História Matter of Time - feat. NamJoon (HIATUS) - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags História, Jungkook, Namjoon, Rap Monster, Romance, Suga, Yoongi
Exibições 81
Palavras 2.073
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


O QUÊ? É REALMENTE UM CAPÍTULO?
Isso mesmo! Eu aproveitei estes dias de feriado pra dar uma adiantadinha, mesmo com crises de enxaqueca.

Logo avisando, como todas sabem estamos na reta final do ano letivo, então, provavelmente final do mês ou início de dezembro eu já esteja de volta. Conto com a paciência de [email protected]!

Sem enrolações, boa leitura!

Capítulo 8 - The Beauty and the Beast


Fanfic / Fanfiction Matter of Time - feat. NamJoon (HIATUS) - Capítulo 8 - The Beauty and the Beast

- NamJoon, Namjoon, NamJoon – levantei meu rosto em sua direção – qual a sensação de atirar em seu próprio pé tão cegamente? – ele fixou seu olhar em mim.

- Do que está a falar? – perguntou indignado.

- O jovem príncipe vem em direção a Europa casada com a bela, inocente e delicada princesa inglesa, apenas para resolver os sérios problemas econômicos e sociais dos respectivos países – sorri nasalmente levantando da cama e caminhando de um lado para o outro – conseguir a confiança real e enriquecer-se apenas para retornar ao seu país natal e provar ao pai que pode se tornar imperador melhor que seu amado irmão. É realmente uma estupenda ideia, NamJoon – ele tinha seus olhos antes pequenos, arregalados.

- C-Como voc –

- Como eu descobri? – cortei sua fala e levantei uma pequena caderneta encapada sobre couro – já tinha minhas suspeitas, desde o início não confiei em você, essa foi a confirmação a qual procurava.

- Meu diário... – ele se jogou, sentando sobre a cama cobrindo seu rosto e logo levantou, surgindo em minha frente ainda com a expressão surpresa e assustada – você leu tudo contido nele?

- Cada letra, mesmo em coreano – ele levantou seu braço na intenção de pegar a caderneta, então retirei o mesmo da sua rota, o impedindo de pega-lo – ele ficará comigo, até segundas ordens.

- Segundas ordens? Sua família também sabe? – perguntou.

- No momento, não, mas nada me impedirá de jogar-te no calabouço por traição – ele esbugalhou mais uma vez aqueles olhos negros profundos – Então, eu decidi lhe ajudar.

- Ajudar? – arqueou uma de suas sobrancelhas.

- Desde o momento em que te conheci, até agora, estou fazendo isso pelo bem de minha pátria. Talvez eu queira cooperar por este mesmo motivo, eu estou me beneficiando, e você, futuramente também – sentei-me sobre a cadeira de madeira em frente à penteadeira e cruzei as pernas brancas e finas a qual possuía – o que acha?

- Acho que o ingênuo sou eu – riu levemente negando.

- Não pense que disse mentiras a você, tudo que falei-te, demonstrei-te e senti são ações verdadeiras, não mentiria a alguém como você, fiquei até mesmo mais motivada a seguir esta “jornada” contigo depois de saber suas reais intenções – lembrei-me do que NamJoon havia escrito em alguns dos trechos de seu diário: “나는 점점 불리는이 구멍에 가을, 질식 느낌 "고통." 내 동생이 아직도 날 미워, 심지어 영웅으로 그를 사랑하고, 자기가 원하는 것을하지 않을 수있는 모든이 있기 때문에 내 팔과 다리가 아팠다 바랍니다.”(“Sinto-me sufocado, cada vez mais, caio sobre este buraco chamado "dor". Sinto meus braços e pernas doerem, tudo isso porque não posso ser o que ele desejava, mesmo o amando como um herói, meu irmão ainda me odeia.”);

- Então realmente pretende cooperar? Digo, mesmo sabendo minhas reais intenções ao vir para cá? – um olhar esperançoso me fitava.

- Sim, mas tenho uma condição – ele agora assentiu ainda com o mesmo olhar – prometa-me não fugir com riqueza alguma deste país, você só irá retirar daqui o que eu permitir, sobre minhas regras – ele concordou desanimado – realmente planejava fugir?

- Não. Eu iria cumprir minha promessa dos dois anos a qual fiz, fui educado desta forma além de que meu futuro dependerá disto.

Levantei da cadeira indo em direção à cama cheia de papeis na qual lia anteriormente; um por um ajuntava-os e colocava-os novamente na caixinha. NamJoon ainda estava de pé, me olhando, não mexia ao menos 1 músculo sequer. Depois de recolher rapidamente toda a bagunça, fechei a caixinha de madeira e em direção a porta ouvi NamJoon pronunciar algo.

- Para onde está indo com isso? Pertence-me! – viro-me e o encaro, mas logo volto a meu trajeto anterior.

Descendo as escadas de madeira frágeis que rangiam por conta de ataques de cupins, fui em direção à pequena lareira que tinha a intenção de esquentar o clima frio que fazia no momento. Agachei-me e percebi o corpo másculo descendo as mesmas escadas frágeis, e em um movimento rápido joguei a caixinha sobre o fogo esfomeado.

- O que está fazendo?! – desceu mais rapidamente agachando também em frente o fogo que consumia todo o material inflamável, mas já era tarde, restavam apenas algumas partes da caixa para contar a história, o papel se transformou em combustível. Mirei para NamJoon que apenas respirou fundo e massageou sua têmpora . Coloquei minhas mãos finas sobre suas costas, massageando-as e o mesmo olha para mim.

- Esqueça-se de tudo isso, apenas vamos agir de acordo com o destino – ele deu um leve sorriso e assentiu. Levantamo-nos e bati levemente sobre o vestido empoeirado – que tal me ajudar com o almoço?

- Eu realmente não sei cozinhar, Young... – ri de seu rosto que ficou levemente corado – que tal eu apenas sentar e admirar suas curvas? – era minha vez de corar.

- S-Somente suba e termine de arrumar seu quarto! – virei de costas indo em direção à cozinha que possuía alguns vasos de flores ainda frescas. Ouço os risos de NamJoon sobre minha ação que logo se dissiparam quando o mesmo subiu para o próprio quarto.

[...]

Mergulhei as cenouras já limpas na água escaldante, e logo adicionei temperos verdes, encontrados na horta do lado de fora do casebre. Frango assado acompanhado de legumes era uma boa opção para o primeiro dia, além de não demorar a ficar pronto. NamJoon surgiu pela cozinha e pegando uma colher mergulhou sobre o molho dos legumes, assoprando por um instante e levando até sua boca o degustando; ele virou seu rosto para mim com os olhos arregalados e com a boca em forma de bico e logo depois fechou-os sorrindo.

- O que é isso?! É muito bom! – pegou mais uma colherada e se deliciou, mas desta vez esqueceu-se de assoprar o molho fervendo, o que resultou em alguns gritos de dor - 이 아파요!! (Dói!!) – No momento me lembrei de uma receita caseira na qual aprendi, salmoura. Rapidamente peguei uma vasilha com água, e despejei uma quantidade considerável de sal, e o entreguei – gargareje com isto, irá aliviar a dor – ele pegou o copo e jogava água de um lado para o outro da boca, fazia barulhos engraçados então ri, seu rosto que se igualava a de um esquilo, ele notou isso e com a boca cheia de água, despejou tudo o que tinha caindo no riso juntamente de mim – Desculpe – ainda tentávamos conter os risos.

- Apenas sente-se, irei levar a comida para a mesa – assenti dando um leve empurrão em suas costas em direção à mesa de quatro lugares.

Não demorou a tirar o frango com sua pele dourada do fogo, parecia suculento, e os legumes, de acordo com NamJoon muito bons. Coloquei-os sobre a mesa de madeira, NamJoon esfregava suas mãos um sobre as outra lambendo os próprios lábios.

- Coma bem – disse o servindo, ele sorriu espetou o frango com o garfo, saboreando o mesmo.

[...]

- Por favor, NamJoon – olhei para suas costas – suma daqui – ele virou-se para mim, com seu rosto choroso.

- Desculpe, Young... – limpou as mãos molhadas na calça – eu não queria fazer isto, só tentei te ajudar.

- Ajudar quebrando as louças não é certamente um amparo, NamJoon – segurava meus risos, queria parecer forte, a Young de antigamente não existe mais – mas, aceito suas desculpas – ele sorriu fechando seus olhos – da próxima vez, apenas deixe comigo – ele assentiu.

- Que tal, mais tarde, irmos caminhar pela trilha de árvores que há próxima daqui? – sugeriu escorado sobre a mesa de madeira, logo atrás de mim.

- Acho uma ótima ideia! – precisava de ar puro, caminhar sobre o bosque em um dia invernoso como hoje, seria um calmante natural. Virei-me para sua direção e encontrei-o sorrindo com as pernas uma em cada lado da cadeira, apoiando suas mãos na borda da mesma. Sequei minhas mãos e sentei ao seu lado, ele me encarou de cima a baixo e parou sobre meus pés.

- Seus pés estão bem? – olhei para os mesmo descalços, ainda apresentava pequenas manchas vermelhas.

- Estão sim, muito obrigada pelos seus cuidados – sorri levemente mas verdadeiramente e ele correspondeu. Olhei pela janela, havia um pouco de sol aquecendo o chão esverdeado do lugar – Que tal irmos agora? Há sol lá fora – apontei.

- Vamos! – pegou em minha mão me puxando para fora mal tendo tempo para fechar a porta completamente. Ele parou em meio ao jardim e inspirou de forma que pude ouvir o ar entrando em seus pulmões – Waah! Essa brisa é refrescante, me traz tantas lembranças...!

Caminhamos para fora do jardim e iniciamos nossa trilha pelo bosque de árvores que durante o verão provavelmente cobririam o céu cinzento, mas como ainda nos encontrávamos no inverno, apenas galhos secos restaram. Enquanto mantínhamos o silêncio agradável balançando nossas mãos, lembrei-me do que NamJoon havia escrito em um de seus relatos no diário encapado.

“Sinto-me sufocado, cada vez mais, caio sobre este buraco chamado "dor". Sinto meus braços e pernas doerem, tudo isso porque não posso ser o que ele desejava, mesmo o amando como um herói, meu irmão ainda me odeia.”

- NamJoon? – chamei-o e ele murmura um simples “Hm?”Não sei se devo, mas como iremos conviver durante muito tempo juntos, acho justo perguntar – ele assentiu esperando pela pergunta – como é sua relação com seu irmão? – ele mirou-se para mim durante poucos segundos e logo voltou a focar o chão.

- Desculpe por fazer você ler isto – sorriu levemente – tenho algo que pode chamar-se de “complexo de irmãos”. Desde pequeno admirava meu irmão por sua pessoa, ele era incrível, era forte, valente e extremamente dócil, o chamava de Suga. Todas as tardes, seguia em direção a seu quarto para planejarmos o que faríamos em mais uma tarde ensolarada, mas em uma destas tardes a qual fui encontra-lo, deparei-me com sua porta trancada. Bati algumas vezes e ele abriu, com o rosto raivoso e lacrimejante, puxou-me para dentro, pegou um dos livros sobre sua mesa e atacou contra meu rosto, como resultado, ganhei esta cicatriz – apontou para uma pequena cicatriz debaixo de seu cabelo – Desde aquele dia, me arriscava a aproximar dele, sofria pequenas agressões que se tornavam cada vez piores, então desisti. Nem ao menos sei seu motivo para ter feito aquilo – acelerei o passo e parei em sua frente, levantei seu cabelo vendo sua cicatriz, então passei meu dedo indicador sobre ela e NamJoon fechou seus olhos. Não precisava dizer nada, apenas continuei a acariciar aquela marca funda sobre sua pele pouco morena.

- Que tal irmos para casa e eu preparar alguns cookies, uma xícara de chocolate quente – ele abriu os olhos rapidamente – e sentarmos em frente a lareira e nos deliciarmos?

- Nos deliciarmos? Parece uma boa ideia! – disse animado.

- IDIOTA! – bati em seu ombro logo ouvindo suas risadas abafadas pela palma da mão.

[...]

- Admito, você é uma ótima cozinheira – ele fala tomando um gole de seu chocolate quente e balançando seu corpo sobre a cadeira em frente a lareira.

- Agradecida – peguei um cookie sobre a bandeja.

- Acho que posso me acostumar com esta vida – mordeu um pedaço de seu biscoito – o que iremos fazer durante esses dois anos? – perguntou com a xícara na boca, apenas mostrando seus olhos negros.

- Eu realmente não sei – o olhei cruzando os braços – o que você acha?

- Acho que poderíamos imaginar que somos como a Bela e a Fera – ele colocou a xícara sobre a mesa e se levantou – eu sou como a Fera, temível, astuta e forte – se aproximou colocando seu braço sobre o encosto da cadeira, a qual estava sentada me encolhi sobre a mesma ainda o olhando – e você, como a doce, jovem e linda, Bela – abaixei levemente minha cabeça desviando meu olhar, mas logo tive meu queixo levantado fazendo o focar novamente. Estávamos tão próximos, podia sentir sua respiração e o cheiro de chocolate quente misturado com seu perfume natural, quando se pronunciou, sua voz se mostrou rouca e farta – a história de duas pessoas completamente diferentes, onde a pequena Bela tão ingênua e possuinte de uma beleza extraordinária é usada como pagamento pelo próprio pai, para ficar junto da Fera. A Fera se mostra tão viril, mas os dois se mostram fascinados um pelo outro; pelos seus cabelos, – acariciou meus cabelos docemente – pela sua pele, – seu polegar deslizou sobre minha bochecha esquerda – seu nariz delicado, – tocou a ponta congelada do mesmo – e seus lábios rosados e macios – o indicador longo afundou sobre meus lábios – Ele a desejava.

...


Notas Finais


Se eu gostei do capítulo, definitivamente, não.

Mas como falei no twitter (@pornjoonie), refiz várias vezes mas essa foi a que mais me agradou, espero que não tenha ficado tão ruim assim.

Agora sobre uma pergunta que me fizeram nada educadamente: "Se você não tem tempo, por que começou essa fanfic?"
Em resumo, não imaginava que minha vida iria ficar tão agitada, minha vida virou de ponta cabeça logo depois de ter começado a fic. E como sou muito insistente e tenho um amor enorme tanto pela fic quanto por vocês vou continuar até não possuir mais ninguém a quem escrever.

Eu amo vocês do fundo do meu coração, agradeço todo o apoio e como citado lá em cima, eu volto daqui duas semana muito provavelmente.

Até a próxima!


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