feito o moreno agir daquele jeito.


Olioti foi até o garçom que estava atendendo Gustavo e disse baixinho.


- Senhor por favor, aquele moço que você está atendendo agora, ele está aqui há muito tempo?


- Sim senhor, ele acabou de chegar.


- Ok obrigada. 


Foi até o garçom que havia lhe servido as águas e fez o pedido, voltou a mesa com a respiração um pouco pesada.


- Já pedi.


- O que pediu de acompanhamento?


- Ahm... - Coçou a nuca, ele não havia pedido nada, então inventou outra resposta. - Refrigerante...


- Refrigerante? Isso é acompanhamento? 


- Por um lado sim né?


- Ok então.


O moreno olhou mais uma vez para Gustavo, que estava concentrado em seu celular, provavelmente esperando seu pedido assim como eles. Alguns minutos depois o garçom chegou com a comida, para a surpresa de Olioti ele estava com os refrigerantes que ele não tinha pedido. Ele não entendeu o por que, mas não ia reclamar. Agradeceram ao garçom e Olioti olho Gustavo pelo canto de olho, a comida dele também havia chegado, pelos seus cálculos eles iriam sair ao mesmo tempo, e isso era o que Olioti menos queria. Ele queria comer rápido ou comer devagar, sair primeiro ou sair por último.


- Amor, vamos pedir sobremesa?


- Já? Nem terminamos ainda, e eu nem sei o que pedir!


- Ok. - Sorriu simpático e voltou a comer, ele comia rápido para pedir logo a sobremesa.


- Amor come devagar, faz mal comer rápido! 


- Perdão. - Olhou para Gustavo novamente, Gustavo fazia pausas entre conferir seu celular e comer. "droga" pensou Olioti.

- Amor por que você tá olhando tanto pra lá? - O loiro levantou um pouco se inclinando, procurando algo que pudesse explicar o motivo disso.

- Amor senta aí, não é nada. - Sorriu forçado.

- Eu realmente espero que não seja. - Bufou e voltou a comer.

Olioti sentiu alguém o olhar, quando olhou para Gustavo seus olhares se encontraram, Gustavo viu Feuerschütte comer e Olioti o perfurar com os olhos, Gustavo não era tão bobo, então no mesmo momento sacou que Olioti queria evitá-lo, sorriu, ele planejava estragar o encontro dos dois.

 

Talvez, perdoá-lo não tenha sido uma boa ideia.
 


Notas Finais


Gostaram??? Comentem aí, sério, preciso saber se sim ou não e se tenho que melhorar alguma coisa.
Obrigado de novo por ler, amo vocês.

Sobre esses pratos chiques que eu coloquei na história, eu não pesquisei nenhum, sério, é por que eu já tenho um conhecimento básico sobre essas coisas. (Alô MasterChef me chama haha!)

Informação não importante:
Twitter: @Maridiotaa


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